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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Longevidade em seminário

 

A Associação Inválidos do Comércio protagoniza em Lisboa desde 1929 uma resposta social organizada que assegura à população fragilizada pelas intempéries do tempo e a desatenção do poder instituído um envelhecimento condigno.
A ideia de encarar a velhice como um lado sombrio da vida e o envelhecimento como uma ameaça ao equilíbrio da sociedade sempre foi energicamente combatida pelos Inválidos do Comércio.
Nesse sentido, a Associação vai organizar um Seminário no próximo dia 13 de Março, no auditório do LNEC, sob o lema ‘O impacto da longevidade no séc. XXI’.
A instituição foi fundada em 1929, completando este ano o seu 80º aniversário.
 
Ver www.invalidos.org
publicado por Sobreda às 00:27
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Idosos deixam de aviar medicamentos por falta de dinheiro

A falta de dinheiro está a levar cada vez mais portugueses a abdicar de medicamentos receitados pelos médicos. As farmácias entendem o problema e, muitas vezes, cedem os remédios a troco da promessa de pagamento no final do mês

“Destes medicamentos qual deles me faz mais falta?” é uma pergunta que os farmacêuticos ouvem diariamente nas farmácias muito frequentada por idosos. A directora técnica de uma farmácia conta que acaba “por lhes dar os medicamentos” e ironiza que “qualquer dia tem de mudar de ramo” porque não consegue dizer “não” quando um idoso diz que não tem dinheiro para um remédio essencial para a sua saúde.
Para facilitar o acesso aos medicamentos, muitos clientes idosos pagam no final do mês, quando recebem a pensão. “Há pessoas que entram, perguntam o preço, hesitam e acabam por não comprar. Muitas vezes, são medicamentos com preços de dois e três euros”. “O que vale é que a farmácia me deixa pagar aos bocadinhos”, diz uma idosa, que, todos os meses, faz contas de cabeça para pagar a conta na farmácia. Os 200 euros da reforma mal chegam para as despesas do dia-a-dia.
Há por isso muitos idosos que estão semanas sem tomar medicamentos, à espera que chegue o dinheiro da reforma ou então aviam apenas parte da receita. “Nós colocamos os medicamentos receitados pelo médico em cima do balcão e eles escolhem os que querem levar”, diz uma técnica de farmácia. “São pessoas muito honestas”, frisou, revelando que os idosos pagam sempre as suas contas. “O pior é os mais novos, que muitas vezes se queimam por uma ninharia”.
Os “calotes” têm aumentado com a crise. “Estou há 13 anos nesta farmácia. Nos últimos dois anos tive mais pessoas a não pagar as contas do que nos restantes onze", assegura, acrescentando que também “trabalha muito com pagamentos no final do mês” 1.
O Movimento de Utentes da Saúde 2 alerta que o corte nas despesas com a saúde é uma “realidade triste”, principalmente quando são os idosos os mais afectados. “Os idosos com pensões mais baixas vivem com muitas dificuldades. Muitas vezes adquirem o medicamento, olham para a conta e deixam ficar parte desses remédios na farmácia”, afirmou o seu porta-voz do movimento.
É uma situação “preocupante” especialmente porque são “idosos cujas defesas em termos de saúde estão em níveis muito baixos e ficam piores porque deixam de fazer a medicação necessária”.
 
1. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=127703
2. Ver www.mus-portugal.org/index2.html
publicado por Sobreda às 00:22
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Aumento das rendas penaliza idosos

Para a Associação de Inquilinos de Lisboa (AIL) são os idosos os que mais vão ser penalizados com a possível actualização das rendas de 2,8%, ao considerar que este aumento vai afectar, sobretudo, os que têm menos recursos.

O presidente da Associação diz que o valor do aumento poderá ser superior à inflação, o que significa que, mais uma vez, os inquilinos vão perder poder de compra: “[Este aumento significa que] todos os anos os inquilinos estão a perder poder de compra dado que o valor do aumento é sempre superior ao valor da inflação”.
“As camadas mais afectadas são sempre as mais idosas, dado que também estamos a falar de contratos anteriores a 1990, o que não quer dizer que outras camadas menos idosas não estejam também nessas situações”, esclarece o presidente da AIL.
 
Ver www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&ContentId=259927
publicado por Sobreda às 00:36
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Fragmentação, desertificação e envelhecimento

Para além de fragmentada, Lisboa é das cidades mais envelhecidas da Europa, no continente por sua vez mais envelhecido do mundo. A cidade perdeu mais de 30% dos seus habitantes nas últimas três décadas, abrigando hoje apenas um quinto da população da sua Área Metropolitana (AML).
Porquê? Desde logo porque, entre 1991 e 2003, o ‘stock’ habitacional da AML aumentou a um ritmo médio de 2,3 novas casas por hora, a maioria das quais construídas fora de Lisboa ou do seu centro. Hoje, haverá cerca de duzentas mil casas vagas em boas condições na AML (num sem número de “novas centralidades”), sendo Lisboa uma das cidades mais desertificadas e fragmentadas da Europa.
Por outro lado, nas últimas três décadas, Lisboa perdeu quase três quartos das crianças (mais de cem mil), sendo, actualmente, os idosos (65 ou mais anos) quase um terço da sua população. Ou seja, para além de fragmentada, Lisboa é, também, das cidades mais envelhecidas da Europa (que é, por sua vez, o continente mais envelhecido do mundo).
É de espantar que uma das cidades mais belas e com maior potencial possa chegar a um tal extremo de fragmentação, desertificação e envelhecimento. Terá sido por falta de visão ou de coragem dos seus diversos responsáveis políticos? Ou por falta de poder efectivo? E os habitantes de Lisboa, porque razão não exigem e se apropriam mais da sua cidade?
Desejável ou indesejável, é um facto que o nosso futuro será cada vez mais urbano. Actualmente, quase metade da população mundial já habita em espaços urbanos. Assim, as cidades serão alavancas cada vez mais importantes para a competitividade e a coesão social dos países, bem como para a qualidade de vida e a felicidade dos seus cidadãos.
A questão é, portanto, como tornar as cidades lugares vibrantes, nas dimensões económica, social, cultural e ambiental. Haja por isso vontade e audácia, sr. presidente da CML.
Ver http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/1133706.html
publicado por Sobreda às 00:26
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Fórum social sénior

Decorreu hoje, no auditório do Colégio São João de Brito, o II Fórum Social Sénior, encontro organizado pelo Grupo Interinstitucional de Apoio a Idosos da Alta de Lisboa.

Este encontro, cujo objectivo principal era o de reunir técnicos e utentes das várias instituições de apoio à Terceira Idade, para troca de experiências e elaboração de estratégias de trabalho, teve este ano como tema de fundo “O envelhecimento activo”, tendo contado com a participação de inúmeros especialistas na área da gerontologia, saúde, terapia ocupacional, entre outras.

O encontro contou, entre outros, com a participação das Juntas de Freguesia da Ameixoeira, da Charneca, do Lumiar, das Associações Portuguesas dos Familiares e Amigos do Doentes de Alzheimer e da dos Doentes de Parkinson, da Faculdade de Motricidade Humana, do Banco de Voluntariado da CML, do Banco do Tempo, do Centro de Saúde do Lumiar.

 

Ver Global notícias 2007-10-25, p. 4 e Programa em www.cm-lisboa.pt/?id_item=14996&id_categoria=12

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publicado por Sobreda às 21:57
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