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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Rua das Quatro Marias

Este arruamento do Bairro da Cruz Vermelha, bem como a R. das Três Marias, a R. das Cinco Marias, e o Largo das Seis Marias, homenageiam as senhoras da secção auxiliar feminina da Cruz Vermelha, de cuja iniciativa nasceu em Janeiro de 1967 este Bairro no Lumiar, com 230 fogos, para albergar famílias cujas barracas tinham ardido em 1962.

As senhoras em causa eram Maria Margarida Montenegro Fernandes Tomás de Morais, Maria Carlota Saldanha Pinto Basto, Maria Emília Moreira Sena Martins, Maria Teresa Assis Palha Holstein Beck, Maria Helena Monteiro de Barros Spínola e Maria Ribeiro Espírito Santo Silva de Melo: lançaram um apelo, através da RTP, para que cada telespectador desse um escudo, a que se associou a CML, cedendo um terreno para a construção do bairro.
 
Ver Metro 2009-07-06, p. 3
publicado por Sobreda às 00:19
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Menino electrocutado dá nome a rua em Telheiras

Passados 10 anos, a CML decidiu honrar a promessa do ex-presidente do município, João Soares, e homenagear Rúben Cunha, a criança morta ao pressionar um semáforo, em 1997, atribuindo o seu nome a uma rua na zona de Telheiras.

Uma deliberação da CML, que termina com um longo processo quanto à atribuição do topónimo naquela área da cidade, decidiu atribuir o nome de Rúben Tiago Lemos e Cunha a um arruamento vizinho da Rua professor Simões Raposo, na área de Telheiras, mais concretamente na urbanização do Parque dos Príncipes, do lado poente do Eixo Norte-Sul.
A denominação servirá para perpetuar a memória do menino que, em 7 de Julho de 1997, foi electrocutado num semáforo no Campo Grande (em frente a Caleidoscópio), tendo falecido três dias depois no Hospital de Santa Maria, devido ao incidente.
Segundo o actual presidente da CML, a proposta aprovada, sem votos contra, serve para colmatar um hiato de 10 anos sobre a promessa do então líder municipal. “Com esta decisão estamos a honrar o compromisso à data da tragédia, passando Rúben Cunha a ser o nome de uma artéria da cidade de Lisboa”.
Além da cedência de um espaço à Associação Viver Criança - criada pelos pais da vítima (no Alto da Faia, também em Telheiras) - e da oferta de um jazigo, Soares disponibilizou-se, dois anos após a tragédia, a dar o nome do menino a uma rua em Telheiras. Mas as mudanças partidárias no município e interpretações quanto se esta seria a melhor forma de homenagear Rúben, adiaram o processo.
“Tratou-se de uma luta muito difícil fazer com que a Câmara honrasse o que nos tinha prometido. Foram anos de persistência e perseverança. Mas valeu a pena”, explicou emocionado o pai do menino. Para nós, “o Rúben nunca morreu. A partir de hoje está vivo na cidade de Lisboa”.
O acidente ocorreu pelo mau funcionamento do semáforo, tendo um funcionário da empresa de manutenção do equipamento, Eyssa Tesis, sido condenado a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, no julgamento do caso, em Setembro de 2001.
O ‘condenado’ era um ex-pedreiro, com a 4ª classe, e que, sem formação técnica, assegurava a segurança do semáforo. O lamentável é que a empresa tenha saído incólume neste processo.
 
Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1238808
publicado por Sobreda às 00:18
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Sábado, 7 de Março de 2009

Toponímia para jovem que morreu electrocutado

A Comissão de Toponímia decidiu que a Rua B, paralela à Rua Professor Vieira de Almeida, em Telheiras, vai ter o nome do jovem que morreu electrocutado num semáforo de Lisboa em 1997.

Na sequência da reunião realizada na CML, ficou decidida a rua escolhida para homenagear Ruben Cunha, uma rua próxima do colégio onde o jovem estudava com o irmão gémeo e entretanto denominada de Rua António Livramento.
O presidente da Comissão responsável pela toponímia de Lisboa, disse que “o assunto vai ser levado à CML, na reunião agendada para 18 de Março”.
Esta iniciativa surge depois do pai do jovem Ruben, ter questionado, em Fevereiro, o executivo camarário sobre esta proposta em 2001 mas nunca concretizada. Durante essa reunião camarária, afirmou que a Câmara não respeitava os sentimentos da família e ignorava que a comissão aprovou a iniciativa há cerca de oito anos.
Este caso remonta a Julho de 1997, quando Ruben Tiago Cunha, de 14 anos, foi electrocutado ao premir o botão que acciona o sinal verde para os peões de um semáforo do Campo Grande e que morreu três dias depois devido a lesões cerebrais graves e paragem cardio-respiratória.
A partir de uma acção que moveram em tribunal, os pais do jovem viram reconhecida a culpabilidade da autarquia e da empresa responsável pela manutenção dos semáforos, recebendo uma indemnização de mais de 200 mil euros, que usaram para montar uma galeria de arte em memória do filho.
Ao fim de 12 anos, o jovem está agora a um passo de ser novamente homenageado, uma vez que já existe uma associação que apoia crianças vítimas de acidentes que tem o seu nome.
 
Ver www.destak.pt/artigos.php?art=23443
publicado por Sobreda às 02:02
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

(re)Inauguração de jardim em Telheiras

 

Quantas vezes terá sido anunciada pela CML a inauguração deste ou daquele pedaço de jardim algures nas redondezas da Praça Central de Telheiras? Talvez já se lhe tenha perdido o conto, que até a própria Comissão de Toponímia da CML já nem o saiba 1.

Agora, no passado sábado, dia 25 de Outubro, pelas 16h30, foi a vez do Jardim Prof. Francisco Caldeira Cabral, mesmo ao lado da nora e em frente à Igreja de Nª Srª da Porta do Céu, perpetuando, na memória da cidade de Lisboa e no ano em que se celebra o centenário do seu nascimento, aquele conceituado arquitecto paisagista 2.

 

 

Há uns anos, tinham sido a Quinta de S. Vicente, junto à Adega 3, depois as fontes e outro pequeno espaço verde mais a norte, depois chegou a estação do Metropolitano 4, depois a re-re-inauguração da pista ciclável 5, seguido há umas semanas por um hectare no lado poente 6, hoje, um outro na zona sobre o Metro, amanhã talvez outro tanto no topo nascente, sim que o NAT Nascente continua por recuperar.
Não faz mal: não será por isso que os residentes deixam de agradecer as repetidas efemérides do ‘ora agora inauguras tu, ora agora reinauguro eu’.
Mas não deixam de ir perguntando: e que projectos de reabilitação existem para o lado nascente, entre as Ruas prof. Eduardo Araújo Coelho, a Francisco Gentil e a Estrada de Telheiras? E qual o destino atribuído pela EPUL e pela CML ao degradado Convento de Nª Srª da Porta do Céu? 7
 
1. Ver www.cm-lisboa.pt/index.php?id_categoria=96&id_item=16221
2. Ver www.cm-lisboa.pt/index.php?id_categoria=96&id_item=17855
3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/330071.html
4. Ver www.metrolisboa.pt/Default.aspx?tabid=490
5. Ver www.cm-lisboa.pt/index.php?id_item=6729&id_categoria=11
6. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/330477.html
7. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/348423.html
publicado por Sobreda às 01:46
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Jardim prof. Caldeira Cabral

 

 

Amanhã, dia 24 de Setembro, a CML vai analisar a Proposta nº 845/2008 que pretende atribuir ao “Jardim do NATE Nascente”, situado entre a Rua Prof. Francisco Gentil e a Estrada de Telheiras, o topónimo Jardim Prof. Caldeira Cabral - Arquitecto Paisagista.
Este Jardim, cuja inauguração o protocolo da CML prevê agendar para finais de Outubro, encontra-se separado do recém-nomeado Jardim Prof. António Sousa Franco por um novo espaço de comércio e serviços localizado à saída da estação do Metropolitano.
Nessa mesma reunião da CML, o executivo tenciona aprovar uma transferência de verba para o Agrupamento de Escolas S. Vicente/Telheiras, no valor de € 1.010,71.
publicado por Sobreda às 00:28
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Atribuição de toponímia em Telheiras

 

No passado domingo de manhã, foi descerrada uma placa toponímica com o nome de Jardim Prof. António Sousa Franco, no topo ocidental do Metropolitano de Telheiras, entre a Rua Professor Francisco Gentil e a Estrada de Telheiras/Largo do Poço.

Recorda-se que o projecto da CML/EPUL, para esta zona, fora já publicamente apresentado a escassos 50 metros daquele local, junto à antiga Adega de Telheiras, no longínquo final do Verão de 2001, pelo executivo da coligação PS/CDU.
 
 
publicado por Sobreda às 00:12
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Sábado, 20 de Setembro de 2008

Jardim prof. Sousa Franco

 
Terá lugar amanhã, dia 21 de Setembro, pelas 11 horas, a inauguração com descerramento da placa toponímica do Jardim Prof. António Sousa Franco, junto ao Metropolitano de Telheiras, entre a Rua Professor Francisco Gentil e o Largo do Poço.
publicado por Sobreda às 02:00
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Alteração toponímica em Telheiras

Através da Proposta nº 777/2008, a CML pondera hoje, na reunião de 10 de Setembro, atribuir ao Jardim da Urbanização da Aldeia de Telheiras, o topónimo ‘Jardim Prof. António de Sousa Franco’, Estadista e Jurisconsulto.
publicado por Sobreda às 00:21
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Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Toponímia no Lumiar

Em Lisboa, os nomes das ruas são atribuídos mediante proposta aprovada em sessão da CML. Esta proposta tem de ter antes o parecer favorável da Comissão Municipal de Toponímia, após auscultação da opinião da Junta de Freguesia respectiva. Sempre que a CML inaugura um novo arruamento, publica uma brochura que conta a história da figura, facto, instituição ou tradição local que está a ser homenageada na toponímia de Lisboa 1.

 

 

Na 54ª reunião de Câmara do passado dia 28 de Março foi aprovada por unanimidade a atribuição de novos nomes a ruas da Freguesia do Lumiar.

Pelas Propostas nºs 108, 109, 110 e 111 foram atribuídas as seguintes novas toponímias:

À Rua A, situada entre a Rua Francisco Stromp e Rua Alfredo Trindade, o topónimo Rua José Travassos (futebolista 1922–2002).

À Rua D à Avenida Maria Helena Vieira da Silva, o topónimo Rua Manuel Guimarães (cineasta 1915–1975).

Ao Arruamento paralelo ao Estádio de José Alvalade, o topónimo Rua Prof. Armando Santos Ferreira (médico 1920–2002).

À Rua B com início na Rua A, situada entre a Rua Francisco Stromp e Rua Alfredo Trindade, o topónimo Rua Vítor Damas (futebolista 1947–2003).

A Junta de Freguesia do Lumiar, consultada ao abrigo do disposto no artigo 1º da Postura Municipal sobre Toponímia e Numeração de Polícia, manifestou a sua total concordância.

Também os anteriores moradores do antigo Bairro das Calvanas, recentemente realojados na Alta do Lumiar, pretendem atribuir a uma das ruas do PER 13, onde se situam agora as suas novas habitações, o nome do anterior presidente da CML. A anómala sugestão terá também sido remetida à Comissão Municipal de Toponímia. Se a proposta entrar na O. de T. de alguma reunião da CML não terá de certeza o mesmo resultado.

 

1. Ver www.cm-lisboa.pt/?id_categoria=96&id_item=6638  

publicado por Sobreda às 00:56
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