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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Projecto para Terreiro do Paço criticado devido à adjudicação directa

 

O arquitecto responsável conceptual pelo estudo prévio para o novo projecto para a Praça do Comércio/Terreiro do Paço fez, na 3ª fª à noite, a fundamentação da proposta no auditório da Ordem dos Arquitectos, que encheu para debater o tema, numa cerimónia que resultou de uma parceria entre a Secção Regional Sul da Ordem e a Sociedade Frente Tejo, que adjudicou o trabalho.
Após a apresentação e fundamentação do projecto, auxiliada pela projecção de diapositivos, foi aberto um espaço de perguntas e respostas onde foram ouvidos elogios e críticas ao trabalho, designadamente quanto ao facto de não ter sido aberto um concurso público para a sua adjudicação.
O primeiro dos arquitectos a intervir sublinhou que, apesar da Sociedade Frente Tejo “ter legitimidade legal para fazer ajustes directos”, deveria ter sido aberto um concurso público para o projecto. “Estes regimes de excepção têm sido criados ao longo dos tempos a reboque de acontecimentos com legitimidade social [como o centenário da instauração da República] mas não cumprem a ética e a deontologia. Andamos a construir Portugal ao ritmo de cada festa que vai existindo”.
Esta crítica, que viria a ser acentuada por outros presentes, foi de imediato dirimida pela presidente da Secção Regional Sul da Ordem, que moderava o debate, alegando que deveria ser aproveitado o tempo para discutir e analisar os pormenores do projecto.
Também o responsável pela Frente Tejo não quis debater este assunto, alegando que quando tomou posse na sociedade já o projecto tinha sido contratado.
A resposta levou outro arquitecto a contrapor que, apesar de a decisão já estar tomada quando assumiu posse como presidente da Sociedade, tinha o poder de revogar o que já estava contratado, recebendo como resposta: “A decisão não foi minha. Mantive-a porque tenho toda a confiança pessoal e profissional”.
O debate em torno do estudo prévio do novo projecto assumiu a seguir a esta polémica uma vertente mais histórica e técnica com elogios e críticas ao projecto.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=136454
publicado por Sobreda às 01:03
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Condicionamento de trânsito na Baixa

A frente ribeirinha, nas Avenidas Infante D. Henrique e Ribeira das Naus, entre o Campo das Cebolas e o Largo do Corpo Santo (ao Cais do Sodré), vai ficar cortada ao trânsito deste ontem e durante um período previsível de quatro meses.

 

 

Este corte, para o qual a CML e a Carris têm vindo a divulgar alternativas de circulação, promete complicar a vida dos milhares de automobilistas que diariamente atravessam esta zona da cidade.
O corte de trânsito deve-se a um conjunto de empreitadas a cargo de diversas entidades: obras de consolidação do torreão poente do Terreiro do Paço pela Sociedade Frente Tejo, drenagem e saneamento pela Simtejo, construção de um colector de obras pluviais pela própria autarquia e substituição da conduta de abastecimento de água pela EPAL.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1365288
publicado por Sobreda às 00:19
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Loucuras urbanísticas em Lisboa

“A exposição sobre a Baixa Pombalina (localizada durante alguns meses na Praça do Comércio) encerrou como marco da total inactividade na área fundamental da reabilitação urbana.

Vem agora o vereador do Urbanismo anunciar a suspensão do PDM, para desenvolver não mais do que obras dispersas e empíricas, sem uma concentração pedagógica e estimulante na zona.
Além disso, por aquilo que conseguimos adivinhar nas imagens relâmpago e sem qualquer explicação que tentámos descodificar nas vídeo montagens dos projectos para o espaço público e intervenções em monumentos nacionais na Baixa, ficámos sem saber qual o grau de rigor das intervenções na perspectiva patrimonial.
Assim, sabemos que no Largo de Trindade Coelho pretende-se retirar o gradeamento na entrada da Igreja de São Roque, com o pretexto de fazer retornar a praça a uma situação original e pura... quando a Carta de Veneza nos diz claramente que o património posterior (gradeamento do século XIX) acumula as memórias de vivência do local.
Poderemos então perguntar... Seguem-se os gradeamentos das igrejas de São Nicolau e de São Julião? No caso da Igreja de São Julião e no plano conjunto com o Banco de Portugal parece que sim, além de que a depuração minimalista nos interiores pretende criar uma abertura envidraçada (!) no canto direito da fachada da Igreja de São Julião.
Definitivamente, desistiu-se totalmente da candidatura da Baixa a Património Mundial e do ‘master plan’ rigoroso na perspectiva patrimonial, ao nível da imagem histórica, tipologias e materiais que tal candidatura exigia e implicava.
Resta-nos a consolação da promessa de mais ideias loucas na gestão de uma cidade com um potencial histórico, patrimonial e cultural único entregue a eleitos sem capacidade para o reconhecer, valorizar e aproveitar”.
 
Ler António Sérgio Rosa de Carvalho, historiador de arquitectura IN http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090125%26page%3D23%26c%3DA
publicado por Sobreda às 02:54
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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

Café e pastéis de nata contra a crise no comércio

Durante uma semana, 2.500 compradores de prendas de Natal na Baixa lisboeta beneficiaram da oferta de um pequeno lanche, um ‘mimo’ que partiu da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, a que se somam outras iniciativas individuais, mas que os comerciantes consideram inútil se a zona continuar a ser ‘maltratada’.

Ao fazer compras, em alguns casos com um valor mínimo exigido, os compradores recebiam uma senha, que podia ser usada em pastelarias locais, para receberem um café e um pastel.
“Já falámos com as pessoas e toda a gente achou uma simpatia. Falta agora recolher as senhas consumidas e saber quantas pessoas foram efectivamente às pastelarias, mas as pessoas estão bastante satisfeitas”.
São pequenas atenções como esta que, a par do profissionalismo, do atendimento pessoal e do conhecimento do produto, diferenciam o comércio tradicional dos centros comerciais, que procuram oferecer ‘tectos’, estacionamento e espaços de entretenimento, como salas de cinema, mas não simpatia personalizada.
A “loja que disser que não está com dificuldades, está a mentir, porque isto afecta todas as classes”, afirma. “A crise é enorme, não haja ilusões”, concorda o gerente de uma loja centenária loja. E, “se criarem dificuldades para se chegar aqui, não vale a pena ter as ideias mais fantásticas. O preço do estacionamento é um escândalo, se tiver um buraco à porta a CML não o tapa em 24 horas e até já estivemos três meses com os candeeiros intermitentes”.
“Todos gostaríamos de dar melhores condições aos clientes, mas isso não está nas nossas mãos”. Um café e um pastel de nata foram apenas uma forma original de “cativar pelo pormenor”. Falta agora a CML passar de intenções, planos e mais projectos para a execução de obra visível na cidade.
 
Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1061955
publicado por Sobreda às 02:06
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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Reabertura de processos urbanísticos para a Baixa Chiado

A CML aprovou, na passada 4ª fª, 39 processos urbanísticos para a Baixa-Chiado, que dizem respeito a 171 fogos, 35 mil metros quadrados de comércio, 25 mil metros quadrados de serviços e um hotel com 50 quartos.

A área da Baixa estava “bloqueada há 14 anos no PDM”, tendo as medidas preventivas publicadas a semana passada em Diário da República permitido a aprovação destes processos, entre os quais se encontra o projecto de arquitectura para a instalação do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino, designados de projectos “âncora” para a revitalização da Baixa Chiado.
O plano de pormenor prevê ainda a instalação de hotéis no Convento Corpus Chiristi, no edifício da Pastelaria Suiça e no quarteirão do Braz e Braz, bem como a reabilitação do quarteirão da Bertrand do Chiado.
A vereadora do PCP Rita Magrinho contestou alguns dos processos aprovados para a Rua do Arsenal e Travessa do Cotovelo, por implicarem um aumento de pisos, o que virá prejudicar “as vistas de quem vivem naquela encosta”.
O movimento Cidadãos por Lisboa pretendia ainda aproveitar o momento para fazer aprovar a afectação de parte dos fogos a reabilitar na Baixa a “arrendamento jovem ou a custos controlados”, por considerar ser “uma oportunidade histórica única para a revitalização, mas acompanhada de outras medidas”, sem ser mera aprovação de processos, numa capital que constitui a maior cidade universitária do País, com 100 mil estudantes (um quinto da população).
A CML aprovou igualmente a aquisição de um edifício no Largo de São Miguel, em Alfama, para a instalação do futuro Museu da Comunidade Judaica, equipamento que poderá “reconhecer o contributo excepcional que a comunidade deu à cidade e valorizar o espólio que a comunidade tem acumulado”.
O presidente da CML sublinhou que a criação deste Museu se inseria nas iniciativas do ano europeu do diálogo intercultural, a par da inauguração do núcleo museológico da antiga cidade islâmica, no Castelo de São Jorge, e da criação do Museu de arte contemporânea africana ‘África.cont’, a instalar nas Tercenas do Marquês.
A CML aprovou ainda a construção da escola básica e do jardim-de-infância da Pena, bem como de um jardim-de-infância no Lumiar e obras de beneficiação na escola básica 67 do Bairro Padre Cruz, em Carnide.
 
Ver Lusa doc. nº 9128564, 17/12/2008 - 22:44
publicado por Sobreda às 01:39
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