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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Já há caixote e lixo também

Poderá ter demorado uma ‘eternidade’, pois desde há mais de 6 anos que vem sendo reivindicado pelos utentes e moradores do local, mas eis que finalmente ‘nasceu’ um caixote de lixo junto à paragem da carreira 47, em frente ao hipermercado, na Av. das Nações Unidas.

Neste blogue se dizia há quase 3 anos o seguinte:
Eis “o estado de permanente conspurcação do espaço público com todo o tipo de dejectos alimentares junto à paragem da carreira 47 da Carris, na Av. das Nações Unidas, em frente ao hipermercado”. “Trata-se de situações para as quais a CDU tem insistentemente denunciado e proposto soluções, através dos seus eleitos nas Assembleias de Freguesia e Municipal...” 1

 

 

 

Custou, mas foi. Agora só era preciso que o Departamento respectivo da CML (a DHURS) se lembrasse de o esvaziar com alguma frequência.
 
1. Ver, por ex., http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/4650.html
publicado por Sobreda às 00:25
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Entre o diálogo e uma nova greve na limpeza urbana

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) fizeram um balanço positivo de greve de quatro dias, referindo disseram que a greve ficou marcada pela “forte afirmação da capacidade de luta e de afirmação destes trabalhadores em defesa do seu posto de trabalho e do direito ao serviço público executado como tal e sob alçada total da Câmara Municipal de Lisboa (CML)”.

“Esta foi uma resposta significativa ao que estava em causa, que era a exigência da manutenção de todo o serviço de limpeza, varredura e remoção sob alçada da CML e o combate a qualquer tentativa de privatização anunciada já, numa primeira fase, para a Baixa/Chiado e a Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais”, considerou o presidente do STML.
Para este dirigente sindical, “os trabalhadores mostraram todo o seu descontentamento perante esta intenção do executivo camarário” e “o presidente da CML terá de tirar as devidas ilações”.
O presidente do STML exaltou ainda “o comportamento dos trabalhadores e a forte adesão à greve, na ordem dos 90%” e espera agora que o presidente da autarquia diga como está o processo de privatização do serviço em Lisboa. “Vamos solicitar uma reunião ao presidente da CML nos próximos dois ou três dias, para aquilatar se, perante este protesto, mantém a intenção de avançar com o processo ou não”, anunciou.
Lembrou ainda que os sindicatos querem “a suspensão total deste processo e a continuidade da exigência de munir o departamento de higiene urbana e resíduos sólidos da CML com os meios humanos e materiais necessários para continuar a fazer e desenvolver um serviço de qualidade na limpeza na cidade e na remoção de lixo”.
“Se o presidente da CML não atender a este protesto e aquilo que são as pretensões legítimas dos trabalhadores e exigências do sindicato, equacionamos continuar esta forma de luta sob todas as possibilidades que venham para cima da mesa, incluindo novas paralisações, se necessário, após audição dos trabalhadores numa nova ronda de plenários a realizar a 17 e 18 de Dezembro”, acrescentou.
O dirigente sindical considerou ainda que “o presidente da CML terá de ter uma postura diferente e dar uma resposta aos trabalhadores e sindicatos sobre o que pretende fazer do serviço de limpeza urbana da câmara de Lisboa e se está disposto a reflectir e arrepiar caminho”.
Por seu turno, um dirigente do STAL sublinha que o sindicato “valoriza a disposição do presidente da CML” para o diálogo, mas apenas se “estiver disposto a suspender o processo de privatização”. “Está aprovado um orçamento municipal já com verbas destinadas à contratação de empresas. Queremos que essas verbas sejam transferidas para a contratação de trabalhadores e aquisição de meios para a câmara poder fazer o serviço”, disse, rejeitando a ideia de que esta solução é temporária.
Nesse sentido, recordou que “o está agora a ser proposto é idêntico ao que foi feito com os espaços verdes e depois assistiu-se a uma desorçamentação dos mesmos e a um aumento das áreas de acção”.
Tendo como base a hipótese de os sindicatos convocarem uma nova paralisação para os dias após o Natal, o STML e o STAL já entregaram um pré-aviso de greve para os dias 26, 27 e 28 de Dezembro, explicando que “pode ser retirado se as soluções que nos forem apresentadas nos satisfizerem” 1.
Também a AML, na reunião da próxima 3ª fª, vai analisar 3 moções (do PCP, PEV e BE) de defesa dos postos de trabalho e de garantias da manutenção destes serviços de limpeza na esfera pública.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352790
publicado por Sobreda às 02:28
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Mais de 90% dos trabalhadores da higiene urbana aderiram ao protesto

A greve de lixo dos funcionários da higiene urbana da CML começou ontem e deverá causar alguns transtornos aos lisboetas. O problema está na falta de recursos humanos e materiais, ou/e uma organização que não acompanhou o crescimento da capital, são algumas das principais queixas dos funcionários de limpeza urbana.

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e o STAL defendem ser necessário a “entrada de 200 cantoneiros” e a compra de meios, como varredouras mecânicas, fatos de água e equipamento básico como luvas para o departamento de higiene conseguir funcionar sem falhas.
“A cidade cresceu, por exemplo, na Alta de Lisboa, e os meios são iguais, a organização das zonas de limpeza é a mesma, os recursos mantêm-se inalterados”, criticou o sindicalista, que está convencido de que o facto de CML não ter obtido autorização do Tribunal de Contas para contrair um empréstimo de 360 milhões de euros para pagar dívidas levou a autarquia a “desinvestir” no sector da limpeza urbana.
E exemplifica: “há três varredouras mecânicas à espera de serem reparadas há meses porque não há dinheiro para substituir as peças”, denunciou.
A greve tem também a haver com a alegada intenção de a autarquia concessionar a lavagem e varredura da Baixa-Chiado a uma empresa privada, algo que o sindicalista vê como uma “pré-privatização” do sector de limpeza. “Temos consciência que a greve vai causar transtornos, mas queremos mostrar que são os munícipes que vão pagar [a alegada concessão a privados]. Daqui a uns meses, vão surgir mais umas taxas e o serviço não vai ser melhor”, alertou o dirigente do STML 1.
Em comunicado conjunto, ambos os sindicatos afirmam que a autarquia lisboeta “se prepara para concessionar a privados parte das obrigações que detém no que concerne à limpeza e lavagem da cidade”, nomeadamente na Baixa-Chiado e em Santa Maria dos Olivais, um cenário que repudiam 2.
Por isso, mais de 90% dos trabalhadores da higiene urbana da CML estão em greve, segundo dados do STML, que garante, no entanto, os chamados “serviços mínimos”.
O protesto visa contestar a alegada intenção de privatizar os serviços de recolha de lixo e limpeza das ruas em algumas zonas, bem como a contratação de 200 cantoneiros e a aquisição ou reparação de meios materiais e equipamentos 3. “Só no ano 2008 saíram cerca de 100 pessoas deste serviço, nomeadamente por reforma”, esclareceu um sindicalista, para quem estas saídas contribuem para uma progressiva ineficácia na limpeza da capital 4.
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/2008/12/08/cidades/camara_recomenda_guardar_lixo_casa_d.html
2. Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=376739&visual=26&rss=0
3. Ver http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200812089092676
4. Ver www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=269422
publicado por Sobreda às 00:56
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Contra a privatização da recolha do lixo

Os trabalhadores da higiene urbana da CML vão cumprir quatro dias de greve, entre os dias 8 e 11 de Dezembro, contra a privatização dos serviços e pela salvaguarda dos postos de trabalho.
No plenários dos dias 19 e 20 de Novembro, no Largo do Município em Lisboa, os cerca de dois mil e quinhentos trabalhadores do Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos da CML decidiram cumprir um período de greves, a partir do dia 8, que resultará na ausência de recolha de lixo, confirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML).
Só um recuo da CML na alegada intenção de concessionar parte da limpeza urbana levará à desmarcação desta greve. Segundo o representante sindical do STML, “se em declarações públicas a Câmara disser que suspende o processo de adjudicação [de serviços de varredura e limpeza na zona da Baixa Pombalina] e recuar, estamos dispostos a levantar o pré-aviso de greve”. Os trabalhadores estão “sempre disponíveis para dialogar”, mas desde que anunciaram “há 15 dias” que iam fazer greve, “não houve nenhuma tentativa de reunião” por parte da autarquia 1.
Depois de terem chegado rumores ao sindicato sobre a intenção da autarquia, o STML enviou um ofício ao vice-presidente da CML, para apurar sobre a verdade dos rumores, mas não obteve resposta.
O Sindicato enviou outro ofício ao presidente da autarquia, solicitando uma audiência, mas também não obteve resposta, nem quando duas semanas depois voltou a solicitar um encontro. Apenas houve confirmação da intenção de privatizar serviços por parte do director do Departamento de Higiene Urbana e resíduos sólidos, que esclareceu estar em fase de elaboração um caderno de encargos com a firma ABC, Associação Baixa-Chiado, a fim de entregar serviços de limpeza urbana, naquela parte da cidade, à iniciativa privada”.
Apenas na véspera o vice-presidente adiantou que “a empresa concessionária do Parque-Expo poderá vir a alargar a sua actividade à varredura, lavagem e limpeza de todas as ruas da Freguesia dos Olivais, e justificou a intenção com a falta de meios humanos suficientes na autarquia”.
Para o presidente do STML, com a alteração da Lei da Aposentação e o aumento da idade de reforma, “há trabalhadores com mais de 55 anos que deviam aposentar-se mas agora não podem e têm que ficar no departamento com serviços melhorados. Um trabalhador aos 60 anos não tem condições para andar a correr atrás do camião do lixo”, informando que cerca de 200 trabalhadores estão nesta situação. “Se entrassem 200 trabalhadores para o quadro do departamento, a situação ficaria resolvida, sem qualquer necessidade de privatização”, considerou o sindicalista.
A autarquia também pretende descentralizar estes serviços nas freguesias de Alcântara, Benfica e Marvila, que “passariam a ter uma organização bicéfala, com elementos da CML e da freguesia, para orientar e determinar o sistema de lavagem e varredura, o que implicaria alterações nas condições e nos horários de trabalho”.
Para o STML, estas são péssimas “experiências-piloto de um projecto mais vasto que visa terminar na concessão total destes serviços” a privados. “Trata-se de um negócio bastante lucrativo para os investidores privados, em detrimento da qualidade dos serviços prestados, das condições de trabalho e das garantias de emprego no futuro para estes trabalhadores”, alertou.
Por isso, no dia 8, a greve será ao trabalho extraordinário; no dia 9, parará toda a limpeza urbana; no dia 10, os cantoneiros, e no dia 11, os motoristas. Desta forma, “cada sector cumprirá dois dias de greve e Lisboa ficará sem recolha de lixo durante cinco dias”, afirmou um dirigente do STML, salientando que “o objectivo não é tornar a cidade num caos mas garantir a manutenção dos serviços públicos”.
Foi também entretanto concessionada a privados a manutenção de vários espaços verdes da cidade. No início do Verão, o STML tinha alertado para os cortes feitos ao trabalho extraordinário e para a entrega dos serviços a empreitadas privadas. Também neste sector, “o não preenchimento das vagas no quadro teve como objectivo o seu desmembramento”.
Actualmente, “já são muito poucos os espaços verdes cuja manutenção é da responsabilidade da CML”, revelou, salientando que “a esta situação não são alheias as queixas chegadas à CML sobre a crescente degradação dos espaços verdes. Queremos evitar que o mesmo aconteça na limpeza urbana”, afirmou o representante do sindicato.
Recorda-se que o Grupo Municipal de Os Verdes apresentou na AML de Novembro uma Recomendação onde pugnava pela defesa da gestão pública da recolha de lixo 2.
 
1. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=118997
2. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=233&Itemid=36
publicado por Sobreda às 00:45
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Os canaviais das Avenidas também ardem

Um incêndio deflagrou hoje, ao início da tarde, num terreno baldio com canaviais na Avenida Marechal Teixeira Rebelo, junto ao Hospital da Luz, entre as Freguesias de Benfica e Carnide. Uma das duas frentes do incêndio já foi extinta, enquanto uma outra está circunscrita.
De acordo com uma fonte dos Bombeiros Sapadores de Lisboa, o alerta foi dado pelas 14h54, sendo que as chamas tiveram início num descampado entre o cemitério e o Hospital da Luz, situado junto ao Centro Comercial Colombo.
No combate às chamas estão 15 bombeiros, apoiados por seis viaturas. Até ao momento, não há registo de feridos ou outros danos. Devido ao muito fumo na zona, os automobilistas têm visibilidade reduzida 1.
O vento que se faz sentir chegou mesmo a empurrar as chamas para o perímetro do cemitério (de Benfica), mas a situação já está controlada pelos bombeiros 2.
Mais do que nunca fica (infelizmente) provado que os canaviais, e outros arbustos em zonas expectantes, quando não são periodicamente cortados pela CML, para além dos animais rastejantes que neles nidificam e do lixo que esvoaça e nele se junta, podem tornar-se num perigoso combustível em zonas urbanas.
A pergunta para a CML é apenas: porque não são cortados e o espaço limpo com regularidade? Aliás, nada de novo, que por aqui não costumemos recordar… 3
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=A97D10F7-80E0-42EF-84DC-F0F8EB13218B&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021
2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339592
3. Ler, por ex., http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/114114.html ou http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/113820.html ou http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/114313.html
publicado por Sobreda às 19:58
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Está tudo lix(ad)o

Depois da euforia da entrega dos presentes de Natal, observam-se muitos dejectos acumulados pelas ruas de Lisboa. Com o problema acrescido de não ter havido recolha de lixo.
Como é possível os munícipes terem-no sabido com antecedência, mas a sua ‘cidadania’ não ter dado para mais, como se vê pela imagem obtida ontem à tarde numa das ruas de Telheiras?

 

 

Hoje de manhã, três dias após o Natal, a situação perdura, agravando-se, pois a montanha que continua a crescer com o ‘voluntarioso’ contributo dos moradores, quase rivaliza com o vizinho Aterro do Vale do Forno.
 
Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=315938&tema=27
publicado por Sobreda às 11:01
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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Recolha de lixo

Considerando a época natalícia, a CML informa a população da cidade que nas noites de 24 e 25 de Dezembro (2ª e 3ª feira) não haverá recolha de lixo. Excepcionalmente efectuar-se-á a remoção no Domingo, dia 23 de Dezembro.
Por este motivo, a CML solicita a melhor colaboração de todos os munícipes para que os resíduos produzidos na véspera e dia de Natal não sejam colocados na via pública para remoção, nas noites referidas, devendo fazê-lo, apenas, na noite de 26, de 4ª para 5ª feira.
 
Ver www.cm-lisboa.pt/?id_item=15375&id_categoria=11
Temas:
publicado por Sobreda às 12:01
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Natal é quando uma Câmara quiser

A CML vai instalar bandas redutoras de velocidade e pintar cinco novas passadeiras - repetimos cinco (5), que luxo - na Baixa e repintar outras seis (repetimos seis - 6) em zonas comerciais para aumentar a segurança rodoviária na cidade.

Estas intervenções fazem parte da Operação Natal - Cidade Limpa e Segura, que contempla ainda um plano de limpeza das zonas da cidade com maior concentração de pessoas por causa das compras de Natal e um plano específico de lavagem de passeios.

Esta Operação implica um acréscimo de custos para a autarquia na ordem dos 48 mil euros, um aumento que o presidente da CML, considera ‘importante’, apesar de apenas abranger algumas zonas da capital. “É um esforço acrescido numa altura de muita dificuldade financeira, mas é importante nesta época, porque assim também se apoia o comércio”, referindo-se às zonas escolhidas para a operação de limpeza. Repete-se: é importante nesta época para ajudar o comércio, porque no resto do ano...

O plano de limpeza de passeios, que conta com a colaboração de uma empresa de produtos de limpeza, abrange várias zonas do centro da cidade, mas não passa dos terminais de transportes do Campo Grande e de Sete Rios. Para lá do Marão, perdão, da 2ª circular, quem quiser limpeza, que pegue na vassoura à porta de sua casa.

Já o plano de limpeza ‘Época Natalícia’ envolve as áreas da Baixa-Chiado, e outras zonas ‘nobres’ de comércio. E então, porquê apenas a limpeza no centro da capital? É que “esta zona tem de ficar um brinquinho. Isto é um cartão de visita da cidade”, disse o presidente da CML 1.

Apesar das zonas escolhidas serem das que mais frequentemente recebem campanhas de limpeza, a acção terá sido de tal modo inóspita que serviu para o olhar e as câmaras atentas de vários turistas terem aproveitado para tirar fotografias. Só é pena não terem vindo fazê-las para as zonas periféricas da cidade, onde durante o ano inteiro o lixo se amontoa e esvoaça pela via pública. É que tal não produziria qualquer mediatismo.

Mais uma vez todas estas campanhas de embelezamento da capital não passam geograficamente da Baixa e do Centro da cidade. São operações - necessárias é verdade - de cosmética, mas para turista ver. Vão lá perguntar aos moradores da periferia qual o grau de limpeza dos bairros das freguesias para cá da 2ª circular.

Pois é, não é só na outra banda que há desertos. ‘Jamais, jamais...’. Meros critérios natalícios, pois Natal será apenas quando uma Câmara quiser.

 

1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1310426&idCanal=59 e http://dn.sapo.pt/2007/11/13/cidades/seguranca_peoes_reforcada_baixa.html

publicado por Sobreda às 01:53
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Lumiar desprotegido - 14 (bis)

Há várias semanas atrás insistíamos neste blogue em alertar para a manutenção da crescente lixeira junto ao Parque de contentores no Paço do Lumiar 1.

Das fotos de novo agora obtidas, onde se divisa o Templo Hindu, verifica-se que a situação de acumulação de lixos se agravou, apesar de ter sido aprovada uma Moção na Assembleia de Freguesia do Lumiar, no passado mês de Setembro, exigindo a urgente reabilitação ambiental da zona 2.

Numa outra foto, onde por detrás da pirâmide de lixo se elevam ao fundo os edifícios da Alameda Mahatma Gandhi, constata-se a novidade da deposição de um velho electrodoméstico no espaço envolvente aos contentores.

A admiração reside, apesar do projecto já existente na CML, dos repetidos alertas e decorridos vários meses 3, nos órgãos autárquicos persistirem em não tomar a iniciativa de promover qualquer intervenção de arranjo paisagístico do local, o que deixa os moradores perplexos. Nem executivo da Junta, nem vereador responsável por aqueles espaços.

É obra ! Ou pior, é falta dela !

 

1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121473.html

2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/121797.html

3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/37853.html

Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

A diferença está no lixo

Nasceu em Lisboa?

Não, nasci na Amadora. Actualmente moro em Telheiras.

 

Tem o hábito de viajar. Quais as grandes diferenças que encontra quando deixa Portugal?

Quando saio do País, a diferença que mais salta à vista é a limpeza das ruas. Noto que a grande maioria dos outros países valoriza muito mais esse aspecto.

 

Se fosse presidente da Câmara por um dia, o que mudaria na cidade de Lisboa?

Odeio a sujidade que existe na nossa capital. Lisboa já foi uma cidade limpa e, hoje em dia, assiste-se a um considerável aumento da sujidade pelas nossas ruas.

 

Ler entrevista a Maya IN Destak 2007-10-08, p. 4

Temas: ,
publicado por Sobreda às 00:32
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Domingo, 16 de Setembro de 2007

Para cá da fronteira

Costuma-se dizer que “para lá do Marão…”. Neste caso estamos na zona norte de Lisboa. Esta via - a Azinhaga da Torre do Fato - estabelece a fronteira entre duas Freguesias: Lumiar (à esquerda na foto) e Carnide.

 

Uma das características da zona norte é o aparente abandono do espaço público. Neste caso, um monte de terra (quase à altura de um primeiro andar), canaviais, lixo acumulado e, o mais grave, ausência de caminhos pedonais, passeio e passadeira pintada no asfalto, obrigando o peão a circular perigosamente na faixa de rodagem.

Quando vai o município perceber a urgência de uma profunda intervenção no local?

publicado por Sobreda às 18:10
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Oh minha verde caninha

Oh minha caninha verde

Oh minha verde caninha

Salpicadinha de amores

De amores salpicadinha

 

Encostei-me à cana verde

Cuidando que não quebrava

A cana verde era oca

Coisa que não me lembrava” 1.

 

Com o lixo, esvoaçante, depositado pelas ruas da Freguesia, nas redondezas de zonas expectantes e canaviais, como as da foto, junto à Escola Secundária da Rua Fernando Namora e nos arredores da Rua Prof. Luís da Cunha Gonçalves, ganha-se ‘ecopontos’ ao ar livre. Mais ‘natural’ não podia ser, mas também um hipotético foco de insegurança para os jovens estudantes.

 

No meio desta falta de higiene pública, mosquitos, melgas e animais rastejantes são os únicos que agradecem.

Quando vai o município perceber a urgência de uma profunda intervenção no local?

 

1. Ver ‘Danças e cantares do Açores’ IN www.orfeao.up.pt/cancioneiro%20acores%20caninha.htm

publicado por Sobreda às 17:57
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O signo do rato

“Setembro parece ter chegado sob o signo do Rato. Primeiro, com a notícia de que se aproximavam aos milhões, vindos da Corunha e ameaçando, façanhudos, os domínios bragantinos; depois, com a consagração no cinema do parente hodierno do Rato Mickey - o pequeno Ratatouille. Como se não bastasse, descobre-se que uma mão-cheia - talvez dos que apontavam a Bragança - se fez à estrada e assentou arraiais junto à Baixa de Coimbra. Ratos, ratazanas e afins, numa imundice da pior espécie” 1.

 

Nas redondezas de zonas expectantes ou de canaviais, como os da foto, no topo norte das traseiras da Clínica Psiquiátrica de S. José, surgem os orifícios das suas tocas. Os Ratos são verdadeiros ‘animais de festa’, adoram estar em grupo e raramente ficam quietos 2. Só que, no Zodíaco chinês, este afinal até é o ano do cão.

Para quando a desratização dos espaços públicos e zonas expectantes da freguesia?

Quando vai o município perceber a urgência de uma profunda intervenção no local?

 

1. Ver http://jn.sapo.pt/2007/09/11/pais/ratazanas_coimbra.html

2. Ver http://astrologia.sapo.pt/Xz2306/515515.html

publicado por Sobreda às 17:48
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Ecoparque reciclado

Em São João da Talha, em Loures, foi ontem inaugurado um EcoParque infantil com 4.800 m2, provido de uma zona de jogos populares, um campo de jogos, um ginásio, um circuito de manutenção e um jardim de cheiros e sabores, entre outros equipamentos.

Este Ecoparque constitui porém uma novidade: todos os equipamentos deste parque resultaram da reciclagem e reutilização de materiais e resíduos.

A Valorsul, que tenciona continuar a construir mais ecoparques, nomeadamente aproveitando lixo electrónico (computadores e derivados) e eléctrico, informou entretanto que, em Outubro, irá inaugurar o Centro de Triagem e Embalagem do Lumiar.

 

Ver http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/09/ecoparque-reciclado.html

publicado por Sobreda às 17:13
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Reciclagem de monos

Uma das Associações Portuguesas de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos (REEE) afirma que tenciona ultrapassar até ao final do ano a recolha de 10 mil toneladas de ‘monos’ a enviar para reciclagem, e chegar às 30 mil em 2008, dando cumprimento às metas impostas pela União Europeia. Contudo, até ao final de Agosto deste ano, o valor recolhido é inferior ao definido pela UE.

A empresa esclarece que para cumprir os objectivos, investiu em várias campanhas de sensibilização, sob os lemas ‘Livre-se do seu mono já’, ‘Eletro-tocados’ e ‘Ponto Electrão’, para alertar os cidadãos e as empresas de retalho para a necessidade de recolha, tratamento e reciclagem dos REEE.

Embora esteja prevista a existência de 250 centros de recepção no próximo ano, para já existem apenas 86. “A Zona Norte de Lisboa tem apenas 6 centros de recepção, mas o ideal seria ter 41”.

Por isso a empresa alerta desde já para a “necessidade do consumidor, que também é eleitor, fazer pressão junto das autarquias de forma a serem estabelecidos acordos para a criação de novos centros de recepção e recolha que garantam o tratamento correcto das REEE”.

Pergunta-se: estão os executivos das Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar disponíveis para esse acordo e aderirem à campanha de uma cidade mais limpa?

 

Ver Meia-Hora 2007-09-05, p. 5 e DEconómico 2007-09-07, p. 42

publicado por Sobreda às 15:38
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

Hipermercado de saída

Uma cadeia de hipermercados nacional voltou antes de ontem a negar o seu suposto envolvimento na compra de uma rede de hipermercados francesa, que dispõe de 12 espaços comerciais em Portugal, e que chegou ao nosso país em 1992, altura em que inaugurou uma grande superfície em Telheiras. A empresa tem ainda 11 licenças já aprovadas para a abertura de novos espaços comerciais, entre as quais estão localizações em Valongo, Famalicão e Maia.

Fonte oficial da empresa afirmou que a sua posição se mantém, “desmentindo categoricamente qualquer rumor que tenha sido posto a circular”. Face a notícias novamente publicadas ontem, onde mais uma vez se abordou a saída de Portugal da referida cadeia francesa, os seus responsáveis escusaram-se a fazer qualquer comentário, sustentando que não passam de rumores. Atitude idêntica tiveram os potenciais interessados na aquisição.

Neste âmbito, o grupo havia anunciado, a 1 de Junho, a venda dos quatro hipermercados que detinha na Eslováquia, enquanto, em Espanha, a empresa comprou recentemente uma outra pequena rede de supermercados. Fontes do mercado acreditam por isso que existem conversações entre as partes, desde que foi anunciada a estratégia de privilegiar os mercados onde aquela empresa tem uma posição de liderança e desinvestir naqueles onde não tem, como é o caso português 1.

A empresa francesa tem-se, porém, escusado a informar sobre a estratégia que pretende seguir em Portugal. Alguns analistas acreditam que a venda das lojas do grupo em Portugal terá apenas sido antecipada pela aquisição de outra cadeia em Espanha 2.

Entre os principais motivos para a saída do grupo do País está o facto de não ser um dos principais ‘players’ do mercado. A política internacional do grupo tem sido apostar em mercados onde tem posições privilegiadas e desinvestir nos outros, onde acaba por ser mais um operador. A liderança em Portugal seria sempre uma missão impossível, considerando os últimos dados avançados pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) que comprovam isso mesmo, e onde a cadeia aparece apenas em 6º lugar com um volume de vendas que se distancia dos seus concorrentes, com uma facturação a apresentar um crescimento pouco significativo 3.

É reconhecida a contiguidade entre duas grandes superfícies em Telheiras, o trânsito que originam na zona e o lixo de embalagens que alguns utentes, com muita frequência e pouca cidadania, espalham nas redondezas, designadamente na paragem da carreira nº 47 da Carris que lhe fica fronteira. Independentemente da percentagem de lucro do negócio, o mínimo que se pediria ao hipermercado era que colaborasse na higiene pública das suas zonas envolventes. Os moradores agradeceriam que se assumisse como um ‘player’ no mercado da limpeza, naturalmente, antes da sua saída.

 

1. Ver http://dn.sapo.pt/2007/07/24/economia/auchan_volta_a_negar_compra_carrefou.html

2. Meia hora 2007-07-24, p. 11

3. Ver http://goldentiger-pois.blogspot.com/2007/07/carrefour-passa-jumbo.html

publicado por Sobreda às 01:46
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Sábado, 19 de Maio de 2007

Limpeza urbana

O Grupo Comunitário da Alta de Lisboa planeou no Bairro da Cruz Vermelha uma actividade de intervenção local na área do Ambiente, com a colaboração do CAF da Junta, do DHURS da CML, da Unidade de Revitalização Urbana e Gebalis, no final do mês de Março.

O dia começou com as crianças à caça do lixo por entre os lotes do bairro, talvez por a frequência da limpeza na Freguesia e na zona em particular não ser frequente. O resto da manhã foi ocupado com pinturas faciais, jogos lúdicos e fotografias. Da parte da tarde os presentes 'arregaçaram as mangas', vestiram t-shirts, pegaram em pincéis e ensaiaram umas quantas ‘aguarelas’. Ao fim de algumas horas o bairro passou a dispor de algumas caldeiras e alguns muros pintados. Com flores - já que a CML não tem dinheiro para plantar das verdadeiras - paredes alisadas e mesas coloridas.

Em conclusão, por umas horas todos foram ‘pintores’ ou ‘jardineiros’ procurando dar um ar mais simpático ao bairro. Terminada a breve acção de sensibilização volta tudo à estaca zero. Ou seja, o lixo indiferenciado e o mato por cortar. Mais uma intervenção cumprida para constar no Plano de Actividades dos serviços.

Entretanto, esta e outras Freguesias continuam a queixar-se da real falta de limpeza das áreas públicas. Há casos em que “cerca de 80% das queixas recebidas na Junta estão ligadas aos espaços verdes e à higiene urbana” 1. Quanto às casas degradadas os moradores a mais não puderam aspirar que ficar com umas florzinhas pintadas, porque... fica mais bonito.

1. Ver http://dn.sapo.pt/2007/01/07/cidades/maior_freguesia_lisboa_queixase_falt.html

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publicado por Sobreda às 23:57
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Terça-feira, 7 de Novembro de 2006

Lixo e ruído em Telheiras são sinónimo de irresponsabilidade

No jornal Público do dia 7 de Novembro vem o morador Luís Filipe Carvalho expressar o seu profundo desapontamento pela poluição sonora, proliferação de lixo e de abandono dos espaços verdes que ocorre na zona onde reside, mais concretamente em Telheiras, na Freguesia do Lumiar.

Constata ele o seguinte: “Habito há já longos anos na Rua Prof. Luís Reis Santos, paralela à Av. Padre Cruz, mesmo em frente ao Instituto Ricardo Jorge, e encontro-me a atravessar uma crise que me deixa desolado, pois não há memória de tanto ruído a entrar pela casa dentro como o que se tem verificado ultimamente, bem como uma quantidade de lixo inusitada, que corre pela rua nos dias ventosos e que normalmente estaciona na entrada das casas dos pisos térreos desta rua.

A empresa de jardinagem que trata destes jardins, de jardinagem tem muito pouco, mas certamente não se esquece de cobrar à CML o trabalho contratado. Tem desleixado os espaços verdes, passando os vários verões sem deitar uma pinga de água nos jardins e levando-os à desertificação. Por outro lado, tem vindo a decepar os arbustos tanto dos jardins como da barreira que separa a Rua Prof. Luís Reis Santos da Av. Padre Cruz, criando uma desertificação que provoca o tal ruído insuportável que não dá descanso a ninguém.

Isto passa-se mesmo em frente ao Instituto Ricardo Jorge e no sentido de quem vem de Odivelas para o Campo Grande. A bomba de gasolina aqui instalada também é uma fábrica de lixo. Ninguém chama a atenção para isto e, se alguém se dirige à referida bomba de gasolina, como no meu caso, a resposta é que isto é uma zona da responsabilidade da CML, embora o poluidor seja a bomba de gasolina. (...) Façam qualquer coisa para que isto não pareça um país do Terceiro Mundo”.

E termina: “o abandono a que tem sido votada esta zona é atroz e deixa-me estupefacto pela forma como me sinto enganado na minha escolha para os responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em quem votei. Não deveria ser assim tratado qualquer munícipe desta cidade, muito menos quando falamos de uma rua inteira, no caso”.

Trata-se de situações para as quais a CDU tem insistentemente denunciado e proposto soluções, quer através dos seus eleitos nas Assembleias de Freguesia e Municipal, quer através de requerimentos ao Governo entregues através dos seus deputados na Assembleia da República.

Quer no caso do ruído, que afecta também os moradores junto ao Eixo Norte/Sul e à Av. Norton de Matos (vulgo, 2ª circular), quer no caso das zonas ajardinadas, que em Telheiras são da responsabilidade da EPUL, ou no do lixo, como é também o estado de permanente conspurcação do espaço público com todo o tipo de dejectos alimentares junto à paragem da carreira 47 da Carris, na Av. das Nações Unidas, em frente ao hipermercado, ou ainda no desordenado estacionamento em Telheiras em dias de futebol, o desleixo das entidades (in)competentes arrasta-se. Os responsáveis estão identificados, mas deles não há sinal de vida.

Como afirma o estupefacto morador, que se sente “enganado na minha escolha para os responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em quem votei”, os fregueses “não deveriam ser assim tratados”.

Caro(s) morador(es), o reverso da medalha também é possível. É não votar em quem não conhece o terreno, não dialoga com as populações e apenas promete “mundos e fundos” (vide neste blog o ‘inaceitável' exemplo da recuperação da Quinta de Nª Srª da Paz que também estava incluída nos programas eleitorais do PSD para a Junta e para a Câmara e no entanto está sobre a ameaça de ser alienada).

publicado por Sobreda às 16:59
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