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CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

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LINHAS DE ALTA TENSÃO - Os projectos PCP e Verdes foram rejeitados com os votos contra do PS e a abstenção dos social-democratas e dos democratas-cristãos

cdulumiar, 04.12.09

Cá as fazem, cá as pagarão...

 

Abaixo se transcreve integralmente notícia da LUSA.

 

A CDU no Lumiar desafia e apoiará as Associações se movimentem em defesa da segurança e da qualidade de vida dos cidadãos! Porque não actualizar um abaixo assinado, dirigido à AR, sobre as linhas de alta tensão no Lumiar?

 

Quantos estarão dispostos a lutar pela sua qualidade de vida, já que aqueles que elegeram na Assembleia da República não estão?!

  


Alta tensão: Movimento contra linhas em zonas habitadas lamenta abstenções do PSD e CDS

Número de Documento: 10405756

Lisboa, Portugal 30/11/2009 16:56 (LUSA)
Lisboa, 30 Nov (Lusa) - O Movimento Nacional Contra a Alta Tensão nas Zonas Habitadas lamentou hoje que o PSD e o CDS-PP se tenham abstido na votação de projectos que poderiam "mudar realmente os limites" da exposição às linhas de alta tensão.
Na passada sexta-feira, quatro projectos-lei de partidos da oposição foram a votos na Assembleia da República, tendo sido aprovado apenas o do PSD, que deixa nas mãos do Governo a definição dos limites de exposição humana em relação às linhas de alta e muito alta tensão.

A proposta, que contou com os votos favoráveis do PSD e CDS-PP e a abstenção do PS, BE, PCP e PEV e que vai baixar agora a uma comissão, estabelece um prazo de 10 anos para que as linhas, instalações e equipamentos respeitem estas distância e a elaboração, dentro de dois anos, de um plano nacional para a correcção de situações.

Já os projectos do BE, PCP e Verdes foram rejeitadas com os votos contra do PS e a abstenção dos social-democratas e dos democratas-cristãos.
"O PSD e o CDS-PP, que na legislatura anterior tinham votado favoravelmente os projectos dos outros partidos, abstiveram-se agora, quando o seu voto contava para mudar realmente os limites que a lei determina. Só podemos lamentar esta mudança", afirmou o movimento nacional em comunicado.
Os responsáveis pelo grupo põem a hipótese de a precaução implícita no conceito de princípio de precaução, reconhecido como prioritário pelos dois partidos, significar "manter tudo como está", continuando a confrontar populações com a construção de novas linhas, como acontece "desde 2005".
O Movimento lamenta que, perante a falta de consenso científico sobre a questão, as pessoas "continuem a servir de cobaias perante a desresponsabilização dos políticos que têm o poder da maioria dos votos para mudar a lei".
"Somos alarmistas? Como as populações foram no caso do amianto? No caso do tabaco? No caso das fábricas de produtos químicos?", questiona o movimento, afirmando que continuará a combater "os interesses económicos que suportam as empresas de transporte de energia".
ROC/JH.
Lusa/fim

CML discute cedência de terrenos ao Ministério da Saúde

Sobreda, 24.06.09

Cerca de 7,1 milhões de euros vão ser investidos em seis novos centros de saúde em Lisboa. Belém, Boavista, Carnide, Campolide, Alta de Lisboa Norte e Benfica são as zonas que terão novas unidades de saúde.

Mas, para isso, a CML terá de aprovar hoje, em sessão camarária, a celebração de um contrato-programa com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). Este acordo contempla a cedência de terrenos por parte da autarquia para a edificação desses equipamentos, sem qualquer retorno ou compensação.
O Centro de Saúde de Carnide custará 1,4 milhões de euros e terá uma área de construção de 1363 metros quadrados, num terreno com 4800 metros quadrados. Este é um dos casos que implica a cedência de terrenos da autarquia. Porém, tal não é consensual.

 

 

O projecto do centro de Carnide implica a cedência de terrenos do Parque dos Artistas de Circo (na foto), mas há três meses, quando começaram a ser despejados pela polícia, os moradores resistiram e prometeram recorrer para tribunal.
Contratempos à parte, a minuta do contrato-programa a assinar entre a CML e a ARSLVT prevê que as obras deverão estar concluídas em dois anos.
O Centro de Saúde da Boavista custará 500 mil euros, Belém 900 mil, Campolide 1,2 milhões, Alta de Lisboa 1,7 milhões e Benfica 1,4 milhões. A área ocupada por todos os centros será de 15.465 metros quadrados 1.
Pergunta-se de novo: porque tem a CML de ceder terrenos gratuitamente ao Governo 2?
 

CDU defende a Saúde pública no Lumiar

Sobreda, 17.04.09

 

Considerando a falta de profissionais de saúde e por não serem já adequadas as instalações do Centro de Saúde do Lumiar, e suas extensões provisórias, para os 90 mil utentes aí inscritos, a CDU propõe que se enveredem esforços conjuntos entre as freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar junto da CML e do Ministério da Saúde, no sentido da resolução urgente daquelas situações.
 
Consulte e subscreva a petição em www.petitiononline.com/AUSACL01/petition.html

Oito Centros de Saúde em Lisboa não têm médico de família

Sobreda, 07.04.09

Mais de um quarto dos utentes de 8 centros de saúde do distrito de Lisboa não têm médico de família, revelou ontem a União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN numa acção de sensibilização sob o lema “Saúde para todos”.

A União dos Sindicatos de Lisboa (USL) quis assinalar o Dia Nacional de Saúde, que se comemora hoje, com uma campanha de sensibilização para “a importância da existência de um Serviço Nacional de Saúde ao serviço das populações e não à mercê dos interesses do sector privado”.
“Hoje e amanhã vamos estar junto de hospitais, centros de saúde e unidades de saúde familiar a distribuir um documento que visa pôr a nu os grandes ataques que têm sido feitos pelos sucessivos governos ao Serviço Nacional de Saúde”, que comemora este ano 30 anos.
No documento que ontem estava a ser distribuído junto à Unidade de Saúde Familiar dos Lóios, a USL informa, citando dados da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), que um quarto dos utentes dos centros de saúde de Algueirão, Queluz, Cacém, Pontinha, Ajuda, Azambuja, Alenquer e Póvoa de Santa Iria não têm médico de família, somando 128.090 utentes, de um total de 462.029.
Para o sindicato, a reforma nos cuidados de saúde está “longe do sucesso que se esperava devido à falta de recursos humanos”, pois “nos centros de saúde e nas extensões de onde saíram os médicos, enfermeiros e trabalhadores administrativos para as Unidades de Saúde Familiares muitos utentes ficaram sem médico de família e pior servidos em termos de oferta dos cuidados de saúde”.
Como exemplo, a USF dos Lóios, que entrou em funcionamento em Maio de 2008 com cinco médicos, ficou apenas com dois, que haviam saído do Centro de Saúde de Marvila e levado os seus utentes (cerca de 3.500). Para os outros três médicos que foram transferidos para esta Unidade apenas foram transferidos 1.500 utentes, quando deveriam ter sido transferidos 7.500, segundo o contrato programa celebrado com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
“A USF dos Lóios ficou com sete médicos, quatro enfermeiros e cinco trabalhadores administrativos para cerca de cinco mil utentes, enquanto no Centro de Saúde de Marvila ficaram, para cerca de 55 mil utentes (20 a 25 mil sem médico de família), 18 médicos, oito enfermeiros e cinco funcionários administrativos”, estando a ser criadas “situações de desigualdade” no acesso à saúde.
A sindicalista apontou ainda outras medidas que considerou “ataques” ao SNS e que “corrompem” a sua “universalidade, acessibilidade e gratuitidade”, como a introdução de taxas moderadoras.
A USL criticou ainda o problema das listas de espera, que se “mantém e nalguns casos se agravou”, citando o último relatório do Ministério da Saúde, que indica que a 31 de Dezembro de 2007 estavam em lista de espera para primeira consulta na região de Lisboa e Vale do Tejo 103.521 doentes, correspondendo a 21,8 por cento da lista de espera no país.
Por outro lado, acrescentou, “os cuidados continuados estão nas mãos das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e privados, mas já deram uma despesa ao Governo de 65 milhões de euros”. O mais grave é que “na região de Lisboa, não chega a haver uma cama por 1.000 habitantes com mais de 65 anos”.
 
Ver Lusa doc. nº 9525309, 06/04/2009 - 14:04

Duplicou o número de utentes sem médico de família

Sobreda, 01.04.09

O número de utentes sem médico de família em Lisboa duplicou entre 2004 e 2007 e ultrapassou as 100 mil pessoas, segundo a Carta de Equipamentos de Saúde, que esteve em análise na reunião de ontem da CML.

De acordo com o documento, desde o arranque das políticas de reestruturação dos centros de saúde até 2007 o número de pessoas sem médico de família em Lisboa passou de 46.481 para 101.208.
O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lapa é aquele que concentra as maiores disparidades, já que abrange os centros de saúde com mais carências a este nível - Ajuda (26,2% dos utentes sem médicos de família), Coração de Jesus (23,5%) e Sto. Condestável (20,7%) - e os mais bem servidos (Alameda e Luz Soriano).
A Carta indica ainda que nos últimos quatro anos houve um aumento de 6,2% do total de inscritos em Centros de Saúde e uma redução de 8,2% nos médicos de família.
Apesar do decréscimo acentuado de população em Lisboa nos últimos 30 anos, o número de inscritos nos centros de saúde tem vindo a aumentar, o que pode ser explicado pela permissão (com a actual reforma) de cada utente de inscrever no centro da sua área de trabalho.
Já em sentido contrário tem evoluído o número de médicos de clínica geral nos centros de saúde em Lisboa, que baixou mais de oito por cento entre 2004 e 2007, passando de 426 para 391.
Outro dos dados salientados na Carta dos Equipamentos de Saúde é o aumento do rácio do número de utentes inscritos por cada médico de clínica geral entre 2004 e 2007, que na cidade de Lisboa passou de 1.582 para 1.837 (subiu 14%), com maior incidência nos ACES da Lapa (mais 17%) e de Sete Rios (mais 16%).
Este aumento de utentes por médico de família ocorreu em todos os centros de saúde de Lisboa, apesar de ter baixado a partir de 2005 em quatro centros: Lumiar, Marvila, Penha de França e S. João.
A Carta alerta ainda para a necessidade de planear a rede de equipamentos de cuidados primários de saúde da cidade de Lisboa “atendendo às novas dinâmicas populacionais e às previsões de evolução” 1.
Os dados referentes ao Centro de Saúde do Lumiar indicando que teria “baixado a partir de 2005” são totalmente falsos, segundo dados da própria administração do Centro e a que acresce o aumento exponencial de moradores nas 3 freguesias cobertas pelo Plano de Urbanização do Alto do Lumiar. Ameixoeira, Charneca e Lumiar.
Daí que a AUSACL - Associação de Utentes da Saúde (daquelas três freguesias) – tenha lançado uma petição on-line exigindo o aumento do número de médicos de família, enfermeiros e pessoal auxiliar, bem como a construção dos novos equipamentos de saúde previstos no PUAL 2.
 

Idosos deixam de aviar medicamentos por falta de dinheiro

Sobreda, 03.03.09

A falta de dinheiro está a levar cada vez mais portugueses a abdicar de medicamentos receitados pelos médicos. As farmácias entendem o problema e, muitas vezes, cedem os remédios a troco da promessa de pagamento no final do mês

“Destes medicamentos qual deles me faz mais falta?” é uma pergunta que os farmacêuticos ouvem diariamente nas farmácias muito frequentada por idosos. A directora técnica de uma farmácia conta que acaba “por lhes dar os medicamentos” e ironiza que “qualquer dia tem de mudar de ramo” porque não consegue dizer “não” quando um idoso diz que não tem dinheiro para um remédio essencial para a sua saúde.
Para facilitar o acesso aos medicamentos, muitos clientes idosos pagam no final do mês, quando recebem a pensão. “Há pessoas que entram, perguntam o preço, hesitam e acabam por não comprar. Muitas vezes, são medicamentos com preços de dois e três euros”. “O que vale é que a farmácia me deixa pagar aos bocadinhos”, diz uma idosa, que, todos os meses, faz contas de cabeça para pagar a conta na farmácia. Os 200 euros da reforma mal chegam para as despesas do dia-a-dia.
Há por isso muitos idosos que estão semanas sem tomar medicamentos, à espera que chegue o dinheiro da reforma ou então aviam apenas parte da receita. “Nós colocamos os medicamentos receitados pelo médico em cima do balcão e eles escolhem os que querem levar”, diz uma técnica de farmácia. “São pessoas muito honestas”, frisou, revelando que os idosos pagam sempre as suas contas. “O pior é os mais novos, que muitas vezes se queimam por uma ninharia”.
Os “calotes” têm aumentado com a crise. “Estou há 13 anos nesta farmácia. Nos últimos dois anos tive mais pessoas a não pagar as contas do que nos restantes onze", assegura, acrescentando que também “trabalha muito com pagamentos no final do mês” 1.
O Movimento de Utentes da Saúde 2 alerta que o corte nas despesas com a saúde é uma “realidade triste”, principalmente quando são os idosos os mais afectados. “Os idosos com pensões mais baixas vivem com muitas dificuldades. Muitas vezes adquirem o medicamento, olham para a conta e deixam ficar parte desses remédios na farmácia”, afirmou o seu porta-voz do movimento.
É uma situação “preocupante” especialmente porque são “idosos cujas defesas em termos de saúde estão em níveis muito baixos e ficam piores porque deixam de fazer a medicação necessária”.
 

Odivelas luta por melhor saúde

Sobreda, 03.03.09

O Movimento Mais Saúde e Utentes de Saúde de Odivelas marcou para o próximo dia 14 uma vigília de protesto contra o eventual encerramento de um centro de atendimento e a falta de condições dos centros de saúde do concelho 1.

A decisão foi tomada pelas comissões de utentes de todas as freguesias do concelho de Odivelas.
Este grupo contesta a existência de 50 mil utentes sem médico de família e o eventual encerramento do CATUS local 2.
 

Unidades de Saúde Familiar versus Centros de Saúde

Sobreda, 03.03.09

O Governo quer acabar com o modelo de gestão dos Centros de Saúde (CS) e expandir o número de Unidades de Saúde Familiar (USF).

Para o presidente do grupo de apoio à reforma dos cuidados de saúde primários, estes serviços são considerados a pedra basilar da reforma dos cuidados primários de saúde, tal como refere o primeiro relatório, que no passado sábado foi apresentado pelo grupo consultivo de apoio à reestruturação do sistema.
O objectivo é que estas unidades venham ser responsáveis por 80% dos cuidados primários prestados aos utentes dentro de cinco anos. Hoje já existem 160 unidades familiares, responsáveis por 20% do espaço dos cuidados personalizados e abrangendo cerca de 3.000 profissionais, dos quais 1126 são médicos, 1148 enfermeiros e 902 funcionários de apoio administrativo.
A diferença entre as USF e os CS é que as primeiras são constituídas por equipas que se auto-ofecerecem para prestar cuidados primários de saúde de forma solidária e em regime de intersubstituição e têm uma autonomia de gestão, embora controlada através da avaliação de desempenho, explica o presidente do conselho consultivo.
Ou seja, se o médico de família de um utente não está e este necessitar de recorrer a outro médico qualquer, está autorizado a ir ao seu ficheiro e verificar a situação da pessoa e atendê-la. Ou seja, o doente não fica sem ser atendido.
Além disso, estas unidades funcionam com horários mais alargados, adaptados às necessidades dos grupos populacionais que servem. Em contrapartida, em função do desempenho, estes profissionais também auferem remunerações superiores. Um factor que ajudaria a estimular os profissionais para o sistema.
Na próxima semana prevê-se que entre em vigor a implementação do novo modelo organizacional dos cuidados de saúde primários, assente em cinco regiões de saúde e 74 agrupamentos de centros de saúde que, em média, têm 154.734 utentes inscritos e 387 profissionais. Estes agrupamentos deverão integrar USF, unidades de saúde pública, unidades de cuidados comunidades, entre outras 1.
Resta esclarecer se o objectivo é estes serviços se manterem na esfera do serviço público ou se a médio prazo virão a ser tendencialmente privatizados.
 

Centro de Saúde em debate na AML

Sobreda, 24.02.09

Na passada semana foi aprovada por Unanimidade na Assembleia Municipal uma Moção sobre o ‘Centro de Saúde do Lumiar’ (CS).

É sabido que o CS serve a população das freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar e tem mais 90.000 pessoas inscritas, estando cerca de 20.000 utentes sem médico de família e que funciona num prédio para habitação na Alameda das Linhas de Torres, sendo o local inadequado para as funções e quantidade de utentes que serve.
A Extensão de Saúde da Charneca está instalada num prédio de habitação degradado e fora dos limites do Concelho de Lisboa (em Sacavém - Loures) e que a Extensão de Saúde da ex-Musgueira foi colocada ‘provisoriamente’ e de forma precária em lojas comerciais no Alto do Lumiar.
No CS do Lumiar há uma manifesta insuficiência de profissionais dos quadros médico, de enfermagem, administrativo, auxiliar de apoio e vigilância, o que agrava ainda mais a situação.
O Plano de Urbanização do Alto do Lumiar, aprovado na Assembleia da República em 18 de Julho de 96 e 16 de Junho de 97, e publicado em Diário da Republica, previa a construção de onze extensões de saúde, estando no mesmo projecto reservados 1600 m2 para a construção da Extensão do Bairro da Cruz Vermelha.
A concretização do Plano de Urbanização do Alto do Lumiar, prevê que o CS do Lumiar passe a prestar cuidados de saúde primária a mais de 80.000 novos habitantes, que passarão a residir na sua área de intervenção.
Por isso, o Grupo Municipal do PCP propôs que a AML deliberasse:
- Que a CML tome as medidas adequadas junto do Ministério da Saúde para a resolução imediata do preenchimento efectivo dos quadros do pessoal acima referidos, de modo a que todos os utentes beneficiem de um atendimento condigno e que se encontre uma solução adequada para as instalações actuais da sede;
- Que se construa a Extensão do Bairro da Cruz Vermelha prevista para a malha 14 do Projecto de Urbanização da Alta do Lumiar, resolvendo a actual situação da Extensão de Saúde da ex-Musgueira instalada provisoriamente em 2 lojas;
- A construção da Extensão de Saúde no Montinho de S. Gonçalo, com projecto aprovado desde 1998, de forma a proporcionar um atendimento digno aos utentes das freguesias da Ameixoeira e Charneca 1.
Recorda-se que esta Moção foi aprovada por Unanimidade por todos os Grupos Municipais.
De momento, a AUSACL - Associação de Utentes de Saúde da Ameixoeira, Charneca e Lumiar -, faz circular uma petição requerendo mais e melhores serviços de saúde pública 2. Subscreva-a!
 

Utentes do Centro de Saúde do Lumiar exigem mais e melhores serviços

Sobreda, 09.02.09
Um grupo de utentes do Centro de Saúde do Lumiar constituiu-se em Comissão Promotora de uma Associação de Defesa dos Utentes da Saúde das Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar com a designação de AUSACL - Associação de Utentes de Saúde da Ameixoeira, Charneca e Lumiar, no cumprimento no que se encontra estabelecido na Lei nº 44/2005, de 29 de Agosto (Lei das Associações de Defesa de Utentes de Saúde).
O Centro de Saúde do Lumiar, que serve a população das freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar, tem inscritos cerca de 93.000 utentes. Porém, destes, cerca de 20.000 não têm médico de família.
 
Por este e por outros justificados motivos, a AUSACL promove um 'Abaixo-assinado' onde se exige:
• O fim de utentes sem médico de família no Centro de Saúde do Lumiar;
• O preenchimento efectivo dos Quadros de Pessoal (Médico, Enfermagem, Administrativo e Auxiliar) do Centro de Saúde do Lumiar;
• A construção de uma (nova) Extensão de Saúde no Montinho de S. Gonçalo - COM PROJECTO JÁ APROVADO DESDE 1998 PARA EDIFICAÇÃO DE 4.200 m2 - de forma a possibilitar um atendimento digno aos utentes das freguesias da Ameixoeira e Charneca;
• Que se construa a Extensão do Bairro da Cruz Vermelha, prevista para a malha 14 do Projecto de Urbanização da Alto do Lumiar (PUAL), resolvendo a actual situação da Extensão de Saúde da ex-Musgueira, instalada provisoriamente em 2 lojas.
 
Consulte e subscreva a petição em www.petitiononline.com/AUSACL01/petition.html