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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Natal das Bibliotecas em Lisboa

A Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa organiza, até ao fim do ano, um conjunto de actividades para assinalar o Natal.
Todas as actividades são gratuitas, necessitando apenas de marcação prévia junto dos serviços de cada biblioteca.
O programa pode ser consultado em http://blx.cm-lisboa.pt/gca/index.php?id=1197
publicado por Sobreda às 21:10
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Itinerários sem bibliotecas

O projecto das Bibliotecas Itinerantes da CML funciona desde o ano de 1961, permitindo a consulta e a requisição de obras para leitura domiciliária, e divulgando as actividades das bibliotecas junto da população em geral, escolas e outras instituições.

Até há pouco tempo, existiam duas carrinhas de Bibliotecas Itinerantes da CML que vinham circulando em dois itinerários distintos, e que estacionavam, de 15 em 15 dias, em 20 locais pré-determinados, todos os dias úteis entre as 14 e as 18 horas, prestando serviços de difusão da informação junto dos leitores dos bairros mais populosos da cidade.

Para além disso, estas bibliotecas dispõem de um computador para consulta do catálogo colectivo BLX das bibliotecas da rede, facilitam o empréstimo de cd’s, cd-rom’s e dvd’s mediante pedido prévio, e disponibilizam materiais de divulgação com informação dos itinerários e actividades de animação.

Neste momento, segundo informação dos próprios serviços da Rede de Bibliotecas Municipais de Lisboa, as carrinhas itinerantes nº 1 e nº 2 estão paradas por motivo de avaria, não sendo previsível a data de retoma dos percursos 1. A comunicação social refere mesmo que o Serviço de Bibliotecas Itinerantes está suspenso há já mais de um mês 2.

Existe, porém, uma terceira carrinha itinerante a funcionar como fixa, mas apenas aos domingos e exclusivamente no Terreiro do Paço 3 no âmbito da tão publicitada iniciativa “aos domingos o Terreiro do Paço é das pessoas”, disponibilizando o Departamento de Bibliotecas e Arquivos da CML uma das suas três bibliotecas itinerantes para esse fim.

No entanto, o executivo municipal é de tal modo inoperante que não concebe uma solução tão simples como aproveitar esta terceira viatura para, pelo menos parcialmente, suprir o importante serviço de divulgação cultural das Bibliotecas Itinerantes aos lisboetas, assegurando desse modo parte da missão e dos percursos efectuados pelas carrinhas que se encontram entretanto paradas.

 

1. Ver http://blx.cm-lisboa.pt/gca/index.php?id=436

2. Ver Metro 2007-10-29, p. 8

3. Ver http://blx.cm-lisboa.pt/noticias/detalhes.php?id=361

publicado por Sobreda às 02:04
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Biblioteca a meio gás

A Biblioteca Municipal Maria Keil reabriu ao público no passado dia 10 de Julho, após prolongadas obras de reestruturação e requalificação. O equipamento, que demorou vários anos a ser revitalizado, apresenta uma nova dinâmica, com uma programação de actividades lúdicas e culturais, dirigidas a crianças dos 5 aos 12 anos de idade e suas famílias.

Localizada numa loja da Alto do Lumiar, numa zona em expansão urbana, caracteriza-se por uma grande diversidade cultural e um elevado número de crianças, que urge apoiar e acompanhar, oferecendo uma diversidade de actividades que se destinam a despertar o interesse pelo livro e pela leitura e pelas tecnologias de informação 1.

Importa destacar duas características. Primeiro, que cumpre a legislação vigente, no que se refere à acessibilidade nos equipamentos públicos, a pessoas portadoras de deficiência motora 2. Mas também que a oferta dos seus serviços se restringe a um horário demasiado limitado, tendo em conta as disponibilidades temporais e dificuldades socio-económicas de grande parte da população abrangida, designadamente a do Bairro da Cruz Vermelha.

 

1. Ver http://blx.cm-lisboa.pt/gca/index.php?id=1115

2. Ver http://blx.cm-lisboa.pt/gca/?id=1117

publicado por Sobreda às 02:03
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As 64 casas da Biblioteca

A antiguidade do Xadrez originou muitas lendas sobre a sua invenção. Apesar desta diversidade, há aspectos que são comuns à maioria das histórias, como aquele que atribui o seu aparecimento à necessidade de entreter personalidades importantes, como monarcas e chefes militares.

É o caso da lenda que tem por cenário as guerras entre Gregos e Troianos: terá sido durante o prolongado cerco de Tróia, que Palamedes, chefe do exército Grego, para ocupar o tempo dos seus soldados inventou um jogo chamado “Petteia”, que muitos consideram antepassado do xadrez.

Mas a versão mais consensual entre os praticantes é o de o Xadrez terá nascido na Índia, tendo a história como personagem principal um sábio de nome Sissa que, para ajudar o rei a ultrapassar a tristeza resultante da morte de um filho, inventou um jogo - num tabuleiro de 8 por 8 casas - que se chamava “Chaturanga”. Este rei ter-se-á entusiasmado desejando compensar o sábio pelos seus serviços. O sábio terá então pedido um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro de xadrez, dois grãos pela segunda casa, quatro pela terceira, oito pela quarta e assim por diante. Os matemáticos chamados a calcular o número de grãos de trigo que o rei teria de pagar ao sábio chegaram ao espantoso resultado de 18.446.744.073.709.551.615! Pelo que não havia terra suficiente para garantir tamanha produção.

Em Telheiras, a A.R.T. obteve da CML, no início da década, a cedência de dez tabuleiros. Com esse material passou a ministrar com regularidade aulas de iniciação aos mais jovens, tendo estes chegado a participar em simultâneas e torneios dos então Jogos de Lisboa. Mais tarde a A.R.T. optou por divulgar o xadrez junto da comunidade local e dos utilizadores da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro (BMOR), transferindo, por empréstimo, esses tabuleiros para esta biblioteca.

A curiosidade de aprender, a vontade de jogar, a presença de parceiros, a qualidade do espaço e sabe-se lá que mais motivações foram chamando e fidelizando jogadores à BMOR. Hoje há já muitos que não dispensam uma visita, às 4ªs fªs ao fim da tarde, à sala de leitura do rés-do-chão da BMOR para uma relaxante partida com dois entusiastas animadores do referido bairro.

Entre na Biblioteca e descubra também o jogo das ’64 casas’ que entusiasmou os reis de outros tempos e entusiasma de novo os jovens leitores de hoje.

 

Ver http://blx.cm-lisboa.pt/noticias/detalhes.php?id=320

Sábado, 27 de Outubro de 2007

Bibliotecas Itinerantes encostaram às ‘boxes’

O serviço de Bibliotecas Itinerantes da CML está parado há um mês, devido à avaria das duas carrinhas que faziam o percurso, referiu uma fonte da autarquia. As duas carrinhas que faziam o serviço efectuavam dois percursos diferentes, estacionando em 20 locais distintos da cidade, de duas em duas semanas, todos os dias úteis, entre as 14h e as 18h.

O serviço está inoperacional há quase um mês, já que os veículos estão “avariados e em reparação na oficina”, disse uma fonte ligada ao projecto, que disse não existir qualquer previsão de quando serão restabelecidos os percursos. Existe, no entanto, uma terceira carrinha, mas não itinerante, a funcionar, que disponibiliza um serviço semelhante, embora só aos domingos e apenas na Praça do Comércio.

Além de permitirem a requisição de obras, este projecto da autarquia lisboeta tem por missão divulgar os livros e as actividades das bibliotecas junto da população, deslocando-se também a escolas e outras instituições.

A CML iniciou este serviço em 1961, com dois veículos que estacionavam nos bairros populosos da capital. Poucos anos depois foram adquiridos outros dois pela câmara, tendo aumentado o número de locais que visitavam.

A nível nacional, o serviço de Bibliotecas Itinerantes foi lançado pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 1958, tendo sido a única fonte de cultura, durante o Estado Novo, de milhares de portugueses. Foram um sucesso até à década de 1980, altura em que os governos pós-25 de Abril começaram a investir na construção de bibliotecas fixas. A Fundação acabou por doar os veículos, com todo o seu espólio, às autarquias.

 

Lusa doc nº 7638412, 26/10/2007 - 16:25

publicado por Sobreda às 01:18
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Domingo, 23 de Setembro de 2007

Dar a vota... ao texto

O projecto ‘Dar de Volta’ já permitiu uma poupança de mais de 18 mil euros às famílias do concelho do Seixal que recorreram a esta iniciativa de reutilização de manuais escolares.

“Entregámos 1.217 livros ainda em vigor e recebemos 3.175 actualizados”, explicou Tatiana Sanches, responsável pelo projecto com sede na Biblioteca Municipal do Seixal. O número supera todas as expectativas para esta segunda edição, uma vez que em 2006 foram entregues apenas 400 manuais.

“Já conseguimos poupar cerca de 18 mil euros às pessoas”, conclui a bibliotecária, fazendo as contas a um custo médio de 15 euros por livro. “Há pessoas que conseguiram praticamente todos os livros que precisavam, só aí poupam muito dinheiro”, refere igualmente a funcionária Paula Fonte, frisando que “as pessoas ficam muito contentes quando levam os manuais”. Enquanto organiza os livros que vão chegando, Paula Fonte indica também que chegam à biblioteca “outras pessoas que precisam e que não têm tido sorte”.

É o caso de uma mãe de 43 anos, que conseguiu apenas três manuais do 8º ano para o filho. “Este ano foi pouco, poupei cerca de 48 euros”, explica a também estudante do 12º ano. “No ano passado arranjei todos os livros para mim, mas este ano ainda não consegui”, adianta. A estudar à noite, uma residente na Amora, pretendia poupar 96 euros, o preço dos três manuais que precisa. Como ainda não conseguiu, garante que vai voltar à biblioteca. “Vou voltar, porque assim como eu, que entreguei hoje [ontem] livros, pode haver pessoas que entreguem também”, anseia.

Por outro lado, um outro leitor de 47 anos poupou 30 euros, isto porque só conseguiu um manual. “Vim à procura de livros para um dos meus cinco filhos, mas ainda só há este”, refere o residente na freguesia de Fernão Ferro. “Costumamos comprar os livros, mas como este ano ele vai mudar de escola tentámos poupar”, acrescenta já com o livro do 10º ano de Introdução à Filosofia debaixo do braço.

Ao todo, o projecto ‘Dar de Volta’ recebeu, desde Junho, 7.309 manuais escolares, entre os quais 4.134 desactualizados que podem ser solicitados por todas as pessoas interessadas 1.

Trata-se de uma já antiga prática habitual do autor deste ‘post’ que, todos os anos, antes do início do ano lectivo, se dirige a uma das bibliotecas perto de bairros municipais para entregar, para oferta à comunidade, diversos sacos com literatura vária e livros escolares. Exerça também a sua cidadania: ofereça cultura em bairros que dela necessitam.

 

1. Ver http://jn.sapo.pt/2007/09/19/pais/reutilizacao_livros_poupou_mil_euros.html

publicado por Sobreda às 01:12
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