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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

Natal abre portas aos maiores erros alimentares

Os pratos tradicionais de Natal, sobretudo os doces, encontram-se nos antípodas de uma alimentação saudável. Até o fiel bacalhau cozido com batatas e couves acaba muitas vezes por ser adulterado com natas e gratinados. Mas o pior é mesmo estender a consoada a toda a semana.

 

 

As refeições são fartas em açúcares e gorduras. “Um dia não são dias” - diz-se numa expressão comum, quase sempre acompanhada de um sorriso, frente à farta mesa de Natal. E, de facto, se a ceia de Natal fosse consagrada como um período de abuso gastronómico, os danos para a saúde não seriam tão elevados. O problema é que, após a consoada, na véspera, vem o almoço de Natal e um sem-número de dias a comer os restos.
Porém, “ficar sentado em casa a comer é um hábito novo. Dantes, as pessoas iam dançar, festejar para a rua e visitar os amigos. Sempre havia algum movimento, algum exercício físico”, sublinha um endocrinologista. Do ponto de vista médico, “o primeiro grande erro que cometemos no Natal é não nos mexermos. Era bom reintroduzirmos alguma actividade física”.
Para muitas famílias, o Natal é uma época de excessos, sobretudo a nível alimentar, em que aquilo que ingerimos não corresponde à energia que vamos despender. Durante as festas, nas horas que passamos em convívio, à frente de uma mesa recheada das mais variadas iguarias, esquecemos qualquer plano de alimentação saudável.
Porém, “do ponto de vista dos erros alimentares, o problema não está no bacalhau, no peru ou no polvo. O problema está nas gorduras e nos açúcares que se ingerem nesta fase”. Obesidade, diabetes, colesterol, hipertensão e doenças cardiovasculares não vão de férias e 'aproveitam' os abusos alimentares do Natal para ganhar terreno.
A presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas, sugere que para salvaguardarmos a saúde “não devemos ser escravos das calorias, precisamos antes de ter bom senso. Reduzir as gorduras é um princípio excelente, assim como reduzir o açúcar, que nos dá calorias vazias que não trazem consigo nenhum outro nutriente”.
Mas não é preciso abdicar da tradição para melhorar a nossa dieta natalícia. Além das receitas que propõem manter o sabor dos alimentos abolindo gorduras e açúcares, existem várias outras estratégias para não ceder à tentação. Desde logo, o apetite para as gorduras e doces pode ser acalmado por uma entrada nutritiva e saudável, como uma sopa de legumes.
Já o bacalhau, rico em proteínas e pobre em gorduras, mantém-se a refeição ideal enquanto for apenas cozido, sem ser sujeito a outras formas de preparação. Quanto às sobremesas, nada melhor do que optar por frutas e por levar poucos doces à mesa. Finalmente, o endocrinologista aconselha “um reforço nas saladas e legumes, mais exercício físico e alguma dieta ligeira no dia seguinte”.
Para que tenha um Natal mais saudável. Tenha um Feliz Natal!
 
Ver http://dn.sapo.pt/2008/12/14/sociedade/natal_abre_portas_maiores_erros_alim.html e http://dn.sapo.pt/2008/12/07/sociedade/dispense_o_bacalhau_e_tenha_ceia_mai.html
publicado por Sobreda às 12:04
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Pré-combinação nos preços do pão

A Autoridade da Concorrência acusa a Associação dos Industriais de Panificação de Lisboa (AIPL) de “impedir, restringir ou falsear a concorrência” no sector da panificação, incorrendo a Associação no pagamento de uma coima de 1,18 milhões de euros.

 

Em comunicado, o regulador concluiu que entre 2002 e 2005 a AIPL criou um “sistema de troca de informações sobre preços de venda de pão ao público com as suas [empresas] associadas”, com o intuito de “fixar, de forma directa e indirecta, os preços de compra ou de venda, ou interferir na sua determinação pelo livre jogo do mercado”.
Este tipo de práticas coincide com a designação de cartel, que é a formação de preços iguais entre várias entidades que supostamente deviam concorrer entre si, através do preço dos produtos intermédios ou de venda ao público. Esta prática de preços combinados é proibida por lei.
A Autoridade da Concorrência identificou, após denúncia, 14 empresas que adoptaram este tipo de prática durante o período de quatro anos e que envolveu um montante de 17,7 milhões de euros. O regulador adianta ainda que a AIPL “induziu, artificialmente, quer a alta, quer a baixa [dos preços do pão]”.
Recorrendo aos dados do INE, o regulador identificou ainda que entre 2002 e 2005 o pão registou “o maior aumento de preços” entre a classe dos Produtos Alimentares e Bebidas não Alcoólicas, facto que fortalece ainda mais a convicção da prática de combinação de preços no sector do pão entre este grupo de 14 empresas 1.
É óbvio que estes preços inflacionados se têm reflectido nos bolsos dos consumidores.
Porém, a Associação de Comércio e Indústria da Panificação (ACIP) já veio dizer que o preço do pão deverá subir entre 5 e 6% no próximo ano, devido ao aumento das despesas dos panificadores com energia e combustíveis, tendo o presidente da ACIP acrescentado que o aumento do preço do pão “é inevitável”.
“Os empresários terão de corrigir os preços para não perderem margem”, sustentou o presidente da ACIP, salientando que as despesas dos panificadores com investimento, salários, energia e combustíveis aumentaram e criaram “um fosso na tesouraria das empresas” e que a este cenário haveria que juntar uma “queda no consumo entre 30 e 40 por cento”, verificada nos últimos cinco anos.

 

O presidente da ACIP defende que o pão deveria ser vendido ao quilo, uma vez que como é vendido à unidade terá de aumentar, no mínimo, um cêntimo, o que acaba por se reflectir num aumento “entre os oito e os nove por cento” 2.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1353292
2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1353298&idCanal=57
publicado por Sobreda às 00:50
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Domingo, 14 de Setembro de 2008

Preços dos alimentos sobem bem acima da inflação

De acordo com os dados divulgados na 6ª fª pelo INE, os produtos alimentares da mesa portuguesa aumentaram 5,1% entre Agosto do ano passado e o mesmo mês deste ano, enquanto o conjunto dos gastos gerais com a casa, em água, electricidade e gás, subiram 3,6%, bem acima do referencial de inflação média (2,1%), usado pelo Governo para actualizações salariais durante o corrente ano.
Em geral, os preços subiram 3% desde Agosto do ano passado, com a inflação média - a partir do qual se compara o aumento dos salários - a atingir os 2,8%. Se os funcionários públicos estão a perder dinheiro, o mesmo não sucede com muitos empregados no sector privado. É que, de acordo com os últimos dados oficiais, a contratação colectiva indicava aumentos de 3%, abrangendo, em Junho, pouco mais de um milhão de trabalhadores, 20% da força laboral portuguesa.
Também pressionados pela alta do custo das matérias-primas internacionais, os óleos de cozinha aumentaram 16,4% em apenas um ano. O pão ‘fermentou’ 12% e a fileira do leite, queijo e ovos, 10,5%. Os produtos hortícolas aumentaram 5,7% e, por fim, à laia de sobremesa, a fruta esteve em Agosto 6,8% mais cara.
Apesar destes dados inequívocos, “Portugal está, no domínio da inflação, a conseguir aguentar o impacte dos desenvolvimentos internacionais, nomeadamente a alta do preço dos combustíveis e outras matérias-primas”, declarou (satisfeito?) o Ministro das Finanças, à margem de uma reunião dos ministros das Finanças da UE, realizada em França 1.
Recorde-se que os valores desta ‘carestia de vida’ estão ainda amenizados pela luminosidade dos preços das promoções de Verão. Mas para as depauperadas famílias portuguesas, há muito que a luz foi apagada ao fundo do túnel, ou os ideais de Abril metidos no fundo de uma gaveta.
 
Ver http://dn.sapo.pt/2008/09/13/economia/precos_alimentos_sobem_acima_inflaca.html
publicado por Sobreda às 00:10
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Lisboa é a região do País com mais desigualdades

Mais de dois terços (71%) das famílias residem em áreas urbanas.

Uma família portuguesa gasta, em média, 17.607 dos 22.136 euros que ganha por ano.
Depois de pagar a casa, água, luz e electricidade, a alimentação, os transportes ou a saúde resta-lhe 377 euros por mês.
Os portugueses gastam, em média, 997 euros por ano em cultura e lazer.
As despesas feitas em restaurantes ou cafés sobem para 1800 euros anuais.
10,7% da população não tem máquina de lavar roupa e apenas 1% não tem frigorífico.
Mais de metade das casas tem leitor de CD e 44% computador.
Mas, contas feitas, cada agregado familiar tem 12,5 euros para gastar por dia.

 

 

Estes indicadores, referentes aos anos de 2005 e 2006 - quando os rendimentos dos portugueses ainda cresciam a uma média de 2,1% -, resultam do Inquérito às Despesas das Famílias (IDEF) divulgado, na 3ª fª, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Em risco de pobreza estão, pelo menos, 16% dos portugueses. É no Norte e na Madeira onde há mais casos, “estimando-se que em cada uma destas regiões cerca de 19% da população tenha um rendimento inferior ao limiar de pobreza”. Mesmo assim, o INE encontrou uma ligeira melhoria em relação a 2000, quando 18% estava nesta situação.
É em Lisboa que as pessoas têm ordenados líquidos mais altos, mas é também na capital que as despesas são maiores. Nesta região é onde há as maiores desigualdades de rendimento – 37% no índice que retrata a disparidade da distribuição, quando a média nacional é de 34%. Refere o INE que de 1999 para 2005 a riqueza do País ficou melhor distribuída, tendo agora este índice diminuído um ponto percentual.
A habitação é responsável pela maior fatia dos pagamentos feitos pelas famílias (26,6%). Os filhos fazem subir para 50% a despesa, mas a maioria dos agregados (58%) não inclui crianças ou jovens 1.
Ainda segundo dados do relatório do IDEF, os habitantes da região de Lisboa são os portugueses que, em média, usufruem de um rendimento anual mais elevado. Mas a capital e seus arredores são o espaço geográfico do País onde se registam maiores desigualdades.
Em Lisboa a desigualdade de rendimentos ascendia aos 37%, sendo mesmo a única região do País que ultrapassava a média ponderada. Apesar de ser a zona geográfica com menos recursos, o Alentejo era o sítio onde as desigualdades eram mais baixas, atingindo apenas 29%.
E embora os lisboetas e seus vizinhos tenham auferido, em 2006, mais 9.000 euros que os alentejanos - com um diferencial que vai dos 27.463 para os 18.276 euros -, os habitantes da região da capital só gastam, em média, mais cerca de 6.600 euros por ano do que os que moram nas grandes planícies, ou seja, 20.715 euros contra 14.067.
Por outro lado, os portugueses gastam cada vez mais em habitação e menos em vestuário e calçado. Quando comparados com o inquérito realizado em 2000, os dados agora avançados demonstram que a despesa com habitação levava cerca de 20% do rendimento enquanto que, seis anos mais tarde, sorvia 27%. Já a roupa e os sapatos passaram de 7% na despesa total para apenas 4% nos cinco anos que intervalam os dois inquéritos. Nos últimos anos, a habitação terá mesmo ultrapassado a alimentação no peso percentual das despesas familiares 2.
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=36D05827-B318-4503-8B9D-0B240D732AD9&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
2. Ver http://dn.sapo.pt/2008/08/13/economia/lisboa_regiao_pais_mais_desigualdade.html
publicado por Sobreda às 00:42
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Avenida da Liberdade com quiosques encerrados

Teve hoje início o desmantelamento de quiosques na Avenida da Liberdade que estão sem actividade desde 2006, anunciou a autarquia de Lisboa, recordando que esta medida conta com uma decisão judicial favorável.
Segundo um comunicado divulgado hoje pela CML, os trabalhos de desmantelamento deverão estar concluídos até ao final da semana, “sendo repostas as condições iniciais em termos de pavimentos, iluminação e elementos verdes”.
Os dois quiosques, anexos ao antigo Café Lisboa, estavam concessionados pela CML desde 1987 mas encontravam-se desactivados desde o início de 2006, tendo sido agora desmantelados após uma decisão judicial favorável à autarquia.
Ainda na Avenida, a situação repete-se com o café Grogue, que está instalado num quiosque e não tem pago rendas à CML desde 2000. O proprietário terá recorrido para o tribunal, aguardando-se para breve uma decisão.
Também o Trimar, localizado na mesma Avenida e que tem pago regularmente a renda, já foi notificado para abandonar o espaço quando terminar a sua concessão, em 2009.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=105376
publicado por Sobreda às 22:13
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Preço do pão dispara em Lisboa

A disparidade de preços do pão em Portugal vai ao ponto de provocar diferenças na ordem dos 300%.

Neste caso, as regiões do Interior Norte saem beneficiadas em relação ao Litoral e ao Sul. Mas na zona de Lisboa, a carcaça custa 15 cêntimos, contra os cinco cêntimos praticados em algumas padarias nos distritos de Bragança e Viseu.

Os industriais de panificação queixam-se do facto de a liberalização do preço provocar situações gritantes de concorrência desleal. Empresas familiares e guerras comerciais levam à quebra de preços mais acentuada, ridicularizando os protestos dos empresários contra o agravamento dos custos de produção e progressiva anulação de margens de lucro.

Conforme manifestaram no X Encontro Nacional de Panificação e Pastelarias, que terminou ontem em Braga, “é insustentável manter esta situação de aperto” perante os aumentos do preço da farinha - com a carência de produção mundial a ser agravada pela utilização de cereais para a produção de biocombustíveis - e do petróleo e a “excessiva” carga fiscal.

Só que a concorrência feroz é que manda no preço e “isto é um desgoverno total que só leva a que se abra guerras que destroem toda a gente e não ajudam nada a economia 1.

O pão é uma das necessidades básicas do cabaz de compras a que a bolsa de muitos dos 2 milhões de pobres no nosso país já não consegue chegar. Tanto se aperta o cinto ao pobre, que qualquer dia ‘faz farinha’.

1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=263553&idselect=11&idCanal=11&p=200

publicado por Sobreda às 02:18
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