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CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

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CML - Segunda Circular e Calçada de Carriche entre as 280 vias que vão ser alvo de intervenções em 2010

cdulumiar, 09.03.10

Cá estamos p'ra ver!!


Lisboa, Portugal 09/03/2010 14:28 (LUSA)
Lisboa, 09 mar (Lusa) - A Câmara Municipal de Lisboa vai, ao longo deste ano, fazer obras no pavimento de 280 vias da cidade, entre as quais a Segunda Circular e a Calçada de Carriche, que implicarão restrições de mobilidade para os automobilistas.
Segundo o vereador da Mobilidade, Infra-Estruturas e Obras Municipais, Fernando Nunes da Silva, ao todo são 115 mil metros quadrados de intervenções, que representam um investimento de 8 800 milhões de euros.
A Segunda Circular sofrerá reparações entre o LNEC e a saída para o RALIS, na direção Benfica/Aeroporto, com previsão de conclusão em maio, enquanto que a repavimentação da Calçada de Carriche deverá estar concluída em julho.
A Avenida do Brasil, a Avenida Padre Cruz, a avenida da Ilha da Madeira, a praça Paiva Couceiro, a zona envolvente ao Príncipe Real, a avenida de Brasília e a dos Defensores de Chaves são outras vias que irão ter obras.
As ruas de interior de bairro também vão sofrer intervenções, à medida que os esquemas de mobilidade dentro dos bairros vão sendo concluídos.
"Não há milagres. Não há grande capacidade de fazer desvios de trânsito muito significativos. Vão haver sacrifícios. Quando estou a fazer intervenções na Calçada de Carriche e na Segunda Circular tenho de impor restrições", admitiu Nunes da Silva.
"Vamos tentar que o impacto para os automobilistas seja o menor possível", acrescentou, salientando que o investimento em arruamentos representa este ano um aumento de 40 por cento em relação a 2009.
Nunes da Silva realçou, contudo, que a verba para os arruamentos está dependente da aprovação do Orçamento da autarquia lisboeta pela Assembleia Municipal (AML).
"Estamos a viver dos duodécimos, não temos orçamento aprovado, porque o executivo não tem maioria na AML e é preciso que as pessoas saibam que as obras só não se fazem por causa da chuva ou por boicote por parte da AML", afirmou.
O vereador considerou que "este inverno tem sido preocupante por causa da muita pluviosidade numa cidade velha, onde durante demasiados anos não se fizeram intervenções nos arruamentos".
"Não vale a pena fazer intervenção nestes buracos enquanto a chuva não parar", disse, salientando que tapar buracos é caro e ineficaz quando se tem chuva permanentemente.
"O que é importante é o que vai acontecer a seguir. Vamos fazer intervenções de fundo e a partir do próximo ano esperamos fazer isso de forma sistemática, esperando que daqui a 10 anos teremos as ruas de Lisboa como deve ser", considerou.
Segundo dados da CML, em 2009, a autarquia registou 796 queixas de cidadãos relacionadas com o mau estado do pavimento, quando no ano anterior apenas se verificaram 470 e, em 2007, 486.
Este ano, já se verificaram 100 queixas de munícipes devido ao mau estado dos arruamentos. "Estamos a pagar 60 mil euros por ano em indemnizações o que é significativo", acrescentou.
RCS.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim

CDU: Oposição e trabalho ao serviço da população de Lisboa

cdulumiar, 28.10.09
 
Devido à onda de especulação que parece estar a levantar-se em algumas Redacções, a CDU de Lisboa esclarece o que se segue.
 
Não foi firmado nem está a ser preparado qualquer acordo global para a Cidade.
 
A CDU na Cidade de Lisboa, no quadro da afirmação do seu projecto e dos seus compromisso, tomará a iniciativa e bater-se-á pelas propostas necessárias à defesa e valorização da Cidade de Lisboa e dos interesses da sua população e combaterá todas as medidas negativas da gestão PS.
 
A CDU afirmará esta posição própria e independente na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Freguesias.
 
É nesta base que após as eleições autárquicas, em que é absolutamente natural que as forças políticas conversem para analisar como construir a viabilidade do funcionamento dos órgãos autárquicos, que se verificaram contactos da CDU com o PS e outras forças políticas para analisar o problema da constituição dos executivos nas Juntas de Freguesia de Lisboa e da Mesa da Assembleia Municipal.
 
A posição da CDU quanto à Mesa da Assembleia Municipal de Lisboa e à sua Presidência será marcada pela análise independente que fará tendo em conta os resultados eleitorais e a adopção de medidas que favoreçam o melhor funcionamento da Assembleia.
 
Em relação às Juntas de Freguesia, as organizações e os eleitos locais analisam caso a caso em cada freguesia e no quadro da independência política da CDU, se convidam outras forças para os executivos a que a CDU preside ou se aceitam integrar executivos presididos por outras forças políticas como sempre aconteceu depois de um acto eleitoral autárquico, sempre em defesa dos interesses da Cidade.
 
Tudo o resto que se escrever não passa de mera especulação.
 
A CDU continua a entender que é nas políticas que está a solução para os problemas da Cidade e não nos cargos e pessoas. É pois pela mudança necessária nas políticas que a CDU e os seus eleitos continuarão a bater-se nos órgãos agora eleitos.
 
Lisboa, 27 Outubro de 2009
A CDU de Lisboa

Comunicado CDU: Oposição e trabalho ao serviço da população de Lisboa

cdulumiar, 28.10.09
Devido à onda de especulação que parece estar a levantar-se em algumas Redacções, a CDU de Lisboa esclarece o que se segue.
 
Não foi firmado nem está a ser preparado qualquer acordo global para a Cidade.
 
A CDU na Cidade de Lisboa, no quadro da afirmação do seu projecto e dos seus compromisso, tomará a iniciativa e bater-se-á pelas propostas necessárias à defesa e valorização da Cidade de Lisboa e dos interesses da sua população e combaterá todas as medidas negativas da gestão PS.
 
A CDU afirmará esta posição própria e independente na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Freguesias.
 
É nesta base que após as eleições autárquicas, em que é absolutamente natural que as forças políticas conversem para analisar como construir a viabilidade do funcionamento dos órgãos autárquicos, que se verificaram contactos da CDU com o PS e outras forças políticas para analisar o problema da constituição dos executivos nas Juntas de Freguesia de Lisboa e da Mesa da Assembleia Municipal.
 
A posição da CDU quanto à Mesa da Assembleia Municipal de Lisboa e à sua Presidência será marcada pela análise independente que fará tendo em conta os resultados eleitorais e a adopção de medidas que favoreçam o melhor funcionamento da Assembleia.
 
Em relação às Juntas de Freguesia, as organizações e os eleitos locais analisam caso a caso em cada freguesia e no quadro da independência política da CDU, se convidam outras forças para os executivos a que a CDU preside ou se aceitam integrar executivos presididos por outras forças políticas como sempre aconteceu depois de um acto eleitoral autárquico, sempre em defesa dos interesses da Cidade.
 
Tudo o resto que se escrever não passa de mera especulação.
 
A CDU continua a entender que é nas políticas que está a solução para os problemas da Cidade e não nos cargos e pessoas. É pois pela mudança necessária nas políticas que a CDU e os seus eleitos continuarão a bater-se nos órgãos agora eleitos.
 
Lisboa, 27 Outubro de 2009
A CDU de Lisboa

António Costa condenado pela CNE por remoção ilegal de propaganda da CDU

teresa roque, 20.08.09

cml_cne.jpgA Câmara Municipal de Lisboa procedeu, em Julho, à ilegal remoção de propaganda da CDU, imitando o comportamento ilegal e anti-democrático que se vai multiplicando pelo país. Perante a queixa da CDU, a Comissão Nacional de Eleições condenou a atitude da Câmara presidida por António Costa, e instou-a a proceder à reposição da propaganda ilegalmente removida. Aguardamos agora que a Câmara reponha a propaganda destruída, bem como as devidas desculpas por este comportamento.

Ler Parecer da CNE e carta dirigida a António  Costa

CDU acusa SIC de favorecer PS e PSD - Lisboa exige «igualdade de oportunidade»

cdulumiar, 06.08.09

A CDU, em carta ao Director de Informação da SIC, exigiu «igualdade de oportunidade» para o esclarecimento público, em virtude do debate que esta estação de televisão realizou, na passada semana, apenas, com os candidatos do PS e do PSD para a Câmara de Lisboa, deixando Ruben de Carvalho, primeiro candidato da Coligação, de fora.
«A SIC está necessariamente a ocultar as suas opiniões, projectos e críticas [de Ruben de Carvalho] – que os cidadãos irão avaliar em sede de votação nas eleições autárquicas marcadas pera 11 de Outubro», acusa a CDU, que foi a primeira força política a divulgar publicamente os seus candidatos aos órgãos do município de Lisboa, no dia 26 de Março de 2009.
«A SIC, não convidando Ruben de Carvalho para o debate no “Jornal da Noite”, omitindo as ideias da CDU para a cidade de Lisboa, falha o seu dever de isenção e não cumpre a sua obrigação de dar a conhecer outros candidatos e suas ideias», acrescenta a Coligação, criticando ainda a estação de televisão de procurar «objectivamente influenciar o resultado eleitoral a favor das candidaturas do PS e do PSD».
No documento, a Coligação, «a única candidatura alternativa para a cidade de Lisboa», recorda também que a SIC «está obrigada ao princípio do pluralismo democrático, devendo promover a divulgação plural de ideias ao abrigo do princípio da igualdade de tratamento – como determina a lei». A SIC já foi, entretanto, advertida pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), sobre um debate ocorrido no dia 19 de Junho de 2007.

 

Jornal "AVANTE" de 06.08.2009

Volta a Portugal corta trânsito no centro de Lisboa

Sobreda, 04.08.09

O trânsito no Marquês de Pombal e na Avenida da Liberdade vai estar cortado 4ª fª, entre as 5h e as 23h, devido à realização do prólogo da Volta a Portugal em bicicleta, anunciou hoje a Câmara Municipal de Lisboa.

Em comunicado, a CML apelou aos automobilistas que evitem circular nesta zona e indicou que apenas será permitido o acesso a moradores, comerciantes para cargas e descargas, veículos de emergência, e para o serviço de hotel, teatro e garagens.
No sentido Sul-Norte, a circulação será cortada na Praça Dom Pedro IV (Rossio), com inversão pela Rua do Ouro, e na Avenida Fontes Pereira de Melo, com alternativa para a Avenida António Augusto de Aguiar ou entrada pelo Túnel do Marquês de Pombal.
Também o trânsito proveniente da Praça José Fontana estará cortado na Avenida Duque de Loulé com a Rua Luciano Cordeiro, tal como o procedente das Amoreiras e da A5, devido à interrupção na Avenida Joaquim António de Aguiar com a Rua Castilho, e do Largo do Rato, com a restrição na Rua Castilho com a Rua Alexandre Herculano e Rua do Salitre.
Antevendo que o estacionamento irá estar fortemente condicionado, a CML sugere a verificação de outros percursos e a utilização de transportes alternativos, acrescentando que os parques de estacionamento da Rua Braancamp 2 e da Rua Barata Salgueiro vão estar disponíveis para cidadãos com mobilidade reduzida.
 

Candidatos da CDU pelo distrito de Lisboa às eleições legislativas

cdulumiar, 11.07.09

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Jerónimo de Sousa, na apresentação de candidatos da CDU às eleições legislativas pelo Distrito de Lisboa, afirmou que a CDU não se fica pelas palavras e pela frase feita para impressionar mas que age e mobiliza para a luta, sublinhando «que não há artifícios, nem rodriguidinhos argumentativos que apaguem o facto de que somos uma força que, contra ventos e marés, rompendo calculados silêncios, insidiosas caricaturas da nossa intervenção e do nosso projecto, continua a apresentar uma trajectória de crescimento». 
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Intervenções na iniciativa:

Rita Rato

João Geraldes

José Luís Ferreira

Jerónimo de Sousa

Candidatos Apresentados:

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Nas ruínas

teresa roque, 29.01.09

No passado domingo, uma reportagem da TVI, dessas com que as estações parecem querer fazer prova de que também são capazes de fazer bom jornalismo, levou-nos numa espécie de visita guiada aos lugares de Lisboa onde o que foram habitações desceram à condição de tugúrios decrépitos. Situam-se geralmente nos bairros velhos, habitados por velhos a vários títulos indefesos que ali não esperam mais que a morte por já terem entendido que nada mais há a esperar. As casas onde ainda sobrevivem há muito que perderam condições de habitabilidade, são antigas com rendas antigas, quase sempre de valor insignificante no quadro do actual custo de vida, o que desencadeia por parte dos proprietários lamentos e protestos. Na verdade, porém, muitas vezes seria caso para nos perguntarmos se os que ainda ali moram, impossibilitados por motivos vários de conseguirem encontrar outro lugar para com dignidade e sem grande sofrimento aguardarem o fim, e ali morando enfrentam frequentemente o risco quotidiano de que sobre eles desabe um tecto ou sob os seus pés se afunde um soalho, não deveriam receber uma indemnização mensal em vez de pagarem um aluguer. Quem lha pagaria é uma outra questão, já se vê, e é claro que este modo de colocar as coisas é apenas uma forma de sublinhar que aquelas casas já não têm nada a ver com o direito à habitação que está consignado não apenas na Constituição da República mas também na Carta dos Direitos Humanos tantas vezes invocada estrategicamente pelos fariseus que nunca pensaram seriamente em respeitá-la na sua integralidade. O certo é que lugares daqueles são, disse-nos a reportagem, dezenas de milhares na capital deste nosso País que costuma gabar-se de ser democrático, e que cada um deles ofende a nossa convicção de sermos cidadãos de um Estado civilizado.

A trincheira inaceitável

Não se duvida de que a extrema degradação do chamado parque habitacional de Lisboa, para apenas de Lisboa falarmos porque a reportagem da TVI não visitou outros lugares, constitui um problema enorme de solução extremamente difícil, mesmo que parcelar. Contudo, impressiona que seja deixado esquecido ao longo dos anos, excepto naturalmente pelos que habitam aquelas ruínas, como se a resolução encarada seja esperar que o tempo vá dizimando os condenados na expectativa, aliás muito provavelmente realista, de que a esmagadora maioria sucumba a breve prazo à acção conjunta da idade e da insalubridade das casas. Para mais, a aparente escolha desta «solução final» vai obviamente ao encontro do interesse dos proprietários que, vendo-se livres de inquilinos indesejáveis que pagam rendas minúsculas (e em muitos casos esquecidos de que aqueles mesmos fogos, com a tais rendas agora tornadas irrelevantes, se pagaram a si próprios ao longo das décadas em que os valores relativos eram bem outros) se vêem finalmente em condições de negociarem as propriedades que até então não foram mais que um património estéril se não embaraçoso. Bem se pode dizer que a morte do inquilino é, em muitos casos, fundamentado motivo para que o proprietário dê graças ao Céu, e bem se vê que esta situação não é muito simpática no plano moral. Mas esta é apenas mais uma razão, e razão secundária e de algum modo complementar, para que o Estado, quer directamente quer por intervenção municipal, faça alguma coisa mais do que esquecer, omitir ou, quando o assunto eventualmente lhe seja lembrado, exibir um ar penalizado e confirmar o que alega ser a sua impotência. O fundamental e que não pode ser contornado é que os órgãos do Estado democrático não podem, entrincheirados na alegação de extremas dificuldades, optar definitivamente por nada fazerem enquanto cidadãos agonizam entre ruínas. A reportagem da TVI foi suficientemente clara e explícita para que, em muitos momentos, o telespectador minimamente sensível e solidário se sentisse tocado por um sentimento de horror. Trata-se, é certo, de um horror suscitado por situações que não são novas, de que quase sempre já se ouviu falar embora um pouco vagamente porque ver, mesmo que só através de uma câmara de televisão, é outra coisa e tem uma outra força. Perante aquele documento, alguém com responsabilidades deve responder. Sob pena de cometer uma espécie de crime por abstenção.

 

Correia da Fonseca
Publicado no jornal "AVANTE" de 29.01.2009

 

Também na Cidade de Lisboa: CDU é a alternativa!

teresa roque, 26.01.09

Partindo da análise detalhada aos 17 meses de mandato do PS na Câmara de Lisboa, a CDU de Lisboa concluiu  "Uma análise da situação da Autarquia leva a concluir que a gestão do PS não conseguiu corresponder às expectativas que criou e não resolveu nem está a caminho de resolver os maiores problemas de Lisboa e dos lisboetas." e que "também em Lisboa, a CDU é a alternativa!
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