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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Acabou a Internet à borla

Uma jornalista free-lancer, 'em trânsito' entre Paris e Nova Iorque, decidiu gozar umas férias em casa dos pais, no Lumiar, em Lisboa. Uma das boas surpresas que teve quando chegou foi descobrir que o renovado jardim da Quinta das Conchas, perto de sua casa, tinha acesso livre e gratuito à Internet, através de uma parceria entre a CML e três operadoras. Mas foi 'sol de pouca dura'. Recentemente, quando tentou aceder à net sem fios, na esplanada do café, com o seu computador portátil, já não conseguiu.

“Ai é? Acabou? Que ridículo!”, reagiu, indignada, quando foi informada que o projecto “Jardins Digitais” - em funcionamento em 21 jardins e miradouros da capital - tinha mesmo acabado. “Era uma ideia tão boa. É uma pena que desfaçam”, disse, mostrando-se esperançada em que o executivo municipal que aí vem retome o projecto.

“Espero que não o abandonem completamente porque é uma coisa que vai inevitavelmente acontecer. Por uma vez na vida, tenham um bocadinho de visão” lamentando a ‘pouca vida’ dos jardins de Lisboa. Em seu entender, este tipo de iniciativas pode ajudar a que deixem de ser só os ‘velhos e as crianças’ a utilizá-los.

O responsável pela cafetaria e pelo restaurante da Quinta das Conchas, utilizou várias vezes a Internet e conta que no café chegou a haver 10 pessoas ligadas em simultâneo. Embora os clientes não tenham ainda começado a queixar-se do fim deste projecto, este responsável admite que seria bom que continuasse. “Para quem tem tempo o lugar é gostoso. Sempre é melhor do que estar dentro de casa”. Diz no seu português do Brasil, que só há pouco tempo é que soube da existência de Internet à borla nos jardins. Costumava utilizá-la quando ia ao miradouro da Graça onde, esta semana, ainda havia ligação, apesar do cartaz de promoção já ter sido retirado. “É o máximo poder estar aqui na esplanada a mandar e-mail's e a navegar”, disse lamentando que o projecto venha a acabar.

Uma das empresas que fornecia Internet sem fios a 21 jardins e miradouros da capital faz um balanço positivo, embora admitindo que o projecto ficou aquém das expectativas, dado que não conseguiu alcançar os objectivos de mobilização dos utilizadores.

O projecto resultou de um protocolo assinado pela CML, em Setembro do ano passado, com três empresas, sendo posteriormente objecto de uma avaliação. Era suposto o Instituto Superior Técnico acompanhar o projecto, averiguando a receptividade dos munícipes a este tipo de serviço e tecnologia, de modo a orientar os moldes em que a CML poderia investir nesta área no futuro. Mas, não se conseguiu apurar se esse trabalho foi feito e, entretanto, a Comissão Administrativa que gere a Câmara até à tomada de posse do novo executivo explica que o protocolo com as empresas terminava em Junho.

E a Internet à borla foi-se.

 

Ver http://jn.sapo.pt/2007/07/27/pais/acabou_a_internet_a_borla_jardins_e_.html

publicado por Sobreda às 01:26
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