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CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

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Trabalhadores da Carris, Aeroporto e Ferroviários editam comunicados

teresa roque, 26.10.09

ferroviarios_20out2009.jpgAs células do PCP na Carris, no Sector Ferroviário e no Aeroporto de Lisboa iniciaram a distribuição aos trabalhadores de comunicados onde sublinham a importância de prosseguir a luta contra a política de direita, valorizam um conjunto de iniciativas parlamentares do PCP, destacam o papel da luta dos trabalhadores para conseguir a sua aprovação, e apela à adesão dos trabalhadores ao PCP para "Resistir e Avançar!"

Ler Comunicado em PDF da Célula da Carris

Ler Comunicado em PDF do Sector Ferroviário

Ler Comunicado em PDF das Células do Aeroporto

Chegada do Metro ao aeroporto deverá valorizar terrenos da Portela

Sobreda, 06.08.09

A chegada do Metro de Lisboa ao Aeroporto da Portela, prevista para o primeiro semestre de 2011, deverá valorizar os terrenos onde está instalada a infra-estrutura, com encerramento previsto para 2017 e respectiva deslocalização para Alcochete.

O plano de expansão da linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa até à Portela, um investimento de 220 milhões de euros, inclui a construção de três novas estações - Moscavide, Encarnação e Aeroporto - e mais 3,6 quilómetros de rede.
É o próprio presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) quem afirma que o “património imobiliário” existente naquela zona “vai beneficiar com a chegada do metro. Pelo património já construído nestas zonas é difícil antever qualquer tentativa ou qualquer tentação especulativa no plano imobiliário, sendo certo que o património imobiliário ali existente vai beneficiar com a chegada do metro”.
Os terrenos do aeroporto da Portela prometem assim gerar polémica quando a infra-estrutura for desactivada, em 2017, recuperando o diferendo entre a autarquia lisboeta e os familiares dos antigos proprietários relativamente à propriedade dos 500 hectares.

 

 

A CML tem reclamado a propriedade dos terrenos, que começaram a ser expropriados em 1937, afirmando que alguns já era municipais e que outros foram expropriados para a construção do aeroporto.
Mas os familiares dos antigos proprietários, por seu turno, reclamam a titularidade, alegando que foram expropriados com a justificação de que os terrenos seriam usados para fins públicos.
Com a desactivação do aeroporto, inaugurado há quase 67 anos, caberá à autarquia lisboeta decidir qual será o futuro dos terrenos, para os quais o PDM só prevê a construção de infra-estruturas aeroportuárias naqueles terrenos.
 

Na CML só a CDU esteve do lado do sector táxi!!!

teresa roque, 28.07.09

taxi.jpgPor decisão do PS, PSD, Helena Roseta e Sá Fernandes, O contingente de táxis em Lisboa vai aumentar. São mais 50 licenças a somar às já existentes! Esta medida, tomada a propósito da justa introdução de veículos adaptados ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida, revela um total desconhecimento (ou desinteresse) do sector do táxi em Lisboa, onde o excesso de licenças já se está a traduzir em enormes dificuldades económicas face à redução da procura.

Ler Comunicado ao Sector do Taxi

Câmara recusa aumento das portagens

Sobreda, 27.11.08

A CML recusou-se ontem a pedir ao Governo que aumente as portagens de entrada. O presidente da autarquia diz que continuará a defender a medida, como contrapartida do aumento do tráfego devido à construção da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e o Barreiro.

Numa votação “taco a taco”, os vereadores rejeitaram a criação da taxa sobre as portagens pretendida pelo executivo, que, no entanto, não abdica de continuar a defender a sua posição: “Continuarei a reivindicar a taxa. Eu sou presidente da câmara”.
Uma posição que não caiu bem junto das forças políticas que mais se bateram contra isso, os vereadores comunistas e os do movimento Cidadãos por Lisboa, que entendem que os automobilistas não devem ser penalizados por uma decisão governamental: a construção da nova ponte.
“Se o sentido democrático de António Costa fosse maior, não continuaria a defender tal posição”, observa Rita Magrinho, do PCP. “Como presidente da Câmara não tem legitimidade para defender algo que a Câmara recusou”, diz por seu turno Roseta. “Do ponto de vista ético pode ser complicado. Mas também não o podemos obrigar a prescindir da sua opinião”, reconhece.
Ambas as autarcas sustentam que a partir de agora, quando se referir ao assunto, o presidente da autarquia vai ter de distinguir entre a sua posição pessoal e aquela que tem validade por ter sido ontem aprovada pelo executivo autárquico. Recordam, no entanto, que não foi assim que procedeu noutras ocasiões, sempre que a Câmara deliberou contra a sua vontade.
Divergências à parte, socialistas e comunistas conseguiram aprovar uma proposta em que o município rejeita a entrada da nova travessia em Lisboa através de um viaduto e preconiza a solução dos túneis - desde que eles não acarretem impactos ambientais negativos nem bloqueiem a passagem dos barcos que seguem Tejo acima. O documento aprovado prevê que os concessionários da nova ponte paguem várias obras rodoviárias em Lisboa consideradas essenciais para que a cidade não mergulhe num engarrafamento quase permanente.
Todos os autarcas rejeitaram ainda a ideia do vereador dos espaços verdes - baseada numa proposta do LNEC -, de abrir a parte rodoviária da ponte um ano depois de a ferroviária estar a funcionar, de forma a habituar os utentes a usarem os transportes públicos.
Uma ideia que o líder social-democrata também começou por classificar como interessante. Porém, este autarca, cujo voto podia ter sido decisivo em matéria de terceira travessia, uma vez que houve um empate numa das votações que teve de ser resolvido pelo voto de qualidade do presidente, voltou mais uma vez a estar ausente aquando da votação camarária (o que não deixa de ser deveras lamentável).
 

Projecto da Terceira Travessia afecta imóveis com valor patrimonial

Sobreda, 14.10.08
A construção da Terceira Travessia sobre o Tejo (TTT) vai afectar 56 edifícios com valor patrimonial em Lisboa, incluindo dois monumentos nacionais, refere o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) que está desde hoje em consulta pública.
A TTT vai ter duas vias para a alta velocidade, mais duas destinadas ao caminho-de-ferro convencional e uma nova ligação rodoviária.
O projecto atravessa cinco concelhos e 19 freguesias: Lisboa (Santa Maria dos Olivais, S. João de Brito, Marvila, Alvalade, Alto do Pina, S. João de Deus e Beato), Loures (Sacavém e Moscavide), Barreiro (Santo António da Charneca, Santo André, Alto do Seixalinho, Barreiro e Lavradio), Seixal (Arrentela e Aldeia de Paio Pires) e Moita (Baixa da Banheira, Vale de Amoreira e Alhos Vedros), sendo a forte ocupação urbana das margens uma das principais condicionantes da obra, a par da intensa actividade náutica e portuária.
"Também o desenho dos múltiplos acessos da ponte em ambas as margens se apresenta muito condicionado e possui elevada complexidade técnica, sobretudo pela ocupação urbana, proximidade de património classificado e necessidade de desnivelamento das diferentes vias ferroviárias e rodoviárias que convergem para a ponte", salienta o documento.
O EIA identifica 56 valores patrimoniais na área envolvente ao projecto, sem especificar quais são: 31 estão contemplados no Plano Director Municipal de Lisboa, sendo que dois estão classificados como Monumento Nacional e quatro são Imóveis de Interesse Público, e 25 não têm classificação patrimonial.
Um dos impactos mais significativos é o Convento das Grilas/Manutenção Militar. O EIA perspectiva também “alguns problemas sociais comuns neste tipo de obras decorrentes das incomodidades associadas ao processo de expropriações e às actividades de construção”.
Na margem Sul, o traçado envolve duas soluções alternativas, designadas por Solução A (Nascente) e Solução B (Poente). A Solução A insere-se no corredor da Av. das Nacionalizações, enquanto a Solução B contorna por poente o núcleo urbano do Lavradio.
A análise do EIA conclui que a Solução B é a mais favorável, devido ao maior afastamento de aglomerados urbanos, menor destruição de edifícios durante a fase de construção e maior compatibilização com os instrumentos de ordenamento do território em vigor.
As zonas urbanas mais afectados localizam-se, na margem Norte entre a Estação do Oriente e Moscavide, entre a Estação do Oriente e Braço de Prata, entre Braço de Prata e Marvila, na zona da Madre Deus e na zona de Chelas e, na margem Sul, na zona do Lavradio e do Alto do Seixalinho.
Outro efeito negativo da construção da TTT é o abate de sobreiros numa área de montado com quatro hectares situada na zona do Barreiro, que deverá ser compensado com a rearborização de uma área equivalente acrescida de 25 por cento.
O projecto compreende o troço da rede ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa (Moscavide) e a Moita, numa extensão de 19,7 km, estabelecendo a ligação entre o troço Lisboa/Alenquer (Ota) do Eixo Lisboa/Porto, a Norte, e o troço Moita/Montemor-o-Novo do Eixo Lisboa/Madrid, a Sul.
O caminho-de-ferro convencional, com cerca de 15,4 quilómetros de comprimento entre Lisboa (Moscavide) e Barreiro (Lavradio), estabelece a ligação entre as linhas de Cintura e do Norte, em Lisboa, e a Linha do Alentejo, no Barreiro.
A componente rodoviária, com uma extensão de 15,5 quilómetros, desenvolve-se entre o nó da Av. Santo Condestável com a Av. Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e o IC21 até à Quinta da Lomba, no Barreiro. Terá também uma ligação entre o Seixal (Siderurgia Nacional) e o Barreiro (Quinta da Lomba), com uma extensão de 4,6 km, que inclui uma travessia sobre o rio Coina.
A ponte propriamente dita prolonga-se ao longo de 6,7 quilómetros. O processo de consulta pública termina no dia 9 de Dezembro.
 
Ver Lusa doc. nº 8885225, 13/10/2008 - 15:34

Ruído nocturno

Sobreda, 12.10.08

Os munícipes da Urbanização Alfredo Bensaúde, que habitam nas ruas próximas do estaleiro das obras do Metro dos Olivais, têm visto as suas vidas alteradas devidos aios impactos dessas obras.

Segundo eles, os moradores são alvo de perturbações que se fazem sentir sobretudo durante a noite e que advêm do barulho produzido pelas máquinas no estaleiro, bem como das trepidações provenientes das operações que se realizam no sub-solo. Acontece que as queixas e reclamações efectuadas pelos moradores junto dos responsáveis da obra, não têm, até ao momento, produzido qualquer efeito.
Os moradores alertam que se trata de desrespeito de que se sentem alvos, e denunciam efeitos negativos destas perturbações na sua saúde, na sua qualidade de vida, salientando as consequências junto das crianças que ali habitam. Por isso perguntam:
Que motivos justificam a realização de trabalhos durante o horário nocturno nas obras do Metro dos Olivais? Que medidas irão os responsáveis tomar para assegurar o respeito pelo direito à qualidade de vida e ao descanso dos moradores da Urbanização Alfredo Bensaúde?

Autarquia liberta viaturas

Sobreda, 22.08.08
A CML entregou hoje as primeiras viaturas para abate de um total de 168 - entre ligeiros de passageiros e mistos - uma decisão que diz ir gerar uma poupança mensal de 71 mil euros à autarquia.
Para já, foram entregues pela autarquia 46 veículos, cujos contratos em regime de aluguer de longa duração terminam este mês. Em Setembro serão entregues outras 92 viaturas e em Novembro as 30 restantes.
“É uma medida de cariz financeiro e ambiental, que vai permitir à Câmara uma poupança anual de mais de 800 mil euros e vai gerar uma redução no envio de carbono para a atmosfera de 360 toneladas por ano”, disse o vice-presidente da autarquia à margem da cerimónia de assinatura dos autos de devolução das viaturas, salientando ainda que passará a haver “uma maior rentabilização da frota existente, bem como uma maior utilização dos transportes públicos por parte dos serviços camarários”.
O vice-presidente revelou também que até ao final do ano a autarquia irá substituir dez carros do lixo, movidos a gasóleo por viaturas movidas a gás natural e que em 2009 esperam substituir mais trinta 1.
Finalmente, eis algum indício de que poderá existir algum bom senso financeiro e ambiental da autarquia. Mas será que, para além de mais alguns funcionários, a vereação também passará a utilizar - como aliás seria natural - os transportes públicos? Bem prega frei Tomás, 'faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço'.
 
1. Ver Lusa doc. nº 8694142, 22/08/2008 - 13:26

Metro muda trânsito no Bairro Azul

Sobreda, 18.08.08
As obras que o Metropolitano de Lisboa está a realizar em São Sebastião da Pedreira, motivadas pelo prolongamento da Linha Vermelha, vão obrigar à introdução de novos condicionamentos da circulação automóvel na zona do Corte Inglês e do Bairro Azul.
A partir de hoje, o trânsito entre a Avenida António Augusto Aguiar e a Rua Nicolau Bettencourt vai sofrer novas restrições que irão prolongar-se por algumas semanas e que vêm juntar-se às que já ali vigoram há muitos meses.
O trânsito circulará numa única fila por sentido de trânsito na Avenida António Augusto Aguiar enquanto a ligação nascente/poente e poente/nascente da Rua Marquês de Fronteira estará cortada, sendo os carros desviados para a Rua Nicolau Bettencourt.
Os trabalhos, que vão ser executados entre as 8h e as 24h, decorrerão até ao próximo dia 2 de Setembro, data prevista para a sua conclusão.
 
Ver Público 2008-08-15, p. 16 e www.cm-lisboa.pt/?id_item=17157&id_categoria=11

Comunistas contra a privatização dos Aeroportos

teresa roque, 09.06.08

Os Comunistas do Aeroporto de Lisboa tomaram posição contra a intenção do Governo de avançar com a entrega dos Aeroportos Nacionais aos grupos económicos privados, e apontam que esta medida - no fundo, o proseguir e aprofundar da política de direita que está a destruir o país - não serve nem aos trabalhadores nem ao país.

Ler Comunicado em PDF