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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Sindicatos denunciam compra de automóveis para directores da TAP

Cinco sindicatos que representam os trabalhadores da TAP denunciaram a compra de 42 novos automóveis para directores da transportadora, dias depois da administração da empresa ter informado que não estão reunidas condições para fazer revisões salariais

Fonte oficial da TAP disse que foram adquiridas 30 viaturas, que “são para quadros da empresa que têm no seu contrato de trabalho o fornecimento de viatura”.
Num comunicado conjunto, os sindicatos - dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), dos Trabalhadores de Aviação e Aeroportos (SITAVA), das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC) e dos Quadros da Aviação Comercial (SQAC) - apontam a compra de “42 novos carros para directores [da TAP]” como “mais um exemplo digno de realce de medidas de contenção de custos”.
Os cinco sindicatos citam a carta que o presidente-executivo da TAP lhes enviou na semana passada na qual diz que actualmente “não estão reunidas condições para uma negociação [salarial] profícua”.
As estruturas sindicais recordam que os rendimentos declarados pelo presidente em 2008 totalizaram “816 mil euros, duplicando os de 2007”, e que as despesas com salários dos membros dos órgãos sociais do grupo TAP ascenderam a “3,88 milhões” de euros em 2008, “mais de 17% em relação a 2007”.
No mesmo documento, os cinco sindicatos dizem que a compra da empresa brasileira VEM (actual TAP Manutenção e Engenharia Brasil) serviu “apenas para encobrir prejuízos”. Mas esclarecem que “os seis milhões de euros que a ME [Manutenção e Engenharia] da TAP teve de lucro neste primeiro semestre já foram comidos pelos treze milhões de euros de prejuízo da VEM”.
A TAP encerrou o primeiro semestre do ano com prejuízos de 72,4 milhões de euros, um valor que compara com as perdas de 154,9 milhões de euros registadas em igual período de 2008.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=144858
publicado por Sobreda às 01:30
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Sector Transportes promove debate sobre "Soluções para o Sector Aéreo"

sectoraereo.jpgO Sector dos Transportes da OR Lisboa do PCP promoveu um debate "Soluções para o Sector Aéreo", integrado na preparação do Programa Eleitoral do PCP para as eleições legislativas de 27 de Setembro. Damos aqui nota de intervenções realizadas nessa iniciativa.

Ler Intervenção sobre a TAP
Ler Intervenção sobre o Handling
Ler Intervenção sobre o Controlo Aéreo
Ler Intervenção sobre A Ruptura com a política de direita e o Sector Aéreo

publicado por cdulumiar às 00:36
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Estado prepara-se para privatizar a ANA

Como é possível que, em tempos de ‘crise’, de contenção orçamental e de enormes sacrifícios para os portugueses, o Estado se prepare para privatizar a empresa que, em 2007, deu mais lucro aos cofres nacionais?

O ministro das Obras Públicas prometeu anunciar para breve o modelo de privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, uma empresa que apresenta, anualmente, milhões de euros de lucro. A verdade é que o operador que ficar com ela, além de ficar responsável pela construção e exploração do novo aeroporto de Lisboa, poderá mesmo ficar com a gestão dos três principais aeroportos do País. A saber, Portela, Porto e Faro.
A ANA é a gestora das infra-estruturas aeroportuárias, que tem a seu cargo os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e ainda da Madeira e dos Açores. É uma verdadeira fonte de receitas para o Estado português, que em 2007 teve de lucro cerca de 45 milhões de euros.
Por definir está somente o modelo de privatização da empresa. É que o consórcio que ficar com a ANA vai garantidamente ficar com a construção e exploração do novo aeroporto de Lisboa, mas pode também ficar com o controlo dos três principais aeroportos nacionais. Deixará assim de existir um monopólio do Estado e passará a figurar um monopólio privado.
Sobre o novo aeroporto de Beja, em que o Estado gastou mais de 30 milhões de euros, não existe nesta altura qualquer contrato. Não há contrato para voos comerciais, nem para receber aviões de mercadorias e nem sequer as acessibilidades estão em condições.
O ministro não comenta, mas vários economistas criticaram já esta privatização devido à grave crise económica. Uma crise que pode fazer com que o preço de venda da ANA não seja o esperado.
Em causa estão também os terrenos da Portela, que a CML quer transformar num espaço verde e para onde foi adjudicada a ligação de Metro por 150 milhões de euros. É que a ANA é uma das detentoras de parte destes terrenos, a par da Câmara da capital.
As indefinições são muitas, mas quanto a certezas apenas uma: o concurso que vai levar a mais lucrativa empresa do Estado para as mãos dos privados começa em 2009. Quanto aos partidos da oposição, PCP, PEV e BE são contra esta privatização. Não se conhece a posição do PSD.
Incompreensível é o facto de, se esta empresa constitui uma verdadeira fonte de receitas para o Estado, porque vai o Governo entregá-la de mão-beijada aos privados? E porque é que, em alternativa, ‘nacionalizou’ os enormes prejuízos do BPN?
 
Ver www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1015963
publicado por Sobreda às 00:12
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