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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Inválidos do Comércio apresenta projectos

Ainda durante a recente visita de sábado, dia 3 de Outubro, parte do dia de campanha do cabeça de lista da CDU à CML, Ruben de Carvalho, e restantes candidatos à CML, AML e Freguesias da Ameixoeira, Carnide, Charneca e Lumiar, foi passada em contactos com as diversas colectividades destas freguesias.

O presidente dos Inválidos do Comérico, engº Vitor Damião, recebe Ruben de Carvalho, cabeça de lista da CDU e restantes candidatos à AML, CML e Freguesias 

A direcção dos Inválidos do Comércio apresenta os seus novos projectos

Na foto de cima reconhecem-se elementos da direcção da cidade de Lisboa e os vereadores Ruben de Carvalho, Rita Magrinho e Manuel Figueiredo

 

Através desses encontros, nos quais os membros da Coligação Democrática Unitária foram particularmente muito bem recebidos, os candidatos da CDU procuraram fazer um balanço das dificuldades que aquelas associações têm sentido, durante os mandatos de direita na Câmara de Lisboa, desde 2002. 

 

 Na foto de cima, Teresa Roque, cabeça da lista da Freguesia do Lumiar e Ruben de Carvalho

 

Na foto, reconhecem-se, da esquerda para a direita, David de Castro, cabeça de lista à Freguesia da Charneca, o vereador Manuel Figueiredo, Alberto Grijó e Teresa Roque 

 

 

Na foto, da esquerda para a direita, Alberto Grijó, Teresa Roque (candidatos no Lumiar), Ruben de Carvalho, Vitor Damião, presidente da direcção dos Inválidos do Comércio, a vereadora Rita Magrinho e Carlos Chaparro.

publicado por Sobreda às 00:16
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Domingo, 4 de Outubro de 2009

Visita da CDU às colectividades

O cabeça de lista da CDU, Ruben de Carvalho, acompanhado da candidata de "Os Verdes", Cláudia Madeira

 

Ontem, sábado dia 3 de Outubro, parte do dia de campanha do cabeça de lista da CDU à CML, Ruben de Carvalho, e restantes candidatos à CML, AML e Freguesias da Ameixoeira, Carnide, Charneca e Lumiar, foi passada em visita às diversas colectividades destas freguesias.

 

O cabeça de lista da CDU, Ruben de Carvalho, acompanhado do candidato na Freguesia da Ameixoeira, Bruno Rôlo

 

Através desses encontros, nos quais foram particularmente muito bem recebidos, os candidatos da CDU procuraram fazer um balanço das dificuldades que aquelas associações têm sentido, durante os mandatos de direita na Câmara de Lisboa, desde 2002.

 

publicado por Sobreda às 09:12
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Campanha da CDU na Zona Norte de Lisboa

 

A CDU procede, este fim-de-semana, a diversos contactos com a população, de que apenas aqui destacamos aqueles que terão lugar na Zona Norte de Lisboa.
 
Sábado, dia 19 de Setembro:
10h em Telheiras, com Modesto Navarro e Teresa Roque
10h em São Domingos de Benfica, no Mercado e Estrada de Benfica
10h em S. João, pelas Ruas Barão Sabrosa e Morais Soares, com Rita Magrinho
10h30 em Nª Srª de Fátima, no Mercado, com Manuel Figueiredo
11h30 em Carnide, com Ruben de Carvalho
15h na Freguesia do Campo Grande, com Graça Mexia
16h no Lumiar e Bairro da Cruz Vermelha, com Ruben de Carvalho, Libério Domingues, Teresa Roque e Sobreda Antunes
 
Domingo, dia 20 de Setembro:
10h na Ameixoeira, Charneca e Lumiar, Feira das Galinheiras, com Miguel Tiago
17h em Carnide, com Paulo Quaresma
 
Ver http://cdudelisboa.blogspot.com/2009/09/agenda-politica_17.html
publicado por Sobreda às 01:10
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

A escolha do local para o novo Centro de Saúde

No passado dia 14 de Setembro, às 9h32, a CDU recebeu, por e-mail, o seguinte pedido de esclarecimento sobre o seu programa eleitoral.

«Bom dia,
Gostaria de manifestar a minha opinião sobre o vosso manifesto: Novo edifício do Centro de Saúde para as populações da Charneca e da Ameixoeira.
- Porque não se pensa lutar por aproveitar, a utilização do edifício da Escola da Charneca (junto à Igreja) que encontra desocupada. E transferir as duas extenções da Musgueira e Charneca para este edifício. Actualmente este edifício está abandonado.
fernando.carrera@sapo.ptmorador da Ameixoeira
Cumprimentos, Fernando Carrera
 
A resposta enviada nesse mesmo dia, pelas 16h04, esclarece o seguinte:
«Boa tarde. Agradecemos a sua opinião que também já nos foi transmitida por alguns moradores das Galinheiras.
No entanto, pensamos que este problema já não se consegue resolver só com a boa vontade de quem sugere, porque há mais de 10 anos que se propôs a utilização de alguns equipamentos desocupados como o caso do Forte da Ameixoeira e nunca foi possível, alegadamente por falta de condições financeiras para a sua recuperação. A verdade é que actualmente foi tudo recuperado para funcionarem lá os Serviços Secretos ou de Informação e já não houve falta de verbas...
Por isso pensamos que a estratégia de luta terá que passar por compromissos que já estão aceites como reais e, neste caso, existe terreno disponível na posse da CM Lisboa, para a construção da nova Extensão do Centro de Saúde no Montinho de São Gonçalo e até já existe um projecto do edifício. Nós defendemos apenas a sua concretização urgente, sendo aliás curioso o facto de brevemente ir a reunião de Câmara uma proposta para transferir esse terreno e outros para a posse da ARS de Lisboa. Após vários anos de reivindicação da CDU e das populações, aproximam-se eleições e as propostas começam a sair das gavetas do Executivo PS na CML...
Vemos a utilização do equipamento escolar na Charneca como eventual solução provisória adaptada e isso poderia demorar a concretização desta solução definitiva feita de raíz, a qual defendemos e está prevista há vários anos.
Poderá e deverá, no entanto, ser estudado o seu aproveitamento, visto que é uma àrea carenciada de outros equipamentos sociais.
Bruno Rôlo, Candidato da CDU à Assembleia de Freguesia da Ameixoeira cdu.ameixoeira@gmail.com»
Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Câmara cede cinco terrenos para centros de saúde

 

A CML discute esta 4ª fª a cedência do direito de superfície de cinco terrenos municipais destinados À construção dos centros de saúde da Belém, Boavista, Campolide, Carnide e Montinho de São Gonçalo. O direito de superfície dos terrenos é cedido pela autarquia à Administração Regional de Saúde por 99 anos para a construção de edifícios concebidos especificamente para prestarem cuidados de saúde.
De acordo com a proposta do executivo, o terreno municipal cedido para edificar a unidade de saúde do Montinho de São Gonçalo terá 2.200 metros quadrados, situando-se na Rua António Dacosta, entre a freguesia da Ameixoeira/Charneca, com um valor estimado em 455 mil euros.
No caso de Carnide, a unidade de saúde será instalada num terreno com 4.800 metros quadrados, onde hoje se localiza o Parque dos Artistas de Circo, na estrada da Correia, mesmo ao lado da Casa do Artista, com um valor estimado 1,9 milhões de euros.
Os terrenos foram validados pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, que concluiu que apresentavam as “características adequadas à função a que se destinam, quer em termos de dimensão, quer de localização face à área de abrangência dos centros de saúde”.
A carta de equipamentos de saúde apontara para a necessidade de novas unidades nas áreas de influência dos centros de saúde de Benfica, Lumiar, Sete Rios, Olivais, Marvila, Ajuda e Alameda, concluindo como passíveis de avançar de imediato as unidades no Parque das Nações, no Montinho de S. Gonçalo (Alta de Lisboa), em Carnide, Benfica (Rua Rodrigues Migueis), Campolide, Pedrouços e no Bairro da Boavista.
A carta de equipamentos de saúde apontou também para a necessidade de criação de mais de 1.500 camas ou lugares em unidades de cuidados continuados, faltando determinar o grau do reforço necessário em meios humanos 1.
Recorde-se que há muito os utentes de saúde da Ameixoeira, Charneca e Lumiar vêm reivindicando a edificação do há quase 10 anos prometido Centro de Saúde do Montinho de São Gonçalo, tendo mesmo lançado uma petição 2. É que o Centro de Saúde do Lumiar, que serve a população das freguesias da zona norte da capital, tem inscritos cerca de 93.000 utentes. Porém, destes, mais de 20 mil não têm médico de família.
Por este e por outros justificados motivos, um grupo de utentes do Centro de Saúde do Lumiar constituí-se em Comissão Promotora de uma Associação de Defesa dos Utentes da Saúde das Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar, promovendo um abaixo-assinado onde se vem exigindo o fim de utentes sem médico de família no Centro de Saúde do Lumiar.
Também os utentes de Carnide vêm protestado desde há alguns, quer ao Presidente da República, quer ao Ministro da Saúde, a quem entregaram um documento com 2.000 assinaturas reclamando um novo Centro de Saúde para Carnide, a sexta maior freguesia de Lisboa, que responda às necessidades dos cerca de 21 mil moradores da freguesia, dos quais 7 mil pessoas sem médico de família.
Na altura, a promessa do titular da pasta da Saúde acabou por, achando justa a reivindicação, considerar “que se poderá avançar para a instalação de uma unidade de saúde em contentores” 3. Eis porque é preciso continuar a lutar.
 
1. Ver www.destak.pt/artigos.php?art=40325
2. Ver www.petitiononline.com/AUSACL01/petition.html
3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/28746.html
publicado por Sobreda às 01:00
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Sábado, 12 de Setembro de 2009

Encontro sobre Saúde

DOMINGO ­– 13/SET/ 2009 – 15.30H

NO LARGO DAS GALINHEIRAS
 
 Com a participação de:
 
BERNARDINO SOARES – Deputado do PCP na Assembleia da República;
 
BRUNO RÔLO – candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Ameixoeira;
 
DAVID CASTRO - candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Charneca;
 
TERESA ROQUE - candidata a Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar.
   
Pela defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS):
 
· Exigimos o reforço de pessoal médico, de enfermagem, administrativo e auxiliar, no Centro de Saúde do Lumiar e suas Extensões, para que se acabe com a actual situação de cerca de 20.000 utentes sem médico de família nas Freguesias do Lumiar, Charneca e Ameixoeira;
 
· Reclamamos a construção urgente do novo edifício do Centro de Saúde, já com terreno disponível no Montinho de S. Gonçalo, para servir as populações da Ameixoeira e da Charneca;
 
·  Defendemos transferência dos serviços da Extensão da Charneca, actualmente a funcionar num edifício de habitação adaptado e sem condições de dignidade, para este novo equipamento a construir;
 
· Reivindicamos a resolução da solução provisória para a Extensão da Musgueira, actualmente a funcionar em lojas comerciais adaptadas, construindo um novo edifício definitivo, como está previsto no Plano do Alto do Lumiar;
 
Lutamos por melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde e de atendimento para os utentes.
publicado por cdulumiar às 01:52
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Lisboa aprova propostas para planos em quatro áreas de génese ilegal

A CML aprovou ontem, 4ª fª, propostas para elaboração dos planos de pormenor das áreas urbanas de génese ilegal (AUGI) da Azinhaga da Torre do Fato, Azinhaga dos Lameiros, Quinta do Olival e Galinheiras.

Estas quatro AUGI fazem parte de um grupo de 10 onde vivem cerca de 25 mil famílias e que serão reconvertidas, a maior parte das quais melhoradas em conjunto com os proprietários.
Sendo consensual a urgência na necessidade de garantir a reconversão destas e de outras AUGI em Lisboa, garantindo o realojamento dos moradores, o período pré-eleitoral em que a autarquia se encontra tornou polémica a apresentação de algumas propostas.
O início da reunião ficou assim marcado pelos protestos da oposição, que considerou não ser correcto “a um mês das eleições” analisar os inúmeros instrumentos de planeamento - Planos de Pormenor - propostos na Ordem de Trabalhos (de ontem).
“Desta lista de instrumentos de planeamento há sete ou oito que não temos nada contra, mas deliberar sobre planos que têm que vir à nova Câmara é uma fraude. Podemos votar todos os planos, mas a próxima Assembleia Municipal (poderá ter) de os devolver”.
O PCP também protestou relativamente à quantidade e importância de planos cuja análise foi exigida aos vereadores em 15 dias, sublinhando que o executivo está a “dar orientações políticas que poderão condicionar decisões da futura Câmara”.
O presidente da autarquia lembrou que nenhuma deliberação se destina a submeter à AML e afirmou que nalguns casos, como no Plano de Urbanização de Alcântara e no da Pedreira do Alvito, legalmente a autarquia só era obrigada a pronunciar-se após o parecer da Comissão de Coordenação Regional, explicando que o vereador apenas levou os documentos a consulta do executivo por “pudor democrático” (!).
Já quanto ao Plano para o Parque Mayer, disse que este executivo autárquico “não deve prescindir de analisar e votar a proposta”, alegando que esta resultou de uma metodologia decidida pelo executivo que lidera, com a opção de fazer o concurso de ideias e deixar cair as propostas do arquitecto Frank Ghery, validar a decisão do júri e validar os termos de referência do plano.
O vereador do Urbanismo alegou que se estava “a analisar planos que começaram há alguns anos, que não são novos, alguns já têm termos de referência aprovados pela autarquia”, como o caso do Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade, iniciado há 19 anos.
“Situações de grande urgência eram as propostas para planos de pormenor de AUGI, cujo prazo limite de legalização está próximo”, pois “perder um mês nestes casos (seria) crítico”.
Foram igualmente aprovadas as propostas para a elaboração dos Planos de Pormenor do Casal do Pinto (com a abstenção do PCP) e da Quinta do Marquês de Abrantes e Alfinetes (com os votos contra dos vereadores do movimento LLC e a abstenção do PCP), que fazem parte do protocolo assinado há duas décadas com a FENACHE.
O coordenador das Cooperativas de Habitação de Lisboa e dirigente da FENACHE afirmou que os atrasos no cumprimento do protocolo já obrigaram as cooperativas a investir perto de seis milhões de euros em sucessivos projectos, nalguns casos custeando mesmo obras que deveriam ter sido feitas pela autarquia.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=147450
publicado por Sobreda às 00:12
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

CDU em campanha nos PERs

Os candidatos da CDU à Assembleia de Freguesia da Ameixoeira, regressaram de novo aos edifícios do PER, no passado sábado à tarde.

 

 

Aí foram distribuídos os folhetos de esclarecimento eleitoral, com as medidas urgentes para a Freguesia 1, tendo o cabeça de lista Bruno Rolo (no centro da foto) e os restantes membros da lista dialogado e auscultando com os moradores sobre as suas necessidades.
Constatou-se que se mantém os mesmos problemas e habitação na zona: garagens fechadas com lixo acumulado e apartamentos fechados a tijolo (na foto, no 1º andar), enquanto no piso térreo as lojas encerradas foram arrombadas e transformadas em alojamento.
 
 
 
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/536971.html
publicado por Sobreda às 00:57
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Sábado, 29 de Agosto de 2009

Bairros Municipais - SOLUÇÕES PARA A AMEIXOEIRA

 

ü     Pela defesa dos direitos dos moradores nos Bairros Municipais, propomos uma revisão urgente das rendas sociais, nomeadamente em situações de alterações verificadas nos agregados familiares ou rendimentos, cujos processos se encontram há já muito tempo pendentes e sem respostas, o que evidencia uma falta de capacidade de gestão e de articulação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a GEBALIS — Empresa Municipal;

ü     Pelo direito a uma vida saudável e com mais qualidade, reclamamos o reforço da higiene e limpeza urbana e a construção urgente do novo edifício do Centro de Saúde para servir as populações da Ameixoeira e Charneca, já com terreno disponível no Montinho de S. Gonçalo;

ü     Por mais transportes e maior segurança rodoviária, reivindicamos a criação de vias alternativas ao tráfego automóvel, que permitam acessos rápidos aos principais eixos viários, bem como uma maior regularidade e melhor cobertura geográfica na rede de transportes públicos;

ü     Pelo desporto e intervenção social, lutamos pela criação e recuperação de parques infantis, recintos desportivos e outras infraestruturas municipais  ao abandono, e por apoios dignos às Associações e Colectividades, que criem condições para estas exercerem o seu papel ímpar na comunidade;

ü      

Pela segurança das pessoas e dos seus bens, exigimos um policiamento de proximidade, com a criação de Esquadra de Polícia na Freguesia, uma acentuada melhoria da rede de iluminação pública, e uma solução por parte da CML para o problema das habitações e lojas ocupadas e vandalizadas, assim como das garagens que se encontram emparedadas, e das graves infiltrações de águas provenientes das caleiras do Eixo Norte/Sul.

 

ü     Pela defesa dos direitos dos moradores nos Bairros Municipais, propomos uma revisão urgente das rendas sociais, nomeadamente em situações de alterações verificadas nos agregados familiares ou rendimentos, cujos processos se encontram há já muito tempo pendentes e sem respostas, o que evidencia uma falta de capacidade de gestão e de articulação entre a Câmara Municipal de Lisboa e a GEBALIS — Empresa Municipal;

ü     Pelo direito a uma vida saudável e com mais qualidade, reclamamos o reforço da higiene e limpeza urbana e a construção urgente do novo edifício do Centro de Saúde para servir as populações da Ameixoeira e Charneca, já com terreno disponível no Montinho de S. Gonçalo;

ü     Por mais transportes e maior segurança rodoviária, reivindicamos a criação de vias alternativas ao tráfego automóvel, que permitam acessos rápidos aos principais eixos viários, bem como uma maior regularidade e melhor cobertura geográfica na rede de transportes públicos;

ü     Pelo desporto e intervenção social, lutamos pela criação e recuperação de parques infantis, recintos desportivos e outras infraestruturas municipais  ao abandono, e por apoios dignos às Associações e Colectividades, que criem condições para estas exercerem o seu papel ímpar na comunidade;

ü      

Pela segurança das pessoas e dos seus bens, exigimos um policiamento de proximidade, com a criação de Esquadra de Polícia na Freguesia, uma acentuada melhoria da rede de iluminação pública, e uma solução por parte da CML para o problema das habitações e lojas ocupadas e vandalizadas, assim como das garagens que se encontram emparedadas, e das graves infiltrações de águas provenientes das caleiras do Eixo Norte/Sul.

 

publicado por teresa roque às 17:13
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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Visita aos bairros municipais da Ameixoeira

 

 Realiza-se amanhã, sábado à tarde, uma visita para contactos com associações e moradores dos bairros municipais da Ameixoeira, com a presença de Bruno Rôlo, cabeça de lista da CDU (e ex-presidente da Junta de Freguesia), bem como dos restantes candidatos aos orgãos autárquicos.

A CDU aproveitará para fazer a apresentação do seu Programa Eleitoral e das propostas para a Freguesia.

publicado por teresa roque às 17:13
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Iniciativas da CDU na Ameixoeira e Charneca

 

 

 

A campanha eleitoral da CDU passou este domingo de manhã pela movimentada Feira das Galinheiras.
publicado por Sobreda às 01:02
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Apresentação dos candidatos da CDU da Ameixoeira

 

Realizou-se no passado sábado à tarde a apresentação pública dos primeiros candidatos da lista da CDU aos órgãos autárquicos na Freguesia da Ameixoeira e do seu cabeça de lista, e anterior presidente da Junta, Bruno Rôlo (à direita na foto).
A lista da CDU conta com uma equipa vitoriosa!
 
A iniciativa contou ainda com a participação do deputado na AR do PCP e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, Miguel Tiago.

 

publicado por Sobreda às 00:22
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Aumentaram as famílias com rendimento social de inserção

De acordo com o Diagnóstico Social, o número de famílias lisboetas que beneficiam do rendimento social de inserção aumentou 45% de 2007 para 2008, concentradas sobretudo nas freguesias de Ameixoeira, Marvila e Olivais, onde em Dezembro de 2007 recebiam rendimento social de inserção (RSI) 5923 famílias, abrangendo 15.648 beneficiários, um número que aumentou para 8.602 em 2008, num total de 21.855 beneficiários.
A freguesia de Marvila concentrava, em 2007, 14% das famílias beneficiárias, e a freguesia de Santa Maria dos Olivais 9%, do total destas famílias, tendo ambas registado o maior número de famílias a receber esta prestação no período entre 2005 e 2007.
Contudo, em 2007, a freguesia de Ameixoeira foi a que apresentou maior proporção de famílias residentes a receber RSI, face ao total de famílias residentes. Na Ameixoeira, cerca de 10% das famílias recebiam aquela prestação, seguindo-se as freguesias de Santa Justa, Socorro e Charneca (7%) e Marvila (6,2%).
Em 2008, 45,3% das famílias que receberam RSI, não detinham qualquer rendimento antes daquela prestação. As restantes famílias, antes de beneficiarem do RSI, tinham um rendimento médio mensal de 126 euros.
 
Ver www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=286246
publicado por Sobreda às 00:09
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Projecto ‘Alta de Lisboa’

Quando concluída, a Alta de Lisboa irá albergar 65 mil habitantes. O investimento inicial previsto ascende a 15 mil milhões de euros, dos quais já foram executados 800 milhões. Nos três empreendimentos concluídos já vivem mais de 32 mil pessoas.

O Projecto Alta de Lisboa continua a ser desenvolvido de acordo com o programa estabelecido pelos promotores. Depois de três empreendimentos concluídos e praticamente colocados, estão a ser construídos novos lotes nas malhas 6 e 14, num total de cerca de 600 fracções que serão gradualmente construídos e cuja comercialização deverá começar em 2010.

 

 

De acordo com o presidente da Comissão Executiva da Sociedade Gestora da Alta de Lisboa (SGAL), o projecto “tem um desenvolvimento contínuo, que neste momento, devido ao ambiente económico que vivemos, tem sido mais lento”, mas “corre de acordo com o programa previsto”.
O ano passado a SGAL fez o reposicionamento comercial e de marketing “com o objectivo de reforçar a imagem do empreendimento e captar mercados”. Recentemente, renovou o pavilhão de vendas, adaptando-o à imagem da Alta de Lisboa. O pavilhão tem uma nova decoração e preocupações com a eficiência energética.
Actualmente, das mais de 4000 fracções concluídas em três empreendimentos, restam cerca de 200 por comercializar.
Quando concluído o projecto Alta de Lisboa irá albergar 65 mil habitantes que terão acesso a uma grande variedade de infra-estruturas de comércio, serviços, hotelaria e lazer.
O Plano de Urbanização da Alta de Lisboa resulta de uma parceria entre a CML e a SGAL estabelecida em 1984, após concurso internacional. A Alta de Lisboa tem como objectivo a urbanização de 300 hectares na cidade de Lisboa, entre habitação, comércio e serviços, equipamentos sociais e lazer, incluindo 70 hectares de zonas verdes.
Localizado a norte da 2ª Circular, a Alta de Lisboa é servida por várias vias de acesso por automóvel, mas também pela rede de transportes públicos, incluindo três estações de Metro.
A Alta de Lisboa utiliza as mais recentes técnicas no domínio da construção sustentável e do uso de fontes de energia renováveis. A título de exemplo, o mês passado foi inaugurada, no condomínio dos Jardins de São Bartolomeu uma instalação dos sistemas de produção de electricidade através de painéis fotovoltaicos.
Três dos empreendimentos previstos para a Alta de Lisboa já estão construídos e habitados: os Jardins de São Bartolomeu, o Condomínio do Parque e a Colina de São Gonçalo.
Os Jardins de São Bartolomeu, localizados em frente a um parque verde de 26 hectares, incluem apartamentos de tipologias T2 a T5. A oferta no Condomínio do Parque vai de T1 a T4 e é servido por um health club, com piscina interior, com sauna, banho turco e zona social. A Colina de São Paulo inclui apartamentos T2 a T4 e recorre a uma solução arquitectónica de sub-escalas de leitura de planos de fachada.
 
Ver www.oje.pt/suplementos/residencial-e-lazer/habitacao/projecto-alta-de-lisboa-em-linha-com-o-programa
publicado por Sobreda às 00:13
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Resumo de intervenções em reunião CML sobre Ameixoeira, Charneca e Lumiar

 

Na REUNIÃO DE CÂMARA - 11 de Março de 2009 - Os Vereadores do PCP intervieram no período antes da ordem do dia, sobre os seguintes assuntos:

 
 - Problemas de segurança na Cidade de Lisboa e a intervenção que a Câmara deve ter nesta área, já que esta problemática não pode ser apenas encarada na perspectiva da acção policial (que é importante e deverá ser reforçada) mas das necessárias políticas de desenvolvimento integrado, da justiça social e da melhoria da qualidade de vida das pessoas, nomeadamente melhoria do espaço urbano, criação de estruturas de apoio às famílias, prevenção e tratamento da toxicodependência.
 
- Bairros, como as novas urbanizações municipais da Charneca e Ameixoeira, na Alta de Lisboa, devem ser dotados de equipamentos de saúde, escolares, culturais, desportivos e parques infantis.
 
 - Apresentaram dois requerimentos, um relativo à existência de um muro, que ocupa grande parte do passeio público na Rua Conde de Sabugosa, em Alvalade (ver texto) 

 

 
Muro na Rua Conde Sabugosa  

 

e outro relacionado com a queixa de um munícipe, morador na Calçada da Ameixoeira e os problemas da sua habitação, relacionados com a construção do Eixo Norte-Sul com o seguinte texto:
 
 
REQUERIMENTO
 
O Gabinete de Apoio aos Vereadores do PCP foi contactado pelo Sr. José dos Santos Carretas Saraiva que nos referiu ter sido prejudicado pelo Município de Lisboa, por:
 
  • Na sequência do processo de expropriação da sua casa para construção do Eixo Norte-Sul, iniciado no ano 2000, terem sido criadas expectativas de demolição da sua casa consubstanciadas em propostas da CML para um acordo amigável de aquisição, tendo em consequência o munícipe deixado de fazer obras necessárias na sua casa desde esta data. Contudo, em 2005 e já com a casa bastante degradada, o Município comunicou que não procedia à expropriação ou à aquisição devido a uma alteração do traçado do Eixo Norte-Sul. Ora, não tendo realizado as obras na altura devida na expectativa do acordo de desocupação, a degradação do imóvel aumentou para níveis não recuperáveis, considerando agora haver responsabilidade da autarquia nos termos do disposto no art. 227º do Código Civil (culpa in contrahendo);
 
  • Acresce que as obras do Eixo Norte-Sul com a inerente exposição ao pó, ruído e vibrações da sua casa não só aceleraram a degradação como retiraram qualidade de vida a quem ficou com a porta virada para uma artéria de trânsito.
 
Este assunto foi analisado no Processo de Sindicância (ponto 6 – pag. 316 do Relatório Final) tendo a Ex.ma Sr.ª Procuradora remetido a queixa para o pelouro da Habitação.
 
Assim, nos termos da alínea s) do nº 1 do artigo 68º da Lei nº 169/99, na redacção dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, bem como ao abrigo do disposto no art. 4º do Decreto-Lei nº 24/98 de 26 de Maio, os Vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa vêm requerer a V. Ex.ª. informação sobre a possibilidade de indemnização e realojamento deste Munícipe
 
Lisboa, 11 de Março de 2009                                                          
 
Os Vereadores do PCP
 
- Informaram que no gabinete dos Vereadores do PCP não foi recebido o relatório de Auditoria aos protocolos com a Junta de Freguesia da Charneca, ao contrário da afirmação do Presidente da Câmara na reunião pública descentralizada de 4 de Março p.f.
 
- Já no decorrer da Ordem do Dia, os Vereadores do PCP viram aprovada, com 3 abstenções, a sua Proposta  de Regulamento de Protecção dos Especímenes Arbóreos e Arbustivos (ver texto e articulado -102/2009) .

     

   
publicado por teresa roque às 15:37
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

CDU reivindica reconversão integral das AUGIs

As áreas urbanas de génese ilegal (AUGI) correspondem a propriedades rústicas do solo ilegalmente “loteadas”, com o propósito de venda retalhada com ilegítima perspectiva de construção e onde as condições sócio-económicas da população vieram a determinar uma ocupação edificada para-urbana que se foi consolidando sem a garantia das adequadas infra-estruturas e equipamentos que a condição urbana imporia.

No Município de Lisboa, onde tal fenómeno apresenta uma expressão incomparavelmente mais reduzida que nos concelhos que o envolvem, podem-se considerar inexpressivos os passos dados para a regularização das áreas delimitadas nesta qualidade.
Tais condições, e a segregação social a que conduziram, são hoje problema genericamente reconhecido e, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa, geraram-se dinâmicas municipais de recuperação, reconversão e legalização destas áreas com vista à sua completa integração no meio urbano, com resultados de progressão maiores ou menores, consoante a expressão territorial do problema.
No Município de Lisboa, onde tal fenómeno apresenta uma expressão incomparavelmente mais reduzida que nos concelhos que o envolvem, podem-se considerar inexpressivos os passos dados para a regularização das áreas delimitadas nesta qualidade, localizadas nas freguesias da periferia norte - Carnide, Lumiar, Charneca e Ameixoeira, no pressuposto de que o Bairro do Pote de Água, a sul do Aeroporto da Portela, junto à Segunda Circular, reúne hoje condições de resolução fora do actual enquadramento legal ajustado à reconversão das AUGI.
Assim sendo, perpetua-se a angústia da população residente nas AUGI delimitadas, pela indefinição do caminho adequado à reconversão e o horizonte temporal para alcançar tal objectivo, quando será possível o reconhecimento da aptidão e capacidade de uso das áreas envolvidas, quer sejam espaços públicos, equipamentos ou lotes urbanos para edificação, passo determinante para garantir a futura legalização da edificação existente e da repartição do esforço de investimento necessário para o efeito.
É neste sentido que a CDU apresenta uma proposta global de reconversão integral das AUGIs do Município de Lisboa até 2013.
 
Ver www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2963&Itemid=100
publicado por Sobreda às 02:01
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Nova proposta sobre as AUGIs

A especificidade do problema das AUGI e os imperativos de reconversão que se impõem aos proprietários/comproprietários não têm resposta satisfatória no âmbito dos serviços municipais existentes, nem estes estão em condições de assegurar as devidas condições de interlocução.

Se é certo que a inexistência de um serviço municipal dedicado à reconversão das AUGI, não constitui fundamento suficiente para o atraso agora verificado e insucesso de deliberações tomadas no passado, já se pode considerar que, caso existissem, seria possível uma natural monitorização e avaliação da evolução da situação que, fundamentadamente possibilitasse medidas correctivas de dinamização do processo de reconversão.
É por tal motivo que, os Vereadores do PCP, consideram da máxima pertinência e urgência (independentemente de outras medidas de reestruturação profunda dos serviços municipais) a proposta de constituição de uma Direcção de Projecto de Reconversão das AUGI, com existência justificada nos quatro anos próximos, capaz de responder à necessidade de informação de proprietários e moradores envolvidos nas AUGI delimitadas, como às múltiplas responsabilidades municipais estabelecidas na legislação especificamente aplicável aos processos de reconversão/legalização:
1 - Acompanhamento e representação da CML nas “assembleias de proprietários ou comproprietários”, em condições de conhecimento integrado do regime de reconversão em geral e aplicado às situações concretas identificadas no concelho, no âmbito das faculdades previstas nos nº 4 e 5 do artigo 9º;
2 - Tratamento e arquivo dos elementos relativos às contas anuais, intercalares e finais da administração conjunta, nos termos do nº8 do artigo 16º-C;
3 - Garantir os procedimentos necessários à recepção das obras de urbanização para os efeitos previstos no nº1 do artigo 17º;
4 - Garantir os procedimentos municipais competentes, do ponto de vista técnico e administrativo, com vista à satisfação dos artigos 17º-A a 29º, quanto à informação prévia, apreciação e aprovação do loteamento e obras de urbanização inerentes ao processo, na modalidade de reconversão por iniciativa dos particulares;
5 - Apoio aos procedimentos registrais consequentes a empreender pelos comproprietários – artigo 30º, ou ao processo de divisão por acordo de uso, nos actos previstos no artigo 38º;
6 - Garantir os procedimentos necessários à elaboração do instrumento adequado à reconversão de cada uma das AUGI, nos termos dos artigos 31º a 34º, e procedimentos consequentes inerentes ao processo, na modalidade de reconversão por iniciativa municipal;
7 - Apreciação dos pedidos de delimitação ou redelimitação de AUGI, da iniciativa de particulares, nos termos do artigo 35º;
8 - Exploração das faculdades de financiamento dos processos de reconversão, com base no disposto no artigo 56º;
9 - Monitorização do processo de reconversão das AUGI delimitadas no concelho de Lisboa, com relatório de avaliação anual, e procedimentos consequentes, com vista à satisfação do artigo 56º-A.
 
Ver www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2963&Itemid=100
publicado por Sobreda às 01:55
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Historial recente das AUGIs

Em 23 de Agosto de 2005, no quadro da Lei nº 91/95, de 2 de Setembro, na versão atribuída pela Lei nº 64/2003, foi aprovada na CML, por unanimidade, a proposta nº 379/2005, a qual delimitava 11 AUGI, abrangendo uma área total de cerca de 46,9 ha:
- Alto do Chapeleiro (2,6 ha), Quinta da Mourisca (2,4 ha), Quinta da Torrinha (4,6 ha), Grafanil (2,1 ha) e Rua Particular à Azinhaga da Cidade (0,4 ha), na freguesia da Ameixoeira;
- Galinheiras (16,1 ha), na freguesia da Charneca e Ameixoeira;
- Azinhaga da Torre do Fato (1,5 ha) e Rua Particular à Azinhaga dos Lameiros/Quinta das Camareiras (1,4 ha), na freguesia de Carnide;
- Casal do Abrantes (0,7 ha) e Quinta do Olival (2,0 ha), na freguesia do Lumiar;
- Pote d’Água (13,1 ha), na freguesia de São João de Brito.
Das AUGI delimitadas considerava-se que apenas quatro (Alto do Chapeleiro, Quinta da Torrinha, Grafanil e Galinheiras), abrangendo cerca de 25,4 ha, tinham capacidade de reconversão, através da elaboração de Planos de Pormenor. As restantes eram consideradas de manutenção temporária, colocando-se a alternativa de realojamento.
De 2005 até 2008, nenhum Plano de Pormenor avançou com vista à reconversão, nem foram efectivados realojamentos programados dirigidos às AUGI em manutenção temporária.
Apenas em 22 de Dezembro de 2008, no limite legal (artigo 57º da Lei 91/95, de 2 de Setembro, na redacção vigente conferida pela Lei 10/2008, de 20 de Fevereiro) para a constituição de “comissões de administração conjunta” das AUGI - órgãos legalmente competentes, de organização/representação dos proprietários envolvidos nas AUGI, para os procedimentos necessários aos processos de reconversão, foi submetida à Câmara, e aprovada por unanimidade, nova proposta (nº 1330/2008) de delimitação das AUGI e adopção do processo de reconversão respectivo.
Relativamente à anterior deliberação de 2005, passou-se a admitir a reconversão de todas as AUGI anteriormente delimitadas, à excepção do Pote d’Água, onde se admite que haja regularização sem recurso ao enquadramento legal e procedimental das AUGI - o que coloca a freguesia de São João de Brito fora do problema em questão.
Daqui resultou ainda a ampliação da Azinhaga da Torre do Fato, estendida agora por uma área de 2,4 ha (+0,9 ha) e a delimitação da AUGI denominada Sete Céus (2,6 ha), na freguesia da Charneca e abrangida pelo Plano de Urbanização do Alto do Lumiar. Quanto ao processo de reconversão preconizado, apenas relativamente a duas das AUGI (4,5ha) se perspectiva que o mesmo seja assegurado pelos proprietários/comproprietários - Grafanil e Quinta da Mourisca, através de loteamento urbano.
Em duas outras AUGI (Alto do Chapeleiro e Sete Céus) será o Município a assumir a responsabilidade do loteamento. Nas restantes 6 (27,6 ha), cobrindo cerca de 1910 fogos (fonte Plano Local de Habitação) preconiza-se a elaboração de Planos de Pormenor.
Sem subestimar a deliberação então tomada, a qual, se comunicada à Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano (DGOTDU) até 15 de Maio, nos termos do artigo 56º-A, da Lei 91/95, de 2 de Setembro, na redacção vigente conferida pela Lei nº 10/2008, de 20 de Fevereiro, poderá permitir recurso à celebração de contratos-programa e de urbanização com a administração central nos termos do artigo 56º do mesmo diploma, a mesma carece de medidas tendentes a constituir serviços municipais dedicados e habilitados ao objectivo de concluir a reconversão de todas as AUGI, até 31 de Dezembro de 2013 (prazo estabelecido no nº 1 do artigo 57º do diploma atrás referido).
 
Ver www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2963&Itemid=100
publicado por Sobreda às 01:41
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Utentes do Centro de Saúde do Lumiar exigem mais e melhores serviços

Um grupo de utentes do Centro de Saúde do Lumiar constituiu-se em Comissão Promotora de uma Associação de Defesa dos Utentes da Saúde das Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar com a designação de AUSACL - Associação de Utentes de Saúde da Ameixoeira, Charneca e Lumiar, no cumprimento no que se encontra estabelecido na Lei nº 44/2005, de 29 de Agosto (Lei das Associações de Defesa de Utentes de Saúde).
O Centro de Saúde do Lumiar, que serve a população das freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar, tem inscritos cerca de 93.000 utentes. Porém, destes, cerca de 20.000 não têm médico de família.
 
Por este e por outros justificados motivos, a AUSACL promove um 'Abaixo-assinado' onde se exige:
• O fim de utentes sem médico de família no Centro de Saúde do Lumiar;
• O preenchimento efectivo dos Quadros de Pessoal (Médico, Enfermagem, Administrativo e Auxiliar) do Centro de Saúde do Lumiar;
• A construção de uma (nova) Extensão de Saúde no Montinho de S. Gonçalo - COM PROJECTO JÁ APROVADO DESDE 1998 PARA EDIFICAÇÃO DE 4.200 m2 - de forma a possibilitar um atendimento digno aos utentes das freguesias da Ameixoeira e Charneca;
• Que se construa a Extensão do Bairro da Cruz Vermelha, prevista para a malha 14 do Projecto de Urbanização da Alto do Lumiar (PUAL), resolvendo a actual situação da Extensão de Saúde da ex-Musgueira, instalada provisoriamente em 2 lojas.
 
Consulte e subscreva a petição em www.petitiononline.com/AUSACL01/petition.html
publicado por Sobreda às 00:36
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Telheiras e Ameixoeira de novo às escuras

Cerca de 2.500 clientes da EDP, abastecidos através da sub-estação de Telheiras, estiveram esta noite sem electricidade, devido a uma avaria de causas ainda desconhecidas.

De acordo com um assessor da EDP Distribuição, a ausência de electricidade deveu-se a um disparo na sub-estação de Telheiras, que abastecia também a zona da Ameixoeira 1.
Talvez devido também ao aumento substancial de residentes nesta zona norte da capital, a situação tem, no entanto, sido recorrente. Será que não necessitará já aquela sub-estação de um reforço técnico operacional?
 
1. Ver http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1075434
publicado por Sobreda às 08:41
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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

AUGIs poderão ser reconvertidas

Na reunião de 2ª fª, a CML voltou a aprovar - cerca de três anos e meio depois - a delimitação de onze bairros clandestinos e novas modalidades de reconversão daquelas zonas, a maior parte das quais será melhorada em conjunto com os proprietários. As Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) em causa situam-se nas freguesias da Ameixoeira, Carnide, Charneca e Lumiar.

Esta proposta nº 1330/2008 revoga uma deliberação camarária aprovada há três anos, que fixava a modalidade de reconversão por iniciativa municipal de todas as AUGI identificadas.
Esta anterior deliberação apontava para a reconversão de apenas quatro AUGI, enquanto a deliberação agora aprovada prevê intervenções em dez destas áreas, deixando de fora apenas o Bairro do Pote de Água, porque, segundo a deliberação, “não apresenta a complexidade e os problemas de compropriedade das restantes”.
Como esta AUGI só tem um proprietário, além do município, a sua resolução passa “pela prévia harmonização das restrições impostas pela servidão aeronáutica do Aeroporto de Lisboa com as que derivam da aplicação do Regulamento Geral do Ruído”.
A reconversão da Quinta do Grafanil e da Quinta da Mourisca será feita pelos particulares e as intervenções no Alto do Chapeleiro e Bairro dos Sete Céus será da responsabilidade da autarquia.
O processo de reconversão através de Plano de Pormenor com apoio das Administrações Conjuntas das AUGI será aplicado no caso das Galinheiras, Rua Particular à Azinhaga da Cidade, Quinta do Olival / Casal dos Abrantes, Quinta das Camareiras / Rua Particular à Azinhaga dos Lameiros, Azinhaga da Torre do Fato e Quinta da Torrinha.
A vereadora dos Cidadãos por Lisboa, responsável pelo pelouro do Plano Local da Habitação, absteve-se, alegando falta de informação para discutir a proposta, e por ter sido excluída das reuniões que os técnicos da autarquia têm vindo a manter com as comissões de moradores e as Juntas de Freguesia envolvidas, pelo que pediu o seu adiamento, que não foi aceite pelo próprio presidente da CML, que alegou a necessidade legal da proposta ser aprovada até ao final do ano.
 
Ver http://diario.iol.pt/politica/lisboa-cml-bairros-clandestinos-iol-bairros-habitacao/1026071-4072.html
publicado por Sobreda às 02:08
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Sábado, 22 de Novembro de 2008

Em prisão domiciliária à espera de pulseira electrónica

O jovem criminoso tem apenas 16 anos, mas é suspeito de dez roubos violentos. E, na última semana, praticou mais um, apesar de estar obrigado a ficar em casa, na Ameixoeira, Lisboa, com pulseira electrónica a controlar os movimentos.

Apontou uma navalha ao pescoço de um professor, sequestrando-o quando este estacionava o carro na zona de Telheiras - e, depois de se sentar ao volante, forçou-o a levantar dinheiro em várias caixas. Mais de 500 euros. Levou-o para a Cova da Moura, onde foi comprar droga, mas também acabou assaltado. Ficaram sem nada.
Depois de fazer os vários levantamentos em diferentes caixas ATM e de comprar os primeiros cem euros em cocaína nas Galinheiras, o jovem assaltante, sempre com a vítima sequestrada no banco ao lado, decidiu ir reforçar a sua dose diária de droga ao bairro da Cova da Moura, na Amadora.
Mal saiu do carro do professor já tinha dois homens com navalhas apontadas ao corpo. O ladrão de 16 anos acabou desarmado por dois mais velhos, que levaram o dinheiro levantado da conta do professor e seguiram viagem no carro da vítima. O automóvel foi abandonado e acabou recuperado pela PSP.
O jovem assaltante e o professor sequestrado ficaram apeados numa das zonas mais perigosas da área metropolitana de Lisboa, onde a navalha com 15 centímetros de lâmina já não servia de nada ao jovem de 16 anos. Separaram-se, com a vítima em pânico, mas a identificação do assaltante à PJ foi fácil.
Inspectores da secção de roubos foram buscá-lo anteontem e ainda tinha ainda o leitor de MP3 roubado ao professor. Faltava o telemóvel 1. Só ontem seria presente ao tribunal, à espera da pulseirinha... 2
Quando sequestrou na última semana o professor em Telheiras, encontrava-se no cumprimento de uma medida de coacção de obrigação de permanência na habitação por outros crimes cometidos recentemente. No entanto, a pulseira electrónica que deveria garantir a sua permanência em casa ainda não tinha sido colocada.
A medida tinha sido decretada pelo tribunal no final de Outubro, mas duas semanas depois ainda não tinha sido aplicada pela Direcção-Geral de Reinserção Social, tutelada pelo Ministério da Justiça.
A situação não é inédita e repete-se com frequência. Isto porque, quando o tribunal decreta a obrigação de permanência na habitação de um arguido com aplicação de pulseira electrónica, é necessário que os técnicos da Direcção-Geral para a Reinserção Social verifiquem a adequabilidade e exequabilidade da medida de coacção 1.
 
1. Ler João C. Rodrigues e Henrique Machado IN www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=DBEEBBD2-696A-426A-9268-FA44D1330155&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
2. Ler o que se previa para estes casos já há mais de um ano e meio IN http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/20704.html
publicado por Sobreda às 02:43
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Pelo São Martinho vai à adega e prova o vinho

Todos os Ameixoeirenses e amigos da Ameixoeira estão convidados para participarem na abertura (prova) da água-pé no dia de São Martinho, que decorrerá no largo do Clube Recreativo Ameixoeirense (à Rua Direita da Ameixoeira), hoje 3ª fª, dia 11 de Novembro, das 15 às 20 horas.

Para além da oferta de água-pé, castanhas, caldo verde, febras e entremeadas, terá uma forte componente de animação artística popular.

 

 

A organização está a cargo da Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-cultural da Freguesia da Ameixoeira, em conjunto com a(s) Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Ameixoeira; Associação de Moradores das Galinheiras; Associação de Moradores da Quinta das Lavadeiras; Clube Recreativo Ameixoeirense e um grupo de moradores da Ameixoeira velha, que mais uma vez promove a abertura (prova) da água-pé no dia de São Martinho.
Tradicionalmente celebrado no dia 11 de Novembro, o Dia de São Martinho marcou, durante muitos anos, a Ameixoeira pela frequência de todos quantos aqui vinham para provar a água-pé e comer as castanhas assadas nos muitos magustos que os habitantes da Freguesia promoviam nos quintais e nas adegas das quintas que ainda há pouco tempo eram características emblemáticas da Ameixoeira.
Quem dos mais antigos moradores da Freguesia não se recordará ainda da tradicional abertura da água-pé na Adega Teia da Aranha, aquela tasca bem lisboeta hoje lamentavelmente abandonada e esquecida na Rua Direita da Ameixoeira, onde muitas pessoas acorriam ao apelo ancestral dos ditos populares: “No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho”; “No Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho”?

 

 

Esta iniciativa conta com o apoio da Junta, a colaboração do(s) Grupo Comunitário das Galinheiras e Ameixoeira; Núcleo Empreendedor da Ameixoeira e participação dos alunos da Escola EB1 nº 109.
 
Programa
15h00 - Abertura (prova) da água-pé;
15h30 - Recepção dos Alunos, Pais, Encarregados de Educação, Professores e Funcionários da Escola Primária nº 109 - Prof. Eurico Gonçalves;
16h00 - Hélder Nunes (Organista e Vocalista);
16h30 - Grupo Coral Vozes da Ameixoeira;
17h30 - Hélder Nunes (Organista e Vocalista);
19h00 - Concerto de prestígio em Guitarra Portuguesa e Fado pelo Quarteto Edgar Nogueira, composto por Prof. Edgar Nogueira (Guitarra Portuguesa), Nelson Aleixo (Viola), Catarina Rosa (Violoncelo) e Teresa Rombo (Fadista).
publicado por Sobreda às 02:54
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Requerimento na CML sobre a Ameixoeira


 

REQUERIMENTO


Tivemos conhecimento da existência de movimentos de terras, na Qtª. da Castelhana (nas traseiras da Rua Direita da Ameixoeira) até Estrada Militar/ Rua Adelino Palma Carlos, situada na freguesia da Ameixoeira, como atestam as fotos que, junto, anexamos.
Nos termos do exercício do direito à informação estabelecido na alínea s), do n.º 1 do art. 68º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5 A/2002, de 11 de Janeiro, os Vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa requerem a V. Exa. informação:


1. Sobre a existência de licenciamento por parte da Câmara, para este local, uma vez que não existe qualquer informação afixada.

2. Na eventualidade de ter havido licenciamento a que se destina o mesmo.


Lisboa, 22 de Outubro de 2008


Os Vereadores do PCP

 

 


Temas:
publicado por teresa roque às 10:18
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Loteamentos entre a Estrada de São Bartolomeu e a Azinhaga de Santa Susana

Os vereadores do PCP na CML acabaram de entregar, no passado dia 16 de Outubro, o seguinte Requerimento sobre a freguesia da Ameixoeira, com pedido de explicações ao executivo camarário:

“A exposição por nós recebida, da parte da empresa SIMOSAN – Sociedade Imobiliária Santos, Lda, a propósito das sucessivas respostas dadas pela Câmara à pretensão de loteamento/edificação, num seu terreno situado na freguesia da Ameixoeira, entre a Estrada de São Bartolomeu e a Azinhaga de Santa Susana, que instruiu o processo 1078/EDI/2003, suscitam-nos um conjunto de questões por esclarecer, razão pela qual, nos termos do exercício do direito à informação estabelecido na alínea s), do n.º 1 do art. 68º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5 A/2002, de 11 de Janeiro, os Vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa requerem a V. Exa. informação sobre:
1. Quais os fundamentos da viabilização das operações urbanísticas, mais ou menos recentes (localização em anexo), situadas a norte do terreno objecto do processo 1078/EDI/2003, acima referido, bem como a situação de armazém localizado em terreno situado a nascente, todos confinantes à Estrada de São Bartolomeu, junto à rotunda/nó do Eixo Norte-Sul, igualmente enquadráveis na classe de aptidão de uso do solo de “reconversão urbanística habitacional”, nos termos do PDM de Lisboa, uma vez que não existe qualquer plano de urbanização ou de pormenor em vigor capaz de lhes conferir viabilidade;
2. Qual o fundamento específico do realojamento do Sr. Francisco Ribeiro Silva Aparício, decidido por despacho do, então Vereador do Pelouro da Habitação, em 07/02/2001, sobre a informação 201/DGPSR/2001, no âmbito do PER, atendendo à condição de arrendatário da sua residência precária no terreno da empresa SIMOSAN;
3. Quais instrumentos estão previstos, nomeadamente de planeamento como pressupõe o PDM de Lisboa para a zona em causa, ao classificá-la como de reconversão urbanística, no sentido de dar urgente resposta às condições caóticas de acessibilidade ao Eixo Norte-Sul, no nó em questão, tão mais premente, quando os fluxos viários gerados na envolvente poente ao nó ocorrem através da dotação exígua da Azinhaga da Cidade/Estrada de São Bartolomeu”.

 

 

Nota: O terreno expectante em causa é aquele que se encontra visível no centro da foto.
 
Ver www.cm-lisboa.pt/?id_categoria=79&id_item=18416
publicado por Sobreda às 00:58
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

Requerimentos dos eleitos PCP na CML sobre as nossas freguesias

REUNIÃO DE CÂMARA - 23 de Julho de 2008

Nesta reunião os Vereadores do PCP questionaram o Presidente da Câmara, Dr António Costa, sobre notícias, veiculadas pelo próprio, na comunicação social, relativas ao pagamento de divídas a fornecedores anteriores a 2008, no valor de 180 Milhões de Euros. Os Vereadores do PCP solicitaram informações sobre se essa verba teria sido paga através do Orçamento de 2008, situação que se lhes afigurava improvável pois o valor  inscrito na rubrica orçamental, criada para o efeito: "Execução do Plano de Saneamento", era de ordem manifestamente inferior (27 Milhões de Euros). Por outro lado, se aquele pagamento foi feito através de verbas do Orçamento de 2007, então não se compreendia a necessidade de um empréstimo no valor de 360 Milhões de Euros (cujo visto, como é sabido, o Tribunal de Contas recusou). Neste caso também não se compreenderiam quais os constrangimentos que esses pagamentos, realizados em 2007, provocariam na execução do Plano de Actividades de 2008 do Município.

O Presidente da Câmara não dispunha de elementos sobre esta questão, pelo que ficou de os solicitar aos Serviços de Finanças.

Foram também apresentados nesta reunião, os seguintes requerimentos:

* Requerimento sobre a REDE SETE da CARRIS
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre o Relatório e Contas da EMEL de 2007
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre o cumprimento do Contrato Inominado entre a CML e a SGAL
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )
 

* Requerimento sobre os Caminhos Pedonais do Parque das Conchas
(
ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre a Requalificação do Jardim de Santa Clara
(
ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre o Mercado instalado no Bairro das Amendoeiras
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre a Intervenção a efectuar no Convento do Salvador
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )

* Requerimento sobre os Protocolos de Cooperação para as Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo
(ver texto)  --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )
 

 

No dia 18 de Julho de 2008 os Vereadores do PCP solicitaram, por Requerimento, informação sobre a aplicação da redução do IVA na EMEL e nas empresas suas concessionárias 
(ver texto)   --  ( ainda não foi dada resposta ao requerimento )
publicado por teresa roque às 15:16
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Azinhagas ‘entupidas’ na Ameixoeira

Um morador da Rua Fernando de Gusmão gostaria de saber se está previsto algum tipo de ligação entre esta rua e a rua que dá acesso à rotunda do Eixo Norte Sul. Todos os dias ele e centenas de moradores têm de se deslocar através de estreitas ruas, onde dois carros mal se cruzam sendo que, segundo afirma o próprio, já danificou o carro com toques e raspagens nos muros, pois “muitas daquelas casas estão inabitadas e em avançado estado de degradação”.
Em resposta à mensagem enviada para a o blogue CDU Lumiar 1, devemos esclarecer que os acessos do Eixo Norte/Sul foram sofrendo várias alterações ao plano inicial, pelo que nos é difícil perceber hoje, tal como à população, qual será o resultado final 2.
Mesmo a CML não esclarece devidamente quanto às infra-estruturas viárias da sua responsabilidade, alterando muitos projectos com o argumento financeiro como factor determinante para a falta de concretização dos melhoramentos necessários.
No entanto, parece haver alguma certeza de que os acessos ao Eixo mais próximos da Rua Fernando Gusmão são o Nó da Ameixoeira que já está a funcionar, e cujo acesso é feito através do Núcleo Histórico da Ameixoeira, que presumimos serem as tais ruas estreitas por si referidas.
Neste caso a CDU defende há muito tempo que será necessário realizar o reordenamento viário desta Zona Antiga através de circulação em sentidos únicos, mas que estará comprometida pelo encerramento definitivo da antiga Azinhaga de São Gonçalo, aquando da construção do Eixo, e que poderia ser reformulada e reaberta. Outra solução poderia passar pela concretização de uma via que estava projectada para ligação dos Bairros junto à chamada Casa da Cultura até à Estrada de São Bartolomeu/Nó da Ameixoeira através da Rua Manuel Martins da Hora, embora esta hipótese implicasse a demolição de uma área considerada de génese ilegal - a Quinta da Mourisca - junto ao Núcleo Histórico, o que seria bastante demorado, pois implica expropriações e realojamentos.
Na verdade a urgência de cumprir a obra do Eixo Norte/Sul foi remetendo as alternativas de acessos ao impossível porque nem a CML nem a EP - Estradas de Portugal se preocuparam com os residentes na Ameixoeira, e com as dificuldades que iria criar uma via desta envergadura. Esta situação sempre foi denunciada por nós mas infelizmente não teve grandes repercussões na política de ordenamento da Câmara, que preferiu deixar por conta de um construtor dos edifícios o alargamento da curva na Estrada de São Bartolomeu / Azinhaga da Cidade em vez de cumprir o projecto atrás referido, o qual era muito mais abrangente.
Existe ainda outro acesso ao Eixo Norte/Sul, previsto através do Nó do Alto do Lumiar na Charneca, junto à Feira das Galinheiras, mas essa entrada e saída só devera funcionar mais tarde quando for concluída a nova Av. Santos e Castro.
Resumindo, as soluções são urgentes e algumas hipóteses já estão ou estiveram previstas, mas a inércia do Município na defesa dos interesses da Ameixoeira parece não preocupar quem apenas olha para os mapas sentados nas secretárias e até a própria Junta de Freguesia que sofre, na nossa opinião, de uma falta de actividade nas reivindicações necessárias.
Pela nossa parte temos denunciado estas situações através de publicações periódicas 3 e dos eleitos da CDU na Câmara e na Assembleia municipais, mas as propostas ou sugestões não têm sido bem aceites pelo actual Executivo. Apelamos também por isso à reclamação dos munícipes através dos seus próprios meios junto dos Órgãos Autárquicos eleitos, reforçando também estas e outras necessidades que temos apresentado, de modo a torná-las mais consistentes, reais e unitárias.
 
1. Extracto da resposta preparada por Bruno Rolo, anterior presidente da Junta de Freguesia da Ameixoeira, pela CDU
2. Recorde-se o recente corte local de vias na Ameixoeira IN http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/280320.html
3. Ver, como ex., http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/277621.html
publicado por Sobreda às 00:52
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Parque de Santa Clara ao abandono

A proposta nº 534/2008 para Adjudicação de Manutenção e Conservação dos Espaços Verdes, incluindo a Freguesia da Ameixoeira, não contemplou as obras de requalificação do Jardim de Santa Clara.
Considerando que este Jardim representa um importante espaço verde de proximidade que serve as populações da Freguesia da Ameixoeira, e que este espaço se encontra extremamente degradado, com a deterioração do pavimento, a ruína dos muros, encontrando-se ainda exposto ao vandalismo todo o património histórico aí localizado, e que um parque infantil, sanitários públicos ou mesmo um pequeno espaço de esplanada seriam equipamentos necessários, mas que não existem.
Que a toda esta situação acresce o facto deste jardim nem constar da página electrónica da CML, onde se identificam os restantes Jardins de Lisboa.
Neste sentido, os vereadores do PCP na CML decidiram requerer informação sobre quais as:
- orientações relativas à requalificação deste espaço, nomeadamente prazos de elaboração de um projecto e custos estimados da implementação do mesmo;
- medidas programadas para conter a degradação enquanto este espaço não é requalificado, nomeadamente as relativas a instalação dos equipamentos supra-mencionados.
 
Ver www.cm-lisboa.pt/?id_categoria=79&id_item=17031
publicado por Sobreda às 01:52
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Alterações ao trânsito

Desde as 8 horas de ontem, e durante cerca de duas semanas, a circulação viária na Estrada de São Bartolomeu fica interrompida entre a Azinhaga da Cidade e a Rua Manuel Martins da Hora, ficando a Rua Projectada à Estrada de São Bartolomeu (Quinta de Santa Susana e Castelinhos) apenas com acesso pedonal, devido à construção de um colector no referido arruamento.
Os pesados, com peso superior a 3.500 Kg, incluindo transportes públicos, não poderão avançar na direcção da Estrada de São Bartolomeu para além da Rotunda de Acesso ao Eixo Norte-Sul e do início da Azinhaga da Cidade junto da estação de Metropolitano da Ameixoeira.
As alternativas viárias para o tráfego geral, serão sempre garantidas pela malha viária envolvente e assinalada no local.
 
Ver www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=30170
publicado por Sobreda às 22:05
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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

CDU com os problemas da Ameixoeira

O Boletim de Junho da Ameixoeira começa por informar das questões que a CDU colocou à Câmara Muninicipal sobre esta freguesia, para logo informar da visita à freguesia dos Vereadores da CDU, e abordar problemas da freguesia como o jardim de Santa Clara, o trânsito e a casa da cultura.

Ler Boletim em PDF

 

Temas: ,
publicado por cdulumiar às 11:02
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Domingo, 29 de Junho de 2008

O negócio da Saúde

Membros do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) concentraram-se ontem frente ao Ministério da Saúde, para pedir uma audiência à ministra, que acusam de fazer do sector um “negócio à custa da saúde dos portugueses”.
Depois de terem enviado dois ofícios em Abril e Maio últimos e não terem obtido resposta, 15 representantes de várias comissões do Movimento concentraram-se ontem de manhã com alguns cartazes, até que um pequeno grupo acabou por ser recebido por um membro do gabinete da Ministra da Saúde.
Segundo um porta-voz do MUSP, o Ministério “penitenciou-se” por nem ter acusado a recepção dos dois ofícios e uma audiência acontecerá dentro da “brevidade possível, tendo em conta a altura do ano”.
O MUSP, que agrega mais de 100 comissões de utentes, critica que o titular da pasta da Saúde tenha sido alterado, mas não as políticas seguidas.
“Os problemas agravam-se. Os já existentes não são resolvidos e surgem outros novos”, acusou o porta-voz, exemplificando com as unidades que “são encerradas sem alternativas”, a “privatização dos serviços que dão lucro” e as convenções feitas quando “recursos humanos e técnicos” do sector público não estão a ser totalmente “rentabilizados e ocupados”.
Referem ainda que as condições de acesso dos utentes aos serviços estão a piorar e a ficar mais caras. “Quando se encerram os serviços de urgência estão a empurrar as pessoas para os hospitais, com mais custos nas taxas moderadoras e de deslocação”, argumentou.
Ao nível dos cuidados primários de saúde, garantem viver-se uma situação semelhante a um cobertor curto: “Destapa-se a cabeça para se cobrirem os pés” e vice-versa.
“As Unidades de Saúde Familiar são constituídas por médicos, enfermeiros e pessoal administrativo que estavam nos centros de saúde. O princípio da sua criação pode ser correcto, mas está a ser feita à custa de retirar pessoal onde já não existe”, criticam 1.
Recorde-se que também um grupo de utentes do Centro de Saúde do Lumiar residentes nas Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar se constituíram numa Pró-Comissão que de momento recolhe assinaturas a favor da construção de novas instalações 2.
 
1. Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=338368
2. Ver Petição no artigo http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/270967.html
publicado por Sobreda às 00:06
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Espírito empreendedor retira famílias da pobreza

Um projecto social de integração social tem vindo a promover a criação de empresas nos bairros carenciados da Ameixoeira.
Ele é o caso de uma ex-prostituta que criou uma empresa de limpezas, de um reformado que se tornou cozinheiro ou da jovem africana que ‘inventou’ uma creche. Estes são apenas três dos ‘negócios’ que surgiram do Lig@te 1, um projecto social, na Ameixoeira.

 

Entrou no mundo das drogas, após a adolescência numa família onde não lhe faltava nada. Daí, foi um passo até vender o corpo para sustentar o vício. Pelo meio, a Segurança Social retirou-lhe um filho, que nunca chegou a ter o nome do pai. Aos 37 anos, decidiu tomar as rédeas a esta vida tumultuosa em que se viu metida. O destino acabou por conduzi-la ao bairro social da Ameixoeira, onde foram realojadas as populações carenciadas das Galinheiras, Charneca e Musgueira. Hoje, já na companhia do filho mais velho, com 20 anos e tetraplégico, e de um outro de oito anos, Ana tornou-se empresária por conta própria. “Organização e Limpeza de Espaços”, lê-se no cartão de visita que entrega.
“Para aqui chegar tive de fazer um longo caminho. Hoje sou empresária da minha própria vida”, garante aquela que é um dos melhores exemplos do Núcleo Empreendedor Lig@te, desenvolvido no Centro de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira e que pretende promover o desenvolvimento económico local através da criação de pequenas empresas e reintegração profissional.
Segundo uma técnica da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa - entidade proprietária daquele espaço que apoia os 3.200 habitantes do bairro social -, o Lig@te surgiu na sequência da “Semana de Ideias e Negócios da Ameixoeira”, onde cerca de 300 pessoas puderam mostrar os seus projectos empresariais. “Nem todos poderiam resultar, mas só o facto de se tratarem de projectos de uma freguesia marcada pela exclusão, havia a necessidade de dar o passo seguinte”, explica.
Gestão fiscal ou valorização da imagem pessoal são apenas algumas das aulas ministradas por diversos empresários da capital, que solidariamente se juntaram ao núcleo, e que conta ainda com o apoio da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), da Junta de Freguesia da Ameixoeira e da Fundação Aga Khan.
“O lig@te parte de um contexto socio-económico desfavorecido, sendo de destacar ainda as elevadas taxas de desemprego registadas na Ameixoeira, mas também a falta de investimento no tecido económico local”, adiantou o presidente da ANJE 2.
No caso da Ameixoeira, o Projecto Núcleo Empreendedor - lig@te foi inaugurado no passado dia 3 de Abril, no Centro de Desenvolvimento Comunitário. Constitui-se como um espaço de apoio ao desenvolvimento económico local que promove um espírito empreendedor na comunidade e potencia iniciativas locais de emprego, auto-emprego e criação de negócios.
O lig@te tem como linhas de intervenção a criação de uma estratégia colectiva e um compromisso com o Desenvolvimento Económico Local entre o tecido empresarial e sócio-institucional, num espírito de empreendedorismo; a promoção e apoio à criação de micro-iniciativas económicas, de emprego, auto-emprego e a criação de negócios; a promoção do acesso à informação sobre oportunidades de formação, emprego e negócio; a promoção de acções de sensibilização e formação em empreendedorismo, soft skills e inserção na vida activa e a promoção de um espaço para encontro e partilha entre os agentes do tecido económico local 3.
Apesar destes exemplos, alguns presidentes de Juntas de Freguesia de Lisboa continuam à procura de um plano de emergência para combater a pobreza na cidade 4
1. Ver http://ligate.kcidade.com e www.ead.pt/blog/?p=335#more-335
2. Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=958070
3. Ver www.kcidade.com/index.php?option=com_content&task=view&id=173&Itemid=41

4. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/268346.html

publicado por Sobreda às 21:43
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Eixo Norte-Sul a todo o gás

Um acidente rodoviário envolveu esta tarde duas viaturas no Eixo Norte-Sul, uma delas de transporte de gás, tendo as autoridades cortado a circulação no sentido Sul/Norte, disse a Divisão de Trânsito da polícia.
Uma viatura de transporte de botijas de gás capotou e bateu numa viatura ligeira, cerca das 15h17 no Eixo Norte-Sul, tendo originado dois feridos e o corte da via, com desvio do trânsito para a rotunda do Forte da Ameixoeira.
A carrinha de transporte de gás capotou e projectou a carga para a faixa de rodagem, o que, por medidas de segurança, levou as autoridades policiais e de socorro a desviarem o trânsito, explicou a Divisão de Trânsito.
No local estiveram efectivos da PSP e dos bombeiros, além de ambulâncias para o transporte dos dois feridos, de quem se desconhece o estado de gravidade. As causas do acidente ainda não foram avaliadas, estando uma equipa da esquadra de acidentes no local a efectuar as avaliações e relatórios preliminares.
Porventura acabarão por 'descobrir' que as viaturas costumam por ali passar 'a todo o gás'...
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331803
publicado por Sobreda às 23:16
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Ameixoeira com alteração ao PDM

Em 18 de Junho de 2002, no âmbito da proposta 166/CM/2002, aprovada pela deliberação 18/AML/2002 da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), foi deliberado proceder -se a uma alteração ao Plano Director Municipal (PDM) que incide sobre uma zona do Vale da Ameixoeira e tem por objectivo a consolidação do tecido urbano da zona, a renovação das áreas degradadas e a valorização do núcleo antigo da Ameixoeira.
Por lapso, na publicação em DR, da RCM n.º 104/2003, que ratifica a referida alteração ao PDM, a planta publicada não coincide com a planta aprovada pela AML.
Detectado o erro material foi emitido o parecer n.º 14/DAJU/DJ/2007, pelo Departamento Jurídico da CML, tendo sido solicitado à Direcção -Geral Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano a rectificação da RCM nº 104/2003.
Com a alteração introduzida pelo DL 316/2007 de 19 de Setembro, a Direcção-Geral Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano notificou a CML através do ofício nº 332/DSO/2007, da competência desta para proceder à publicação da referida alteração.
Neste sentido, o Diário da República procede à publicação da planta de ordenamento aprovada pela AML em 18 de Junho de 2002.
 
Ver Aviso nº 7889/2008 IN DR I Série 2008-03-16, p. 11079
Temas: , ,
publicado por Sobreda às 01:52
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Ruptura da EPAL na Carriche

Uma ruptura numa conduta de água, ocorrida ontem cerca das 11h na Calçada de Carriche, obrigou à interrupção do abastecimento ao Bairro da Quinta das Lavadeiras (na Ameixoeira), disse fonte da EPAL.
De acordo com a PSP, trata-se de uma ruptura de grandes dimensões e apesar de não ter havido necessidade de interromper a circulação automóvel, o trânsito encontra-se congestionado.
A fonte da EPAL afirmou que a ruptura, numa conduta com 300 milímetros de diâmetro, foi provocada por um empreiteiro ao serviço da CML, que se encontrava a fazer uma obra no local.
O fornecimento de água foi suspenso pelas 12h20 para se iniciarem os trabalhos, que numa primeira fase passam pela escavação, uma vez que a conduta está enterrada. Só depois destes trabalhos estarem concluídos é que a EPAL poderá avançar uma previsão para restabelecer o abastecimento de água.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1319730&idCanal=59
publicado por Sobreda às 00:30
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

Enxurrada de queixas na periferia da capital

Uma escola visitada por ratazanas, um centro de dia e creche pronto a abrir há tanto tempo que foi ‘inaugurado’ à força por vândalos, uma divisão da PSP que afinal será só uma esquadra, um jardim histórico com sarjetas desentupidas, mas onde faltam agora as respectivas grelhas e mais segurança, ruas perigosas para carros e peões, acessos raros ou precários, casas abandonadas que convidam à ocupação ilegal…
Uma enxurrada de queixas inundou a terceira reunião pública descentralizada do executivo camarário, realizada na passada 4ª fª, na sede da Associação de Deficientes das Forças Armadas, no Lumiar.
Com um número recorde de inscrições (mais de 80, reduzidas para menos de metade após uma prévia análise dos casos), a sessão foi dedicada a ouvir os problemas dos munícipes de três freguesias da zona Norte de Lisboa: Ameixoeira, Charneca e Lumiar. Um território onde se misturam antigas quintas, com novos empreendimentos e bairros de realojamento. E onde a mudança tem sofrido da falta de planeamento nuns casos e puro abandono noutros, deixando à beira de um ataque de nervos grande parte da população, que já ronda os 60 mil e promete crescer muito mais.
A Insegurança marcou as primeiras intervenções. A Divisão de Trânsito da PSP começou a mudar-se das instalações que ocupa há décadas no centro de Lisboa para o edifício novo da PSP, no Lumiar, inicialmente destinado a acolher uma esquadra e uma nova divisão daquela polícia, cuja criação não chegou a efectivar-se. A opção pela divisão de trânsito defraudou as expectativas criadas quanto ao policiamento de proximidade numa área geográfica tão vasta. O presidente da CML (e ex-ministro da Administração Interna, com responsabilidade sobre a polícia) procurou mesmo esclarecer que, perante a mudança de planos relativamente a este último ponto, a posição da CML é “que não temos nada contra que a PSP utilize como entender o excedente de instalações para lá das necessidades da esquadra, desde que esta exista e funcione”.
Posição de imediato contrariada por Ruben de Carvalho do PCP, que contrapôs a diferença de expectativas geradas à população por uma e outra opções. Por seu turno, Negrão do PSD quis saber ao certo a dimensão da nova esquadra.
Esteve também em foco a escola nº 185, nas Galinheiras (Charneca), por causa das infestações de ratazanas que chegam mesmo a obrigar ao seu fecho periódico. A vereadora da Educação confirmaria o cenário: “Praticamente todos os meses têm de fazer desratização”. O que tem a haver “com grandes construções na envolvente, obras que requerem cuidados com tratamento de lixos”. Estranhamente, um problema que “dura há anos”, disse a vereadora, lembrando que a rede pública camarária de escolas “está muito degradada”, pois “apenas 4% é aceitável”. Recorde-se que uma nova escola básica integrada na Charneca está entre as sete prioritárias a construir pelo actual executivo na área da educação.
Outro tipo de invasão sofreu o centro de dia e duas creches que há muito estão prontos no bairro do Reguengo (Charneca) e cujo edifício integrado acabou por ser recentemente vandalizado. “Temos o protocolo pronto para entregar à SCML, que vai gerir o equipamento, e quando íamos a compor tudo aconteceu isso. Está a ser entaipado e será reposto o que foi estragado", esclareceu a vereadora da Habitação e Acção Social.
Um cenário que pode ser confirmado por uma visita ao local, onde se mantém agentes da polícia municipal de guarda 24 horas por dia. Como recordou um morador “casa roubada…”.
Também a Casa da Cultura Cigana (na Ameixoeira) foi dada como abandonada por um interveniente na sessão, esclarecendo a vereadora que foi usada na altura do Natal para uma festa da comunidade cigana. “É um edifício muito grande com as inerentes dificuldades de gestão, as quais se estão a tentar resolver com mediadores de etnia cigana e outras instituições”. Sobre as AUGI, de que a Ameixoeira possui metade das existentes em Lisboa, nem uma palavra…
O vereador da Mobilidade foi confrontado com numerosas situações perigosas para a circulação viária e para os peões. Desde os engarrafamentos diários no Eixo Norte-Sul, entre a Alta de Lisboa e Telheiras, à Calçada da Carriche e ao troço entre a Rua do Lumiar e a Travessa da Castiça, vedado ao trânsito há mais de seis meses (apesar de ter verba aprovada na CML para a sua reabilitação), pelo que os carros têm de se enfiar na faixa BUS e só por acaso não aconteceu, ainda, uma tragédia”, como alertou um morador, mencionando, também, passadeiras em curvas na Rua José Pinto Correia, um “cruzamento há mais de 15 anos com sinalização prometida”, além ainda da Estrada de São Bartolomeu, “sem espaço para peões e carros” e que deixa os autocarros da Carris em apuros quando se cruzam..., de tudo se ouviu. “Já se chegou a entendimento com o empreiteiro sobre o que deve ser ele a fazer e o que deve ser a Câmara a fazer”, tentou explicar-se o vice-presidente da CML sobre este último caso.
Na área dos Espaços verdes, destacou-se a degradação do Jardim de Santa Clara, onde, segundo garantiu uma utilizadora, “desentupiram, e bem, as sarjetas, mas falta-lhes agora as respectivas grelhas”. Problema a que se junta o avançado estado de degradação do pavimento e “assaltos a qualquer hora”. Em resposta, o vereador do Ambiente desculpou-se que “desde que entrou esta vereação o jardim está muito melhor, com uma intervenção sistemática, apesar da falta de meios humanos e financeiro”. Ficou então a promessa de que “a requalificação vai ser executada em 2009”. Motivo de queixa foi também as abandonadas zonas expectantes, o lixo e a falta de espaços verdes e de iluminação no Parque dos Príncipes, em Telheiras, que ficaram sem resposta.
Os problemas estavam aliás há muito identificados, tal como a maior parte das soluções, como reconheceram vários dos vereadores chamados a prestar esclarecimentos. Porém, diz-se, esbarram agora na actual ‘debilidade’ económica da CML. Ao ponto de a certa altura, quando se falava da falta de lâmpadas ou grelhas de esgotos, o presidente da CML ter de tomar a palavra para lembrar que “a rotura financeira da CML não é ficção e se traduz até em coisas comezinhas”.
Ou seja, após todas estas pertinentes queixas os munícipes ficaram atónitos com a solução prognosticada pela CML: talvez só lá para o ano das eleições (ou mesmo depois!!), porque ‘hoje’ a CML diz que não tem dinheiro!
 
Ver JRegião 2008-02-08, p. 7
publicado por Sobreda às 00:08
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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Reunião pública com munícipes da Ameixoeira, Charneca e Lumiar

A CML realiza no próximo dia 06 de Fevereiro (4ª feira) a partir das 18.30h nas

instalações da ADFA (Assoc. dos Deficientes das Forças Armadas), uma reunião

pública para debater os problemas destas três freguesias.

 

Segundo o Edital " As intervenções do público, num número máximo de 20,

serão ordenadas de forma a priorizar os que incidam sobre os assuntos de

interesse da zona, colectivo ou público".

 

Hoje dia 31/01/2008 das 09.00h às 18.30h

podemos (e devemos) todos nós inscrevermo-nos pelo email

dacm@cm-lisboa ou pelo fax nº 21 322 70 12.

publicado por teresa roque às 10:03
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Ameixoeira (des)espera pelo Natal

A Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-cultural da Freguesia da Ameixoeira (AEDPHCFA) distribuiu um postal natalício no qual deseja a todos os seus associados, amigos e residentes na Freguesia, Boas Festas e um Próspero Ano Novo. Nele expressa os desejos de que no ano de 2008 a Câmara Municipal de Lisboa implemente um conjunto de medidas, a saber:
·        a promoção de um processo de revitalização e requalificação do NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA que: através de acções integradas e multidisciplinares de reabilitação e intervenção (urbanística; social e ambiental); redefinindo a sua centralidade em relação a toda a área da Freguesia; perspectivando “a salvaguarda, o estudo, a recuperação, a valorização e a divulgação do património monumental e ambiental de interesse para a permanência e identidade da cultura da Freguesia da Ameixoeira e da cidade de Lisboa”; assente no desenvolvimento humano centrado nas pessoas e na sua relação com o ambiente urbano, possa vir a contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população da Ameixoeira;
·        a requalificação dos espaços edificados existentes, de forma a evitar que as acções de recuperação urbana requeridas não originem a expulsão dos grupos sociais residentes, porquanto estes grupos, tendo “vida própria” no NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA, assumem um papel de animação e caracterização do lugar que urge manter, desenvolver e revitalizar;
·        a criação de usos e infra-estruturas de Habitação/Serviços/Equipamentos que possam vir a contribuir para a utilização do NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA, nomeadamente de equipamentos e serviços sociais de resposta à população mais idosa e carenciada da área de intervenção e da área envolvente, com vista a atrai-los para o NHA no sentido da sua revitalização, eliminando-se assim os factores negativos que decorrem de um envolvimento social atípico que actualmente caracteriza a Freguesia da Ameixoeira;
·        a reestruturação da acessibilidade ao NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA, assegurando a sua articulação com a área envolvente e garantido a sua originalidade, bem como a definição de um plano de circulação e estacionamento interno na área;
·        um plano integrado de intervenção no Parque/Jardim de Santa Clara, de forma a que, recuperando estatuárias (estátuas/esculturas), azulejaria, elementos construídos (muros; muretes; bancos; balaustradas; tanque/lago), pavimentos, elementos vegetais (árvores, arbustos, herbáceas, relvado), luminárias, mobiliário urbano (bancos; papeleiras; equipamentos infantis), este espaço público/lúdico, de responsabilidade da CML, possa ser “devolvido” ao usufruto da população residente na Freguesia, reassumindo assim a dignidade que já teve e merece por exemplo importante de jardim romântico na cidade de Lisboa, logo do NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA;
·        medidas concretas que levem à real implementação do Parque Periférico no Vale da Ameixoeira, de forma a que a sua “materialização” contribua positivamente: para a função ecológica urbana, e non edificandi, prevista no Plano Verde da Cidade de Lisboa; para a criação de um corredor (periférico) verde que, assegurando os processos ecológicos, hidrológicos e geomorfológicos do lugar, e materializando um conjunto de atributos de natureza conservacionista ou regeneradora do NÚCLEO HISTÓRICO DA AMEIXOEIRA, por conexão paisagística, garanta o percurso panorâmico ao longo da crista da encosta que divide o Concelho de Lisboa da campina de Loures (Estrada Militar); para a requalificação urbanística do Bairro do Alto do Chapeleiro, através da criação de equipamentos colectivos, de arranjos de espaços exteriores, da melhoria das condições de habitabilidade e da rede de infra-estruturas existentes.
Da nossa parte retribuímos à AEDPHCFA os votos de que as respostas do município cumpram estes objectivos mínimos de qualidade de vida dos cidadãos.
publicado por Sobreda às 01:15
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Caos no Eixo Norte-Sul

O último troço do Eixo Norte-Sul foi inaugurado no dia 10 de Outubro, mas a obra ainda não está completa.
“O nó do Lumiar ficou reduzido a metade, o da Ameixoeira desemboca numa azinhaga e o da Charneca/Galinheiras simplesmente não existe”, segundo explicou um arquitecto e antigo director de Planeamento da CML.

A Estradas de Portugal (EP), empresa responsável pela via, remete para a autarquia a responsabilidade pela conclusão da obra. No entanto, o gabinete da presidência da CML não avança datas para o arranque da construção dos nós de acesso.
O resultado é filas de trânsito que se prolongam até à Segunda Circular e o agravamento dos engarrafamentos no bairro de Telheiras. Uma situação confirmada pelo subcomissário da PSP de Lisboa, que adianta terem sido já destacados quatro agentes para o local “todos os dias, às horas de ponta” 1. Pelos vistos, sem resultados práticos.
Recorda-se que os agrupamentos municipais de “Os Verdes” e do CDS apresentaram duas Recomendações diferentes sobre o Eixo Norte-Sul, na AML de 3ª fª passada 2.
 
1. Ver Metro 2007-11-23, p. 4
2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/166405.html
publicado por Sobreda às 02:59
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Sábado, 17 de Novembro de 2007

Memórias da Alta de Lisboa

O Programa de Desenvolvimento Comunitário Urbano K’Cidade está a organizar um concurso de fotografia sob o tema “Memórias da Alta de Lisboa. Todos os interessados em participar poderão enviar as suas fotos, até 30 de Novembro, para o endereço electrónico altadelisboa@kcidade.com 1.

O K’Cidade “tem como missão capacitar comunidades urbanas excluídas com vista à melhoria da sua qualidade de vida”.

Os beneficiários do Programa são os moradores das “áreas geográficas seleccionadas para a intervenção piloto (que) correspondem à Alta de Lisboa (Projecto Urbanístico do Alto do Lumiar, que compreende parte das freguesias da Charneca e do Lumiar) e ainda à freguesia da Ameixoeira, onde simultaneamente se identificam fenómenos de pobreza e exclusão social, de dinamismos locais sub-aproveitados e, também, potencial para iniciativas de desenvolvimento local, nomeadamente por terem sido objecto de intervenções ao abrigo do Programa Especial de Realojamento (PER)” 2.

 

1. Ler Metro 2007-11-05, p. 6

2. Ver www.kcidade.com/index.php?option=com_content&task=view&id=40&Itemid=172

publicado por Sobreda às 00:49
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Ameixoeira desprotegida - 2

Cedido à Câmara de Lisboa pela anterior proprietária, D. Celeste Tavares, delimitado e classificado pela autarquia como jardim público em 1975, o Parque de Santa Clara, situado na freguesia da Ameixoeira, deixa ver claramente a necessidade de obras de requalificação profundas que o devolvam ao esplendor de outras épocas.

A simples manutenção realizada hoje em dia - interrompida por alguns meses durante este ano por falta de pagamento da autarquia à empresa responsável por essa tarefa, tal como sucedeu em vários outros jardins lisboetas - não consegue ultrapassar as mazelas demasiado visíveis. Entre elas contam-se vastas áreas de terra batida onde seria de esperar que existissem plantas, flores, ou relva no mínimo, muros abaulados e com fracturas avisadoras de uma cada vez mais provável queda, esgotos que são armadilhas ao viandante mais incauto por se encontrarem sem grade protectora, azulejos antigos grafitados, matagal em zonas que supostamente deveriam ser canteiros, piso desnivelado e esburacado.

Muitos namoros floriram no romântico Parque que já foi bem maior e exuberante no seu estilo neoclássico, não faltando mesmo quem o colocasse ao nível de um Parque Eduardo VII antes de ser sacrificado no altar dos interesses imobiliários, logo a partir de 1974.

Mas, o certo é que, tal como o amor, também os jardins devem ser cuidados dia-a-dia, regados, limpos, rejuvenescidos Bons tratos que não têm feito parte da realidade daquele espaço verde, de 1,8 hectares, nos últimos anos. Apesar de ainda ser aprazível visitá-lo e de ali se manter o bom hábito de iniciativas culturais e recreativas, sobretudo no Verão, o cenário está cada vez mais longe do retrato idílico de que falam as publicações inspiradas no passado do núcleo histórico da Ameixoeira.

De facto, na parcela que restou para usufruto público - depois do ímpeto imobiliário de em meados da década de 70, e após uma outra parte significativa ter sido adquirida, em 1983, pela empresa que gere o Instituto Superior de Gestão (ISG), no qual se inclui o palacete, duas construções anexas, o respectivo logradouro e zona ajardinada - vão-se acumulando os sinais de degradação e abandono.

À degradação do espaço junta-se a sua utilização menos ortodoxa, desde o uso dos bancos de jardim para ocasionais sessões de treino de cães pitbull, até aos passeios (pouco) higiénicos de cães domésticos e donos pouco motivados para respeitarem o território que é de todos.

O contraste do jardim público é cada vez mais flagrante em relação à parte administrada pela vizinha instituição de ensino superior privada, cujo palacete foi recuperado, possuindo no seu riquíssimo interior, pinturas a óleo, madeiras exóticas e azulejo português. Deste imóvel faz parte, ainda, uma capela onde marcam presença as imagens e os vitrais de temas religiosos sobre a vida da monja de Santa Clara, que dá nome ao conjunto.

Em contrapartida, a recuperação do Parque de Santa Clara permanece desde há vários executivos camarários infelizmente por recuperar. Quando mais tempo terá este romântico pulmão de aguardar por um projecto de reabilitação?

 

Ver Jornal da Região 2007-11-09, p. 8

publicado por Sobreda às 02:17
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

Trânsito no Eixo Norte-Sul

O último troço do eixo Norte-Sul - numa extensão de 4,4 quilómetros e com um custo de 25 milhões de euros, 15% dos quais suportados pelo Estado português e o restante pela União Europeia - foi inaugurado a 10 de Outubro. O número de veículos que passou pelo eixo Norte-Sul desde que foi inaugurado o último troço, fez no sábado passado um mês, cifra-se em 639.054, mais 50.067 veículos do que antes da sua abertura, segundo dados fornecidos pela Estradas de Portugal (EP).

O eixo Norte-Sul tem oito sub-lanços: Benfica/Nó 2ª Circular-Eixo Norte-Sul (sentido oeste/este); Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul/Benfica (sentido este/oeste); Telheiras/Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul (sentido norte/sul); Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul/Telheiras (sentido sul/norte); Campo Grande/Nó 2ª Circular/Eixo Norte-Sul (sentido este/oeste); Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul/Campo Grande (sentido oeste/este); Laranjeiras / Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul (sentido sul-norte) e Nó 2ª Circular - Eixo Norte-Sul /Laranjeiras (sentido norte-sul).

Do novo lanço Lumiar/CRIL fazem parte quatro viadutos, oito passagens superiores, três inferiores, o túnel do Grilo junto ao Forte da Ameixoeira e quatro nós de ligação desnivelados: Ameixoeira, Alto do Lumiar, Camarate e CRIL.

O primeiro troço do Eixo Norte/Sul começa depois da ponte 25 de Abril até à Avenida Padre Cruz e está concluído há mais de 10 anos. O último troço do eixo Norte-Sul localiza-se entre o Lumiar e a Circular Regional Interna de Lisboa (CRIL) e demorou 20 anos a ser construído.

Este último troço visou descongestionar o trânsito actualmente existente nos acessos a Lisboa pelo Itinerário Complementar (IC) 22 e pela auto-estrada do Norte, bem como o fluxo de veículos provenientes da auto-estrada 8 e da Estrada Nacional 8, que chegam à cidade através da Calçada de Carriche.

O custo total do Eixo Norte-Sul foi de 73,6 milhões de euros - sem contar com as indemnizações das expropriações -, segundo declarações do presidente da EP proferidas durante a inauguração do último troço da via.

 

Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=303753

publicado por Sobreda às 02:36
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Pelo S Martinho vai à adega e prova o vinho

A Direcção da Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-cultural da Freguesia da Ameixoeira, em conjunto com as Associação de Moradores das Galinheiras, Associação de Moradores da Quinta das Lavadeiras, Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Ameixoeira e Clube Recreativo Ameixoeirense, retoma uma velha tradição com expressivos traços culturais enraizados na Freguesia da Ameixoeira:

“Uma abertura (prova) da água-pé no dia de São-Martinho 2007” !

Celebrado no dia 11 de Novembro, o Dia de São Martinho marcou a Ameixoeira, durante muitos anos, pela frequência de todos quantos ali iam para provar a água-pé e comer as castanhas assadas nos muitos magustos que os habitantes da Freguesia promoviam nos quintais e nas adegas das quintas que ainda há pouco tempo eram características emblemáticas da Ameixoeira.

Quem entre os antigos moradores, e alguns dos mais recentes, não se recorda da tradicional abertura da água-pé na ‘Adega Teia da Aranha’, aquela tasca bem lisboeta hoje lamentavelmente abandonada e esquecida na Rua Direita da Ameixoeira, onde muitas pessoas acorriam ao apelo ancestral dos ditos populares: “No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho” e “No Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho”?

A prova decorrerá na Travessa de Santo António / Travessa de Santo André (à Rua Direita da Ameixoeira) das 15 às 20 horas de domingo, dia 11 de Novembro.

Do Programa consta a oferta gratuita de água-pé, castanhas, caldo verde, febras e entremeadas, com uma componente de animação artística e musical, designadamente com Guitarradas e Fados e um organista.

 

Ver www.forumspring.com/forums/viewtopic.php?t=1352&mforum=galinheiras

publicado por Sobreda às 02:12
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Domingo, 28 de Outubro de 2007

Serviços secretos na Ameixoeira

Duas notícias. Por um lado, a comunicação social revelava na segunda-feira: «PJ perde num ano 84 inspectores». E, mais adiante, esclarece que «o decréscimo de investigadores verifica-se em todo o País, sobretudo na área do combate ao crime económico e de combate ao banditismo».

Só esta notícia dava pano para mangas, se quiséssemos tirar dela as devidas consequências. Veríamos, por exemplo, como o Governo, preocupado com o «emagrecimento do Estado», deixa mais despreocupados os bandidos, sobretudo aqueles que usam colarinho branco...

Outra notícia, reveladora da crença natural de um executivo virado para a defesa dos interesses do capital e que vê nos trabalhadores e nos que com eles combatem por uma vida melhor potenciais terroristas a vigiar apertadamente, veio a público no mesmo dia: «SIS vai ter casa segura por 15 milhões de euros».

O preço anunciado, só por si, é revelador dos amores que o primeiro-ministro nutre pela instituição, oferecendo uma nova sede aos serviços secretos no forte da Ameixoeira por uma quantia tão elevada que os contribuintes – os trabalhadores – pagam. Mas, como o seu projecto é concentrar nas suas mãos todos os serviços de informação e segurança do País, todo o dinheiro é pouco para as secretas que por aí pululam.

A nova casa vai albergar o SIRP e o SIS, as secretas nacionais. E há duas razões apontadas publicamente para tomar estas medidas de espavento: uma porque o edifício da Alexandre Herculano seria muito «exposto» (à curiosidade?). Outra porque já é muito pequeno. Com efeito, o edifício de Lisboa, «projectado para 60 operacionais», «alberga já mais do dobro».

E mais: é que tais serviços, cuja tendência é escaparem cada vez mais ao escrutínio da democracia, podem contar com um aumento explosivo de «novos quadros» - nos próximos quatro anos contarão com cerca de 800 funcionários.

E pronto. O Governo dá larguezas ao crime económico e desdenha a segurança dos cidadãos; o Governo está preocupado com os cidadãos e pretende vigiá-los. Apertadamente.

publicado por cdulumiar às 17:58
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Jovens evocam tradições

A ideia surgiu no meio de conversas sobre as brincadeiras de outros tempos, divertimentos, geralmente toscos e improvisados a partir de quase nada, que animavam miúdos de outras gerações em dias não muito distantes no calendário e, contudo, tão longínquos como se fossem de uma outra vida por força da mudança de um quotidiano em barracas para prédios modernos nascidos no âmbito dos programas de realojamento.

Porque não organizar uma competição de carrinhos de rolamentos? Lançado o repto pela K‘Cidade, logo surgiram provas da vitalidade associativa nos bairros da Alta de Lisboa. Associações já formadas ou dinamizadores individuais trabalharam em conjunto num processo de planeamento que foi, desde logo, o primeiro resultado positivo da acção, realizada no passado dia 13, numa rua íngreme da Charneca.

No grupo organizador desta primeira corrida de carrinhos de rolamentos da Alta de Lisboa há quem sonhe em fundar também uma associação. “Espero organizar uma prova de paintball aproveitando o jardim situado junto à Associação de Moradores da Ameixoeira, lá para fins de Novembro”.

Dinâmicas sociais que se sobrepõem, claro, aos resultados ‘desportivos’ da prova de carrinhos de rolamentos, em que participaram cerca de dez ‘bólides’, uns mais trabalhados do que outros, tripulados por pilotos de diversas idades entre choques, despiques e, sobretudo, um são convívio 1.

Também em Agosto de 2007 se realizaram, no PER 11 na Alta de Lisboa, duas actividades promovidas por um grupo de jovens, em colaboração com a Associação de Moradores ‘João Amaral’ e com o apoio do Programa K´Cidade, com o objectivo de promover um convívio inter-geracional e multicultural, onde se incluía um torneio de matraquilhos que juntou 28 jogadores de diferentes etnias. 

Uns dias depois, no descampado nas traseiras dos prédios da Rua Raul Rego, realizou-se um torneio de malha, organizado com a ajuda do Grupo Desportivo e Recreativo Tunelense. O torneio envolveu 18 jogadores e serviu de convívio inter-geracional. Também neste torneio houve taças e medalhas para todos, cedidas pela Junta de Freguesia da Charneca.

Alguns dos membros deste grupo estão actualmente a participar em outras iniciativas do K’Cidade, designadamente no Projecto Étnico-Comunitário, e na formação para monitores 3D – Desporto, Dinâmicas de Grupo e Digital, actualmente em curso 2.

 

1. Ver Jornal da Região 2007-10-19, p. 8

2. Ver www.kcidade.com/index.php?option=com_content&task=view&id=130&Itemid=1

publicado por Sobreda às 01:45
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Lisboa, um estaleiro permanente

Para o ministro das Obras Públicas, a capital tem sido “martirizada por obras permanentes”. Uma das que está em vias de conclusão é a do Eixo Norte-Sul.

Obra que se espera venha retirar muito trânsito à Segunda Circular e à Calçada de Carriche - o troço que conclui o Eixo Norte–Sul, entre o Lumiar e o nó de ligação com a CRIL - é inaugurado amanhã, garantiu o ministro das Obras Públicas. Com esta ligação, os automobilistas vão poder evitar a Segunda Circular entre a zona do Colégio Alemão e Sacavém (no início da auto-estrada do Norte), um dos troços mais congestionados da capital.

O troço a inaugurar tem uma extensão de 4,4 quilómetros e custou cerca de 25 milhões de euros. O primeiro lanço do Eixo Norte-Sul está concluído há mais de dez anos e liga actualmente a Ponte 25 de Abril à Avenida Padre Cruz. Com o traçado completo, prevê-se a retirada de 20 mil veículos, por dia, da Calçada de Carriche.

E já existem sugestões para, considerando que “o trânsito da zona do Lumiar aumentou imenso e por outro lado faltam lugares para estacionamento dos automóveis pertencentes a quem se dirige para a estação de Metro para ir para os seus empregos” (…) “aproveitar a zona por debaixo do viaduto para parque de estacionamento (livre), tanto mais que fica próximo de uma das saídas do Metro” 1.

Quanto ao lanço Lumiar/CRIL, dele fazem parte quatro viadutos, oito passagens superiores, três inferiores, o túnel do Grilo junto ao Forte da Ameixoeira e quatro nós de ligação desnivelados: Ameixoeira, Alto do Lumiar, Camarate e CRIL.

O primeiro troço do Eixo Norte/Sul, que começa após a Ponte 25 de Abril e termina na Avenida Padre Cruz, está porém já concluído há mais de 10 anos 2. Tem sido obra!

 

Foto retirada de http://dn.sapo.pt/2007/10/09/cidades/ultimo_troco_eixo_nortesul_abre_aman.html

1. Ver www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=261012&idselect=10&idCanal=10&p=200

2. Ver www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=863153&div_id=291

publicado por Sobreda às 01:07
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Incêndio na Carriche

Um incêndio deflagrou esta noite, cerca das 22h, na Calçada de Carriche, numa zona de encosta com canas e vegetação baixa, informaram os Bombeiros Sapadores da capital, que enviaram de imediato meios de combate às chamas para o local.

De acordo com fonte dos bombeiros, “o incêndio, cuja origem se desconhece, não deverá colocar em perigo pessoas ou bens, podendo arder, no máximo, uma área de cinco a seis quilómetros quadrados”. Apesar da inexistência de qualquer brisa, o cheiro a queimado chegou rapidamente à zona sul do Lumiar.

É por isso urgente que os órgãos autárquicos rapidamente procedam ao corte e remoção de arbustos e canavial das várias zonas expectantes da freguesia, bem como dos lixos que neles ficaram presos.

 

Ver www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=850122&div_id=291 e http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=53659

publicado por Sobreda às 00:55
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Forte da Ameixoeira recebe a sede do SIS

Chegou a prever-se para o local um centro de saúde e um centro nacional de reservas dos museus e monumentos, mas os projectos foram abandonados por falta de verbas.

Os intermináveis subterrâneos do Forte da Ameixoeira, deixaram de abrigar toxicodependentes há pouco mais de um ano e dentro de meses passarão a albergar o quartel-general do principal serviço secreto do país. Com a recente transformação do vizinho quartel do Grafanil em sede de uma força especial da GNR e a próxima instalação do Serviço de Informações de Segurança (SIS), a freguesia retoma as suas tradições na área da defesa e vê-se livre de dois espaços particularmente degradados e inseguros.

O enorme recinto fortificado da Ameixoeira tornou-se no início deste ano um imenso estaleiro. Para lá do fosso e das muralhas, que faziam dos antigos paióis de armas e munições uma fortaleza inexpugnável, vêem-se hoje três gruas e centenas de trabalhadores num frenesim contínuo. Do lado da Alta de Lisboa trabalha-se no acabamento de um edifício semienterrado, com mais de cem metros de frente e cuja cobertura mal ultrapassa as muralhas já recuperadas. No extremo oposto, rente ao troço do Eixo Norte-Sul que deverá ser inaugurado nos próximos meses, um outro imóvel de grandes dimensões, mas igualmente discreto em altura, está também a ser acabado. Numa área de mais de sete hectares, estes são os únicos edifícios que foram construídos acima do nível do solo.

Por baixo, porém, nos vastos subterrâneos onde em tempos funcionou uma fábrica de munições que até tinha carris e vagonetas para transporte dos materiais bélicos, tudo foi transformado num autêntico ‘bunker’ destinado a receber as actividades mais secretas dos futuros ocupantes. Se ali foram também criados espaços de máxima segurança, ou mesmo sofisticados abrigos de natureza militar para altas individualidades, como há quem diga na zona, não se sabe. Nem se pode saber, porque as instalações são, por definição, secretas.

E à entrada da obra, mesmo em frente ao antigo mercado das Galinheiras, um painel informativo da Presidência do Conselho de Ministros (PCM) engana propositadamente os cidadãos mais desatentos: “Reabilitação e reconversão do Forte da Ameixoeira, Construção de edifício de formação e social”, diz o cartaz.

A verdade, contudo, foi transmitida à Assembleia da República, em Fevereiro do ano passado, pelo secretário-geral do Serviço de Informações da República Portuguesa, estrutura na qual se integra o SIS. De acordo com os relatos então feitos na imprensa, Júlio Pereira confirmou aquilo que a revista Visão noticiara dias antes e que fora imediatamente desmentido pelo Governo: o Forte da Ameixoeira vai efectivamente receber a sede do SIS.

Em resposta escrita à Visão, o patrão da espionagem nacional negou-se, contudo, a adiantar pormenores, nomeadamente sobre o custo dos trabalhos e até sobre a identidade do empreiteiro. “Não pode ser revelada, por motivos de segurança”, assegurou. Mas a avaliar pelo painel de informação pública montado junto ao forte, a PCM tem uma opinião diferente. Lá se diz que a obra foi adjudicada à empresa Teixeira Duarte, que o projecto é do gabinete de arquitectos Atelier da Cidade e que o prazo de execução é de 330 dias.

Como a empreitada teve início em Janeiro, é de esperar que tudo esteja concluído em Dezembro. Nessa altura, os moradores dos bairros sociais da Ameixoeira e das Galinheiras passarão a contar com um inesperado contributo para a sua segurança. “Se eles vêm para aqui isto vai passar a ser muito mais controlado pela polícia. Venham eles...”, dizia um taxista residente na zona.

Poucas centenas de metros abaixo, o antigo quartel do Grafanil, que estava igualmente abandonado há muito, foi também transformado, no ano passado, em sede do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro de GNR, uma força especial, vocacionada para intervir em situações de emergência, nomeadamente no combate aos fogos florestais. No exterior, porém, nada identifica as instalações como pertencendo à GNR. “Aquilo também é dos secretas”, garante um idoso a quem os novos vizinhos não foram apresentados.

 

Ver http://jornal.publico.clix.pt/magoo/noticias.asp?a=2007&m=08&d=26&uid=&id=227394&sid=49389

publicado por Sobreda às 00:50
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Domingo, 2 de Setembro de 2007

Atrasos no Eixo Norte-Sul

Apesar de o Ministro das Obras Públicas ter marcado novo prazo e afirmado que tudo estaria concluído em Abril passado, o último troço do Eixo Norte-Sul deverá apenas abrir em Outubro, ou seja, com mais seis meses de atraso, pois falta acabar o viaduto sobre a Av. Padre Cruz e a Rua do Lumiar.

Prometido e adiado há mais de 20 anos, o Eixo Norte-Sul está agora a registar aquele que talvez seja o seu último atraso. A conclusão dos trabalhos do troço final, entre a Av. Padre Cruz e a CRIL, junto ao túnel do Grilo, foi anunciada pelo ministro das Obras Públicas em Novembro de 2006 para Abril deste ano.

Acabados há meses, com acessos, sinalização e vedações, estão os 3,7 km que ligam o termo do viaduto da Padre Cruz à CRIL, sendo visível do Alto da Ameixoeira, o tapete de três vias de circulação em cada sentido que se estende, pronto a ser utilizado, em direcção ao Lumiar e, para o lado contrário, a Camarate e ao túnel do Grilo, já no concelho de Loures.

No total, este lanço apresenta quatro viadutos, oito passagens superiores, três inferiores, um pequeno túnel junto ao Forte da Ameixoeira e quatro nós de ligação desnivelados: Ameixoeira, Alto do Lumiar, Camarate e CRIL. A parte respeitante à ligação da Ponte 25 de Abril à zona do Lumiar está aberta à circulação há vários anos, desembocando desde então, e quase sempre em longas filas de trânsito, na Av. Padre Cruz e, já agora acrescente-se, inacreditavelmente sem iluminação nocturna no acesso do Lumiar ao Eixo Norte-Sul em direcção a Telheiras.

Será que a Junta de Freguesia, decorridos tantos meses de obras, nunca se lembrou de alertar a CML para esta grave falha na segurança rodoviária?

 

 

Para que a ligação da Ponte à CRIL fique completa e, entre muitas outras melhorias no trânsito, permita retirar da Segunda Circular uma parcela significativa dos veículos que por ali se dirigem em direcção à A1, falta acabar uma extensão de 700 metros e 32,4 metros de largura, que obrigou à demolição de vários prédios e tem ainda uma zona central por betonar, para além de acabamentos específicos aprovados por unanimidade na Assembleia de Freguesia.

De acordo com a Estradas de Portugal, o consórcio Lena Construções/MSF deverá dar o trabalho por concluído “na primeira quinzena de Outubro”. Num discurso proferido em 27 de Fevereiro do ano passado, Mário Lino tinha afirmado que tudo ficaria pronto “até Abril de 2007”. Qual o porquê destes atrasos? O jornal Público quis saber as razões de mais este atraso e se o consórcio tinha sido penalizado pelo facto, mas não obteve resposta da Estradas de Portugal.

 

Ver “Último troço do Eixo Norte-Sul deverá abrir em Outubro com mais seis meses de atraso” IN Público 2007-08-28

Foto: URL http://viveraltadelisboa.blogspot.com/2007/08/o-eixo-virio-que-divide-o-lumiar.html com agradecimentos a Mário Oliveira e Pedro Veiga

publicado por Sobreda às 10:12
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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

Ameixoeira de inauguração em inauguração

A SCML inaugurou, ontem, um centro comunitário destinado a servir a população da Ameixoeira. Para já o novo equipamento - que surge de uma parceria entre a SCML e a Fundação Aga Khan - custou 549 mil euros e engloba uma creche (com capacidade para 35 crianças, com idades compreendidas ente os quatro meses e os três anos e que deverá abrir na próxima segunda-feira), um centro de inovação comunitária (apoios à família, a iniciativas comunitárias, como a criação de negócios, entre outros), e um espaço de inclusão digital (acesso grátis à Internet, formação e certificação de competências básicas de tecnologias).

Ficou a promessa de, até ao final do ano, o centro vir a ser dotado com mais equipamentos, com os quais o investimento total rondará os 898 mil euros. Desta verba, cerca de dois terços saiu dos cofres da SCML, enquanto o restante será financiado pelo programa comunitário EQUAL.

A nova infra-estrutura poderá ter agradado aos mais novos e respectivas famílias. Mas já entre os mais velhos foi perceptível algum desapontamento. “Isto é bom para quem tem filhos e os vai poder deixar na creche, ou para os jovens, que vão aprender a mexer nos computadores”, desabafava uma moradora de 79 anos. A falta de um espaço vocacionado para os mais idosos mereceu-lhe uma nota de lamento. “Nós, os velhos, precisávamos é de um convívio, onde pudéssemos jogar às cartas e passar o tempo”, observou 1.

Há exactamente um ano, a população da Ameixoeira passara também a contar com uma “Casa da Cultura”, um espaço dedicado a festas, formação de informática, alfabetização e apoio social. As suas instalações estariam preparadas para uma grande diversidade de valências, entre as quais a formação em informática, ensino recorrente, alfabetização, incluindo acções de animação, como casamentos, baptizados e festas, designadamente ciganos.

A organização de actividades ficara partilhada entre três entidades e representantes da comunidade local. Só que, apesar de inaugurada com pompa e circunstância 2, a Casa tem-se mantido encerrada sem actividades, visto a nomeada comissão de gestão não estimular o seu funcionamento regular. É que, inaugurar é fácil...

1. Ver http://jn.sapo.pt/2007/07/03/pais/ameixoeira_ganha_centro_comunitario.html

2. Ver www.rtp.pt/index.php?article=247557&visual=16&rss=0

publicado por Sobreda às 16:13
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