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Sábado, 28 de Março de 2009

Relógios voltam a adiantar uma hora

A hora de Verão vai chegar no último domingo de Março, dia 29, devendo os relógios em Portugal ser adiantados 60 minutos em todo o país, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa.

Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios devem ser adiantados 60 minutos às 1h00 de 29 de Março, passando para as 2h00.
A mudança ocorre mais cedo na Região Autónoma dos Açores, onde, às 00h00 de 29 de Março, os relógios deverão ser adiantados uma hora 1.
A próxima mudança de hora, para a hora de Inverno, vai ocorrer no último domingo de Outubro, ou seja, dia 25.
Durante todo o período em que vigorar a hora de Verão, Portugal terá mais uma hora do que o tempo universal coordenado (UTC).
A mudança da hora prende-se com a necessidade de não haver desfasamento solar, aproveitando-se o melhor possível a luz nas diversas actividades 2.
 
1. Ver www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=137
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=129143
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publicado por Sobreda às 00:19
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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Era electrónica torna hora legal cada vez mais importante

Transferências de dinheiro, compra de acções, cadernos de encargos para um concurso de obras públicas, envio de um documento a um tribunal ou documentos por via electrónica tornaram-se correntes e é o tempo nelas marcado que agora conta. Se os programas de computador não tiverem a hora legal ajustada, podem constituir séria fonte de problemas.

Tudo isto pode ficar com o prazo de entrega comprometido pela diferença de um segundo no relógio do computador. Pode haver sérios conflitos de interesses desencadeados por essa diferença, confirma o director do Observatório Astronómico de Lisboa, que refere já ter havido para o Instituto que dirige e para a Comissão Permanente da Hora pedidos de parecer sobre a matéria.
“Antes, o grosso da nossa vida em termos legais, administrativos ou comerciais era feito com papéis e o que contava como selo do tempo era o carimbo dos CTT. Agora, os documentos são digitalizados e dão entrada por via electrónica”, sublinha chamando a atenção para a importância da sincronização com a hora legal seja em computadores pessoais, de empresas ou serviços.
Por exemplo, quando a Central de Compras do Estado passar em breve a só aceitar concursos por via electrónica pode haver quem perca adjudicações se estiver atrasado um segundo.
A banca e todo o mundo financeiro, incluindo a bolsa, são os mediadores com mais implicações nesta diferença de um segundo, que pode ditar que uma operação seja datada a 31 de Dezembro ou a 1 de Janeiro.
E isso pode dar azo a um grande imbróglio.
 
Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1064255
Temas:
publicado por Sobreda às 00:30
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Último segundo de 2008 vai acontecer duas vezes

As badaladas da meia-noite, para serem certas, devem este ano começar a bater com um segundo de atraso. Motivo: temos de acertar o nosso ritmo com a rotação da Terra. O marca-passo é feito nos relógios atómicos das entidades que, em cada país, têm a responsabilidade de zelar pela hora-padrão. No caso português, o Observatório Astronómico de Lisboa 1.

Este atraso em um segundo torna-se necessário para nos sincronizarmos melhor com a velocidade de rotação da Terra, pois a divisão do tempo dos dias e noites no nosso planeta em horas, minutos e segundos distribuídos por um ano foi feita e acordada em 1820. Desde então, no entanto, a rotação da Terra foi ficando mais lenta e os 86.400 segundos das 24 horas podem não corresponder exactamente ao tempo de uma rotação da Terra. A diferença, para mais, no tempo de rotação da Terra sobre si própria implicaria um notório desacerto, caso se fosse acumulando.
O desfasamento só foi notado na década de 60 do século passado devido à alta precisão dos relógios atómicos.
O Observatório Astronómico de Lisboa, encarregado de zelar pela hora padrão (o Tempo Universal Coordenado - TUC) já tem programada esta alteração, que será feita nos cinco relógios atómicos ali existentes. Trata-se de equipamentos que têm rubídio incorporado em estado gasoso. O rubídio tem propriedades metálicas quando se encontra em estado sólido. Os relógios com este elemento químico dizem-se atómicos porque utilizam as suas transicções electrónicas 2.
 
1. Ver www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=129
2. Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1064255
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publicado por Sobreda às 00:25
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Vem aí a mudança da Hora

No dia 26 de Outubro, tem início o período de “Hora de Inverno”. Assim, os relógios irão ser atrasados de 60 minutos às 2h00 da madrugada de Domingo em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 1h00.

Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 1h00 da madrugada de Domingo, dia 26 de Outubro, passando para a meia-noite (00h00).
A Comissão Permanente da Hora, criada pelo Decreto-Lei nº 34141, de 24 de Novembro de 1944, depende do Observatório Astronómico de Lisboa e tem por finalidade estudar, propor e fazer cumprir as medidas de natureza científica e regulamentar ligadas ao regime de hora legal e aos problemas da hora científica 2.
O ano de 2009 foi designado como o Ano Internacional da Astronomia 2.
 
1. Ver www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=85

2. Ver www.astronomia2009.org

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publicado por Sobreda às 02:35
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

O relógio da Igreja

 

Onde param o painel de azulejos policromáticos (de que só existe foto a preto e branco) e o ponteiro barroco que serviam de mostrador ao velho relógio da Igreja da Charneca do Lumiar?
 

Ver, com um agradecimento prévio ao Observatório, http://observatoriorelogioshistoricos.blogspot.com/2008/03/antes-e-depois-o-relgio-da-igreja-da.html

publicado por Sobreda às 00:58
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Domingo, 22 de Junho de 2008

Lisboa sem relógios acertados

 
Em Portugal não há “um único relógio público” que marque a hora legal, segundo Fernando Correia de Oliveira, o guia de uma visita pela relojoaria grossa de Lisboa, que decorreu no passado fim-de-semana.
Exemplo disso é o relógio da ‘Hora Legal’ do Cais do Sodré. “Recebia a hora directamente do Observatório Astronómico de Lisboa, na Ajuda, que emite a hora oficial de Portugal desde 1914/15, mas nunca funcionou muito bem.
Na década de 1980, o relógio mecânico foi retirado e colocado um relógio de quartzo - que do ponto de vista relojoeiro não tem qualquer valor. Nessa altura, deixou de estar ligado ao Observatório e como tal deixou de marcar a hora legal”, explicou.
O edifício no Cais do Sodré onde está o relógio tem a inscrição ‘Hora Legal’, o que pode levar os munícipes a acharem que aquela é a hora certa. Mas, “por vezes está atrasado e outras adiantado, o que já levou a direcção do Observatório a pedir que a inscrição fosse retirada”. O exemplar original está exposto em Alcântara.
Recorda-se que desde Novembro de 2007 que “um grupo de interessados” decidiu criar um novo blogue como “um instrumento de defesa dos relógios históricos de Lisboa” 2.
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=2F65781E-6531-4D5D-8543-4983B3059522&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
2. Ver http://observatoriorelogioshistoricos.blogspot.com
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publicado por Sobreda às 00:12
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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Hora de Verão

Os ponteiros do relógio vão adiantar 60 minutos na madrugada de domingo em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e dos Açores, correspondendo à hora legal de Verão, indica o portal do Observatório Astronómico de Lisboa 1.
Em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, os ponteiros serão adiantados uma hora à 01h00, passando para as 02h00. Na Região Autónoma dos Açores, a mudança é feita às 00h00, passando para a 01h00.
A hora muda no mesmo instante em todos os países-membros da União Europeia. De cinco em cinco anos, a Comissão Europeia estuda a existência da hora de Verão, que até 2011 é fixada à 01h00. 2
 
1. Ver www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=104
2. Ver http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200803288160221
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publicado por Sobreda às 23:12
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Hora de Inverno

No próximo domingo, dia 28 de Outubro, os portugueses vão poder dormir mais uma hora, já que às 2h vão ter de atrasar os seus relógios 60 minutos, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa 1.

Com a entrada na hora de Inverno, os relógios vão ser atrasados de 60 minutos às 2h da madrugada de domingo, em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para as 1h.

“A hora muda a nível europeu por decreto de lei sendo alterada no mesmo instante em todos os países membros”, recordou o subdirector do Observatório Astronómico de Lisboa. Ao contrário do que muitas vezes é dito a mudança da hora prende-se com a necessidade de “não haver desfasamento solar” e “não com questões económicas”.

A Comunidade Europeia faz estudos regulares para escutar os pareceres de todos os países, no sentido de verificar os indicadores mais e menos benéficos da mudança de hora. “Chegou-se à conclusão que a mudança de hora era a opção mais favorável, para as actividades económicas e para o próprio bem-estar das pessoas”, referiu.

Para se chegar a esta conclusão, “verificou-se o impacto da mudança de hora nas actividades do ser humano, no comércio, na indústria (da grande à pequena indústria), na agricultura e sobretudo no modo como a luz influencia a produtividade e o tempo de lazer das pessoas”.

A mudança de hora “é benéfica para Portugal”, porque se pode “aproveitar melhor as horas de sol”, apesar de Portugal não ser dos países mais afectados pela mudança de hora, devido à existência de grande simetria entre o número de horas do dia e da noite 2.

 

1. Ver www.oal.ul.pt/index.php?link=destaque&id=85 e ler a história da mudança da hora no URL www.oal.ul.pt/oobservatorio/vol12/n3/pagina5.html

2. Ver Lusa doc. nº 7629270, 24/10/2007 - 12:08

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publicado por Sobreda às 00:38
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Hora biológica

A Comissão Permanente da Hora, com sede no Observatório Astronómico, é a entidade consultada pelo Governo para se decidir a mudança de hora, mas o seu poder é facultativo, porque “esta é uma decisão da Comissão Europeia”.

O subdirector do Observatório Astronómico referiu, no entanto, que a mudança de hora não agrada a todos. “Quem tem actividades que dependem do sol prefere que a hora mude, mas quem, por exemplo, trabalha na bolsa ou com o comércio internacional o horário central europeu é a melhor opção”.

Portugal apenas uma vez, em 1992, não mudou os ponteiros dos relógios, quando o governo do então primeiro ministro Cavaco Silva decidiu por decreto-lei não atrasar os relógios para a Hora de Inverno e continuar a adiantar os ponteiro uma hora em Março, sem consultar a Comissão da Hora. “Os portugueses andavam às avessas com o sol, porque o dia nascia quando a actividade laboral e estudantil se encontrava a trabalhar há algumas horas, o que implicava maior consumo de energia durante a manhã”.

Segundo a EDP, “a mudança da hora não trás vantagens nem inconvenientes” para os consumos. Para a empresa, quando a hora é mudada, “não se verificam alterações de consumos na casa dos portugueses, nem na iluminação pública, porque é comandada por célula fotoeléctrica”.

Mas para alguns portugueses a adaptação ao novo horário é uma dura realidade. O não poder aproveitar o fim da tarde numa esplanada para relaxar, ou dar um passeio e o facto de se chegar a casa com a sensação de que é muito tarde e já não há luz para aproveitar o resto do dia, traz a sensação de que o dia é menos rentável.

“É como viver um jetlag, porque há uma descoordenação de hábitos”, explicou uma médica especialista do sono. “Vai ter efeitos diferentes se a pessoa é matutina ou vespertina”, acrescentou. Os portugueses vão despertar com maior claridade, sem ter de ligar as luzes, mas regressar a casa de noite, depois de um dia de trabalho ou de escola. “Isto é um problema sobretudo para as crianças, que se levantam muito cedo e chegam a casa de noite”, confirmou a neurologista.

No entanto, para a especialista “bastam 48 horas” para o corpo, biologicamente, se adaptar à nova realidade. “O mau estar nos primeiros dias após a mudança de hora é normal, porque as pessoas estão a habituar-se às diferenças de luz”, explicou a especialista. Para além disso, há a sensação de que há a necessidade de acender as luzes mais cedo e usar mais tempo a luz artificial.

 

Ver Lusa doc. nº 7629270, 24/10/2007 - 12:08

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publicado por Sobreda às 00:37
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