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CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

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Já há caixote e lixo também

Sobreda, 09.07.09

Poderá ter demorado uma ‘eternidade’, pois desde há mais de 6 anos que vem sendo reivindicado pelos utentes e moradores do local, mas eis que finalmente ‘nasceu’ um caixote de lixo junto à paragem da carreira 47, em frente ao hipermercado, na Av. das Nações Unidas.

Neste blogue se dizia há quase 3 anos o seguinte:
Eis “o estado de permanente conspurcação do espaço público com todo o tipo de dejectos alimentares junto à paragem da carreira 47 da Carris, na Av. das Nações Unidas, em frente ao hipermercado”. “Trata-se de situações para as quais a CDU tem insistentemente denunciado e proposto soluções, através dos seus eleitos nas Assembleias de Freguesia e Municipal...” 1

 

 

 

Custou, mas foi. Agora só era preciso que o Departamento respectivo da CML (a DHURS) se lembrasse de o esvaziar com alguma frequência.
 

Entre o diálogo e uma nova greve na limpeza urbana

Sobreda, 12.12.08

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) fizeram um balanço positivo de greve de quatro dias, referindo disseram que a greve ficou marcada pela “forte afirmação da capacidade de luta e de afirmação destes trabalhadores em defesa do seu posto de trabalho e do direito ao serviço público executado como tal e sob alçada total da Câmara Municipal de Lisboa (CML)”.

“Esta foi uma resposta significativa ao que estava em causa, que era a exigência da manutenção de todo o serviço de limpeza, varredura e remoção sob alçada da CML e o combate a qualquer tentativa de privatização anunciada já, numa primeira fase, para a Baixa/Chiado e a Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais”, considerou o presidente do STML.
Para este dirigente sindical, “os trabalhadores mostraram todo o seu descontentamento perante esta intenção do executivo camarário” e “o presidente da CML terá de tirar as devidas ilações”.
O presidente do STML exaltou ainda “o comportamento dos trabalhadores e a forte adesão à greve, na ordem dos 90%” e espera agora que o presidente da autarquia diga como está o processo de privatização do serviço em Lisboa. “Vamos solicitar uma reunião ao presidente da CML nos próximos dois ou três dias, para aquilatar se, perante este protesto, mantém a intenção de avançar com o processo ou não”, anunciou.
Lembrou ainda que os sindicatos querem “a suspensão total deste processo e a continuidade da exigência de munir o departamento de higiene urbana e resíduos sólidos da CML com os meios humanos e materiais necessários para continuar a fazer e desenvolver um serviço de qualidade na limpeza na cidade e na remoção de lixo”.
“Se o presidente da CML não atender a este protesto e aquilo que são as pretensões legítimas dos trabalhadores e exigências do sindicato, equacionamos continuar esta forma de luta sob todas as possibilidades que venham para cima da mesa, incluindo novas paralisações, se necessário, após audição dos trabalhadores numa nova ronda de plenários a realizar a 17 e 18 de Dezembro”, acrescentou.
O dirigente sindical considerou ainda que “o presidente da CML terá de ter uma postura diferente e dar uma resposta aos trabalhadores e sindicatos sobre o que pretende fazer do serviço de limpeza urbana da câmara de Lisboa e se está disposto a reflectir e arrepiar caminho”.
Por seu turno, um dirigente do STAL sublinha que o sindicato “valoriza a disposição do presidente da CML” para o diálogo, mas apenas se “estiver disposto a suspender o processo de privatização”. “Está aprovado um orçamento municipal já com verbas destinadas à contratação de empresas. Queremos que essas verbas sejam transferidas para a contratação de trabalhadores e aquisição de meios para a câmara poder fazer o serviço”, disse, rejeitando a ideia de que esta solução é temporária.
Nesse sentido, recordou que “o está agora a ser proposto é idêntico ao que foi feito com os espaços verdes e depois assistiu-se a uma desorçamentação dos mesmos e a um aumento das áreas de acção”.
Tendo como base a hipótese de os sindicatos convocarem uma nova paralisação para os dias após o Natal, o STML e o STAL já entregaram um pré-aviso de greve para os dias 26, 27 e 28 de Dezembro, explicando que “pode ser retirado se as soluções que nos forem apresentadas nos satisfizerem” 1.
Também a AML, na reunião da próxima 3ª fª, vai analisar 3 moções (do PCP, PEV e BE) de defesa dos postos de trabalho e de garantias da manutenção destes serviços de limpeza na esfera pública.
 

Mais de 90% dos trabalhadores da higiene urbana aderiram ao protesto

Sobreda, 09.12.08

A greve de lixo dos funcionários da higiene urbana da CML começou ontem e deverá causar alguns transtornos aos lisboetas. O problema está na falta de recursos humanos e materiais, ou/e uma organização que não acompanhou o crescimento da capital, são algumas das principais queixas dos funcionários de limpeza urbana.

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e o STAL defendem ser necessário a “entrada de 200 cantoneiros” e a compra de meios, como varredouras mecânicas, fatos de água e equipamento básico como luvas para o departamento de higiene conseguir funcionar sem falhas.
“A cidade cresceu, por exemplo, na Alta de Lisboa, e os meios são iguais, a organização das zonas de limpeza é a mesma, os recursos mantêm-se inalterados”, criticou o sindicalista, que está convencido de que o facto de CML não ter obtido autorização do Tribunal de Contas para contrair um empréstimo de 360 milhões de euros para pagar dívidas levou a autarquia a “desinvestir” no sector da limpeza urbana.
E exemplifica: “há três varredouras mecânicas à espera de serem reparadas há meses porque não há dinheiro para substituir as peças”, denunciou.
A greve tem também a haver com a alegada intenção de a autarquia concessionar a lavagem e varredura da Baixa-Chiado a uma empresa privada, algo que o sindicalista vê como uma “pré-privatização” do sector de limpeza. “Temos consciência que a greve vai causar transtornos, mas queremos mostrar que são os munícipes que vão pagar [a alegada concessão a privados]. Daqui a uns meses, vão surgir mais umas taxas e o serviço não vai ser melhor”, alertou o dirigente do STML 1.
Em comunicado conjunto, ambos os sindicatos afirmam que a autarquia lisboeta “se prepara para concessionar a privados parte das obrigações que detém no que concerne à limpeza e lavagem da cidade”, nomeadamente na Baixa-Chiado e em Santa Maria dos Olivais, um cenário que repudiam 2.
Por isso, mais de 90% dos trabalhadores da higiene urbana da CML estão em greve, segundo dados do STML, que garante, no entanto, os chamados “serviços mínimos”.
O protesto visa contestar a alegada intenção de privatizar os serviços de recolha de lixo e limpeza das ruas em algumas zonas, bem como a contratação de 200 cantoneiros e a aquisição ou reparação de meios materiais e equipamentos 3. “Só no ano 2008 saíram cerca de 100 pessoas deste serviço, nomeadamente por reforma”, esclareceu um sindicalista, para quem estas saídas contribuem para uma progressiva ineficácia na limpeza da capital 4.
 

Contra a privatização da recolha do lixo

Sobreda, 06.12.08
Os trabalhadores da higiene urbana da CML vão cumprir quatro dias de greve, entre os dias 8 e 11 de Dezembro, contra a privatização dos serviços e pela salvaguarda dos postos de trabalho.
No plenários dos dias 19 e 20 de Novembro, no Largo do Município em Lisboa, os cerca de dois mil e quinhentos trabalhadores do Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos da CML decidiram cumprir um período de greves, a partir do dia 8, que resultará na ausência de recolha de lixo, confirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML).
Só um recuo da CML na alegada intenção de concessionar parte da limpeza urbana levará à desmarcação desta greve. Segundo o representante sindical do STML, “se em declarações públicas a Câmara disser que suspende o processo de adjudicação [de serviços de varredura e limpeza na zona da Baixa Pombalina] e recuar, estamos dispostos a levantar o pré-aviso de greve”. Os trabalhadores estão “sempre disponíveis para dialogar”, mas desde que anunciaram “há 15 dias” que iam fazer greve, “não houve nenhuma tentativa de reunião” por parte da autarquia 1.
Depois de terem chegado rumores ao sindicato sobre a intenção da autarquia, o STML enviou um ofício ao vice-presidente da CML, para apurar sobre a verdade dos rumores, mas não obteve resposta.
O Sindicato enviou outro ofício ao presidente da autarquia, solicitando uma audiência, mas também não obteve resposta, nem quando duas semanas depois voltou a solicitar um encontro. Apenas houve confirmação da intenção de privatizar serviços por parte do director do Departamento de Higiene Urbana e resíduos sólidos, que esclareceu estar em fase de elaboração um caderno de encargos com a firma ABC, Associação Baixa-Chiado, a fim de entregar serviços de limpeza urbana, naquela parte da cidade, à iniciativa privada”.
Apenas na véspera o vice-presidente adiantou que “a empresa concessionária do Parque-Expo poderá vir a alargar a sua actividade à varredura, lavagem e limpeza de todas as ruas da Freguesia dos Olivais, e justificou a intenção com a falta de meios humanos suficientes na autarquia”.
Para o presidente do STML, com a alteração da Lei da Aposentação e o aumento da idade de reforma, “há trabalhadores com mais de 55 anos que deviam aposentar-se mas agora não podem e têm que ficar no departamento com serviços melhorados. Um trabalhador aos 60 anos não tem condições para andar a correr atrás do camião do lixo”, informando que cerca de 200 trabalhadores estão nesta situação. “Se entrassem 200 trabalhadores para o quadro do departamento, a situação ficaria resolvida, sem qualquer necessidade de privatização”, considerou o sindicalista.
A autarquia também pretende descentralizar estes serviços nas freguesias de Alcântara, Benfica e Marvila, que “passariam a ter uma organização bicéfala, com elementos da CML e da freguesia, para orientar e determinar o sistema de lavagem e varredura, o que implicaria alterações nas condições e nos horários de trabalho”.
Para o STML, estas são péssimas “experiências-piloto de um projecto mais vasto que visa terminar na concessão total destes serviços” a privados. “Trata-se de um negócio bastante lucrativo para os investidores privados, em detrimento da qualidade dos serviços prestados, das condições de trabalho e das garantias de emprego no futuro para estes trabalhadores”, alertou.
Por isso, no dia 8, a greve será ao trabalho extraordinário; no dia 9, parará toda a limpeza urbana; no dia 10, os cantoneiros, e no dia 11, os motoristas. Desta forma, “cada sector cumprirá dois dias de greve e Lisboa ficará sem recolha de lixo durante cinco dias”, afirmou um dirigente do STML, salientando que “o objectivo não é tornar a cidade num caos mas garantir a manutenção dos serviços públicos”.
Foi também entretanto concessionada a privados a manutenção de vários espaços verdes da cidade. No início do Verão, o STML tinha alertado para os cortes feitos ao trabalho extraordinário e para a entrega dos serviços a empreitadas privadas. Também neste sector, “o não preenchimento das vagas no quadro teve como objectivo o seu desmembramento”.
Actualmente, “já são muito poucos os espaços verdes cuja manutenção é da responsabilidade da CML”, revelou, salientando que “a esta situação não são alheias as queixas chegadas à CML sobre a crescente degradação dos espaços verdes. Queremos evitar que o mesmo aconteça na limpeza urbana”, afirmou o representante do sindicato.
Recorda-se que o Grupo Municipal de Os Verdes apresentou na AML de Novembro uma Recomendação onde pugnava pela defesa da gestão pública da recolha de lixo 2.
 

Os canaviais das Avenidas também ardem

Sobreda, 19.08.08
Um incêndio deflagrou hoje, ao início da tarde, num terreno baldio com canaviais na Avenida Marechal Teixeira Rebelo, junto ao Hospital da Luz, entre as Freguesias de Benfica e Carnide. Uma das duas frentes do incêndio já foi extinta, enquanto uma outra está circunscrita.
De acordo com uma fonte dos Bombeiros Sapadores de Lisboa, o alerta foi dado pelas 14h54, sendo que as chamas tiveram início num descampado entre o cemitério e o Hospital da Luz, situado junto ao Centro Comercial Colombo.
No combate às chamas estão 15 bombeiros, apoiados por seis viaturas. Até ao momento, não há registo de feridos ou outros danos. Devido ao muito fumo na zona, os automobilistas têm visibilidade reduzida 1.
O vento que se faz sentir chegou mesmo a empurrar as chamas para o perímetro do cemitério (de Benfica), mas a situação já está controlada pelos bombeiros 2.
Mais do que nunca fica (infelizmente) provado que os canaviais, e outros arbustos em zonas expectantes, quando não são periodicamente cortados pela CML, para além dos animais rastejantes que neles nidificam e do lixo que esvoaça e nele se junta, podem tornar-se num perigoso combustível em zonas urbanas.
A pergunta para a CML é apenas: porque não são cortados e o espaço limpo com regularidade? Aliás, nada de novo, que por aqui não costumemos recordar… 3
 

Está tudo lix(ad)o

Sobreda, 28.12.07
Depois da euforia da entrega dos presentes de Natal, observam-se muitos dejectos acumulados pelas ruas de Lisboa. Com o problema acrescido de não ter havido recolha de lixo.
Como é possível os munícipes terem-no sabido com antecedência, mas a sua ‘cidadania’ não ter dado para mais, como se vê pela imagem obtida ontem à tarde numa das ruas de Telheiras?

 

 

Hoje de manhã, três dias após o Natal, a situação perdura, agravando-se, pois a montanha que continua a crescer com o ‘voluntarioso’ contributo dos moradores, quase rivaliza com o vizinho Aterro do Vale do Forno.
 

Recolha de lixo

Sobreda, 22.12.07
Considerando a época natalícia, a CML informa a população da cidade que nas noites de 24 e 25 de Dezembro (2ª e 3ª feira) não haverá recolha de lixo. Excepcionalmente efectuar-se-á a remoção no Domingo, dia 23 de Dezembro.
Por este motivo, a CML solicita a melhor colaboração de todos os munícipes para que os resíduos produzidos na véspera e dia de Natal não sejam colocados na via pública para remoção, nas noites referidas, devendo fazê-lo, apenas, na noite de 26, de 4ª para 5ª feira.
 

Natal é quando uma Câmara quiser

Sobreda, 14.11.07

A CML vai instalar bandas redutoras de velocidade e pintar cinco novas passadeiras - repetimos cinco (5), que luxo - na Baixa e repintar outras seis (repetimos seis - 6) em zonas comerciais para aumentar a segurança rodoviária na cidade.

Estas intervenções fazem parte da Operação Natal - Cidade Limpa e Segura, que contempla ainda um plano de limpeza das zonas da cidade com maior concentração de pessoas por causa das compras de Natal e um plano específico de lavagem de passeios.

Esta Operação implica um acréscimo de custos para a autarquia na ordem dos 48 mil euros, um aumento que o presidente da CML, considera ‘importante’, apesar de apenas abranger algumas zonas da capital. “É um esforço acrescido numa altura de muita dificuldade financeira, mas é importante nesta época, porque assim também se apoia o comércio”, referindo-se às zonas escolhidas para a operação de limpeza. Repete-se: é importante nesta época para ajudar o comércio, porque no resto do ano...

O plano de limpeza de passeios, que conta com a colaboração de uma empresa de produtos de limpeza, abrange várias zonas do centro da cidade, mas não passa dos terminais de transportes do Campo Grande e de Sete Rios. Para lá do Marão, perdão, da 2ª circular, quem quiser limpeza, que pegue na vassoura à porta de sua casa.

Já o plano de limpeza ‘Época Natalícia’ envolve as áreas da Baixa-Chiado, e outras zonas ‘nobres’ de comércio. E então, porquê apenas a limpeza no centro da capital? É que “esta zona tem de ficar um brinquinho. Isto é um cartão de visita da cidade”, disse o presidente da CML 1.

Apesar das zonas escolhidas serem das que mais frequentemente recebem campanhas de limpeza, a acção terá sido de tal modo inóspita que serviu para o olhar e as câmaras atentas de vários turistas terem aproveitado para tirar fotografias. Só é pena não terem vindo fazê-las para as zonas periféricas da cidade, onde durante o ano inteiro o lixo se amontoa e esvoaça pela via pública. É que tal não produziria qualquer mediatismo.

Mais uma vez todas estas campanhas de embelezamento da capital não passam geograficamente da Baixa e do Centro da cidade. São operações - necessárias é verdade - de cosmética, mas para turista ver. Vão lá perguntar aos moradores da periferia qual o grau de limpeza dos bairros das freguesias para cá da 2ª circular.

Pois é, não é só na outra banda que há desertos. ‘Jamais, jamais...’. Meros critérios natalícios, pois Natal será apenas quando uma Câmara quiser.

 

1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1310426&idCanal=59 e http://dn.sapo.pt/2007/11/13/cidades/seguranca_peoes_reforcada_baixa.html

Lumiar desprotegido - 14 (bis)

Sobreda, 09.11.07

Há várias semanas atrás insistíamos neste blogue em alertar para a manutenção da crescente lixeira junto ao Parque de contentores no Paço do Lumiar 1.

Das fotos de novo agora obtidas, onde se divisa o Templo Hindu, verifica-se que a situação de acumulação de lixos se agravou, apesar de ter sido aprovada uma Moção na Assembleia de Freguesia do Lumiar, no passado mês de Setembro, exigindo a urgente reabilitação ambiental da zona 2.

Numa outra foto, onde por detrás da pirâmide de lixo se elevam ao fundo os edifícios da Alameda Mahatma Gandhi, constata-se a novidade da deposição de um velho electrodoméstico no espaço envolvente aos contentores.

A admiração reside, apesar do projecto já existente na CML, dos repetidos alertas e decorridos vários meses 3, nos órgãos autárquicos persistirem em não tomar a iniciativa de promover qualquer intervenção de arranjo paisagístico do local, o que deixa os moradores perplexos. Nem executivo da Junta, nem vereador responsável por aqueles espaços.

É obra ! Ou pior, é falta dela !

 

1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121473.html

2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121797.html

3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/37853.html

A diferença está no lixo

Sobreda, 09.10.07

Nasceu em Lisboa?

Não, nasci na Amadora. Actualmente moro em Telheiras.

 

Tem o hábito de viajar. Quais as grandes diferenças que encontra quando deixa Portugal?

Quando saio do País, a diferença que mais salta à vista é a limpeza das ruas. Noto que a grande maioria dos outros países valoriza muito mais esse aspecto.

 

Se fosse presidente da Câmara por um dia, o que mudaria na cidade de Lisboa?

Odeio a sujidade que existe na nossa capital. Lisboa já foi uma cidade limpa e, hoje em dia, assiste-se a um considerável aumento da sujidade pelas nossas ruas.

 

Ler entrevista a Maya IN Destak 2007-10-08, p. 4