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Abaixo se transcreve integralmente notícia da LUSA.
A CDU no Lumiar desafia e apoiará as Associações se movimentem em defesa da segurança e da qualidade de vida dos cidadãos! Porque não actualizar um abaixo assinado, dirigido à AR, sobre as linhas de alta tensão no Lumiar?
Quantos estarão dispostos a lutar pela sua qualidade de vida, já que aqueles que elegeram na Assembleia da República não estão?!
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Os técnicos da Universidade Nova estão a avaliar desde 2001 o estado do ar em toda a zona de Lisboa e Vale do Tejo (até Setúbal) e concluíram que no centro da capital já se respira pior do que em grandes zonas fabris, como o Barreiro.
2. Ver www.qualar.org/?page=5
Afinal a incineradora do Hospital Júlio de Matos acaba de obter licença de exploração definitiva para queima de lixo hospitalar, válida por cinco anos, tendo assegurado o cumprimento das condições impostas pela Declaração de Impacte Ambiental (DIA).
Segundo um comunicado do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), entidade que gere a incineradora, a licença foi emitida na passada 5ª fª, após uma vistoria conjunta da Direcção-Geral de Saúde, da Agência Portuguesa do Ambiente, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, da Autoridade para as Condições de Trabalho e da Inspecção Geral do Trabalho.
O SUCH aguardava a licença desde 2005, altura em que a incineradora foi requalificada para promover a sua actualização tecnológica, o que implicou um investimento de 3,2 milhões de euros.
A incineração esteve suspensa nesta unidade durante duas semanas, em Abril, por terem sido detectadas emissões de dioxinas e furanos 30 vezes acima do limite legal. A suspensão só foi levantada a 18 de Abril, depois de serem realizadas novas análises às emissões da incineradora. A instalação funcionou desde essa altura com uma licença provisória atribuída pela Direcção-Geral de Saúde, já que o licenciamento definitivo só seria atribuído após verificação do cumprimento das condições impostas pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, na Declaração de Impacte Ambiental favorável que deu à requalificação daquela unidade de queima.
Recorda-se que a incineradora terá de ser desactivada quando estiver em pleno funcionamento a nova Unidade de Tratamento, Valorização e Eliminação de Resíduos Hospitalares no Eco-Parque do Relvão, na Chamusca, como anunciou o ministro do Ambiente no mês passado. De acordo com o SUCH, esta nova unidade, prevista para o ano de 2009, terá como vantagens “a exploração de sinergias entre diferentes tipos de resíduos - hospitalares, industriais e urbanos - e tecnologias, potenciando e promovendo a eficiência energética e o respeito pelo ambiente e, consequentemente, pela saúde pública” 1.
Até lá, os moradores da zona envolvente vão desesperar durante mais cinco anos, ansiando para que, entretanto, não volte a suceder nova explosão das caldeiras. E pensava-se que a incineradora estava já de 'malas aviadas'. Afinal, a saga continua 2.
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1299067&idCanal=undefined
2. Ler outros artigos sobre o mesmo assunto em http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/tag/incinera%C3%A7%C3%A3o
Apesar da cervejaria em Marvila estar fechada para folga, o proprietário não deixou de estar presente para receber Ruben de Carvalho, candidato da CDU nestas intercalares de Lisboa. Às onze da manhã, não fosse o aparato dos media neste dias de campanha, a Rua do Vale Formoso de Cima poderia estar quase deserta, pois a maioria dos habitantes estava a trabalhar, mas a música chamou às portas os comerciantes e às janelas os reformados de uma zona envelhecida de Lisboa.
É que sem o som intenso da Charanga ‘Hula do Rosário’ “não há campanha da CDU”, confessou o candidato, que aproveitou para lembrar os problemas em torno dos loteamentos em Marvila, da travessia ferroviária e da “imprudência” do anterior executivo camarário, sabendo que ali poderia vir a passar a ligação em TGV, quase deixou aprovar um novo loteamento.
Profundo conhecedor de Lisboa, Ruben de Carvalho lembra que o microclima e a própria luz da cidade está intimamente dependente da diferença de altura entre várias áreas da cidade e com os corredores de vento que passam pelos vários vales entre as sete colinas.
Deixar construir sem ser de forma longitudinal face aos vales pode impedir a passagem do vento alterando o clima. Uma má experiência já feita na zona de Telheiras que acabou por “trazer consequências graves, com o agravamento da poluição na zona da Av. da Liberdade”.
Hoje, ao fim da tarde, a ‘charanga’ volta de novo a atravessar a zona central de Telheiras, numa acção de contactos dos candidatos com os residentes da zona.
Ver http://dn.sapo.pt/2007/07/10/cidades/sem_charanga_ha_campanha_cdu_ruben_c.html
O Nobel da Literatura de 1998 José Saramago criou uma Fundação com o seu nome que irá preservar e estudar a obra literária e ainda tomar partido “em pequenas coisas”.
A notícia foi avançada pelo ‘Jornal de Letras’ que publicou em exclusivo a ‘Declaração de Princípios’ da nova Fundação, criada a 29 de Junho, na qual Saramago expressa os seus desejos pessoais para a instituição, que se pautará pela defesa dos direitos humanos e a preservação do ambiente.
“Não peço muito, peço-vos tudo” apela o Nobel português. No documento o autor determina que a Fundação deve assumir nas suas actividades, como norma de conduta, “tanto na letra como no espírito”, a Declaração Universal dos Direitos do Homem e que mereçam particular atenção os problemas do meio ambiente e do aquecimento global do planeta.
A sede da Fundação será partilhada por Lisboa e Lanzarote, onde o escritor vive. Terá uma delegação na Azinhaga do Ribatejo, aldeia natal do autor situada entre o Pombalinho e a Golegã, e uma outra em Castril, perto de Granada. Aqui o público poderá encontrar as obras do Nobel da Literatura, escritas em várias línguas, discursos, entrevistas, teses sobre a sua obra e os diplomas das mais de quatro dezenas de doutoramentos honoris causa que lhe foram concedidos.
Meia Hora, 2007-07-05, p. 14