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Sábado, 28 de Julho de 2007

Um veículo marginal ?

De acordo com um relatório do Eurobarómetro sobre a atitude dos europeus relativamente à política de transportes, Portugal é o terceiro estado-membro da UE onde menos se utiliza a bicicleta, eleita como principal meio de transporte para as actividades diárias por 8,7 % dos europeus.

E porquê? Porque em Portugal “é quase um acto suicida vir para a rua de bicicleta”, devido à falta de protecção deste meio de transporte, considerado pelas autoridades “um veículo marginal”.

A afirmação é do presidente da Federação Portuguesa de Ciclistas e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), que comentou desta forma um inquérito divulgado na 5ª fª pela Comissão Europeia segundo o qual Portugal é dos países-membros onde menos se utiliza a bicicleta como principal meio de transporte, com apenas 1 % dos cidadãos a pedalar no dia-a-dia. Este indicador não surpreende José Manuel Caetano: “Não são criadas condições, as pessoas não andam (de bicicleta), é preciso serem criadas condições, sobretudo de segurança”.

Para o presidente da FPCUB num “país que promove o automóvel e todas as iniciativas para promover o uso da bicicleta são travadas pelos políticos, não admira que estejamos nessa posição”. “É importante a UE já considerar a bicicleta como meio de transporte, quando em Portugal o termo utilizado é um veículo marginal”, perante os outros veículos, afirmou, acrescentando: “Assim é uma ousadia as pessoas virem de bicicleta para a rua”.

“Fizemos insistência para que a bicicleta fosse mais protegida (no novo Código da Estrada) e só nos foi concedida prioridade nas rotundas e quando o condutor sai de uma garagem ou caminho particular”, exemplificou, acrescentando que a federação vai continuar a insistir para proteger os ciclistas. A Federação vai pedir que sejam acrescentadas alterações ao Código da Estrada para melhor proteger os utilizadores de bicicleta.

Por outro lado, afirmou, se “for cumprido o limite de velocidade de 50 quilómetros por hora dentro das vilas e cidades, torna-se mais fácil a coabitação” entre automóveis e a bicicletas. “É nossa intenção voltar a perguntar à secretária de Estado dos Transportes quando é que a bicicleta deixa de ser considerada um veículo marginal, porque é um meio completar”, referiu, adiantando que a FPCUB tenciona pedir uma audiência antes da Semana Europeia da Mobilidade, que decorre de 16 a 22 de Setembro, dedicada ao tema “Ruas com Pessoas”.

Segundo dados da UE, a Holanda é o país onde a bicicleta é mais popular, com 40 % de ‘ciclistas’, seguida da Dinamarca (23,4%), enquanto no extremo oposto apenas luxemburgueses (0,6%) e malteses (0,8%) recorrem menos a velocípedes do que os portugueses.

Apesar deste cenário, o presidente da FPCUB considera que há cada vez mais pessoas a andar de bicicleta e até uma nova geração de condutores nas classes média e alta que pratica desporto e já respeita mais quem anda de bicicleta 1.

Sobre as Vias Cicláveis para a Cidade de Lisboa, fruto das reivindicações de diversas estruturas, muitos foram os candidatos nas recentes eleições intercalares que apresentaram o alargamento das vias cicláveis na nossa Cidade como um objectivo a alcançar para uma Cidade Mais Ecológica e com Mais Qualidade de Vida. Um objectivo de sempre da CDU.

O que ninguém faz - e só a CDU pode fazer - é o balanço do trabalho já realizado nesta matéria na cidade. É que em 2001 foram concluídas diversas vias cicláveis, num trabalho dirigido por um pelouro sob a responsabilidade do então vereador da CDU. E estavam diversos outros percursos iniciados ou em plano. De então para cá nada se construiu, e parte do que estava feito foi até degradado, bem como as posteriores Recomendações para se continuar o projecto, interrompido em 2001, que foram aprovadas por Unanimidade na AML, mas nunca cumpridas pela CML. De 2001 para cá “nada foi feito, pelo contrário, cortaram-se vias construídas, deixaram-se degradar as que permaneceram, pararam tudo o que estava em construção” 2.

Quem pretende afinal que a bicicleta se mantenha 'marginal' ?

 

1. Ver www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=836993&div_id=291

2. Ver www.dorl.pcp.pt/cdulisboa/index.php?option=com_content&task=view&id=341&Itemid=43

publicado por Sobreda às 01:20
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1 comentário:
De bici activismo a 25 de Setembro de 2007 às 19:31
Massa Critica - Sexta-feira, 28 de Setembro

Aveiro
18h00
Ponte Praça

Coimbra
18h00
Largo da Portagem

Lisboa
18h00
Marquês de Pombal

Em Lisboa faremos a Massa Crítica dos Executivos, para mostrar que a bicicleta não serve apenas para lazer ou para desporto (obrigando a calção de Lycra, camisola colorida e mala xpto), mas também é um meio de transporte que pode e deve ser usado por qualquer pessoa em qualquer ocasião.

Veste o teu casaco, calças e camisa, saia ou vestido.
Calça o teu sapato de escritório, sandália ou sapato alto.
Vem pedalar.

Porto
18h00
Praça dos Leões

O que é a Massa Crítica?
A Massa Crítica (Critical Mass) é um evento que ocorre tradicionalmente na última sexta-feira do mês em muitas cidades pelo mundo, onde ciclistas, skaters, patinadores e outras pessoas com veículos movidos à propulsão humana, ocupam seu espaço nas ruas. No Brasil e em Portugal, há um movimento ciclista inspirado na Massa Crítica, chamado Bicicletada. Os principais objectivos da Bicicletada são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.

Mais informações:
www.massacriticapt.net

“Anda de bicicleta todos os dias, festeja uma vez por mês”

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