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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Entre o diálogo e uma nova greve na limpeza urbana

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) fizeram um balanço positivo de greve de quatro dias, referindo disseram que a greve ficou marcada pela “forte afirmação da capacidade de luta e de afirmação destes trabalhadores em defesa do seu posto de trabalho e do direito ao serviço público executado como tal e sob alçada total da Câmara Municipal de Lisboa (CML)”.

“Esta foi uma resposta significativa ao que estava em causa, que era a exigência da manutenção de todo o serviço de limpeza, varredura e remoção sob alçada da CML e o combate a qualquer tentativa de privatização anunciada já, numa primeira fase, para a Baixa/Chiado e a Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais”, considerou o presidente do STML.
Para este dirigente sindical, “os trabalhadores mostraram todo o seu descontentamento perante esta intenção do executivo camarário” e “o presidente da CML terá de tirar as devidas ilações”.
O presidente do STML exaltou ainda “o comportamento dos trabalhadores e a forte adesão à greve, na ordem dos 90%” e espera agora que o presidente da autarquia diga como está o processo de privatização do serviço em Lisboa. “Vamos solicitar uma reunião ao presidente da CML nos próximos dois ou três dias, para aquilatar se, perante este protesto, mantém a intenção de avançar com o processo ou não”, anunciou.
Lembrou ainda que os sindicatos querem “a suspensão total deste processo e a continuidade da exigência de munir o departamento de higiene urbana e resíduos sólidos da CML com os meios humanos e materiais necessários para continuar a fazer e desenvolver um serviço de qualidade na limpeza na cidade e na remoção de lixo”.
“Se o presidente da CML não atender a este protesto e aquilo que são as pretensões legítimas dos trabalhadores e exigências do sindicato, equacionamos continuar esta forma de luta sob todas as possibilidades que venham para cima da mesa, incluindo novas paralisações, se necessário, após audição dos trabalhadores numa nova ronda de plenários a realizar a 17 e 18 de Dezembro”, acrescentou.
O dirigente sindical considerou ainda que “o presidente da CML terá de ter uma postura diferente e dar uma resposta aos trabalhadores e sindicatos sobre o que pretende fazer do serviço de limpeza urbana da câmara de Lisboa e se está disposto a reflectir e arrepiar caminho”.
Por seu turno, um dirigente do STAL sublinha que o sindicato “valoriza a disposição do presidente da CML” para o diálogo, mas apenas se “estiver disposto a suspender o processo de privatização”. “Está aprovado um orçamento municipal já com verbas destinadas à contratação de empresas. Queremos que essas verbas sejam transferidas para a contratação de trabalhadores e aquisição de meios para a câmara poder fazer o serviço”, disse, rejeitando a ideia de que esta solução é temporária.
Nesse sentido, recordou que “o está agora a ser proposto é idêntico ao que foi feito com os espaços verdes e depois assistiu-se a uma desorçamentação dos mesmos e a um aumento das áreas de acção”.
Tendo como base a hipótese de os sindicatos convocarem uma nova paralisação para os dias após o Natal, o STML e o STAL já entregaram um pré-aviso de greve para os dias 26, 27 e 28 de Dezembro, explicando que “pode ser retirado se as soluções que nos forem apresentadas nos satisfizerem” 1.
Também a AML, na reunião da próxima 3ª fª, vai analisar 3 moções (do PCP, PEV e BE) de defesa dos postos de trabalho e de garantias da manutenção destes serviços de limpeza na esfera pública.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352790
publicado por Sobreda às 02:28
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Ratos, ratinhos, baratas e formiguinhas

Pais de alunos das escolas básicas números 34 e 91 e da Secundária D. José I, no Alto do Lumiar, encerraram os três equipamentos com a exigência de melhores condições de higiene nos refeitórios.
Os pais alegam que os refeitórios têm ratos e formigas que estão a criar problemas de saúde nas crianças, segundo contou uma funcionária da escola D. José I. Durante a manhã, professores das três escolas reuniram-se com a vereadora da Educação da Câmara de Lisboa para analisar o problema 1.
Deste modo, a Escola Básica número 34, no Alto do Lumiar, vai ficar encerrada para desratização hoje e terça-feira por decisão do conselho executivo e da Câmara Municipal, disse hoje à agência Lusa a vereadora da Educação
A vereadora acrescentou que a decisão de manter a escola encerrada foi tomada por unanimidade pela autarquia e pelo conselho executivo e garantiu que o estabelecimento “deve abrir 4ª fª”, ressalvando porém que só reabrirá quando o problema estiver “resolvido”.
Os trabalhos de desratização da Básica nº 34 estão a ser realizados pela autarquia e acompanhados pela autoridade de saúde. Segundo a vereadora, no final dos trabalhos a autarquia vai continuar a monitorizar o local, uma vez que é frequente aparecerem ratos naquela zona, nomeadamente devido às obras em curso no Alto do Lumiar.
A Escola Básica nº 34, que também dispõe de jardim-de-infância, é frequentada por perto de 300 alunos 2.
 
1. Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1022784
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=112097
Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Um ano de mandato adiado

Das principais promessas eleitorais do actual presidente da CML anunciadas como prioritárias, nem todas as medidas que o candidato socialista anunciou foram concretizadas 1:
- Acção de limpeza de emergência geral da cidade, centrada na recolha de detritos, lavagem de passeios e remoção de cartazes ilegalmente afixados. (Há uma opinião quase generalizada de que a cidade continua suja 2).
- Recuperação das passadeiras de peões, dando prioridade às situadas junto de estabelecimentos de ensino (Uma aluna do Lumiar morreu atropelada no mês passado. O presidente da CML mandou apurar responsabilidades por os serviços camarários não terem pintado a passadeira em causa. Até hoje, nada mais se soube).
- ‘Tolerância zero’ para o estacionamento em segunda fila ou em cima do passeio (Continuam a existir infracções deste tipo por toda a cidade).
- Assinatura de um contrato de saneamento financeiro com o Governo (O Tribunal de Contas considerou o plano de recuperação da autarquia pouco credível e pediu a sua reformulação).
- Iniciar o desvio do tráfego do Terreiro do Paço, começando por encerrar aos domingos as vias laterais do Terreiro do Paço e o troço da Ribeira das Naus entre o Largo do Corpo Santo e o Campo das Cebolas (A iniciativa tem-se revelado um fracasso, porque a população não tem acorrido aos eventos ali promovidos pela autarquia).
- Retomar obras paradas por falta de pagamento aos empreiteiros (Empreiteiros e outros credores da CML têm vindo a ser pagos pelo município).
- Reforço da Polícia Municipal em 150 efectivos (efectuado).
 
1. Ler artigo de Ana Henriques IN Público 2008-07-21
2. “As ruas de Lisboa estão cheias de cocó”. A crítica não partiu do vulgar cidadão, mas da mandatária para a juventude na campanha do presidente da CML, a actriz Margarida Vila-Nova.
Também o ex-vereador da CML Rui Godinho teceu também reparos ao actual sistema de recolha do lixo. As promessas do presidente da câmara de limpeza geral da cidade ficaram no tinteiro, e a sujidade das ruas tem sido tema recorrente de conversa nos últimos meses, quer entre as diferentes forças políticas representadas na autarquia, quer entre habitantes e turistas.
“Não notei muita diferença em relação ao Brasil”, observava um médico acabado de chegar de Mato Grosso, a quem a falta de limpeza dos espaços públicos saltou à vista logo que aterrou. No Largo do Camões, onde tinha ido às compras, o postal turístico dificilmente podia ser pior, com os degraus que servem de base ao monumento cobertos de escorrências já secas de bebidas de várias proveniências e a calçada portuguesa ali mostra um canto tão encardido que mal se notavam os desenhos. Quando o turista por ali passou, já a imundície se acumulava há muitos dias.
“A cidade continua suja e pouco amigável”, escreveu a presidente da AML, num artigo publicado num semanário deste fim-de-semana.
Já o arquitecto Manuel Graça Dias desvaloriza o problema. “Podemos ter uma cidade com imensa qualidade, apesar de as ruas estarem um pouco sujas e sarapintadas com graffiti”, contrapõe. “O que aqui vemos é uma cidade moderadamente suja. E é mais importante que não chova nas casas e que estas tenham casas de banho do que estar tudo muito asseado por fora, como no Portugal salazarista, e numa miséria por dentro”.
Ler entrevista ao arquitecto IN “Câmara parece estar no bom caminho, mas já podia ter feito algo pelos transportes”, Público 2008-07-21.
publicado por Sobreda às 01:30
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Sábado, 21 de Junho de 2008

Telheiras infestada por um surto inesperado de baratas

O aparecimento ‘inesperado’ de colónias de baratas em vários prédios na zona de Telheiras está a preocupar vários moradores, que alegam que esta situação ‘nojenta’ se deve à falta de limpeza dos esgotos na zona.
Uma moradora de 34 anos, residente na Rua Professor Mário Chicó há 26 anos, em Telheiras, conta que “nunca tinha acontecido tal coisa” no prédio onde reside. O ‘surto’ de baratas verifica-se desde o Verão do ano passado e agrava-se com o calor, não sendo a única moradora a queixar-se: “Temos convivido com esta situação e não há desbaratização, feita no local, que nos valha, já que o problema dos esgotos se mantém”.
“No Verão passado, o meu vizinho de cima queixou-se do facto de ter a casa invadida por baratas”, contou a moradora, acrescentando que já matou quatro em dez minutos esta semana em sua casa.
Segundo uma empresa gestora de condomínios, a responsabilidade de limpeza dos esgotos pertence à CML que, como “não o tem vindo a fazer, é por isso que este problema se agrava”. “Quando reclamei, disseram-me que a CML estava a tratar do problema e que havia mais reclamações de moradores da zona”, disse, pensando que a situação tinha sido resolvida com a redução de baratas no bairro no Outono/Inverno.
Com o regresso do calor, a situação repete-se, preocupando os moradores relativamente às crianças que habitam no bairro. “Parece-me grave que esta situação se arraste há um ano, tendo, aparentemente, a CML conhecimento”, exigindo que se tomem “medidas sérias e eficazes urgentemente”.
Por seu lado, a empresa de condomínios diz que a CML tem efectuado limpezas aos esgotos das ruas de Telheiras, mas este tipo de insectos não desaparece, antes pelo contrário, vai “instalar-se” agora nos prédios da mesma rua. Sendo assim, a melhor solução será, mesmo, segundo a mesma fonte, efectuar várias desinfestações nos vários prédios das ruas desta zona lisboeta, pois esta rua “não é a única” que está a ser afectada pela “praga de baratas”. “Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance”, garantiu a mesma fonte, alegando não ter a responsabilidade total sobre o assunto.
Confrontado, também, com as críticas, o director do departamento de Higiene Urbana, da CML, garante que a limpeza dos esgotos na zona de Telheiras tem sido, efectivamente, realizada nos últimos meses, pois a CML, quando solicitada, “actua sempre que é necessário”. De acordo com este responsável, a melhor solução para esta situação é a desinfestação nas zonas afectadas, tal como já foi efectuado em duas ruas de Telheiras, garantindo que em breve actuarão noutras ruas, esperando que a situação fique normalizada.
Os moradores duvidam destas medidas, por não assistirem a acções generalizadas de desmatação, desratização e desinfestação.
 
Ver Lusa doc. nº 8460044, 19/06/2008 - 15:18 e http://diario.iol.pt/sociedade/predio-telheiras-surto-baratas/964136-4071.html
publicado por Sobreda às 00:29
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Natal é quando uma Câmara quiser

A CML vai instalar bandas redutoras de velocidade e pintar cinco novas passadeiras - repetimos cinco (5), que luxo - na Baixa e repintar outras seis (repetimos seis - 6) em zonas comerciais para aumentar a segurança rodoviária na cidade.

Estas intervenções fazem parte da Operação Natal - Cidade Limpa e Segura, que contempla ainda um plano de limpeza das zonas da cidade com maior concentração de pessoas por causa das compras de Natal e um plano específico de lavagem de passeios.

Esta Operação implica um acréscimo de custos para a autarquia na ordem dos 48 mil euros, um aumento que o presidente da CML, considera ‘importante’, apesar de apenas abranger algumas zonas da capital. “É um esforço acrescido numa altura de muita dificuldade financeira, mas é importante nesta época, porque assim também se apoia o comércio”, referindo-se às zonas escolhidas para a operação de limpeza. Repete-se: é importante nesta época para ajudar o comércio, porque no resto do ano...

O plano de limpeza de passeios, que conta com a colaboração de uma empresa de produtos de limpeza, abrange várias zonas do centro da cidade, mas não passa dos terminais de transportes do Campo Grande e de Sete Rios. Para lá do Marão, perdão, da 2ª circular, quem quiser limpeza, que pegue na vassoura à porta de sua casa.

Já o plano de limpeza ‘Época Natalícia’ envolve as áreas da Baixa-Chiado, e outras zonas ‘nobres’ de comércio. E então, porquê apenas a limpeza no centro da capital? É que “esta zona tem de ficar um brinquinho. Isto é um cartão de visita da cidade”, disse o presidente da CML 1.

Apesar das zonas escolhidas serem das que mais frequentemente recebem campanhas de limpeza, a acção terá sido de tal modo inóspita que serviu para o olhar e as câmaras atentas de vários turistas terem aproveitado para tirar fotografias. Só é pena não terem vindo fazê-las para as zonas periféricas da cidade, onde durante o ano inteiro o lixo se amontoa e esvoaça pela via pública. É que tal não produziria qualquer mediatismo.

Mais uma vez todas estas campanhas de embelezamento da capital não passam geograficamente da Baixa e do Centro da cidade. São operações - necessárias é verdade - de cosmética, mas para turista ver. Vão lá perguntar aos moradores da periferia qual o grau de limpeza dos bairros das freguesias para cá da 2ª circular.

Pois é, não é só na outra banda que há desertos. ‘Jamais, jamais...’. Meros critérios natalícios, pois Natal será apenas quando uma Câmara quiser.

 

1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1310426&idCanal=59 e http://dn.sapo.pt/2007/11/13/cidades/seguranca_peoes_reforcada_baixa.html

publicado por Sobreda às 01:53
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Lumiar desprotegido - 14 (bis)

Há várias semanas atrás insistíamos neste blogue em alertar para a manutenção da crescente lixeira junto ao Parque de contentores no Paço do Lumiar 1.

Das fotos de novo agora obtidas, onde se divisa o Templo Hindu, verifica-se que a situação de acumulação de lixos se agravou, apesar de ter sido aprovada uma Moção na Assembleia de Freguesia do Lumiar, no passado mês de Setembro, exigindo a urgente reabilitação ambiental da zona 2.

Numa outra foto, onde por detrás da pirâmide de lixo se elevam ao fundo os edifícios da Alameda Mahatma Gandhi, constata-se a novidade da deposição de um velho electrodoméstico no espaço envolvente aos contentores.

A admiração reside, apesar do projecto já existente na CML, dos repetidos alertas e decorridos vários meses 3, nos órgãos autárquicos persistirem em não tomar a iniciativa de promover qualquer intervenção de arranjo paisagístico do local, o que deixa os moradores perplexos. Nem executivo da Junta, nem vereador responsável por aqueles espaços.

É obra ! Ou pior, é falta dela !

 

1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121473.html

2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121797.html

3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/37853.html

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