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Sábado, 3 de Outubro de 2009

Convento da Igreja da Porta de Nª Srª do Céu

 

Os anos vão passando e o Convento da Igreja da Porta de Nª Srª do Céu continua degradando-se, ano após ano, situação que neste blogue já aqui foi anteriormente descrita 1.
Falou-se de ser adaptado a uma residência sénior que, mais ano menos ano, começará a fazer falta em Telheiras. E porque não uma residência universitária, visto que a Cidade Universitária se localiza relativamente perto? Também podia ser adaptado a um museu temático, incluindo, ou não, serviços complementares da Igreja da Porta de Nª Srª do Céu.
O que não se compreende é a EPUL não se decidir em lhe dar um destino condigno com o restante património histórico e ambiental envolvente.
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/348423.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/348221.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/51021.html
publicado por Sobreda às 00:27
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

CML vai reavaliar demolição na Calçada do Lavra

O vereador do Urbanismo na CML vai pedir a reavaliação do projecto que prevê a demolição de um edifício com o número 36 da Calçada do Lavra, depois de ter tomado conhecimento que ali funcionou a central de vapor do elevador.

Segundo um munícipe, o imóvel em causa foi a “central de vapor” do Elevador do Lavra, o primeiro da capital, que liga o Largo da Anunciada à Travessa do Forno do Torel. O elevador, inaugurado em 1884, é classificado como monumento nacional, estando, segundo o munícipe, o referido edifício na sua área de protecção.
No entanto o vereador afirmou desconhecer estas informações, acrescentando que o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico “não levantou qualquer objecção” ao projecto que previa a demolição do prédio, projecto esse aprovado em 2007 pelo próprio vereador.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377602
publicado por Sobreda às 02:28
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Loucuras urbanísticas em Lisboa

“A exposição sobre a Baixa Pombalina (localizada durante alguns meses na Praça do Comércio) encerrou como marco da total inactividade na área fundamental da reabilitação urbana.

Vem agora o vereador do Urbanismo anunciar a suspensão do PDM, para desenvolver não mais do que obras dispersas e empíricas, sem uma concentração pedagógica e estimulante na zona.
Além disso, por aquilo que conseguimos adivinhar nas imagens relâmpago e sem qualquer explicação que tentámos descodificar nas vídeo montagens dos projectos para o espaço público e intervenções em monumentos nacionais na Baixa, ficámos sem saber qual o grau de rigor das intervenções na perspectiva patrimonial.
Assim, sabemos que no Largo de Trindade Coelho pretende-se retirar o gradeamento na entrada da Igreja de São Roque, com o pretexto de fazer retornar a praça a uma situação original e pura... quando a Carta de Veneza nos diz claramente que o património posterior (gradeamento do século XIX) acumula as memórias de vivência do local.
Poderemos então perguntar... Seguem-se os gradeamentos das igrejas de São Nicolau e de São Julião? No caso da Igreja de São Julião e no plano conjunto com o Banco de Portugal parece que sim, além de que a depuração minimalista nos interiores pretende criar uma abertura envidraçada (!) no canto direito da fachada da Igreja de São Julião.
Definitivamente, desistiu-se totalmente da candidatura da Baixa a Património Mundial e do ‘master plan’ rigoroso na perspectiva patrimonial, ao nível da imagem histórica, tipologias e materiais que tal candidatura exigia e implicava.
Resta-nos a consolação da promessa de mais ideias loucas na gestão de uma cidade com um potencial histórico, patrimonial e cultural único entregue a eleitos sem capacidade para o reconhecer, valorizar e aproveitar”.
 
Ler António Sérgio Rosa de Carvalho, historiador de arquitectura IN http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090125%26page%3D23%26c%3DA
publicado por Sobreda às 02:54
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Sábado, 25 de Outubro de 2008

Convento de Nª Srª da Porta do Céu

 

Entre a Escola Alemã (a sul) e a Estrada de Telheiras (a norte), mesmo em frente onde hoje à tarde é inaugurado o Jardim Prof. Francisco Caldeira Cabral, e ao lado da Igreja de Nª Srª da Porta do Céu, ficam as ruínas deste convento pombalino.

 

 

 

Pertence à EPUL e consta que a empresa municipal até tem um projecto para este degradado edifício.
Desconhece-se qual é e para quando a intervenção de reabilitação. Sabe-se apenas que a EPUL já o tentou vender por um preço simbólico (1$00) ao Patriarcado, com a condição de lá ser instalada uma dúzia de famílias com necessidades de apoio social, mas o Patriarcado recusou assumir esta responsabilidade.

 

 

Se agora se reabilitaram os Jardins Sousa Franco e Francisco Caldeira Cabral, contíguos à Praça Central de Telheiras, se a Escola Alemã tens as suas obras de ampliação quase concluídas, se existe a promessa camarária de o troço em falta da pista ciclável Entrecampos-Telheiras ser em breve reposta, porque não aproveitar todo esta 'balanço' para se recuperar também este decrépito edifício?

publicado por Sobreda às 01:51
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Convento e Igreja de Nossa Senhora da Porta do Céu

A história do fundador deste imóvel é indissociável da génese do mesmo, que se relaciona com os interesses do império marítimo português no século XVII. Em 1591, o príncipe de Ceytavaca Catercorlas, com treze anos, subiu ao trono de Cândia, ilha de Ceilão, mas foi logo destronado. Ficou então sob protecção dos frades franciscanos e foi baptizado, tomando o nome de D. João de Áustria. A sua educação continuou até D. João de Cândia receber, em 1625, as ordens sacras em Madrid, obtendo de Filipe II de Portugal uma pensão eclesiástica. Voltou depois a Lisboa e instalou-se na Rua da Mouraria, onde veio a falecer em 1642 com 64 anos de idade.

Em 1625 instituíra a Irmandade de Nossa Senhora da Porta do Céu, mas não é certa a data da fundação do convento com a mesma invocação. Por volta de 1630 comprou a Quinta do Ouvidor-Mor, em Telheiras, para nela erigir um oratório e dedicar as construções existentes à convalescença de clérigos menores, que deveriam obter licença régia, mas como em 1632 ainda não se havia resolvido essa questão, doou o convento aos franciscanos.
Com a sua morte, encontrar-se-ia ainda em fase de conclusão a obra da igreja. Foi sepultado no carneiro debaixo do altar-mor, sendo as suas ossadas transferidas no século XVIII para um mausoléu encastrado na parede da capela-mor, encontrando-se actualmente no Museu Arqueológico do Carmo a respectiva lápide sepulcral e brasão. Está registada na porta da igreja conventual a data de 1656, que eventualmente corresponderá à da sua conclusão.
A partir do reinado de D. João V a igreja e convento passaram a ser frequentados pela casa real e nobreza, destacado-se o Marquês de Pombal como membro da Mesa da Irmandade, o que terá contribuído para a sua reconstrução após o terramoto de 1755. A mesma encontrar-se-ia pronta em 1768, facto evidenciado pela inscrição que se encontra sobre o portal.

 

 

O declínio e desaparecimento deste convento dá-se no período conturbado do século XIX. Ficou em 1833 em pleno campo de batalha das guerras liberais, tendo sido a 8 de Outubro ocupado pelas tropas do Marechal Saldanha. Neste período perdeu-se o seu recheio, nomeadamente a biblioteca, apesar de não reunir uma riqueza comparável à de outros conventos franciscanos da capital. Em 1834, com a extinção das ordens religiosas, passou para as mãos do Estado, sendo em 1837 vendido em hasta pública, juntamente com a cerca.
Em 1910, a igreja foi transformada em oficina de serralharia, tendo sido arrancado o vigamento do coro e as lápides sepulcrais, e uma taberna instalou-se nas dependências conventuais, que terão, em dado momento e pelo menos em parte, sido ocupadas como habitação. Em 1941 a igreja foi recuperada ao culto após obras de restauro promovidas pelo Dr. Caetano Macedo. O ano de 2004 coincidiu com a criação da paróquia de Telheiras, em que a agora igreja matriz paroquial teve que ficar fechada ao culto, devido ao mau estado do telhado. Foi então assinado um protocolo entre a EPUL e o Patriarcado de Lisboa para se realizarem obras de restauro do exterior e da cobertura da igreja, que se iniciaram em Setembro de 2004.
A Nossa Senhora da Porta do Céu revestia-se de grande importância para a comunidade local de Telheiras: a sua imagem tinha na mão uma chave que, quando solicitada, era emprestada aos doentes ou moribundos; As suas festividades eram comemoradas a 4 de Outubro, evidenciando grande adesão popular.
O convento, apesar de ter sofrido várias vicissitudes e transformações, reflecte a traça singela das casas franciscanas. A sua planta apresenta actualmente a forma em U, constituindo a igreja, situada a poente, com a cabeceira para Sul, a maior das actuais três alas. Volumetricamente o edifício é composto por três paralelepípedos, tendo cobertura com telhados de duas águas, articulados nos ângulos. Na reconstrução, efectuada após o terramoto de 1755, ter-se-á aproveitado muito da primitiva igreja de gosto tardo-manerista.
 
Nota: Encontra-se em vias de classificação desde 26-10-2006, ou seja, faz exactamente amanhã, domingo, 2 anos.
Ler João Marques IN www.ippar.pt/pls/dippar/ippar_home
publicado por Sobreda às 01:43
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Em busca do Cesário perdido

Agora que a minha biografia de Cesário Verde está nas livrarias, apeteceu-me regressar aos locais onde ele vivera.
Sob o sol deste Outono tão doce, comecei o passeio pela Baixa pombalina, admirando as ruas por ele percorridas, parando, a certa altura, no Terreiro do Paço, onde, sem êxito, procurei sentir o cheiro a maresia, as sombras e o bulício. Irritada com as infindáveis obras do Metropolitano, fui até à Rua dos Fanqueiros, onde o seu pai tinha a loja para a qual ele organizava a contabilidade, mas o trânsito impediu-me a contemplação. Subi a Avenida da Liberdade, até ao começo da rua do Salitre, onde na meninice vivera. Imaginei-o a brincar junto ao coreto que está agora na Estrela. Dei um pulo até ao jardim: as árvores estavam lindas, o solo renovado e o gradeamento reposto. Finalmente, desci até à sua casa na Rua das Trinas, olhando, ao fundo, o Tejo: “Lodoso o rio, e glacial, corria” (…)
No domingo seguinte, fui até ao Paço do Lumiar onde, numa casa cor-de-rosa, Cesário morreu. Semanas antes, escrevia a Macedo Papança: “As melhoras, as próprias melhoras que os medicamentos chamam e espicaçam com o aguilhão da sua química e que eu estimulo com a aguilhada da minha vontade, essas mesmas vão ronceiras, moles, a passo de boi, muito devagar, muito devagar”. No final, interrogava-se: “Chegam-me dúvidas, descrenças, terrores do futuro”. Depois de ter visto morrer, de tuberculose, uma irmã e um irmão sabia o que era "a horrível aniquilação".
Sem trânsito, o local parece uma aldeola oitocentista. No largo de S. Sebastião, um par de velhotas meteu conversa comigo. Expliquei-lhes ao que vinha, perante o que, cépticas, me afirmaram que aquilo de o poeta ter ali morrido – “até lá tinham posto uma placa, um disparate de que nem vale a pena falar” - era uma treta, pois toda a gente sabia que o tal Cesário falecera em Odivelas. Do que deveria tratar, disseram-me, era do restauro da capelinha, uma jóia datando do século XVI.
Muitos responsáveis - ministros, secretários de Estado e autarcas - pensam que a compra do edifício onde um escritor viveu é uma prova de cultura, sem se darem ao trabalho de investigar se há qualquer coisa para meter lá dentro. No que diz respeito a Cesário, o que o Estado deve fazer não é adquirir imóveis, mas contribuir para que, através de boas traduções, os estrangeiros possam conhecer a sua poesia.
Por tudo isto, é de Cesário Verde, e não do Tratado de Lisboa, que Portugal se deve orgulhar.
 
Ler Mª F. Mónica IN Público 2007-12-04, p. 39
Uma breve nota biográfica do poeta pode ser consultada em http://portugues12ano.blogspot.com/2007/12/biografia-cesrio-verde.html
publicado por Sobreda às 03:03
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Domingo, 4 de Março de 2007

Um palacete para a História

Quatro vogais do Conselho de Administração (CA) da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) demitiram-se na sequência de suspeitas de prémios de gestão pagos indevidamente a administradores. Os lugares detidos na empresa eram reconhecidos como “cargos vitalícios”. Situações menos claras levaram o Ministério Público a acusá-los de peculato, no mesmo processo que também visa o ex-vice-presidente da CML.

Apesar destas demissões, o presidente do CA da EPUL, agora ‘sozinho em casa’, assegura, num esclarecimento enviado à agência Lusa, que "reúne todas as condições para continuar a desempenhar o lugar" para que foi designado pelo presidente da CML. No entanto, ressalva que "tem, desde o primeiro dia" em que foi nomeado, o "lugar à disposição". Entretanto, o estudo para a reestruturação da empresa que "já está concluído e a ser objecto de análise", deverá ser apresentado brevemente em reunião de CML 1.

O caso da sede da empresa, que até há um par de anos atrás se situava no Palácio dos Lilases, na Alameda das Linhas de Torres, no Lumiar, é também um caso paradigmático. O palacete é municipal, mas foi esvaziado à pressa e de graça. Para quê? Para se alugar o 2º andar do Edifício Visconde de Alvalade, na Rua Professor Fernando da Fonseca, à SAD do Sporting, por cerca de 50.000 € por mês.

Para o Presidente da CML “não é bem assim. A EPUL resolveu há quatro anos ter uma sede própria. O que estava previsto era fazer-se um edifício de raiz, ali em Telheiras, (enquanto) provisoriamente, estava pensado alugar uns escritórios no Edifício Visconde Alvalade, onde também está a SAD do Sporting. Depois de uma consulta de mercado entendeu-se que era um bom local para acomodar a EPUL enquanto não se fazia o edifício de raiz”.

Todavia, na sequência deste aluguer, o CA decidiu proceder a obras de remodelação do referido 2º piso. O montante investido só para decoração, em escritórios que eram, recorde-se, provisórios, foi indecoroso. Ainda segundo o Presidente da CML, ascendeu a “cerca de 2,5 milhões de euros” 2.

Diz-se na página web da EPUL “porque Lisboa é uma cidade de História e de histórias e a preservação dessa identidade é fundamental para a Vida das Pessoas, a Câmara Municipal de Lisboa e a EPUL estão a lançar uma vasta operação de reabilitação urbana que permitirá trazer novas vivências aos bairros históricos de Lisboa” 3. Será de facto assim?

A CML projecta anualmente uma lista de venda de terrenos municipais em consequência do (des)equilíbrio financeiro. Desde que começou esta inscrição ruinosa da venda de património, todos os anos repetida no orçamento camarário, o desenlace para a história e a cultura da cidade tem sido desastroso. Património em degradação. Palacetes abandonados e pilhados. Futuro previsível: venda em hasta pública. Um exemplo entre muitos: a Quinta de Nª Srª da Paz, no Paço do Lumiar.

Quanto à recuperação do Palácio na Quinta dos Lilazes, este continua praticamente vazio, apenas lá se encontrando a Associação Portuguesa de História, que teria pelo menos mais uma qualquer centena de outros sítios onde se acomodar. Lá se aguarda a instalação de uma biblioteca e arquivo abertos ao público, salas de conferências, que poderiam ser facultadas a outras actividades intelectuais solicitadas do exterior, espaços para exposições temporárias, gabinetes de estudo e orientação de temáticas históricas.

Todo este desleixo se tem desenrolado nos últimos cinco anos de gestão camarária.

O Presidente da EPUL poderá reunir “todas as condições para continuar". Para a reabilitação dos escritórios da sede soube-se abrir os cordões à bolsa (pública). Mas quanto ao Palacete, esse, foi passado... à História.

1. Ver “Quarta demissão na administração da EPUL” no URL http://jn.sapo.pt/2007/03/03/sul/quarta_demissao_administracao_epul.html

2. Ver “Decoração da EPUL custou 2,5 milhões”, de 2006-10-29, no URL www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=219380&idselect=229&idCanal=229&p=200

3. Ver o URL www.epul.pt/?id_categoria=3

publicado por Sobreda às 00:22
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