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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Tribunal recusou pedido de suspensão de ciclovia

O Tribunal Administrativo de Lisboa negou o decretamento provisório da providência cautelar interposta pela Junta de Carnide contra a forma como está a ser construída pela Câmara a ciclovia na Freguesia.

 

O advogado da Junta de Freguesia de Carnide confirmou a decisão judicial - “o decretamento provisório foi negado, agora a providência cautelar será julgada” - e acrescentou que a CML enviou na 6ª fª a resposta ao tribunal, a que estava obrigada no âmbito do processo. A Junta não conseguiu assim suspender de imediato as obras da ciclovia e repor as quatro faixas de rodagem na Avenida Colégio Militar, tal como pretendia.
O presidente da Junta de Freguesia, Paulo Quaresma, lamentou que a providência cautelar não tivesse efeitos suspensivos imediatos e sublinhou que continuam a chegar à Junta e-mails de moradores, queixando-se da forma como as obras decorrem, nalguns casos fazendo a ciclovia passar muito próximo de acessos a habitações, como portões.
O autarca de Carnide lembra a ausência de estudos de tráfego que analisem o impacto destas medidas no trânsito e que suportem a decisão da autarquia de reduzir de quatro para duas as faixas de rodagem na Av. Colégio Militar, bem como a falta de diálogo com a autarquia e a interferência com os espaços da própria Feira da Luz, que se realiza durante o mês de Setembro.
Já o vereador dos Espaços Público e Verde tem vindo a reiterar que as obras foram analisadas pelas várias freguesias e populações, sublinhando terem sido decididas no âmbito do processo de orçamento participativo.
Nos folhetos colocados na freguesia de Carnide, a CML informa que as alterações decorrem do plano de mobilidade e que irão permitir acrescentar 19 lugares de estacionamento na Av. Colégio Militar e 82 na Rua Fernando Namora.
Além da construção da ciclovia, que terá o percurso Av. Colégio Militar/Largo da Luz/Rua do Seminário/Rua Fernando Namora/Rua Hermano Neves, a autarquia refere igualmente que serão alargados passeios para melhorar a acessibilidade e plantadas 19 novas árvores na Avenida Colégio militar e 39 na Rua Fernando Namora.
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/noticia/30-08-2009/tribunal-recusou-pedido-de-suspensao-de-ciclovia-17684167.htm
publicado por Sobreda às 00:19
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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Petição sobre o traçado da ciclovia

«Fomos todos surpreendidos com o início de uma obra na Av. do Colégio Militar! Com o pretexto da construção de mais um troço de uma ciclovia, a CML, através do seu Presidente e do vereador dos espaços verdes e públicos, estão a reduzir de quatro para duas as faixas de rodagem na Av. do Colégio Militar.

O projecto desta obra não foi discutido com nenhum dos intervenientes locais!
Temos sérias reservas quanto à redução para duas faixas de rodagem de uma importante artéria da freguesia de Carnide, como é o caso da Av. do Colégio Militar!
É necessário tomar medidas tendo em vista a redução da velocidade naquela rua. A redução de faixas de rodagem irá trazer sérios prejuízos para os moradores e frequentadores do local.
Não entendemos como se avança com uma obra desta envergadura desarticulada do Plano de Urbanização para a zona e do Plano de Requalificação do Jardim da Luz. Em Setembro, por exemplo, os stands da Feira da Luz serão instalados em cima do traçado da ciclovia que agora se está a construir!
Exigimos que os residentes, a Associação de Moradores local e a Junta de Freguesia de Carnide sejam ouvidos!
Lamentamos que, mais uma vez, o senhor Presidente da CML e o vereador dos espaços verdes e públicos, tenham avançado com uma obra sem ouvirem os moradores e a Junta de Freguesia local!
É uma obra desarticulada com os documentos estratégicos previstos para a zona, nomeadamente com o Plano de Urbanização Carnide/Luz e Plano de requalificação do Jardim da Luz, desarticulado com o funcionamento da Feira da Luz em Setembro, que coloca em causa o acesso à Escola Secundária Vergílio Ferreira e está neste momento a destruir o Jardim do Largo das Pimenteiras.
Lamentamos que se continue a tentar fazer Cidade sem uma verdadeira cultura de participação onde os cidadãos, as suas organizações e as Juntas de Freguesia tenham tempo e espaço para se pronunciar! A Cidade faz-se com as pessoas e não excluindo-as de emitir as suas opiniões e sugestões!»
 
Ver a petição IN www.peticao.com.pt/av-do-colegio-militar
publicado por Sobreda às 00:27
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

Engenheiro defende tese de mestrado sobre o potencial ciclável de Lisboa

Um engenheiro que durante mais de 200 dias andou a testar o potencial ciclável de Lisboa defende, esta 3ª fª às 14h, a sua tese de mestrado “Contribuição do modo bici na gestão da mobilidade urbana”, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa.

Na defesa da tese, vai desmistificar ideias e desculpas usadas pelos lisboetas para não utilizarem a bicicleta como meio de transporte. “As sete colinas, o vento, o frio, o calor, o tráfego automóvel são tudo desculpas de que vou falar e mitos que vou deitar por terra”.
Além de desmistificar questões, o jovem engenheiro vai ainda defender propostas e soluções do que deve ser feito para ajudar os lisboetas a andarem mais de bicicleta.
A criação de corredores de bicicletas nas faixas de rodagem, o alargamento do horário em que as bicicletas podem ser transportadas no metro e a adopção de uma ideia já aplicada em algumas cidades norte-americanas – “colocar ganchos na frente dos autocarros onde dá para pendurar duas ou três bicicletas” - são algumas das medidas defendidas.
“Andar de bicicleta em Lisboa é vantajoso para muitas pessoas, nomeadamente para quem se desloca no planalto central da cidade - Saldanha até ao Lumiar - e na zona ribeirinha. Com uma ajuda dos transportes públicos tornar-se-ia vantajoso para muitos mais”.
 
Ver Lusa doc. nº 9526459, 06/04/2009 - 16:34
publicado por Sobreda às 00:58
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Verdes propõem leis para promover o uso da bicicleta como meio de transporte

Uma rede nacional de ciclovias e alterações ao Código da Estrada para garantir a segurança dos ciclistas são duas propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para promover a bicicleta como meio de transporte e que o Parlamento vota quinta-feira.

Os deputados deverão ainda votar um projecto de Resolução que prevê um plano nacional de promoção da bicicleta e outros modos de transporte suaves.
“Esta ideia nasce do reconhecimento da importância que a bicicleta pode ter na substituição das nossas escolhas de mobilidade e transporte e deslocações diárias de substituição do automóvel particular, concretamente em meio urbano, e necessidade de garantir segurança para os ciclistas circularem na via pública”, disse o deputado de “Os Verdes”, Francisco Madeira Lopes.
O deputado salientou que já não é a primeira vez que “Os Verdes” apresentam um projecto “para a constituição de uma rede nacional de pistas cicláveis”, porque “misturar o uso da bicicleta com automóveis é perigoso, como infelizmente a prática tem demonstrado”.
“Tal como existe uma rede ferroviária, também entendemos que deveria haver uma rede nacional de pistas cicláveis que permitisse, não só que os ciclistas circulem em segurança dentro das localidades, mas também a ligação futura entre diferentes localidades e inclusivamente a ligação do país a outras redes internacionais e europeias de pistas cicláveis”.
O deputado considerou que “está na hora de o Governo dar um passo em frente” na promoção de alternativas de mobilidade porque a evolução que se tem registado em Portugal “tem estado, até agora, sujeita à boa vontade das autarquias”. “Infelizmente essas são medidas pontuais, desgarradas, que gostaríamos de ver encaradas pelo Estado de uma forma mais coerente e de uma forma mais séria”.
Os Verdes” entendem que “a bicicleta é uma mais valia enquanto elemento de lazer, de prazer, de saúde e de desporto, mas também pode e deve desempenhar um papel nas deslocações diárias como um meio normal de transporte”, numa altura em que se fala da crise energética, da problemática das alterações climáticas e do problema da mobilidade nas cidades.
Outra das iniciativas de “Os Verdes” votada no Parlamento prevê alterações ao Código da Estrada “para permitir maiores direitos e segurança aos ciclistas”. “É importante que se acabe com algumas limitações do Código da Estrada que colocam a bicicleta como um veículo de segunda ou terceira face ao automóvel particular”.
“Nós adiantamos uma série de propostas e queremos vê-las discutidas na especialidade com todos os grupos parlamentares e gostaríamos também de contar com os contributos da sociedade civil, de outros partidos e parceiros sociais, mas o que nós consideramos importante é corrigir o Código da Estrada no sentido de garantir direitos e segurança para os ciclistas”.
Para o deputado não faz sentido algumas regras que podem inclusive colocar em perigo o ciclista. “Por exemplo, circular à beira do passeio parece ser uma boa regra, mas isso pode ser um problema para o ciclista quando há carros estacionados”, exemplificou.
Os Verdes” apresentam ainda uma proposta de resolução para a criação de uma estratégia nacional para a promoção das bicicletas. Segundo Francisco Madeira Lopes, “este plano deve ser promovido pelo Governo depois de criado um grupo de trabalho, em que se implemente um conjunto de acções para divulgar as vantagens da bicicleta e facilitar o uso cada vez mais generalizado da bicicleta, que tem vinco a perder terreno nas cidades para o automóvel”.
“Nós vemos que hoje, nas nossas cidades, o automóvel reina. Não só tomou conta das estradas e dos estacionamentos, como hoje em dia já até dos passeios tomou conta. (...) É preciso repensar as nossas cidades e devolvê-las às pessoas”.
Com estas iniciativas, “Os Verdes” pretendem também “diminuir a sinistralidade rodoviária, contribuir para a melhoria da qualidade do ar, para a melhoria da saúde da população e também contribuir para combater a crise energética e as alterações climáticas”.
 
Ver Lusa doc nº 9231778, 21/01/2009 - 13:21 e http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/d614b881c190195c048d78.html
Ver também http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2009/01/projectos-sobre-mobilidade-suave-em.html
publicado por Sobreda às 02:09
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Financiamento de pistas cicláveis para Lisboa

 

 

Percursos cicláveis abrangidos pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)  para a rede ciclável de Lisboa, 2008-09

publicado por Sobreda às 00:53
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Aprender e perder o medo de pedalar ao lado dos carros

A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta 1 e a CML promovem, entre 18 de Outubro e 13 de Dezembro, um curso de aprendizagem de bicicleta com 3 níveis 2.

A pedalada de saída foi dada sábado na Quinta das Conchas, onde os primeiros lisboetas que se inscreveram no curso de condução de bicicletas em meio urbano cumpriram o primeiro dia de treinos, com uma avaliação prévia de conhecimentos. Desta vez, foi só para aquecer.

 

 

Conduzir bicicletas em circuitos fechados, como parques e jardins, não requer a mesma mestria que andar no bulício do trânsito. E, como está prometido que a cidade venha a alargar, a partir do próximo ano, a extensão das pistas cicláveis na capital para 80 quilómetros, a autarquia achou por bem ensinar os seus munícipes a tirar partido desta mais-valia, que, ainda por cima, é saudável. Claro que o meio ambiente agradece.
Cerca de 50 pessoas já se inscreveram nos cursos. O primeiro nível, destinado a quem nem sequer sabe equilibrar-se em cima da bicicleta, é justamente o que tem mais candidatos, mesmo não havendo rodinhas laterais de apoio para ninguém. O segundo nível destina-se aos que já sabem pedalar, mas que não se arriscam a ir para a estrada.
Os cursos são o resultado de uma parceria entre a CML e a Federação Portuguesa de Cicloturismo, enquanto uma loja de artigos de desporto disponibiliza 20 bicicletas, câmaras e bombas de ar, chaves e cadeados, capacetes, braçadeiras reflectoras, mochilas e kits de desmontagem e remendo, porque os alunos também vão aprender a resolver imprevistos, como um furo de um pneu.
As aulas de iniciação, que incluem aulas práticas de mecânica, irão funcionar no Parque Desportivo de S. João de Brito, ao cima da Avenida do Brasil, onde funciona a ‘Escolinha da Bicicleta’ do Núcleo de Cicloturismo de Alvalade, que dá lições gratuitas desde 2002, e até tem lista de espera, bem como na Quinta das Conchas 3.
A acção conta com formadores voluntários que se dedicam ao cicloturismo ao fim-de-semana, e que explicam que “há muita gente que não anda de bicicleta por medo” e quer ajudar a contrariar essa realidade. Para tal, vão ensinar aos utilizadores de bicicleta “técnicas para se tornarem visíveis nas estradas”, como a importância de circularem no meio das faixas de rodagem e não encostados à direita 4.
 
1. Ver www.fpcub.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=261&Itemid=2
2. Ver www.cm-lisboa.pt/monsanto/?id_categoria=7&id_item=442
3. Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1031142
3. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20081019%26page%3D25%26c%3DA
publicado por Sobreda às 00:08
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Bici Activismo em Telheiras

A ciclovia Telheiras-Entrecampos é uma das poucas vias para bicicletas existentes na cidade de Lisboa. Acontece que no bairro de Telheiras é frequente os automobilistas terem a prática habitual de estacionarem os seus carros em cima da ciclovia, e sem qualquer punição por parte das autoridades, como é visível nas fotografias divulgadas pelos Bici Activistas 1. Por isso sugerem que sejam lançados apelos ao Presidente da CML e ao Comandante da Polícia Municipal.

A situação já havia sido por nós descrita 2, após “Os Verdes” terem feito aprovar, por Unanimidade na AML de 24 de Janeiro de 2006, uma proposta que pugnava pela “imediata reposição do troço interrompido da pista ciclável Entrecampos-Telheiras, em condições de utilização segura pelos seus utilizadores” 3. Como até hoje a deliberação continua por ser executada pela CML, de novo no passado dia 26 de Setembro se insistiu que a CML “retome urgentemente os contactos necessários com os responsáveis da SAD do Sporting” para a imediata reposição do referido troço 4.

Mas a situação em Lisboa é mais vasta. Se até 2001, várias foram as Vias Cicláveis concluídas, de então para cá nada foi feito. Pelo contrário, cortaram-se vias construídas, deixaram-se degradar as que permaneceram, parou-se tudo o que estava previsto construir. E isto apesar de desde 2001 existirem estudos para a implementação de uma rede de ciclovias associada à estrutura verde da cidade, no âmbito de um protocolo de colaboração celebrado em 2000 entre a própria CML e o ISA, que previa um conjunto de eixos prioritários. Mas também este entrou no esquecimento total.

Por isso de então para cá, o Grupo Municipal de “Os Verdes” tem sucessivamente apelado a “campanhas públicas de sensibilização das vantagens ecológicas do uso da bicicleta como meio saudável de transporte alternativo, sua divulgação junto de escolas e associações juvenis e de moradores”, a sua circulação em alguns transportes públicos, “a instalação de parqueamentos para bicicletas nas entradas de alguns serviços públicos, como bibliotecas, escolas ou jardins, incentivando os lisboetas a usarem a bicicleta nas suas deslocações de casa para os transportes públicos e para os seus serviços” 5.

A CML sempre omitiu todas estas votações por Unanimidade em seio da AML. Veremos agora se o novo executivo se compromete a assumir uma posição decidida.

 

1. Ver http://biciactivismo.blogspot.com/2007/10/ajuda-melhorar-ciclovia-telheiras.html

2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/53759.html

3. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=66&Itemid=36

4. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=79&Itemid=36

5. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=81&Itemid=33

publicado por Sobreda às 13:54
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Sábado, 28 de Julho de 2007

Um veículo marginal ?

De acordo com um relatório do Eurobarómetro sobre a atitude dos europeus relativamente à política de transportes, Portugal é o terceiro estado-membro da UE onde menos se utiliza a bicicleta, eleita como principal meio de transporte para as actividades diárias por 8,7 % dos europeus.

E porquê? Porque em Portugal “é quase um acto suicida vir para a rua de bicicleta”, devido à falta de protecção deste meio de transporte, considerado pelas autoridades “um veículo marginal”.

A afirmação é do presidente da Federação Portuguesa de Ciclistas e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), que comentou desta forma um inquérito divulgado na 5ª fª pela Comissão Europeia segundo o qual Portugal é dos países-membros onde menos se utiliza a bicicleta como principal meio de transporte, com apenas 1 % dos cidadãos a pedalar no dia-a-dia. Este indicador não surpreende José Manuel Caetano: “Não são criadas condições, as pessoas não andam (de bicicleta), é preciso serem criadas condições, sobretudo de segurança”.

Para o presidente da FPCUB num “país que promove o automóvel e todas as iniciativas para promover o uso da bicicleta são travadas pelos políticos, não admira que estejamos nessa posição”. “É importante a UE já considerar a bicicleta como meio de transporte, quando em Portugal o termo utilizado é um veículo marginal”, perante os outros veículos, afirmou, acrescentando: “Assim é uma ousadia as pessoas virem de bicicleta para a rua”.

“Fizemos insistência para que a bicicleta fosse mais protegida (no novo Código da Estrada) e só nos foi concedida prioridade nas rotundas e quando o condutor sai de uma garagem ou caminho particular”, exemplificou, acrescentando que a federação vai continuar a insistir para proteger os ciclistas. A Federação vai pedir que sejam acrescentadas alterações ao Código da Estrada para melhor proteger os utilizadores de bicicleta.

Por outro lado, afirmou, se “for cumprido o limite de velocidade de 50 quilómetros por hora dentro das vilas e cidades, torna-se mais fácil a coabitação” entre automóveis e a bicicletas. “É nossa intenção voltar a perguntar à secretária de Estado dos Transportes quando é que a bicicleta deixa de ser considerada um veículo marginal, porque é um meio completar”, referiu, adiantando que a FPCUB tenciona pedir uma audiência antes da Semana Europeia da Mobilidade, que decorre de 16 a 22 de Setembro, dedicada ao tema “Ruas com Pessoas”.

Segundo dados da UE, a Holanda é o país onde a bicicleta é mais popular, com 40 % de ‘ciclistas’, seguida da Dinamarca (23,4%), enquanto no extremo oposto apenas luxemburgueses (0,6%) e malteses (0,8%) recorrem menos a velocípedes do que os portugueses.

Apesar deste cenário, o presidente da FPCUB considera que há cada vez mais pessoas a andar de bicicleta e até uma nova geração de condutores nas classes média e alta que pratica desporto e já respeita mais quem anda de bicicleta 1.

Sobre as Vias Cicláveis para a Cidade de Lisboa, fruto das reivindicações de diversas estruturas, muitos foram os candidatos nas recentes eleições intercalares que apresentaram o alargamento das vias cicláveis na nossa Cidade como um objectivo a alcançar para uma Cidade Mais Ecológica e com Mais Qualidade de Vida. Um objectivo de sempre da CDU.

O que ninguém faz - e só a CDU pode fazer - é o balanço do trabalho já realizado nesta matéria na cidade. É que em 2001 foram concluídas diversas vias cicláveis, num trabalho dirigido por um pelouro sob a responsabilidade do então vereador da CDU. E estavam diversos outros percursos iniciados ou em plano. De então para cá nada se construiu, e parte do que estava feito foi até degradado, bem como as posteriores Recomendações para se continuar o projecto, interrompido em 2001, que foram aprovadas por Unanimidade na AML, mas nunca cumpridas pela CML. De 2001 para cá “nada foi feito, pelo contrário, cortaram-se vias construídas, deixaram-se degradar as que permaneceram, pararam tudo o que estava em construção” 2.

Quem pretende afinal que a bicicleta se mantenha 'marginal' ?

 

1. Ver www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=836993&div_id=291

2. Ver www.dorl.pcp.pt/cdulisboa/index.php?option=com_content&task=view&id=341&Itemid=43

Segunda-feira, 23 de Julho de 2007

Orelhas moucas

Periodicamente têm surgido nos diversos blogues sugestões ou apelos para a implementação faseada de uma rede ciclável em algumas das principais artérias de Lisboa, acabando normalmente por se lamentar a “falta de vista da CML” na sua construção, o que inviabiliza uma deslocação mais segura e saudável para pessoas e velocípedes.

De facto, não existe qualquer problema ‘oftalmológico’. Bem pelo contrário. Há sim uma clara ausência de vontade política. Pior. Tem havido ‘má vontade’ dos executivos camarários ao não implementarem as repetidas propostas de “Os Verdes” entretanto aprovadas unanimemente na Assembleia Municipal, como, por exemplo, em Setembro e Novembro do ano passado 1.

Para quem não o saiba, aqui ficam alguns links e respectivos comentários que permitem recordar algumas dessas anteriores iniciativas, remetendo-se para alguns anteriores artigos, por exemplo, “A CDU e as Vias Cicláveis em Lisboa”, publicado neste blogue no dia 7 de Julho de 2007, no URL http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/67706.html como também a recente síntese “A descoberta da pólvora” no URL http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/07/descoberta-da-plvora.html bem como “Alternativas de transporte” no URL http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/06/alternativas-de-transporte.html citando iniciativas da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.

Leia-se também outras anteriores notícias em http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/de-entrecampos-telheiras-perdeu-se.html e em http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/espera-do-reboque-do-carro-vassoura.html

Ou ainda outros exemplos vindos de fora como “O Comité Económico e Social Europeu pede aposta na bicicleta” http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/05/o-comit-econmico-e-social-europeu-pede.html e “Colina acima, sobe, sobe a calçada!” em http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/colina-acima-sobe-sobe-calada.html

Quem conseguir ter ‘paciência’ para (re)ler tudo, constatará que iniciativas fundamentadas, propostas reais e recomendações várias (na AML e CML) são o que não tem faltado a “Os Verdes”. Recentemente, muitos candidatos ‘acenaram’ fotogenicamente para a comunicação social; nós insistimos com medidas que permitam regular a circulação facilitando uma mobilidade saudável. Por isso, continuamos atentos e disponíveis para voltar à liça e agendar novas acções, procurando sempre o diálogo tripartido com as associações interessadas e as instituições responsáveis.

De orelhas moucas está o inferno cheio, ou então temos tido executivos camarários sem ‘pedalada’.

 

1. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=20&Itemid=36&limit=9&limitstart=9

publicado por Sobreda às 01:03
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Sábado, 7 de Julho de 2007

A CDU e as Vias Cicláveis em Lisboa

Em altura de eleições é preciso fazer o balanço do trabalho realizado e a apresentação das propostas para o futuro. Sobre as Vias Cicláveis para a Cidade de Lisboa, fruto das reivindicações de diversas estruturas, muitas têm sido as candidaturas que apresentaram o alargamento das vias cicláveis na nossa Cidade como um objectivo a alcançar para uma Cidade Mais Ecológica e com Mais Qualidade de Vida. Um objectivo de sempre da CDU.

O que ninguém faz - e só a CDU pode fazer - é o balanço do trabalho já realizado nesta matéria na Cidade. É que em 2001 foram concluídas diversas vias cicláveis, num trabalho dirigido por um pelouro sob a responsabilidade do vereador Manuel Figueiredo, da CDU. E estavam diversos outros percursos iniciados ou em plano. E só desde 2001 para cá, é que nada se construiu, e parte do que estava feito foi até degradado.

 

As Vias Cicláveis concluídas até 2001 (anteriormente nem sequer existiam) foram as seguintes 1:

- Telheiras / Entrecampos: Esta via encontra-se cortada na zona do Estádio Alvalade XXI. Apesar dos sucessivos protestos, designadamente dos eleitos de “Os Verdes” junto na AML e na JFLumiar, esta situação dura há já vários anos;

- Parque Florestal de Monsanto: Perto de 4 dezenas de quilómetros de via ciclável, em piso próprio, permeável;

- Radial de Benfica: Aproveitando a construção da radial de Benfica, construiu-se uma via ciclável, com lancil de protecção;

- Foram igualmente instaladas em alguns pontos estruturas para o estacionamento de bicicletas;

- Aos domingos, também a Av. da Liberdade era ciclável;

- O Metropolitano passou, progressivamente a permitir o transporte de bicicletas.

 

Estavam previstas as seguintes vias cicláveis :

- Corredor verde de Monsanto: parte ficou construído, por exemplo, Jardins de Campolide), permitindo a ligação em continuo verde entre o Marquês e Monsanto;

- Parque Periférico: idem na ligação da Quinta da Granja em Benfica ao Vale da Ameixoeira, e posteriormente de Benfica a Monsanto;

- Acrescentar a via Telheiras/Entrecampos com as seguintes ligações: Telheiras/Cidade Universitária/Campo Grande e Campo Grande/Avenida da Igreja;

- Projectada a via do Arco Ribeirinho (Belém / Parque Expo);

- Posterior ligação desta via a Telheiras, passando por Olivais (Av. Berlim/Vale do Silêncio) e Alta de Lisboa e posterior ligação desta ao corredor do Parque Periférico (Vale da Ameixoeira);

- Ligação do Arco Ribeirinho à Bela Vista, passando pelo Vale Fundão.

 

De 2001 para cá nada foi feito, pelo contrário, cortaram-se vias construídas, deixaram-se degradar as que permaneceram, pararam tudo o que estava em construção, de que os jardins de Campolide são um ‘bom’ péssimo exemplo.

Recentemente, alguns dos candidatos carregaram no pedal tentando “(re)descobrir a pólvora” esquecendo-se que tem sido o grupo municipal de “Os Verdes” da Assembleia Municipal de Lisboa quem sucessivamente vem propondo e fazendo aprovar por unanimidade a “efectiva implementação de uma rede de ciclovias associada à estrutura verde de Lisboa, que dê sequência aos estudos já efectuados no âmbito do protocolo de colaboração entre a própria Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto Superior de Agronomia”.

Ainda noutra Recomendação complementar foram de novo “Os Verdes” quem voltou a propor à CML e fazer aprovar por unanimidade na AML que fossem elaboradas “campanhas públicas de sensibilização das vantagens ecológicas do uso da bicicleta como meio saudável de transporte alternativo, divulgando-as, designadamente, junto de escolas e associações juvenis e de moradores”, bem como “a instalação de parqueamentos para bicicletas nas entradas de alguns serviços públicos, de bibliotecas, de escolas, de jardins, bem como junto a pistas cicláveis, incentivando os lisboetas a usarem a bicicleta nas suas deslocações de casa para os transportes públicos e para os seus serviços” 2.

Por isso, de novo a CDU - com as responsabilidades que a população de Lisboa lhe confiar - assume o compromisso de dar um novo impulso à construção e manutenção de pistas cicláveis na nossa cidade. 

 

1. Ver www.dorl.pcp.pt/cdulisboa/index.php?option=com_content&task=view&id=341&Itemid=43

2. Ver o artigo “A descoberta da pólvora” no URL http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/07/descoberta-da-plvora.html

publicado por Sobreda às 00:14
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007

Pista interrompida

Em Telheiras anda-se mesmo de bicicleta… quando se pode. E ao fim de semana é usual ver jovens casais com crianças fazerem percursos em família no bairro. Também o grupo de cicloturismo da A.R.T. usa os domingos de manhã para promover passeios mais extensos.

 

Ou melhor, anda-se quando a pista, como infelizmente é frequente, não está impedida por estacionamentos indevidos 1. Para além disso, a pista ciclável de Telheiras a Entrecampos continua interrompida, desde a construção do Alvaláxia XXI, o que faz que os ‘atrevidos’ ciclistas tenham de circular sem segurança.

A AML já aprovou por Unanimidade em 24 de Janeiro do ano passado, uma proposta de “Os Verdes” que pugnava pela “Reposição da pista ciclável Entrecampos-Telheiras”. Mas o (ir)responsável SCP nunca se dignou (re)arranjar a pista, nem respondeu aos repetidos apelos quer dos cicloturistas, quer da A.R.T., quer da Assembleia de Freguesia, pela sua correcta reposição.

 

1. Fotos www.voudebicicleta.eu/WordPress

publicado por Sobreda às 02:42
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

CML 0 x SCP 1

Segundo vários órgãos de comunicação social, o presidente da CML revelou ontem que o projecto de loteamento desejado pelo Sporting para os terrenos do antigo estádio José de Alvalade poderá ser levado a reunião de Câmara até ao fim de Março.

Carmona Rodrigues respondia assim favoravelmente a uma exigência do presidente do Sporting que, segundo o Público, tinha admitido abandonar a direcção do clube de Alvalade caso não conseguisse baixar o passivo do clube para 200 milhões de euros, acrescentando que a sua continuidade estava dependente de decisões da Câmara de Lisboa e da empresa que gere o Metro da capital. O presidente do Sporting garantia mesmo que os projectos já tinham sido formalizados em protocolo, mas que continuavam parados devido a problemas administrativos.

No entanto, ninguém compreende que ambos os dirigentes, autárquico e desportivo, não estejam sequer preocupados com os repetidos avisos de insegurança em que se traduz o corte da pista ciclável de Telheiras para Entrecampos, devido às obras do novo estádio de Alvalade.

Neste caso, oferecendo a vantagem ao adversário, a CML acaba de fazer um autogolo…

A notícia completa está desenvolvida no Blog http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/de-entrecampos-telheiras-perdeu-se.html 

publicado por Sobreda às 01:28
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