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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Trabalhadores da Carris, Aeroporto e Ferroviários editam comunicados

ferroviarios_20out2009.jpgAs células do PCP na Carris, no Sector Ferroviário e no Aeroporto de Lisboa iniciaram a distribuição aos trabalhadores de comunicados onde sublinham a importância de prosseguir a luta contra a política de direita, valorizam um conjunto de iniciativas parlamentares do PCP, destacam o papel da luta dos trabalhadores para conseguir a sua aprovação, e apela à adesão dos trabalhadores ao PCP para "Resistir e Avançar!"

Ler Comunicado em PDF da Célula da Carris

Ler Comunicado em PDF do Sector Ferroviário

Ler Comunicado em PDF das Células do Aeroporto

publicado por teresa roque às 18:05
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Chegada do Metro ao aeroporto deverá valorizar terrenos da Portela

A chegada do Metro de Lisboa ao Aeroporto da Portela, prevista para o primeiro semestre de 2011, deverá valorizar os terrenos onde está instalada a infra-estrutura, com encerramento previsto para 2017 e respectiva deslocalização para Alcochete.

O plano de expansão da linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa até à Portela, um investimento de 220 milhões de euros, inclui a construção de três novas estações - Moscavide, Encarnação e Aeroporto - e mais 3,6 quilómetros de rede.
É o próprio presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) quem afirma que o “património imobiliário” existente naquela zona “vai beneficiar com a chegada do metro. Pelo património já construído nestas zonas é difícil antever qualquer tentativa ou qualquer tentação especulativa no plano imobiliário, sendo certo que o património imobiliário ali existente vai beneficiar com a chegada do metro”.
Os terrenos do aeroporto da Portela prometem assim gerar polémica quando a infra-estrutura for desactivada, em 2017, recuperando o diferendo entre a autarquia lisboeta e os familiares dos antigos proprietários relativamente à propriedade dos 500 hectares.

 

 

A CML tem reclamado a propriedade dos terrenos, que começaram a ser expropriados em 1937, afirmando que alguns já era municipais e que outros foram expropriados para a construção do aeroporto.
Mas os familiares dos antigos proprietários, por seu turno, reclamam a titularidade, alegando que foram expropriados com a justificação de que os terrenos seriam usados para fins públicos.
Com a desactivação do aeroporto, inaugurado há quase 67 anos, caberá à autarquia lisboeta decidir qual será o futuro dos terrenos, para os quais o PDM só prevê a construção de infra-estruturas aeroportuárias naqueles terrenos.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1324517
publicado por Sobreda às 00:29
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Na CML só a CDU esteve do lado do sector táxi!!!

taxi.jpgPor decisão do PS, PSD, Helena Roseta e Sá Fernandes, O contingente de táxis em Lisboa vai aumentar. São mais 50 licenças a somar às já existentes! Esta medida, tomada a propósito da justa introdução de veículos adaptados ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida, revela um total desconhecimento (ou desinteresse) do sector do táxi em Lisboa, onde o excesso de licenças já se está a traduzir em enormes dificuldades económicas face à redução da procura.

Ler Comunicado ao Sector do Taxi

publicado por teresa roque às 11:29
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Câmara recusa aumento das portagens

A CML recusou-se ontem a pedir ao Governo que aumente as portagens de entrada. O presidente da autarquia diz que continuará a defender a medida, como contrapartida do aumento do tráfego devido à construção da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e o Barreiro.

Numa votação “taco a taco”, os vereadores rejeitaram a criação da taxa sobre as portagens pretendida pelo executivo, que, no entanto, não abdica de continuar a defender a sua posição: “Continuarei a reivindicar a taxa. Eu sou presidente da câmara”.
Uma posição que não caiu bem junto das forças políticas que mais se bateram contra isso, os vereadores comunistas e os do movimento Cidadãos por Lisboa, que entendem que os automobilistas não devem ser penalizados por uma decisão governamental: a construção da nova ponte.
“Se o sentido democrático de António Costa fosse maior, não continuaria a defender tal posição”, observa Rita Magrinho, do PCP. “Como presidente da Câmara não tem legitimidade para defender algo que a Câmara recusou”, diz por seu turno Roseta. “Do ponto de vista ético pode ser complicado. Mas também não o podemos obrigar a prescindir da sua opinião”, reconhece.
Ambas as autarcas sustentam que a partir de agora, quando se referir ao assunto, o presidente da autarquia vai ter de distinguir entre a sua posição pessoal e aquela que tem validade por ter sido ontem aprovada pelo executivo autárquico. Recordam, no entanto, que não foi assim que procedeu noutras ocasiões, sempre que a Câmara deliberou contra a sua vontade.
Divergências à parte, socialistas e comunistas conseguiram aprovar uma proposta em que o município rejeita a entrada da nova travessia em Lisboa através de um viaduto e preconiza a solução dos túneis - desde que eles não acarretem impactos ambientais negativos nem bloqueiem a passagem dos barcos que seguem Tejo acima. O documento aprovado prevê que os concessionários da nova ponte paguem várias obras rodoviárias em Lisboa consideradas essenciais para que a cidade não mergulhe num engarrafamento quase permanente.
Todos os autarcas rejeitaram ainda a ideia do vereador dos espaços verdes - baseada numa proposta do LNEC -, de abrir a parte rodoviária da ponte um ano depois de a ferroviária estar a funcionar, de forma a habituar os utentes a usarem os transportes públicos.
Uma ideia que o líder social-democrata também começou por classificar como interessante. Porém, este autarca, cujo voto podia ter sido decisivo em matéria de terceira travessia, uma vez que houve um empate numa das votações que teve de ser resolvido pelo voto de qualidade do presidente, voltou mais uma vez a estar ausente aquando da votação camarária (o que não deixa de ser deveras lamentável).
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1351345
publicado por Sobreda às 01:45
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Projecto da Terceira Travessia afecta imóveis com valor patrimonial

A construção da Terceira Travessia sobre o Tejo (TTT) vai afectar 56 edifícios com valor patrimonial em Lisboa, incluindo dois monumentos nacionais, refere o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) que está desde hoje em consulta pública.
A TTT vai ter duas vias para a alta velocidade, mais duas destinadas ao caminho-de-ferro convencional e uma nova ligação rodoviária.
O projecto atravessa cinco concelhos e 19 freguesias: Lisboa (Santa Maria dos Olivais, S. João de Brito, Marvila, Alvalade, Alto do Pina, S. João de Deus e Beato), Loures (Sacavém e Moscavide), Barreiro (Santo António da Charneca, Santo André, Alto do Seixalinho, Barreiro e Lavradio), Seixal (Arrentela e Aldeia de Paio Pires) e Moita (Baixa da Banheira, Vale de Amoreira e Alhos Vedros), sendo a forte ocupação urbana das margens uma das principais condicionantes da obra, a par da intensa actividade náutica e portuária.
"Também o desenho dos múltiplos acessos da ponte em ambas as margens se apresenta muito condicionado e possui elevada complexidade técnica, sobretudo pela ocupação urbana, proximidade de património classificado e necessidade de desnivelamento das diferentes vias ferroviárias e rodoviárias que convergem para a ponte", salienta o documento.
O EIA identifica 56 valores patrimoniais na área envolvente ao projecto, sem especificar quais são: 31 estão contemplados no Plano Director Municipal de Lisboa, sendo que dois estão classificados como Monumento Nacional e quatro são Imóveis de Interesse Público, e 25 não têm classificação patrimonial.
Um dos impactos mais significativos é o Convento das Grilas/Manutenção Militar. O EIA perspectiva também “alguns problemas sociais comuns neste tipo de obras decorrentes das incomodidades associadas ao processo de expropriações e às actividades de construção”.
Na margem Sul, o traçado envolve duas soluções alternativas, designadas por Solução A (Nascente) e Solução B (Poente). A Solução A insere-se no corredor da Av. das Nacionalizações, enquanto a Solução B contorna por poente o núcleo urbano do Lavradio.
A análise do EIA conclui que a Solução B é a mais favorável, devido ao maior afastamento de aglomerados urbanos, menor destruição de edifícios durante a fase de construção e maior compatibilização com os instrumentos de ordenamento do território em vigor.
As zonas urbanas mais afectados localizam-se, na margem Norte entre a Estação do Oriente e Moscavide, entre a Estação do Oriente e Braço de Prata, entre Braço de Prata e Marvila, na zona da Madre Deus e na zona de Chelas e, na margem Sul, na zona do Lavradio e do Alto do Seixalinho.
Outro efeito negativo da construção da TTT é o abate de sobreiros numa área de montado com quatro hectares situada na zona do Barreiro, que deverá ser compensado com a rearborização de uma área equivalente acrescida de 25 por cento.
O projecto compreende o troço da rede ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa (Moscavide) e a Moita, numa extensão de 19,7 km, estabelecendo a ligação entre o troço Lisboa/Alenquer (Ota) do Eixo Lisboa/Porto, a Norte, e o troço Moita/Montemor-o-Novo do Eixo Lisboa/Madrid, a Sul.
O caminho-de-ferro convencional, com cerca de 15,4 quilómetros de comprimento entre Lisboa (Moscavide) e Barreiro (Lavradio), estabelece a ligação entre as linhas de Cintura e do Norte, em Lisboa, e a Linha do Alentejo, no Barreiro.
A componente rodoviária, com uma extensão de 15,5 quilómetros, desenvolve-se entre o nó da Av. Santo Condestável com a Av. Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e o IC21 até à Quinta da Lomba, no Barreiro. Terá também uma ligação entre o Seixal (Siderurgia Nacional) e o Barreiro (Quinta da Lomba), com uma extensão de 4,6 km, que inclui uma travessia sobre o rio Coina.
A ponte propriamente dita prolonga-se ao longo de 6,7 quilómetros. O processo de consulta pública termina no dia 9 de Dezembro.
 
Ver Lusa doc. nº 8885225, 13/10/2008 - 15:34
publicado por Sobreda às 02:21
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

Ruído nocturno

Os munícipes da Urbanização Alfredo Bensaúde, que habitam nas ruas próximas do estaleiro das obras do Metro dos Olivais, têm visto as suas vidas alteradas devidos aios impactos dessas obras.

Segundo eles, os moradores são alvo de perturbações que se fazem sentir sobretudo durante a noite e que advêm do barulho produzido pelas máquinas no estaleiro, bem como das trepidações provenientes das operações que se realizam no sub-solo. Acontece que as queixas e reclamações efectuadas pelos moradores junto dos responsáveis da obra, não têm, até ao momento, produzido qualquer efeito.
Os moradores alertam que se trata de desrespeito de que se sentem alvos, e denunciam efeitos negativos destas perturbações na sua saúde, na sua qualidade de vida, salientando as consequências junto das crianças que ali habitam. Por isso perguntam:
Que motivos justificam a realização de trabalhos durante o horário nocturno nas obras do Metro dos Olivais? Que medidas irão os responsáveis tomar para assegurar o respeito pelo direito à qualidade de vida e ao descanso dos moradores da Urbanização Alfredo Bensaúde?
publicado por Sobreda às 02:01
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Autarquia liberta viaturas

A CML entregou hoje as primeiras viaturas para abate de um total de 168 - entre ligeiros de passageiros e mistos - uma decisão que diz ir gerar uma poupança mensal de 71 mil euros à autarquia.
Para já, foram entregues pela autarquia 46 veículos, cujos contratos em regime de aluguer de longa duração terminam este mês. Em Setembro serão entregues outras 92 viaturas e em Novembro as 30 restantes.
“É uma medida de cariz financeiro e ambiental, que vai permitir à Câmara uma poupança anual de mais de 800 mil euros e vai gerar uma redução no envio de carbono para a atmosfera de 360 toneladas por ano”, disse o vice-presidente da autarquia à margem da cerimónia de assinatura dos autos de devolução das viaturas, salientando ainda que passará a haver “uma maior rentabilização da frota existente, bem como uma maior utilização dos transportes públicos por parte dos serviços camarários”.
O vice-presidente revelou também que até ao final do ano a autarquia irá substituir dez carros do lixo, movidos a gasóleo por viaturas movidas a gás natural e que em 2009 esperam substituir mais trinta 1.
Finalmente, eis algum indício de que poderá existir algum bom senso financeiro e ambiental da autarquia. Mas será que, para além de mais alguns funcionários, a vereação também passará a utilizar - como aliás seria natural - os transportes públicos? Bem prega frei Tomás, 'faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço'.
 
1. Ver Lusa doc. nº 8694142, 22/08/2008 - 13:26
Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Metro muda trânsito no Bairro Azul

As obras que o Metropolitano de Lisboa está a realizar em São Sebastião da Pedreira, motivadas pelo prolongamento da Linha Vermelha, vão obrigar à introdução de novos condicionamentos da circulação automóvel na zona do Corte Inglês e do Bairro Azul.
A partir de hoje, o trânsito entre a Avenida António Augusto Aguiar e a Rua Nicolau Bettencourt vai sofrer novas restrições que irão prolongar-se por algumas semanas e que vêm juntar-se às que já ali vigoram há muitos meses.
O trânsito circulará numa única fila por sentido de trânsito na Avenida António Augusto Aguiar enquanto a ligação nascente/poente e poente/nascente da Rua Marquês de Fronteira estará cortada, sendo os carros desviados para a Rua Nicolau Bettencourt.
Os trabalhos, que vão ser executados entre as 8h e as 24h, decorrerão até ao próximo dia 2 de Setembro, data prevista para a sua conclusão.
 
Ver Público 2008-08-15, p. 16 e www.cm-lisboa.pt/?id_item=17157&id_categoria=11
publicado por Sobreda às 22:18
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Comunistas contra a privatização dos Aeroportos

Os Comunistas do Aeroporto de Lisboa tomaram posição contra a intenção do Governo de avançar com a entrega dos Aeroportos Nacionais aos grupos económicos privados, e apontam que esta medida - no fundo, o proseguir e aprofundar da política de direita que está a destruir o país - não serve nem aos trabalhadores nem ao país.

Ler Comunicado em PDF 

 

publicado por teresa roque às 20:34
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Nova Bilhética no Metro significa mais imposto e maiores dificuldades

A introdução de um novo sistema de bilhética no Metropolitano de Lisboa prejdica utentes e trabalhadores, coloca a Célula do PCP no Metro, que exige da Administração e do governo que seja eliminado o novo imposto de 50 cêntimos, bem como que sejam ouvidos os trabalhadores da Empresa.

Ler Comunicado em PDF

publicado por teresa roque às 16:34
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Utentes da Carris em defesa de um melhor serviço público

O Movimento de Utentes da Carris fez  a entrega das milhares de assinaturas recolhidas por um melhor serviço público da Carris. Na ocasião tornou público um comunicado onde se pode  ler "Com apoio do Governo, a Carris impôs a tudo e todos a sua famigerada Rede 7. Não se conhece um único benefício de serviço deste projecto. Mas a Carris teve o beneplácito do Governo e do PS para com ele lesar todos os utentes. Não há um único bairro, da Ajuda a Marvila, de Alcântara aos Olivais, de Carnide a Benfica, de Campolide à Baixa, de Campo de Ourique a Alfama…que não tenha sido prejudicado com a Rede 7." (Encontram o Comunicado na íntegra em Ler Mais).
Ler mais...
publicado por teresa roque às 10:08
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Privatizem-se as estradas já!

Foi antes de ontem publicado em Diário da República um diploma que converte a Estradas de Portugal (EP) em Sociedade Anónima (SA) de capitais públicos. O documento confere à ‘nova’ EP a possibilidade da cobrança de portagens como uma das suas fontes de financiamento, mas também o da empresa se endividar para garantir financiamento, isentando porém o Estado de avalizar, directa ou indirectamente, qualquer dívida ou obrigação.

Com um capital de 200 milhões de euros, a EP fica assim responsável pela “concepção, construção, conservação, exploração e requalificação da rede rodoviária nacional”, nos termos do contrato de concessão. A base da concessão previa a abertura a privados até 50% do capital da EP e que a exploração da rede fosse entregue à empresa até 2099.

A maior fonte de financiamento virá da denominada Contribuição de Serviço Rodoviário, que rondará os 600 milhões em 2008, tendo por base a receita do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Ora o diploma refere ainda como receitas as “provenientes de portagens e áreas de serviço de empreendimentos sob sua responsabilidade, ou quaisquer outros equipamentos de apoio aos utentes das estradas”. Tal como até aqui, a EP vai também receber dinheiro resultante de coimas, além de transferências da UE, podendo ainda recorrer a aplicações financeiras.

O financiamento da nova empresa esteve na ordem do dia no debate sobre o Orçamento do Estado (OE), com a oposição a exigir explicações do ministro das Finanças sobre a forma como a empresa vai realizar investimentos e garantir o seu financiamento, que deixou de ser feito por via do OE.

A principal crítica veio do PCP que quis saber onde está a despesa da EP no OE para 2008, acusando o Governo de fazer desorçamentação. O Ministro das Finanças escusou-se ainda a responder aos deputados que colocaram questões sobre uma auditoria do Tribunal de Contas à Estradas de Portugal, argumentando que só aceita relatórios que lhe cheguem por via oficial.

Não nos admiremos que, mais dia menos dia, quem precisar de circular nas estradas principais e secundárias nacionais tenha de pagar portagens, ao bom estilo da Idade Média.

Ver http://jn.sapo.pt/2007/11/08/economia_e_trabalho/privados_poder_cobrar_portagens_estr.html

publicado por Sobreda às 02:09
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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

O equívoco do táxi

Andar de táxi vai ficar mais caro a partir do dia 15 deste mês. As tarifas vão sofrer um aumento dos preços do quilómetro de 0,40 para 0,42 euros (mais 5%) e da hora de espera de 10,24 para 11,99 euros (mais 17%), revelou no início da semana o Ministério da Economia. As principais associações garantem que o aumento não cobre ainda a subida dos custos verificada no sector. A medida pretende, de acordo com o Ministério, “reforçar a transparência nas relações entre os prestadores do serviço e os consumidores” 1.

É, porém, mais uma má notícia para os consumidores, pois o agravamento dos preços é bem acima da inflação.

“E a má notícia é dupla porque Governo, Antral e Federação do Táxi voltaram a meter o lixo debaixo do tapete. O aumento penaliza o utilizador sem dar o ‘salto’ necessário para um serviço de qualidade. Pagaremos mais, mas ainda não o suficiente para que se possa renovar uma frota que apodrece. Só faltam umas galinhas dentro dos carros para que alguns dos nossos táxis fiquem ao nível dos seus ‘colegas’ marroquinos. Nesta matéria, estamos mais próximos de África do que da Europa” 2.

 

1. Ver http://dn.sapo.pt/2007/10/02/economia/taxis_ficar_mais_caros.html

2. Ler Alexandre Pais IN Destak 2007-10-02, p. 8

publicado por Sobreda às 00:30
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Terça-feira, 31 de Julho de 2007

Portela por expandir

O novo terminal da Portela vai ser inaugurado 4ª fª, mas o ex-presidente da Portugália, não participará na estreia. Ele deixou de liderar a companhia há menos de um mês, depois de a PGA ter sido comprada pela TAP. No entanto, tem uma opinião clara sobre o terminal 2 e sobre a Portela. “É mais uma obra de aparente melhoria do aeroporto que falhará os seus objectivos. A obra está mal pensada, como de resto todo o aeroporto, e não vai ajudar a descongestionar quase nada. Só serve para acomodar a posição fechada do Governo: que a Portela está esgotada e que é preciso fazer a Ota. Não é verdade. É completamente falso”.

E justifica o seu cepticismo com vários argumentos. Antes de os referir, sublinha que apesar de ter sido presidente da Portugália durante 16 anos, o ministro responsável pelas Obras Públicas só o ouviu uma vez sobre o assunto. “Chamou-me na véspera da apresentação do aeroporto da Ota. Eram 19 horas quando me recebeu. Não houve tempo para nada. Julgo que o convite serviu apenas como cosmética. Serviu para manter as aparências: assim, ninguém poderia dizer que eu, presidente da PGA, não tinha sido consultado”. Na verdade, diz Ribeiro da Fonseca, os instantes que esteve com Mário Lino foram inúteis: “Estava tudo decidido. A minha presença servia apenas a matar qualquer acusação futura. Ninguém poderia dizer que era um escândalo não ter sido ouvido o gestor da empresa responsável por 10% dos movimentos do aeroporto de Lisboa”.

Para o antigo gestor da PGA, o assunto é grave e tem provocado um forte movimento de “manipulação da opinião pública” para defender a inevitabilidade da Ota. “Para chegarmos à conclusão que a Portela vai esgotar-se nos próximos anos, seria preciso demostrá-lo. Como? Simples: com um estudo sobre a Portela. Ora, a não ser que exista um estudo secreto, na realidade nunca foi avaliada a optimização da Portela. Nunca. Parece mentira, mas ninguém sabe, o Governo não sabe, até onde poderia crescer o actual aeroporto. Pura e simplesmente nunca foi pedido este trabalho”. Diz que conhece os consultores internos da ANA (entidade gestora da Portela) e que lhes perguntou se tinha sido alguma vez posto sobre a mesa a questão da optimização da Portela. “Disseram-me que nunca lhes tinham perguntado o que era preciso fazer para remodelar o aeroporto de modo a aumentar a capacidade e os anos de vida”.

O ex-gestor da PGA sublinha que não está a defender a manutenção da Portela para sempre, mas que antes de a abandonar, há outras soluções mais baratas, melhores para a cidade e para as companhias aéreas. Primeiro, seria preciso fazer obras bem planeadas no Aeroporto de Lisboa. Isso prolongaria o prazo de validade da Portela. Depois, bastaria usar a base do Montijo como segundo aeroporto. Nessa pista aterrariam os voos ‘charters’, as ‘low cost’, os aviões de carga e os táxis aéreos. Ao todo, o Montijo absorveria 20% do tráfego, o que já seria uma enorme ajuda. Para construir este aeroporto, não seria necessário um investimento pesado. “O Montijo poderia ser construído em módulos, à medida das necessidades, sem luxos. Uma coisa prática e eficiente, ao contrário do que se quer fazer na Ota. Economicamente seria mais razoável para o país pobre que somos”.

Além disso, Lisboa continuaria a ter um segundo aeroporto a 15 minutos de distância Mais tarde, se fosse preciso um aeroporto maior, o que levaria muitos anos, Alcochete seria o terreno ideal. Para isso, bastava agora “reservar o espaço” para esse efeito. “A Ota é que não: é um erro trágico para o país.”

 

Ver http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1021204.html

Domingo, 29 de Julho de 2007

Metro interrompe serviço e não cria alternativos a condizer

O Conselho de Gerência do Metropolitano de Lisboa anunciou, com a cobertura do governo, que a partir do dia 23 Julho encerrava a Linha Amarela (Odivelas-Rato) a partir das 22.50 horas, no troço entre as estações Cidade Universitária e Rato, por um período de cerca de seis meses para a realização de trabalhos de intervenção no túnel entre Picoas e Marquês de Pombal.
Para o PCP as intervenções de manutenção e segurança são indispensáveis. Mas quando daí derivam interrupções que colidem com o serviço público que é prestado aos utentes e às populações, tais interrupções devem ser compensadas com a disponibilização de serviços alternativos que permitam aos utentes a necessária mobilidade.
No entanto, o que se verifica é que os serviços alternativos que o Metropolitano previu ficam muito aquém das necessidades. Com efeito, a empresa previu, a partir das 22:50 horas, serviços alternativos de transporte rodoviário à superfície, assegurados pela Carris. Mas tais serviços correspondem a três carreiras de autocarros da Carris e mais um serviço disponibilizado pelo Metro, em autocarros.
Medida muito prejudicial a todos os utentes habituais da estação do Metro da Cidade Universitária
Sobre isto importa deixar claro que uma das carreiras de autocarro só funciona até às 24:00 horas e não até à 01:00 hora (que é o horário do Metropolitano) e, mais grave, nenhuma dessas carreiras serve a Cidade Universitária propriamente dita. Esta é uma situação já por si inaceitável e que se tornará ainda mais grave com o regresso de milhares de estudantes às aulas em Setembro.
Estamos pois perante mais uma medida claramente prejudicial para os utentes, insuficiente ao nível dos serviços alternativos, e que vai penalizar os utentes do Metropolitano no mínimo até Janeiro de 2008. A este nível merece natural referência a Cidade Universitária, uma área que, pelas suas características, exige até especiais cuidados na planificação destas medidas, tendo em conta a própria segurança dos utentes.
A este propósito, o PCP não pode deixar de recordar que, aquando da Greve Geral de 30 de Maio passado, a Administração do Metropolitano considerou indispensável que duas das quatro linhas da rede se mantivessem em pleno funcionamento. De tal modo que assim considerou (de forma totalmente abusiva) estas duas linhas como ‘serviços mínimos’.
Agora, durante seis meses, o serviço de transporte prestado por esta empresa é gravemente reduzido e os transportes alternativos são francamente insuficientes, numa clara demonstração do carácter instrumental das preocupações manifestadas no passado sobre os ‘serviços mínimos’ a garantir aos utentes.
O PCP, que já questionou o governo sobre esta situação através de requerimento, exige o reforço do serviço alternativo e a sua passagem pela Cidade Universitária, servindo a população estudantil e trabalhadores das Universidades aqui localizadas e o Hospital de Santa Maria.
publicado por cdulumiar às 16:23
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Linha amarela fica escura

O troço da Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa que liga a Cidade Universitária a Odivelas (e vice-versa) vai manter o seu horário normal de funcionamento, das 6h30 à 1h00.

Mas a ligação da Cidade Universitária ao Rato, passa a encerrar mais cedo, às 22h50, a partir de 23 de Julho e durante seis meses, para obras relacionadas com o túnel do Metropolitano entre o Marquês e Picoas, informou ontem a empresa.

Em causa estão trabalhos de consolidação, reforço e reabilitação para “manter os níveis de operacionalidade, qualidade e segurança”, segundo o comunicado do Metropolitano de Lisboa. A empresa disponibilizará, entre as 22h50 e as 1h, um serviço alternativo em autocarros, nos quais serão aceites todos os títulos de transporte válidos no Metropolitano.

Mas atenção: nenhum dos transportes alternativos irá servir os utentes da Cidade Universitária. Estes até vão ficar ‘amarelos’ por ficarem ‘às escuras’.

 

Ver www.metrolisboa.pt/Default.aspx?tabid=809 e http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1299729&idCanal=undefined

publicado por Sobreda às 00:33
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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Táxis e taxistas mais seguros

Os candidatos da CDU (PCP / PEV) às eleições autárquicas intercalares mantiveram hoje de manhã um encontro com a Federação Portuguesa do Táxi, na sede da Federação à Estrada do Paço do Lumiar, uma estrutura que tem 1100 associados na cidade.

O cabeça-de-lista da CDU às eleições de 15 de Julho defendeu o apoio da autarquia à criação de uma central de compras para os táxis de Lisboa, o reforço da segurança dos profissionais, bem como a cedência de terrenos. A criação de uma central de compras de material e serviços é considerada “uma questão central” para a defesa do sector do táxi, e uma reivindicação antiga dos profissionais, referiu Ruben de Carvalho.

Por seu lado, para o Presidente da Federação, o projecto da central de compras deverá “contemplar as condições necessárias à conversão da frota para as energias alternativas e mais limpas como é o caso do gás natural”. A reorganização das praças de táxi, a colocação de instalações sanitárias em mais seis praças da cidade, a abertura das zonas pedonais, a eliminação dos buracos em vias importantes, como a segunda circular e a Avenida da Liberdade, foram também algumas das reclamações do presidente da FPT.

Na reunião, Ruben de Carvalho mostrou-se favorável à maioria das pretensões daquela estrutura, defendendo ainda o reforço de projectos para melhorar a segurança dos profissionais, através da “extensão do projecto Táxi Seguro” aos táxis da cidade, bem como o policiamento em zonas mais perigosas. A formação profissional específica sobre segurança é outra das prioridades do programa da CDU para esta área, a par da presença dos representantes do sector nos órgãos da Autoridade Metropolitana de Transportes.

1. Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=278485

publicado por Sobreda às 16:48
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

CDU em campanha

 

A candidatura da CDU, com a participação do cabeça de lista Ruben de Carvalho, manterá um encontro, na próxima terça-feira, dia 29 às 11h00, com a Federação Portuguesa do Táxi, na sede da Federação à Estrada do Paço do Lumiar.

publicado por Sobreda às 01:21
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007

Linhas de Metro sem prazos de linhas

A parte deveras relevante da notícia é que o Metropolitano de Lisboa se prepara para investir 67 milhões de euros até 2011 na melhoria das acessibilidades para os utentes com mobilidade reduzida e deficiências visuais. As medidas a desenvolver incluem a instalação de elevadores em 22 estações existentes, que se vêm juntar às 21 que já possuem este equipamento.

A pensar nos passageiros cegos e amblíopes, o Metro vai colocar tiras de borracha rígidas entre as carruagens, linhas de segurança tácteis nos cais e tiras com texturas e relevos para fazer para fazer o encaminhamento desde os acessos às estações até aos comboios. A empresa vai ainda promover uma intervenção nas carruagens de forma a instalar um mecanismo de fixação de cadeiras de rodas 1.

Para a Secretária de Estado dos Transportes “a mobilidade representa, nos dias de hoje, um aspecto determinante da qualidade de vida das populações e um factor decisivo para a competitividade das regiões e para promover a coesão territorial e social (na qual) o Transporte Público, designadamente o sistema ferroviário metropolitano, é um dos pilares da estratégia para alcançar a mobilidade sustentável nos centros urbanos e áreas regionais”.

Quanto à extensão do Metropolitano de Lisboa, ela “apresenta actualmente uma rede de 35 km, face aos 8 km da rede inicial, com 48 estações, e com uma procura anual de cerca de 184 milhões de passageiros. Para além das obras actualmente em curso, está aprovada a execução de prolongamentos das linhas em exploração, nomeadamente das Linhas Azul, Amarela e Vermelha. Com a concretização destes prolongamentos, a rede do Metropolitano de Lisboa passará a ter cerca de 45 km e 58 estações” 2.

Agora o outro lado menos objectivo da notícia. Em estudo (sabe-se lá durante quanto mais anos) estão os prolongamentos da Linha Amarela do Rato a Alcântara, da Linha Vermelha do Aeroporto (estação não existente) ao Lumiar, prolongamento do Lumiar para o Colégio Militar e, na Linha Verde, de Telheiras à Pontinha. Só não existe é qualquer previsão temporal. Diz-se que está em estudo…

1. Ver “Metropolitano de Lisboa chega a Campolide em Maio de 2011, Público de 2007-05-16

2. Ver www.governo.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MOPTC/Comunicacao/Intervencoes/20070515_MOPTC_Int_SET_Metropolitanos.htm

publicado por Sobreda às 00:39
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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

As portagens da 'discriminação'

O Governo decidiu avançar com o estudo da introdução de portagens com taxas à entrada das cidades, como forma de dissuadir o uso do automóvel particular. (vide, por exemplo, o artigo “A cenoura não chega”, da Visão nº 726, 2007-02-01, p. 20).

A capital inglesa introduziu portagens em 2003, mas apenas após a aplicação de alternativas, como o estacionamento periférico. A capital da Suécia também tem portagens. Porém, o objectivo passou por erradicar o tráfico no centro da cidade à hora de ponta, tendo primeiro sido criadas condições para elevar o número de utilizadores de transportes públicos em mais 40 mil.

Em Lisboa terá mesmo de ser uma medida “inevitável”? Será no mínimo polémica, pois, sem alternativas, afectaria particularmente a cidade e os seus residentes e trabalhadores, que não dispõem de recursos integrados e intermodais com uma rede de transportes públicos rápidos à escala da Área Metropolitana.

A “Contacto Verde” entrevistou J. L. Sobreda Antunes, deputado de "Os Verdes" na Assembleia Municipal de Lisboa, que questiona a justiça e os reais impactos desta medida, não apenas ambientais, como sociais e económicos, sugerindo alternativas. A entrevista pode ser lida na íntegra na página www.osverdes.pt/contactov.asp?edt=13&art=135 

Será que ainda um dia veremos portagens à entrada da Calçada de Carriche?

Pergunta-se: Quem corre para a solução ‘portagens’? “Pernas para que te quero”...

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