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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

CDU acusa SIC de favorecer PS e PSD - Lisboa exige «igualdade de oportunidade»

A CDU, em carta ao Director de Informação da SIC, exigiu «igualdade de oportunidade» para o esclarecimento público, em virtude do debate que esta estação de televisão realizou, na passada semana, apenas, com os candidatos do PS e do PSD para a Câmara de Lisboa, deixando Ruben de Carvalho, primeiro candidato da Coligação, de fora.
«A SIC está necessariamente a ocultar as suas opiniões, projectos e críticas [de Ruben de Carvalho] – que os cidadãos irão avaliar em sede de votação nas eleições autárquicas marcadas pera 11 de Outubro», acusa a CDU, que foi a primeira força política a divulgar publicamente os seus candidatos aos órgãos do município de Lisboa, no dia 26 de Março de 2009.
«A SIC, não convidando Ruben de Carvalho para o debate no “Jornal da Noite”, omitindo as ideias da CDU para a cidade de Lisboa, falha o seu dever de isenção e não cumpre a sua obrigação de dar a conhecer outros candidatos e suas ideias», acrescenta a Coligação, criticando ainda a estação de televisão de procurar «objectivamente influenciar o resultado eleitoral a favor das candidaturas do PS e do PSD».
No documento, a Coligação, «a única candidatura alternativa para a cidade de Lisboa», recorda também que a SIC «está obrigada ao princípio do pluralismo democrático, devendo promover a divulgação plural de ideias ao abrigo do princípio da igualdade de tratamento – como determina a lei». A SIC já foi, entretanto, advertida pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), sobre um debate ocorrido no dia 19 de Junho de 2007.

 

Jornal "AVANTE" de 06.08.2009

publicado por cdulumiar às 10:40
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

CDU exige que a RTP cumpra a Lei!

 

 

 

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Na concentração realizada da RTP, a CDU exigiu da RTP o cumprimento da lei, que esta violou realizando apenas entrevistas aos candidatos do PS e do PSD à Câmara de Lisboa, no quadro da mega-operação de falsificação da realidade política da capital destinada a tentar convencer os eleitores que estão condenados a escolher entre dois candidatos da mesma política de direita.

 

Carta entregue à RTP durante a concentração

 

À Direcção de Informação da RTP

A RTP, no Programa “Grande Entrevista”, entrevistou sucessivamente Pedro Santana Lopes e António Costa, primeiros candidatos do PSD e do PS candidatas à Câmara Municipal de Lisboa.

Na entrevista de António Costa, a entrevistadora anunciou a abertura de um novo ciclo de debates, agora com os secretários-gerais dos partidos, dando por encerrado o ciclo com os candidatos à CML.

Estando marcadas eleições autárquicas para 11 de Outubro e estando já apresentado publicamente desde 26 de Março de 2009, o primeiro candidato da CDU à CML, Ruben de Carvalho, não é admissível a sua exclusão do ciclo de entrevistas.

Não é admissível no plano legal, porque estando marcadas eleições a RTP está obrigada a respeitar o princípio da igualdade de tratamento (Constituição da República e Lei 27/2007), tem ainda a RTP especiais responsabilidades em matéria de pluralismo e de isenção (Artº. 50º. /nº. s 1 e 2 da mesma Lei).

Acresce que a CDU não é apenas mais uma força que aparece para marcar presença em período eleitoral. A CDU tem uma história de ligação aos trabalhadores, bairros, movimento associativo e população da cidade, está ligada aos que de melhor foi feito em Lisboa nos últimos 33 anos. Foi a única força que no plano político fez frente à desastrosa política do PSD/ Santana Lopes / Carmona Rodrigues, tem um presente de combate a tudo o que é negativo e de apresentação de propostas para melhorar a vida em Lisboa.

A CDU é uma grande força autárquica em Lisboa, com dois vereadores. Preside a 8 freguesias, tendo mais de 150 eleitos nos vários órgãos autárquicos.

Ao excluir das entrevistas o cabeça der Lista da CDU e outros candidatos já anunciados, a RTP toma partido e assume-se como participante activo na tentativa de bipolarizar a campanha em torno das candidaturas do PS e do PSD, tentando fazer crer à população de Lisboa que está condenada a votar numa das duas força que no essencial defendem a mesma política, escondendo a CDU que nas eleições de 11 de Outubro se apresentará com o seu projecto como a força alternativa de que Lisboa precisa.

A CDU reclama da RTP que respeite a legalidade democrática, entrevistando Ruben de Carvalho e que cubra em pé de igualdade as iniciativas das várias forças políticas, não se escondendo debaixo do eufemismo dos critérios jornalísticos para fugir ao cumprimento da Lei a que o serviço e interesse público a obriga.

A CDU / Lisboa

 

 

publicado por cdulumiar às 13:35
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

CDU Lisboa promove concentração frente à RTP contra a discriminação


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publicado por cdulumiar às 18:30
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

NO 77º ANIVERSÁRIO DO AVANTE!


Em 15 de Fevereiro de 1931, na sequência da reorganização de 1929, nascia o Avante!
A criação do órgão central do Partido Comunista Português inseria-se no conjunto de medidas e orientações políticas e partidárias definidas na Conferência de Abril e que viriam a constituir um primeiro e importante passo para fazer do PCP um partido revolucionário marxista-leninista, capaz de lutar nas difíceis condições da clandestinidade.
Depois, seguiram-se mais de quatro décadas de uma epopeia singular – uma caminhada feita de êxitos, de derrotas e logo de novos êxitos: a tipografia que começa a funcionar e a imprimir o Avante!; a polícia fascista que detecta e assalta a tipografia, prende os tipógrafos, impede a saída do Jornal; a nova tipografia logo montada – ou montada previamente – noutro local, e outra vez o Avante! nas fábricas, nas escolas, nos campos, levando o incentivo à luta e a opinião, a análise, as palavras de ordem do Partido da classe operária e de todos os trabalhadores – cumprindo o seu papel de voz dos que não tinham voz. Uma caminhada que deixa atrás de si um límpido rasto de dedicações, entregas, coragens e dignidades nascidas da confiança no ideal e no projecto comunista.
Nunca é demais sublinhar o facto notável que é a publicação regular do Avante!, sem interrupções – e sempre composto e impresso no interior do País - desde esse momento fulcral para a construção do PCP com as suas características actuais que foi a reorganização de 1940/1941, até ao 25 de Abril de 1974 – caso único na imprensa revolucionária clandestina em todo o mundo.

Da mesma forma que é mister sublinhar o papel desempenhado pelo órgão central do PCP no período subsequente ao 25 de Abril.
Primeiro, enquanto porta-voz do poderoso movimento operário e popular que constituiu a alavanca fundamental no processo de construção da democracia de Abril – uma democracia económica, social, política, cultural, amplamente participada e tendo a independência e a soberania do País como referências essenciais.
Depois, e até agora, ocupando um lugar insubstituível no desmascaramento da natureza e dos objectivos da contra-revolução e dos seus agentes nacionais e internacionais – e sempre, sempre incitando à luta, mostrando que a luta vale a pena mesmo quando os seus resultados não surgem de imediato, mostrando que, como amiúde refere o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, quando se luta, nem sempre se ganha, mas quando não se luta, perde-se sempre.
De sublinhar, ainda, o papel desempenhado pelo Avante!, ao longo dos seus 77 anos de existência, no que respeita à vida e à actividade partidárias, quer informando sobre a actividade, as posições e as orientações partidárias, quer dando o seu contributo para o reforço e a defesa do Partido e para a compreensão da sua relação dialéctica – e, igualmente, o seu papel no combate à acção dos grupos fraccionistas que, a partir de 1987, tentaram a liquidação do partido.
De sublinhar, finalmente, que da mesma forma que não é possível fazer a história de Portugal sob o regime fascista sem consultar o Avante!, só consultando-o é possível escrever com rigor sobre a revolução de Abril e sobre a contra-revolução que se lhe sucedeu.

Comemoramos os 77 anos de vida e de luta do Avante! num tempo carregado de ameaças, perigos e dificuldades muito concretas para os trabalhadores, o povo e o País – e que é, por isso mesmo, um tempo que nos coloca incontornáveis exigências de intervenção.
A ofensiva contra o regime democrático - levada a cabo por sucessivos governos de política de direita ao serviço do grande capital ao longo dos últimos trinta e dois anos - tem desferido significativas machadadas em todas as conquistas alcançadas pelos trabalhadores e pelo povo através de muitas lutas.
Com o actual Governo, essa ofensiva tem vindo a assumir expressões de crescente gravidade em matéria de direitos dos trabalhadores e das populações; de agravamento das condições de vida da maioria dos portugueses; de entrega ao capitalismo internacional da soberania e da independência nacionais; de empobrecimento do conteúdo democrático do regime - sempre numa prática de desrespeito e desprezo pela Constituição da República Portuguesa.
Nessa cruzada do Governo do PS/José Sócrates, o ataque às liberdades, direitos e garantias dos trabalhadores e dos cidadãos assume relevância e gravidade crescentes.
Como o Avante! tem demonstrado com exemplos concretos, incontestáveis e incontestados, as liberdades de expressão, de imprensa, de actividade sindical e associativa, de propaganda, de organização e funcionamento interno partidários, são diariamente postas em causa por um Governo que, afrontando a Lei Fundamental do País, não olha a meios para alcançar os fins que os interesses do grande capital exigem e não hesita em recorrer a métodos persecutórios e repressivos que se julgavam definitivamente erradicados da sociedade portuguesa.
É neste contexto que surge a Marcha Liberdade e Democracia que o PCP convocou para o próximo dia 1 de Março – convocação que se estende a todos os que, não sendo comunistas, se identificam com os valores e princípios democráticos e deles não querem prescindir.
Porque é preciso dizer basta! a esta violação sistemática das liberdades. Porque é preciso dizer basta! a este processo de degradação do regime democrático.
Porque é preciso restituir aos trabalhadores, aos cidadãos, ao povo português a alegria da liberdade e da dignidade que fizeram de Abril o momento mais luminoso da nossa história colectiva.



Em 15 de Fevereiro de 1931, na sequência da reorganização de 1929, nascia o Avante!
A criação do órgão central do Partido Comunista Português inseria-se no conjunto de medidas e orientações políticas e partidárias definidas na Conferência de Abril e que viriam a constituir um primeiro e importante passo para fazer do PCP um partido revolucionário marxista-leninista, capaz de lutar nas difíceis condições da clandestinidade.
Depois, seguiram-se mais de quatro décadas de uma epopeia singular – uma caminhada feita de êxitos, de derrotas e logo de novos êxitos: a tipografia que começa a funcionar e a imprimir o Avante!; a polícia fascista que detecta e assalta a tipografia, prende os tipógrafos, impede a saída do Jornal; a nova tipografia logo montada – ou montada previamente – noutro local, e outra vez o Avante! nas fábricas, nas escolas, nos campos, levando o incentivo à luta e a opinião, a análise, as palavras de ordem do Partido da classe operária e de todos os trabalhadores – cumprindo o seu papel de voz dos que não tinham voz. Uma caminhada que deixa atrás de si um límpido rasto de dedicações, entregas, coragens e dignidades nascidas da confiança no ideal e no projecto comunista.
Nunca é demais sublinhar o facto notável que é a publicação regular do Avante!, sem interrupções – e sempre composto e impresso no interior do País - desde esse momento fulcral para a construção do PCP com as suas características actuais que foi a reorganização de 1940/1941, até ao 25 de Abril de 1974 – caso único na imprensa revolucionária clandestina em todo o mundo.

Da mesma forma que é mister sublinhar o papel desempenhado pelo órgão central do PCP no período subsequente ao 25 de Abril.
Primeiro, enquanto porta-voz do poderoso movimento operário e popular que constituiu a alavanca fundamental no processo de construção da democracia de Abril – uma democracia económica, social, política, cultural, amplamente participada e tendo a independência e a soberania do País como referências essenciais.
Depois, e até agora, ocupando um lugar insubstituível no desmascaramento da natureza e dos objectivos da contra-revolução e dos seus agentes nacionais e internacionais – e sempre, sempre incitando à luta, mostrando que a luta vale a pena mesmo quando os seus resultados não surgem de imediato, mostrando que, como amiúde refere o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, quando se luta, nem sempre se ganha, mas quando não se luta, perde-se sempre.
De sublinhar, ainda, o papel desempenhado pelo Avante!, ao longo dos seus 77 anos de existência, no que respeita à vida e à actividade partidárias, quer informando sobre a actividade, as posições e as orientações partidárias, quer dando o seu contributo para o reforço e a defesa do Partido e para a compreensão da sua relação dialéctica – e, igualmente, o seu papel no combate à acção dos grupos fraccionistas que, a partir de 1987, tentaram a liquidação do partido.
De sublinhar, finalmente, que da mesma forma que não é possível fazer a história de Portugal sob o regime fascista sem consultar o Avante!, só consultando-o é possível escrever com rigor sobre a revolução de Abril e sobre a contra-revolução que se lhe sucedeu.

Comemoramos os 77 anos de vida e de luta do Avante! num tempo carregado de ameaças, perigos e dificuldades muito concretas para os trabalhadores, o povo e o País – e que é, por isso mesmo, um tempo que nos coloca incontornáveis exigências de intervenção.
A ofensiva contra o regime democrático - levada a cabo por sucessivos governos de política de direita ao serviço do grande capital ao longo dos últimos trinta e dois anos - tem desferido significativas machadadas em todas as conquistas alcançadas pelos trabalhadores e pelo povo através de muitas lutas.
Com o actual Governo, essa ofensiva tem vindo a assumir expressões de crescente gravidade em matéria de direitos dos trabalhadores e das populações; de agravamento das condições de vida da maioria dos portugueses; de entrega ao capitalismo internacional da soberania e da independência nacionais; de empobrecimento do conteúdo democrático do regime - sempre numa prática de desrespeito e desprezo pela Constituição da República Portuguesa.
Nessa cruzada do Governo do PS/José Sócrates, o ataque às liberdades, direitos e garantias dos trabalhadores e dos cidadãos assume relevância e gravidade crescentes.
Como o Avante! tem demonstrado com exemplos concretos, incontestáveis e incontestados, as liberdades de expressão, de imprensa, de actividade sindical e associativa, de propaganda, de organização e funcionamento interno partidários, são diariamente postas em causa por um Governo que, afrontando a Lei Fundamental do País, não olha a meios para alcançar os fins que os interesses do grande capital exigem e não hesita em recorrer a métodos persecutórios e repressivos que se julgavam definitivamente erradicados da sociedade portuguesa.
É neste contexto que surge a Marcha Liberdade e Democracia que o PCP convocou para o próximo dia 1 de Março – convocação que se estende a todos os que, não sendo comunistas, se identificam com os valores e princípios democráticos e deles não querem prescindir.
Porque é preciso dizer basta! a esta violação sistemática das liberdades. Porque é preciso dizer basta! a este processo de degradação do regime democrático.
Porque é preciso restituir aos trabalhadores, aos cidadãos, ao povo português a alegria da liberdade e da dignidade que fizeram de Abril o momento mais luminoso da nossa história colectiva.


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publicado por teresa roque às 10:25
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