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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Associação de Residentes de Telheiras reuniu com a administração da EPUL

O Presidente do Conselho de Administração da EPUL e a direcção da Associação de Residentes de Telheiras (ART) 1 reuniram, no passado dia 7 de Setembro, enquadrando-se o encontro num dos objectivos pragmáticos do Plano Estratégico da EPUL para 2009/2013: promover uma interacção entre a actividade da empresa e os seus parceiros locais, de forma a tornar a EPUL numa empresa sustentável, com responsabilidade social e ambiental.

No encontro, a presidente da ART, Cidália Figueiredo, informou o presidente do Conselho de Administração da EPUL que a Associação pretende “fazer de Telheiras uma cidade moderna, bonita, sustentada, vivida com gente” e “com sentido de bairro”.
Nesse sentido, a responsável transmitiu ao presidente da EPUL um conjunto de preocupações, fora do âmbito da acção da EPUL, que se prendem com a densidade de construção no local levada a cabo por uma empresa privada, como o desordenamento do trânsito, a falta de equipamentos desportivos e de circuitos de manutenção ou ainda as complicações decorrentes da existência de dois estádios de futebol, nos limites geográficos do bairro.
De igual modo, a ART apelou ao Presidente da EPUL que promova a criação de hortas pedagógicas em Telheiras, proceda a uma gestão cuidada dos arranjos exteriores aos edifícios, que tenha em conta os vastos recursos hídricos de Telheiras quando fizer construção nova.
A ART apelou ainda a que a EPUL ajude a Associação a ter uma sede, uma vez que a mesma completou 20 anos de existência e se defronta com a falta de espaço, na Rua prof. Mário Chicó.
A EPUL acolheu, com agrado, a sugestão de serem criadas hortas pedagógicas em Telheiras, afiançando que vai apoiar o projecto, disponibilizando-se também para ajudar nos legítimos interesses dos habitantes de Telheiras nas suas áreas de preocupação 2.
 
1. Ver www.artelheiras.pt/pages/index.php
2. Ver www.epul.pt/?id_categoria=8&id_item=240
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publicado por Sobreda às 00:05
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

‘Guarda-sol Amarelo’ numa aldeia dentro da cidade

«Como podemos pensar a comunidade de hoje em dia numa cidade cada vez mais impessoal, invadida e abandonada todos os dias? O grupo Teatroàparte, de forma arrojada e criativa, propõe-nos, através de um exercício pessoal e colectivo, uma reflexão sobre esta temática com o seu mais recente projecto, ‘Guarda-sol Amarelo’.

A peça está em cena e prolonga-se nos dois próximos fins de semana na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, demonstrando uma vez mais o porquê deste grupo de teatro ser um objecto atípico nos dias que correm.
“Recordo com um sorriso doce e nostálgico o que era ser criança em Telheiras. Essa Telheiras que já apenas suspira por baixo de prédios ricos e de uma azáfama constante.” É com esta recordação de um tempo que deixou de o ser mas que, ao mesmo tempo, evoluiu para um conceito de comunidade de século XXI, que somos invadidos ao ver ‘Guarda-Sol Amarelo’, peça do grupo de teatro Teatroàparte, que nasceu e vive dentro de Lisboa, em Telheiras.
Telheiras é um sem dúvida um caso especial não só pelas características de ‘aldeia’ dentro de uma cidade cosmopolita que mantém, mas também pela mobilização que os seus habitantes, devido à sua cultura, idade e predisposição mantém em relação a outras ‘aldeias’ dentro da cidade onde habitam de pessoas de idade já bastante avançada.
Através desta vontade surgiu o profícuo grupo de teatro Teatroàparte, que conta já com 12 anos de idade e com uma miríade de trabalho que atinge o clímax com a sua nova peça de Teatro: ‘Guarda-Sol Amarelo’.

 

 

Esta peça não é inocente e era, de certa forma, inevitável, tendo estado apenas a marinar de forma lenta para explodir com a dose certa de criatividade. Para quem segue o trabalho activo deste grupo de pessoas, cujo conjunto advém dos inputs de cada um, sabe que não é fácil gerir um grupo tão heterogéneo com idades e backgrounds tão diversificados. Saber aproveitar esta massa criativa e orientá-la para um resultado desta índole não é certamente pêra doce. Contudo podemos afirmar com segurança que se atingiu esse objectivo de forma clara e de certa forma brilhante.
Com esta peça foi posta em prática um tipo de exercício que nem sempre consegue ser bem sucedido. Colocou-se a nu o mapa emotivo dos actores com interpretações e textos escritos por si próprios. “A primeira ideia foi uma espécie de Conferência, teatro documental e show num espectáculo. Começámos a trabalhar a partir da Telheiras espacialmente, das idades e também a partir dos mapas emotivos das pessoas e um retrato da cidade sempre tendo Telheiras como referência, mas sempre com uma ideia de universalidade”.
Esta ideia de universalidade ganha uma nova dimensão a partir da forma como os actores expõem parte das suas vidas, sem que com isso seja gratuito ou sensacionalista o que curiosamente cria uma sensação de partilha verdadeiramente gratificante, tornando esta experiência mais rica e indo ao âmago do que uma experiência cultural deve ter. Além deste contacto mais pessoal com os actores, a peça acaba por ser também “histórias de 35 anos de democracia portuguesa e do contacto intra-geracional com o que existiu pelo meio”.
O mito que dá nome à peça veio segundo a explicação de um dos seus membros como uma metáfora para uma mobilização pessoal: “Há um guarda-sol amarelo na mitologia da Associação de Residentes de Telheiras, entretanto, tornado seu símbolo gráfico. Mas o mito do guarda-sol amarelo, difundido na pequena brochura, é também uma realidade materializada. Sempre que alguma coisa está para acontecer, há uma campanha em curso, ou se torna urgente gerar mobilização, os chapéus abrem-se nas esquinas de maior movimento”.
Se certamente as pessoas vão discutir a relevância e ligação com o conjunto de algumas das interpretações, não vão certamente sentir-se defraudadas do conjunto e da ideia final que resulta.
O cenário, que é composto por uma maquete da ‘cidade’ de Telheiras, que acaba por servir os actores das mais diversas formas, “está muito relacionado com o projecto e com isso surgiu a maquete que seria a base que foi construída com materiais reunidos por toda a gente”.
Outro dos elementos que se utilizou de forma mais presente pela primeira vez numa peça do grupo foi uma câmara. Esta experiência veio enriquecer o trabalho, pois “a multimédia acabou por complementar a cenografia o que fez com que a maqueta ganhasse vida pelas brincadeiras que fizemos com a escala”.
O rumo sócio-cultural que Portugal segue nos dias de hoje está na ordem do dia, e cada vez mais se reflecte acerca do conceito de comunidade, ou da falta dela. O Teatroàparte veio, uma vez mais, e desta vez de forma explícita, reforçar que ainda existe em Lisboa esse sentimento, com uma memória colectiva muito portuguesa destes 35 anos de democracia portuguesa, independentemente dos interesses particulares».
 
Ler ‘Guarda-sol Amarelo’ por Tiago Gil Batista IN www.semanario.pt/noticia.php?ID=4794
Ver também http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/470068.html
publicado por Sobreda às 01:05
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Teatroàparte apresenta ‘Guarda-sol amarelo’

 

Mês de Maio é o mês do teatroàparte passar pelo palco. E cá estão eles a partir de hoje mais uma vez.!

O teatroàparte vai levar a cena mais uma peça: “Guarda-sol amarelo” (será que este nome não vos diz nada?). É uma criação colectiva (a terceira em 12 anos), uma meditação sobre a cidade feita por 30 cabeças, 60 mãos, algumas miniaturas, umas maquetes. É sobre estarmos aqui. E é uma espécie de construção em andares da nossa história recente (os 35 anos desta democracia) feita em cima dos mapas emotivos das ruas por onde andamos.

Como vem sendo hábito desde 2004, o espectáculo terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras. As datas são as seguintes:
- sexta-feira, 15 de Maio, 22h
- sábado, 16 de Maio, 22h
- sexta-feira, 22 de Maio, 22h
- sábado, 23 de Maio, 16h e 22h
- sexta-feira, 29 de Maio, 22h
- sábado, 30 de Maio, 22h
Os bilhetes (ao preço de 5,00 euros - o teatroàparte continua sem inflação!) podem ser reservados pelo 965 577 545 (e têm que ser levantados até meia-hora antes do início do espectáculo - por favor, respeitem este ponto).
Como se sabe, os espectáculos têm esgotado a maioria das sessões, pelo que não demorem a decidir-se (até porque desta vez só há sete sessões em vez das nove da passada peça).
Para o grupo teatral, toda a divulgação do espectáculo será muito bem vinda !
publicado por Sobreda às 00:16
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Domingo, 10 de Maio de 2009

2ª edição do HAJA CIRCO!

 

É já na próxima 3ª fª, dia 12 de Maio, que será inaugurada uma exposição de homenagem à Operação Nariz Vermelho, às 21h30 no Espaço Bento Martins, no edifício da Junta de Freguesia de Carnide.
Dia 15 (6ª fª) haverá um Worshop designado ‘À Procura do seu Palhaço Interior’, sendo as inscrições limitadas e que estão quase esgotadas. Aberto a todas as idades!
Dia 16 (Sábado) será o grande dia do Circo!
Aproveita-se para adiantar, em 1ª mão, que a ART vai organizar uma sessão pública circense no Dia Mundial da Criança, dia 1 de Junho, possivelmente junto aos jardins do Metro de Telheiras.
publicado por Sobreda às 01:47
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Alterações climáticas no Clube de Ciência

 

O Clube de Ciência da Associação de Residentes de Telheiras promove na próxima 5ª fª, dia 7 de Maio, pelas 21h30, nova palestra do Clube de Ciência intitulada ‘Alterações climáticas: realidade ou mistificação?’, a realizar na sede da ART.
A palestra será conduzida pelo meteorologista e climatologista Henrique Oliveira Pires. Conta-se com a participação de todos aqueles que puderem estar presentes!
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publicado por Sobreda às 00:54
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