Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

Tribunal recusou pedido de suspensão de ciclovia

Sobreda, 31.08.09

O Tribunal Administrativo de Lisboa negou o decretamento provisório da providência cautelar interposta pela Junta de Carnide contra a forma como está a ser construída pela Câmara a ciclovia na Freguesia.

 

O advogado da Junta de Freguesia de Carnide confirmou a decisão judicial - “o decretamento provisório foi negado, agora a providência cautelar será julgada” - e acrescentou que a CML enviou na 6ª fª a resposta ao tribunal, a que estava obrigada no âmbito do processo. A Junta não conseguiu assim suspender de imediato as obras da ciclovia e repor as quatro faixas de rodagem na Avenida Colégio Militar, tal como pretendia.
O presidente da Junta de Freguesia, Paulo Quaresma, lamentou que a providência cautelar não tivesse efeitos suspensivos imediatos e sublinhou que continuam a chegar à Junta e-mails de moradores, queixando-se da forma como as obras decorrem, nalguns casos fazendo a ciclovia passar muito próximo de acessos a habitações, como portões.
O autarca de Carnide lembra a ausência de estudos de tráfego que analisem o impacto destas medidas no trânsito e que suportem a decisão da autarquia de reduzir de quatro para duas as faixas de rodagem na Av. Colégio Militar, bem como a falta de diálogo com a autarquia e a interferência com os espaços da própria Feira da Luz, que se realiza durante o mês de Setembro.
Já o vereador dos Espaços Público e Verde tem vindo a reiterar que as obras foram analisadas pelas várias freguesias e populações, sublinhando terem sido decididas no âmbito do processo de orçamento participativo.
Nos folhetos colocados na freguesia de Carnide, a CML informa que as alterações decorrem do plano de mobilidade e que irão permitir acrescentar 19 lugares de estacionamento na Av. Colégio Militar e 82 na Rua Fernando Namora.
Além da construção da ciclovia, que terá o percurso Av. Colégio Militar/Largo da Luz/Rua do Seminário/Rua Fernando Namora/Rua Hermano Neves, a autarquia refere igualmente que serão alargados passeios para melhorar a acessibilidade e plantadas 19 novas árvores na Avenida Colégio militar e 39 na Rua Fernando Namora.
 

Linha vermelha pára este fim-de-semana

Sobreda, 22.08.09

Andar no Metro de Lisboa, entre as estações Oriente e Alameda, não vai ser possível durante este fim-de-semana. A linha vermelha vai voltar a estar encerrada este fim-de-semana. Em causa estão as obras de prolongamento desse percurso.

O Metro de Lisboa justifica a paralisação da linha vermelha com as obras de ligação do percurso com as estações que vai cruzar, depois do prolongamento até S. Sebastião, na linha azul. As restantes linhas da rede do Metropolitano manterão a circulação no horário normal de funcionamento.
Os utentes podem utilizar os autocarros da Carris que vão estar ao serviço do Metro, para fazer a ligação entre o Oriente e Alameda. Segundo informa a empresa, estes veículos vão funcionar entre as 6h30 e a 1h00, e podem ser utilizados os títulos de transporte do Metro.
Recorde-se que já no outro fim-de-semana também esteve encerrada a mesma linha.
 

Acesso da Caparica para Lisboa encerrado este fim-de-semana

Sobreda, 21.08.09

O acesso da Costa de Caparica para Lisboa, através da Ponte 25 de Abril, vai estar encerrado ao tráfego durante o fim-de-semana, segundo informa a Lusoponte.

O encerramento terá lugar a partir das 22h de hoje, prevendo-se a sua reabertura para as 12h de domingo, dia 23 de Agosto, que se justifica pela necessidade de trabalhos de reabilitação do pavimento.
A Lusoponte informa ainda que o tráfego proveniente do IC20 será desviado para a Ponte 25 de Abril através da primeira rotunda (antiga rotunda da Piedade), estando as alternativas devidamente assinaladas.
 

Engenheiro defende tese de mestrado sobre o potencial ciclável de Lisboa

Sobreda, 07.04.09

Um engenheiro que durante mais de 200 dias andou a testar o potencial ciclável de Lisboa defende, esta 3ª fª às 14h, a sua tese de mestrado “Contribuição do modo bici na gestão da mobilidade urbana”, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa.

Na defesa da tese, vai desmistificar ideias e desculpas usadas pelos lisboetas para não utilizarem a bicicleta como meio de transporte. “As sete colinas, o vento, o frio, o calor, o tráfego automóvel são tudo desculpas de que vou falar e mitos que vou deitar por terra”.
Além de desmistificar questões, o jovem engenheiro vai ainda defender propostas e soluções do que deve ser feito para ajudar os lisboetas a andarem mais de bicicleta.
A criação de corredores de bicicletas nas faixas de rodagem, o alargamento do horário em que as bicicletas podem ser transportadas no metro e a adopção de uma ideia já aplicada em algumas cidades norte-americanas – “colocar ganchos na frente dos autocarros onde dá para pendurar duas ou três bicicletas” - são algumas das medidas defendidas.
“Andar de bicicleta em Lisboa é vantajoso para muitas pessoas, nomeadamente para quem se desloca no planalto central da cidade - Saldanha até ao Lumiar - e na zona ribeirinha. Com uma ajuda dos transportes públicos tornar-se-ia vantajoso para muitos mais”.
 
Ver Lusa doc. nº 9526459, 06/04/2009 - 16:34

Verdes propõem leis para promover o uso da bicicleta como meio de transporte

Sobreda, 23.01.09

Uma rede nacional de ciclovias e alterações ao Código da Estrada para garantir a segurança dos ciclistas são duas propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para promover a bicicleta como meio de transporte e que o Parlamento vota quinta-feira.

Os deputados deverão ainda votar um projecto de Resolução que prevê um plano nacional de promoção da bicicleta e outros modos de transporte suaves.
“Esta ideia nasce do reconhecimento da importância que a bicicleta pode ter na substituição das nossas escolhas de mobilidade e transporte e deslocações diárias de substituição do automóvel particular, concretamente em meio urbano, e necessidade de garantir segurança para os ciclistas circularem na via pública”, disse o deputado de “Os Verdes”, Francisco Madeira Lopes.
O deputado salientou que já não é a primeira vez que “Os Verdes” apresentam um projecto “para a constituição de uma rede nacional de pistas cicláveis”, porque “misturar o uso da bicicleta com automóveis é perigoso, como infelizmente a prática tem demonstrado”.
“Tal como existe uma rede ferroviária, também entendemos que deveria haver uma rede nacional de pistas cicláveis que permitisse, não só que os ciclistas circulem em segurança dentro das localidades, mas também a ligação futura entre diferentes localidades e inclusivamente a ligação do país a outras redes internacionais e europeias de pistas cicláveis”.
O deputado considerou que “está na hora de o Governo dar um passo em frente” na promoção de alternativas de mobilidade porque a evolução que se tem registado em Portugal “tem estado, até agora, sujeita à boa vontade das autarquias”. “Infelizmente essas são medidas pontuais, desgarradas, que gostaríamos de ver encaradas pelo Estado de uma forma mais coerente e de uma forma mais séria”.
Os Verdes” entendem que “a bicicleta é uma mais valia enquanto elemento de lazer, de prazer, de saúde e de desporto, mas também pode e deve desempenhar um papel nas deslocações diárias como um meio normal de transporte”, numa altura em que se fala da crise energética, da problemática das alterações climáticas e do problema da mobilidade nas cidades.
Outra das iniciativas de “Os Verdes” votada no Parlamento prevê alterações ao Código da Estrada “para permitir maiores direitos e segurança aos ciclistas”. “É importante que se acabe com algumas limitações do Código da Estrada que colocam a bicicleta como um veículo de segunda ou terceira face ao automóvel particular”.
“Nós adiantamos uma série de propostas e queremos vê-las discutidas na especialidade com todos os grupos parlamentares e gostaríamos também de contar com os contributos da sociedade civil, de outros partidos e parceiros sociais, mas o que nós consideramos importante é corrigir o Código da Estrada no sentido de garantir direitos e segurança para os ciclistas”.
Para o deputado não faz sentido algumas regras que podem inclusive colocar em perigo o ciclista. “Por exemplo, circular à beira do passeio parece ser uma boa regra, mas isso pode ser um problema para o ciclista quando há carros estacionados”, exemplificou.
Os Verdes” apresentam ainda uma proposta de resolução para a criação de uma estratégia nacional para a promoção das bicicletas. Segundo Francisco Madeira Lopes, “este plano deve ser promovido pelo Governo depois de criado um grupo de trabalho, em que se implemente um conjunto de acções para divulgar as vantagens da bicicleta e facilitar o uso cada vez mais generalizado da bicicleta, que tem vinco a perder terreno nas cidades para o automóvel”.
“Nós vemos que hoje, nas nossas cidades, o automóvel reina. Não só tomou conta das estradas e dos estacionamentos, como hoje em dia já até dos passeios tomou conta. (...) É preciso repensar as nossas cidades e devolvê-las às pessoas”.
Com estas iniciativas, “Os Verdes” pretendem também “diminuir a sinistralidade rodoviária, contribuir para a melhoria da qualidade do ar, para a melhoria da saúde da população e também contribuir para combater a crise energética e as alterações climáticas”.
 
Ver Lusa doc nº 9231778, 21/01/2009 - 13:21 e http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/d614b881c190195c048d78.html

Serviço ‘Mob Carsharing’

Sobreda, 04.01.09

O ‘Mob Carsharing’, um serviço da Carris de aluguer de viaturas por curtos períodos de tempo, conta com setenta contratos assinados, quando se perfazem três meses desde o início do serviço, sendo, segundo a Carris e Carristur, um serviço que permite aos utilizadores pouparem até 4.000 euros por ano caso percorram menos de 15.000 quilómetros.

A actual frota totaliza 15 viaturas, apesar de apenas 10 estarem disponíveis nos seis parques que estão a funcionar em Lisboa, no Cais do Sodré (uma viatura), Rua Alexandre Herculano (duas), Parque das Nações (duas), Campo de Ourique (uma), Saldanha (duas) e Campo Pequeno (duas).
A empresa conta activar mais seis parques de estacionamento até final do próximo mês de Janeiro: um em Alcântara (Santo Amaro), Miraflores (Linda-a-Velha), Olivais (junto ao Instituto Superior de Engenharia de Lisboa), Estrada da Luz (junto às Torres de Lisboa), Avenida de Roma e Alto de Campolide-Amoreiras.
A ligação entre os transportes públicos e o ‘Mob Carsharing’ é feita através do cartão Lisboa Viva, através do qual os utilizadores do serviço desbloqueiam as viaturas estacionadas nos parques.
O acesso é feito mediante o pagamento de 55 euros de inscrição e a reserva dos veículos pode ser efectuada 24 horas por dia através da Internet ou por telefone. O custo do serviço de ‘Mob Carsharing’ é calculado em função do tempo (em horas) e dos quilómetros percorridos, implicando ainda o pagamento de uma anuidade de 84 euros da qual a empresa isenta os utilizadores até que atinjam os 200 contratos.
Durante o primeiro trimestre de 2009, a empresa conta pôr a funcionar mais sete parques de estacionamento para o Mob Carsharing no Bairro Alto, Lumiar, Olivais, Pateo Bagatella, Príncipe Real, Santos e Telheiras, concluiu.
 
Ver Lusa doc. nº 9155484, 30/12/2008 - 10:29

Caminhada em Carnide

Sobreda, 20.09.08
Hoje, sábado dia 20 de Setembro, pelas 17h30, a Junta de Freguesia e algumas associações locais organizam uma caminhada por ruas e espaços de Carnide aberta à participação de todos.
Locais de encontro:
Alameda Roentgen (Telheiras); Igreja do Bairro Padre Cruz; Escola Prista Monteiro (Horta Nova); Rua particular à Azinhaga dos Lameiros; Jardim Bento Martins (Quinta da Luz); Esquadra da P.S.P. de Carnide (Bairro Novo); Lidl da Quinta do Bom Nome; Largo do Coreto (Centro histórico) e Rua Álvaro Benamor (Parque Colombo).
Escolha um dos locais de partida, junte amigos e familiares e pratique uma saudável caminhada em grupo.

Remoção da passagem pedonal em Alcântara

Sobreda, 22.08.08
Segundo a Rede Ferroviária Nacional (REFER), a remoção da passagem superior pedonal de ligação entre Alcântara-Mar e Alcântara-Terra deverá iniciar-se amanhã, pelas 8 horas, estando a sua conclusão prevista para meados de Setembro.
O presidente da Junta de Freguesia de Alcântara expressou de imediato a sua satisfação com a remoção da passagem pedonal superior junto à linha-férrea, por responder a uma aspiração antiga da população, que a considera insegura.
Foram “1,2 milhões de euros para o lixo”, afirmou José Godinho que, desde a inauguração daquela passagem pedonal, tem demonstrado a sua “total discordância” quanto à obra, pelos custos elevados da sua construção e manutenção, assim como pelo “impacto visual agressivo”. Com os milhões de euros “o Estado podia-os ter gasto com a reabilitação de Alcântara, mas fico muito satisfeito que seja removida. Penso que é a melhor opção”.
O elevado custo da manutenção e limpeza, aliados à sua pouca utilização por peões, ditaram o abandono da passagem superior metálica. A passagem terá sido o “mais caro parque infantil do país”, já que tem sido utilizada somente por jovens para brincar e jogar à bola, ironizou o autarca.
Os trabalhos decorrerão durante os fins-de-semana de 23 de Agosto a 15 de Setembro.
 
Ver Lusa doc. nº 8695291, 22/08/2008 - 16:53

Lisboa negociou mal

Sobreda, 04.04.08
Numa sala ‘à pinha’ da Junta de Freguesia de Benfica, decorreu anteontem à noite mais uma reunião descentralizada da CML, numa sessão dominada pelo descontentamento e a revolta dos moradores do Bairro de Santa Cruz de Benfica. Em causa estava o projecto de conclusão da Circular Regional Interna de Lisboa (CRIL), mais concretamente, o troço entre a Buraca e a Pontinha 1.
Foram 150 moradores de Benfica que encheram o auditório Carlos Paredes até às 23h30 de quarta-feira, um dia, de resto, em que a autarquia esteve em reunião durante 14 horas. Contando com a assistência da sala contígua (onde as palavras do presidente chegam pelo vídeo), são mais de 250 pessoas, sentadas nas cadeiras, nos degraus, de pé, ao colo, espalmadas contra o palco e contra as portas 2.
Vestidos de negro em sinal de luto pela obra que dizem pôr em causa a sua qualidade de vida e a saúde pública na zona, os moradores apontaram vários defeitos ao projecto 3, que alegam violar a Declaração de Impacto Ambiental, emitida pelo Instituto do Ambiente em 2004.
Consideram que, em vez das três vias em cada sentido, em túnel fechado, que lhes prometeram, em 2005 o Governo decidiu alterar o projecto para quatro vias em cada sentido e, pior, num túnel a céu aberto que passa a poucos metros das suas casas e onde são esperados cerca de 120 mil veículos por dia. O Governo inseriu também um nó rodoviário na Damaia, que os residentes na zona dizem servir apenas os interesses imobiliários na Amadora.
Os moradores pediram então ao presidente da CML que interceda junto do Governo para que este ‘atentado’ não vá avante, mas António Costa alegou que já não vai a tempo de pedir alterações de fundo, tendo-se comprometido apenas a “trabalhar para mitigar os efeitos daquela solução”.
Perante a ‘agonia’ dos munícipes, o presidente da CML acabou por reconhecer que “esta não é a melhor solução possível”, tendo-se ‘apenas’ comprometido a “trabalhar para mitigar os efeitos daquela solução”, nas reuniões semanais que a CML tem tido com as Estradas de Portugal para resolver problemas práticos como os realojamentos e os arranjos de superfície.
No final, o autarca acabaria por reconhecer que “o concelho da Amadora negociou bem e o concelho de Lisboa negociou mal” 4.
Por resolver continuarão ainda os problemas de trânsito, a insegurança rodoviária junto à Estação de Benfica e os cruzamentos que são “autênticas ratoeiras”, a falta de passadeiras, os jardins que são “grandes WC caninos” (“sr. presidente, não queremos WC tão grandes para os fiéis amigos”), a insegurança e sobretudo a ausência de estacionamentos (“põem pilaretes de 35 euros por tudo quanto é sítio, até em frente a uma árvore, vá-se lá saber com medo que alguém ponha o carro lá em cima”) 2.
 
2. Ver “António Costa admite que Lisboa "negociou mal" a CRIL” IN Público 2008-04-04
3. Ver posição dos moradores IN www.cril-segura.com

Construção do Eixo Pedonal

Sobreda, 25.02.08

De acordo com a SGAL, “vão ser iniciados os trabalhos de execução das rótulas do eixo pedonal no território da Alta de Lisboa”. Os trabalhos serão executados com a seguinte sequência: 1º - Rótula 1 sentido descendente e Rótula 2 nos dois sentidos; 2º - Rótula 1 sentido ascendente e Rótula 3 nos dois sentidos.

Durante a construção da Rótula 1 sentido descendente e Rótula 2, o trânsito da Av. Kruz Abecassis e Rua Melo Antunes, é desviado para a Alameda Sérgio Vieira de Melo, após conclusão desta intervenção e durante a construção da Rótula 3 o trânsito é desviado para a Rua Melo Antunes 1. Ao seu lado está de momento em início de construção um novo edifício de 9 pisos.

Recorda-se que o Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (PUAL), foi aprovado pela Assembleia Municipal de Lisboa (AML) em 18 de Julho de 1996 e ratificado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 126/98, publicada no Diário da República, 1ª série - B, nº 248, de 27 de Outubro. Finalmente, no início de Abril do ano passado, a SGAL anunciara o início do Eixo previsto no PUAL, mas o arranque das obras voltaria a arrastar-se durante largos meses 2.

Por isso “Os Verdes” apresentaram e fizeram aprovar por unanimidade na AML, no transacto mês de Setembro de 2007, uma Recomendação sobre o Eixo Pedonal na Alta de Lisboa, na qual se defendia que este Eixo “constitui um elemento de valorização do território, da qualidade de vida dos residentes na zona e de modernização de Lisboa”. E, neste sentido, apelava-se à rápida concretização do referido Eixo, mantendo a inclusão de uma pista pedonal e ciclável, incluída no projecto das restantes infra-estruturas complementares ao Plano de Urbanização do Alto do Lumiar 3.

Agora, vem a SGAL anunciar publicamente a promessa de construção das rótulas do Eixo Pedonal, sem contudo indicar qual a data para o início dos trabalhos. Como já anteriormente publicitara outras obras, mantendo as habituais indefinições com arranques e recuos, os moradores poderão voltar a duvidar se será desta vez que o projecto do Eixo vai mesmo ser concluído.

 

1. Ver www.altadelisboa.com/05-noticias2.php?ID=35

2. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=78&Itemid=36 e http://viveraltadelisboa.blogspot.com/2007/12/caminho-pedonal.html

3. Ver http://viveraltadelisboa.blogspot.com/2007/06/eixo-pedonal-afinal-para-quando.html