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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Expansão das linhas do Metro até 2020

Havíamos noticiado neste blogue a previsão de crescimento futuro das actuais linhas do Metro de Lisboa 1.

 

Ora, além das 30 novas estações anunciadas pelo Governo, também a autarquia sugeriu um alargamento pela Alta do Lumiar, através de uma bifurcação na Linha Vermelha e de uma linha de Metro ligeiro.
A CML propôs assim “o estudo de uma linha de Metro Ligeiro, que faça circular pela Alta de Lisboa, Ameixoeira, S. Francisco de Assis e Quinta das Mouras”, o que significará mais oito novas estações na zona norte da cidade.
A maior expansão teria então lugar na Linha Vermelha, unindo o Oriente ao Aeroporto (se este ainda existir na altura), seguindo a linha para o Campo Grande, num destino que passaria por Telheiras, Rua Fernando Namora / Alameda Roentgen, Senhora da Luz / São Francisco de Assis, Bairro Padre Cruz , e terminaria no Hospital Amadora-Sintra.
Por outro lado, o Governo assume que este traçado pode ainda sofrer alterações. Falta também saber qual a receptividade do Metro de Lisboa às reivindicações da autarquia que, recorde-se, perdeu recentemente o assento que tinha no Metro de Lisboa.
Na proposta de emissão de parecer levada à sessão camarária, o próprio executivo criticou a falta de presença da autarquia na definição do rumo do Metro. “Durante décadas a CML esteve arredada do planeamento da rede de metro que serve a cidade com as consequências negativas que daí resultaram”, escreveram os vereadores numa crítica aos governos PS e PSD.
A rede do Metro de Lisboa, que tem actualmente 37,7 km, ficaria assim com um total de 66,7 km. Isto, claro, se o plano deste Governo (e dos que se lhe seguirão) se concretizar 2.
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/541167.html
2. Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1351423&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 00:19
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Linhas da rede do Metro voltam a mudar de linha

A criação de uma linha circular que una parte das actuais linhas verde e amarela da rede de metropolitano de Lisboa e a construção de um troço que ligue directamente a estação do Oriente à Pontinha em 24 minutos (através da Freguesia do Lumiar) são as principais novidades constantes da nova proposta de expansão da rede, para ser concretizado entre 2010 e 2020.

A proposta pressupõe a ligação do Aeroporto (cuja ligação a Oriente está actualmente a ser construída) ao hospital Amadora-Sintra, passando pelo Campo Grande e pela Pontinha. O troço que juntaria a estação de Campo Grande a Telheiras deixaria de fazer parte da linha verde e seria integrado na nova linha vermelha.
Telheiras poderá assim vir a ligar-se à Pontinha através de três estações (Fernando Namora, Senhora da Luz, Padre Cruz) e o troço entre a Pontinha e Amadora-Este, com a já anunciada chegada ao hospital Amadora-Sintra, integraria esta nova linha.
No outro extremo, a linha vermelha tem proposta de ampliação, desta vez de S. Sebastião até Campo de Ourique, sendo que neste bairro se divide em dois troços: um com direcção ao Alvito e outro com final em Alcântara. O Alvito poderá tornar-se um ponto de intermodalidade, ligando o metro ao eixo ferroviário Norte/Sul, permitindo ligações à parte ocidental da área metropolitana.
Por sua vez, Alcântara é encarada como uma nova centralidade de Lisboa, com a concretização dos planos para aquela área. No entanto, a zona ocidental a sul de Monsanto não tem proposta de prolongamento, ficando a Ajuda, Belém e Restelo sem o metropolitano.

 

 

Na proposta de extensões a construir na nova linha vermelha prevêem-se 5,9 km entre o Aeroporto e a Pontinha, 3,9 entre S. Sebastião e o Alvito e a ligação de Campo de Ourique a Alcântara será feita em 2,3 km. Uma duração de dez minutos é o tempo estimado para se efectuar o trajecto entre o Alvito e Saldanha.

No centro de Lisboa, salienta-se a fusão do troço Rato-Campo Grande ao percurso da linha verde entre esta mesma estação e o Cais do Sodré. Através do prolongamento do Rato ao Cais do Sodré, com paragens em São Bento e Santos, tornar-se-á possível a criação da tal linha circular.
Envolvendo um investimento total de 2,5 mil milhões de euros, o projecto concretizará a chegada do metro a Loures, com final no Infantado, permitida por uma ramificação em Odivelas. Segundo a proposta, um outro ramal seguirá dali para o centro do concelho, depois para a Ramada, terminando nos Bons Dias, em Odivelas. Este troço, segundo prazos divulgados na apresentação, tem conclusão prevista para 2017.
Na rede já existente, está prevista a criação de mais estações. Benfica, um bairro onde há queixas devido a problemas de acessibilidade, será servido com uma bifurcação a partir do Colégio Militar. Por sua vez, entre Roma e Areeiro propõe-se a construção da estação Madrid, que serviria de interface à estação da Refer. Um ano e meio depois da sua inauguração, o percurso entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia tem prevista uma nova paragem em Alfama, por solicitação da CML.
Também uma rede de light rail (transporte mais leve que o metro convencional) poderá vir a ser explorada numa lógica de complementaridade. Apesar da previsão de 30 novas estações e de mais 29 km na rede do metropolitano, o plano poderá sofrer alterações após as apreciações dos municípios e de outras entidades envolvidas 1.
 
Nota: Deve salientar-se que esta ‘nova’ proposta a executar até (ou para lá) de 2020 é apenas mais uma entre as diversas alternativas que vêm sendo anunciadas (com muitas variantes), sempre mais ou menos por volta de períodos eleitorais 2
Mas, como já se 'ouviram' tantas versões, trata-se apenas de baralhar as linhas na rede e voltar a dar.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398851
2. Ver http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2009/08/projectos-de-expansao-do-metropolitano.html
publicado por Sobreda às 00:36
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Sábado, 22 de Agosto de 2009

Linha vermelha pára este fim-de-semana

Andar no Metro de Lisboa, entre as estações Oriente e Alameda, não vai ser possível durante este fim-de-semana. A linha vermelha vai voltar a estar encerrada este fim-de-semana. Em causa estão as obras de prolongamento desse percurso.

O Metro de Lisboa justifica a paralisação da linha vermelha com as obras de ligação do percurso com as estações que vai cruzar, depois do prolongamento até S. Sebastião, na linha azul. As restantes linhas da rede do Metropolitano manterão a circulação no horário normal de funcionamento.
Os utentes podem utilizar os autocarros da Carris que vão estar ao serviço do Metro, para fazer a ligação entre o Oriente e Alameda. Segundo informa a empresa, estes veículos vão funcionar entre as 6h30 e a 1h00, e podem ser utilizados os títulos de transporte do Metro.
Recorde-se que já no outro fim-de-semana também esteve encerrada a mesma linha.
 
Ver http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=47535
publicado por Sobreda às 00:15
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Domingo, 19 de Julho de 2009

PCP lança campanha contra privatização das linhas urbanas de comboios

cppriv.jpgA Dorl do PCP realiza no dia 16 de Julho uma acção distrital de esclarecimento e agitação sobre a decisão do Governo (prontamente subscrita por Cavaco Silva e o PSD) de iniciar o processo de privatização das linhas urbanas de comboios. Esta acção, onde será distribuído o comunicado anexo, iniciar-se-á de manhã com a sua distribuição nas estações de comboio do Distrito, e concluirá às 17.00 numa acção na Estação do Areeiro que contará com a presença de Bernardino Soares.

Ler Comunicado em PDF

publicado por teresa roque às 03:32
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Como se limpam as nódoas

A CML classificou, esta 4ª fª, a decisão do Ministério das Obras Públicas de excluir a autarquia da administração do Metro da capital como uma “nódoa muito grande”, tendo o executivo camarário aprovado uma moção contra o Governo, de vivo repúdio ao Executivo pelo afastamento de um representante da autarquia da administração do Metropolitano de Lisboa.

Foi decidido que, a exemplo do que já acontece com os outros municípios por onde passa o metropolitano de Lisboa, a autarquia da capital passa a ter um representante no conselho consultivo do metro, deixando de estar no conselho de administração.
Se, como diz a CML, “no melhor pano cai a nódoa” e esta é “uma nódoa muito grande”, proveniente do ministério das Obras Públicas, onde “lamentavelmente as nódoas se têm sucedido” 1, só existe um processo eficaz de limpeza de nódoas: com Trabalho, Honestidade e Competência.
 
1. Ver http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1286798
publicado por Sobreda às 18:35
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Estações de Metro encerram no fim-de-semana

Entre os dias 20 e 22 de Junho, as estações das Laranjeiras, Jardim Zoológico, Praça de Espanha, São Sebastião, Parque e Marquês de Pombal - todas da Linha Azul -, vão estar fechadas para obras.

As obras estão inseridas no prolongamento da Linha Vermelha entre a Alameda e São Sebastião.
 
Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=394293
publicado por Sobreda às 02:01
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Deficiente cobertura da Rede 7 da Carris

 

A CML aprovou na 4ª fª, por unanimidade, uma proposta do PCP que determina o levantamento das situações de “deficiente cobertura” dos serviços de transportes públicos, nomeadamente após a aplicação da segunda fase da Rede 7 da Carris. Esse levantamento, a realizar pelos serviços da autarquia, deve dedicar “especial ênfase”, nos “períodos nocturnos e de fim-de-semana”.
Um relatório “detalhado” deverá estar concluído até ao final de Junho, de acordo com a deliberação.
Os vereadores acordaram ainda, por unanimidade, “incumbir a Câmara para, com a Carris e o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, avaliar e encontrar as soluções apropriadas para as limitações de mobilidade na cidade” que sejam a ser identificadas no relatório.
Após a aplicação da segunda fase da Rede 7 da Carris, em 2007, “várias zonas encontram-se ainda privadas de transportes públicos nos horários nocturnos e fins-de-semana, nomeadamente o Bairro Padre Cruz, em Carnide, Bairro da Boavista, em Benfica, Bairro da Quinta do Lavrado, em São João, Bairro das Laranjeiras, nos Olivais, e todo o eixo Areeiro-Aeroporto”.
Há bairros nos quais “não circula uma única carreira no seu interior”, aponta a deliberação camarária, nomeadamente o Bairro da Bela Flor, em Campolide, e o Bairro das Galinheiras, na Ameixoeira, entre outros.
Segundo a deliberação, há “inúmeras reclamações relativas a horários das carreiras de autocarro e dos longos intervalos de passagem, com especial incidência nos períodos fora das horas de ponta, com tempos de espera a rondar os vinte minutos, em muito superiores aos apontados na proposta de renovação da Carris”.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=134258
publicado por Sobreda às 02:32
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Projectos para ligar a Alta de Lisboa à cidade

Melhorar as ligações rodoviárias da nova urbanização da Alta de Lisboa ao resto da cidade é o desafio posto a concurso para a capital.

Para isso, a CML quer estender até ao Lumiar o eixo Av. da Liberdade / Av. da República / Campo Grande. Como? Fazendo passar uma estrada por cima da Segunda Circular? Por baixo? “É uma operação difícil”, reconhece um arquitecto, recordando que os planos para dar continuidade ao eixo rodoviário central da cidade datam de há mais de três décadas.
Do projecto faz parte a construção de um corredor de transportes colectivos que inclua uma linha de metro de superfície, bem como a melhoria das condições de deslocação dos peões e dos velocípedes. Prevista está também a criação de um novo parque verde à entrada da Alta de Lisboa, na zona de Calvanas.
Resolver imbróglios urbanísticos e requalificar áreas é o desafio posto aos jovens arquitectos europeus no âmbito da décima edição do concurso Europan. Os organizadores do concurso escolheram estas três localidades - Cascais, Entroncamento e Lisboa - para se juntar a seis dezenas de outras congéneres suas do continente, onde também é preciso solucionar problemas causados pela expansão da urbe e pela degradação do espaço urbano.
Para cada local haverá uma proposta premiada. Além de um prémio pecuniário de 12 mil euros, os concorrentes - com idade inferior a 40 anos - terão direito à encomenda de um projecto por parte da entidade que quer ver o problema urbanístico solucionado.
O que não é garantia de que aquilo que foi idealizado e premiado irá, de facto, por diante: segundo o arquitecto responsável pelo Europan em Portugal, por razões várias a taxa de execução destas propostas não costuma ir além dos 60%, quer em Portugal, quer no resto da Europa 1.
Sempre são mais um grupo de projectos que ficam em carteira...
 
1. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090401%26page%3D16%26c%3DA
publicado por Sobreda às 02:01
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Moradores dos Olivais querem melhores transportes e escolas em boas condições

A degradação dos estabelecimentos de ensino, o abandono de complexos municipais, as débeis acessibilidades e a deterioração dos espaços verdes foram apontados pelos moradores da freguesia de Santa Maria dos Olivais como os problemas prioritários a serem resolvidos pela CML.

Estas questões foram abordadas na passada 4ª fª à noite, nas instalações da Sociedade Filarmónica União e Capricho, nos Olivais, em mais uma reunião descentralizada promovida pela autarquia lisboeta.
No que respeita à área educativa, uma moradora na zona do Parque das Nações, reclamou a insuficiência a nível de estabelecimentos de ensino naquele local, sendo que a escola mais perto fica em Loures. Outro munícipe dos Olivais, denunciou a degradação do parque escolar, afirmando que “o orçamento previsto no modelo de financiamento é mínimo para uma requalificação completa do espaço”. Por sua vez, outra munícipe levantou a problemática relativa ao projecto de design - Cinco Escolas, Cinco Designers - prometido na Escola Básica Almada Negreiros, e ao estado de degradação em que o complexo educativo se encontra.
A vereadora responsável pela área da Educação, Juventude e Cultura, ainda procurou apresentar soluções e planos em curso para a reabilitação e gestão dos espaços educativas nos Olivais e na zona do Parque das Nações, salientando um projecto relativo à instalação de uma escola na zona sul do Parque das Nações, o que não satisfez os residentes por, exactamente, “ainda só ser um projecto”.
Outro dos problemas levantados pelos munícipes refere-se à “deficiente” rede de transportes públicos e “má acessibilidade” para quem se queira deslocar até ao Parque das Nações. Neste ponto, o vereador responsável pelo Urbanismo e Planeamento Estratégico, admitiu estar a decorrer um projecto que consiste numa nova rua que poderá vir a ligar os Olivais a Moscavide, assim como a construção de um acesso mecânico entre o Bairro das Laranjeiras e o Parque das Nações, mas… “que ainda não está definido” 1.
Em conclusão, o executivo foi célebre a apresentar projectos e mais projectos, lamentavelmente ainda ‘em carteira’.
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090206%26page%3D23%26c%3DA
publicado por Sobreda às 02:06
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Metropolitano altera percurso de linha no Lumiar?

Um cidadão morador na Alta de Lisboa alertou para o facto de existirem planos para que não se construa mais a futura ligação da linha do Metro, do aeroporto até à Alta de Lisboa.

Isto porque recentes declarações do presidente do Metro de Lisboa podem indiciar um abandono dos planos antigos da passagem da linha vermelha pela Alta de Lisboa. Aqui se transcreve a denúncia do morador 1.

 

“De acordo com as notícias vindas a público sobre o estudo da nova fase de expansão do Metro de Lisboa, não posso deixar de expressar a minha preocupação com a afirmação do Senhor Presidente do Metropolitano de Lisboa. Passo a transcrever parte da notícia publicada no Diário Económico:
«Sobre o cruzamento da linha Amarela com as linhas Vermelha e Verde no Campo Grande, Joaquim Reis destaca que se pretende fazer ali um interface das três linhas».
Se acontecer o que a noticia revela, a nova fase de expansão do Metro deixa de fora o maior bairro de Lisboa, diria mesmo, o maior bairro do país, a Alta de Lisboa. Estima-se que entre 2015 e 2020 habitem no bairro mais de 60 mil pessoas 2 e lá trabalhem mais de 9 mil.
O interface das três linhas de metro no Campo Grande, se for feita com ligação directa da linha vermelha a partir da futura estação do aeroporto da Portela, deixa cair o antigo projecto de estação no eixo central da Alta de Lisboa, tão só a 5ª avenida do eixo principal da capital, e que serviria potencialmente os mais de 30 mil moradores do bairro.
A solução pensada agora desmonta também a estratégia de fazer da linha vermelha uma circular limítrofe do concelho, que ligaria às restantes linhas na coroa mais afastada da cidade e proporcionaria uma ligação rápida entre as duas zonas mais populosas da cidade, Alta de Lisboa/Lumiar a Benfica/Colégio Militar.
A solução que aponto não é nova. Há anos que é referida. Em 2008, no estudo de impacte ambiental do troço da linha vermelha para Campolide; em 2006, pela CML, na proposta de revisão do PDM; em 2004, na intervenção do Ministro das Obras Públicas, na inauguração da extensão Pontinha-Falagueira do Metropolitano de Lisboa, da qual passo a transcrever parte:
- foram já concluídos os estudos e será brevemente apresentada a candidatura ao Fundo de Coesão para o seu prolongamento entre a Gare do Oriente e o Aeroporto da Portela (os concursos internacionais serão lançados no 4º trimestre deste ano), prevendo-se a conclusão da obra no final de 2007;
- está já em estudo a ligação entre a estação do Lumiar e a futura estação do Aeroporto, que a partir de 2009 irá servir a zona da Alta de Lisboa e estabelecer correspondência com a Linha Amarela e foi já analisada uma possível ligação a Sacavém;
- foram também já dadas instruções ao Metropolitano de Lisboa para estudar as opções de extensão a partir do Lumiar, levando em conta as orientações decorrentes dos estudos de reestruturação do Sistema de Transportes da Área Metropolitana de Lisboa, recentemente realizados.
Deste modo, a Linha Vermelha constituir-se-á numa dupla circular que, com as outras linhas radiais, se constituirá numa verdadeira rede, melhorando significativamente a cobertura da área urbana de Lisboa e a conexão entre as linhas, permitindo percursos mais racionais.”
Recorda-se que o Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (Quadro nº 3 da Resolução do Conselho de Ministros nº 126/98) previa, em 1998, a passagem da linha por esta zona em crescimento na capital.
 
1. Ler, com os necessários agradecimentos prévios pela transcrição, www.altadelisboa.net/comunique_descontentamento_mudanca_plano_metro_lisboa_linha_vermelha
2. A SGAL estima que “65.000 habitantes é o número que sintetiza a dimensão da extensão da cidade de Lisboa”, ver www.altadelisboa.com/page/apresentacao
publicado por Sobreda às 01:18
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Serviço ‘Mob Carsharing’

O ‘Mob Carsharing’, um serviço da Carris de aluguer de viaturas por curtos períodos de tempo, conta com setenta contratos assinados, quando se perfazem três meses desde o início do serviço, sendo, segundo a Carris e Carristur, um serviço que permite aos utilizadores pouparem até 4.000 euros por ano caso percorram menos de 15.000 quilómetros.

A actual frota totaliza 15 viaturas, apesar de apenas 10 estarem disponíveis nos seis parques que estão a funcionar em Lisboa, no Cais do Sodré (uma viatura), Rua Alexandre Herculano (duas), Parque das Nações (duas), Campo de Ourique (uma), Saldanha (duas) e Campo Pequeno (duas).
A empresa conta activar mais seis parques de estacionamento até final do próximo mês de Janeiro: um em Alcântara (Santo Amaro), Miraflores (Linda-a-Velha), Olivais (junto ao Instituto Superior de Engenharia de Lisboa), Estrada da Luz (junto às Torres de Lisboa), Avenida de Roma e Alto de Campolide-Amoreiras.
A ligação entre os transportes públicos e o ‘Mob Carsharing’ é feita através do cartão Lisboa Viva, através do qual os utilizadores do serviço desbloqueiam as viaturas estacionadas nos parques.
O acesso é feito mediante o pagamento de 55 euros de inscrição e a reserva dos veículos pode ser efectuada 24 horas por dia através da Internet ou por telefone. O custo do serviço de ‘Mob Carsharing’ é calculado em função do tempo (em horas) e dos quilómetros percorridos, implicando ainda o pagamento de uma anuidade de 84 euros da qual a empresa isenta os utilizadores até que atinjam os 200 contratos.
Durante o primeiro trimestre de 2009, a empresa conta pôr a funcionar mais sete parques de estacionamento para o Mob Carsharing no Bairro Alto, Lumiar, Olivais, Pateo Bagatella, Príncipe Real, Santos e Telheiras, concluiu.
 
Ver Lusa doc. nº 9155484, 30/12/2008 - 10:29
publicado por Sobreda às 00:09
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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Ano novo, preços novos

Segundo o INE, os preços caíram 0,6% em Novembro face ao mês anterior, com a taxa de inflação homóloga a desacelerar 9 décimos, para 1,4%.

A electricidade e as rendas vão aumentar mais do que a inflação prevista para 2009, ou seja, acima de 2,5%. Este será o valor máximo de referência para os aumentos nos transportes públicos e abaixo do qual vai ficar a subida dos preços das portagens das auto-estradas (2,3%). Na prática, apesar de os preços ao consumidor estarem a descer, há sectores onde isso não se reflecte nos preços realmente pagos.
O aumento das rendas, das portagens, dos transportes e da electricidade, apesar de serem preços administrativos e não dependerem só do mercado, mas também de fórmulas de cálculo específicas, registam as maiores subidas: as rendas de casa vão subir 2,8% na maior parte do País e 4,2 nos contratos mais antigos de Lisboa e Porto. A electricidade sobe 4,3%.
Neste caso, o aumento reflecte a subida dos preços dos combustíveis fósseis (petróleo e carvão), a contribuição para as energias renováveis e para a co-geração, custos que são repercutidos na factura mensal. Por outro lado, o preço a que é vendida a electricidade não reflectiu inteiramente os seus custos, o que gerou um défice tarifário de 1,27 mil milhões de euros, que serão pagos em 15 anos, por decisão do Governo.
Noutros sectores, em que os preços são ditados pelo mercado, prevê-se que os valores se mantenham, dada a crise financeira e o abrandamento do consumo. Entretanto, os sucessivos alertas do Governo para os ‘tempos difíceis’ que se avizinham começaram já a ter reflexos no consumo, com a taxa de inflação registada em Novembro a apresentar o nível mais baixo de sempre 1.
Apenas os combustíveis deverão segurar os passes sociais. Com efeito, o Governo deverá decidir “não efectuar qualquer actualização nas tarifas de transporte público em 1 de Janeiro de 2009”.
Qual a explicação? Segundo o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, “a evolução verificada nos preços dos combustíveis nos últimos meses permite agora absorver o efeito desse congelamento como ainda fazer face aos aumentos normais derivados da inflação, justificando desta forma a manutenção do tarifário” 2.
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=0736FED6-03BE-4A21-8F90-A5EC09B1C124&channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=120628
publicado por Sobreda às 00:24
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Domingo, 19 de Outubro de 2008

Telheiras com nova carreira da Carris

A noctívaga Rede da Madrugada 1 chegou a Telheiras.

O bairro passou a dispor da passagem da nova carreira nº 204, que circula entre Belém e a estação Oriente, e vice-versa, entre as 00h30 e as 05h30, num percurso que no atravessamento do bairro se assemelha ao trajecto da linha 767.
Por exemplo, vinda da direcção do Campo Grande, entra no bairro após passar pelo Instituto Ricardo Jorge, atravessando de seguida as Ruas professor Fernando da Fonseca e Francisco Gentil, prosseguindo pela Fernando Namora (sob o Eixo Norte-Sul), passando em frente à Escola Secundária nº 2, em direcção ao Largo da Luz.
O horário é igual, quer sejam dias da semana, sábados, domingos ou feriados 2.
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/329558.html
2. Ver www.carris.pt
publicado por Sobreda às 00:45
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Sábado, 11 de Outubro de 2008

Casal aterrorizava utentes no Metro

Trocavam longos beijos pelos bancos da estação enquanto traçavam a próxima vítima, logo à saída das carruagens, e atacavam de faca em punho. Ele, 29 anos e 17 roubos no Metro de Lisboa como única ocupação desde Maio; ela, aos 25 anos, para além dos assaltos ao lado do namorado, é também prostituta. O alvo de eleição eram raparigas e a excepção foi o ataque a um homem cego.

Foram 17 roubos no espaço de dois meses, de Maio a Junho, só na Linha Amarela do Metro de Lisboa, entre carruagens e as estações do Sr. Roubado, Ameixoeira, do Lumiar e Quinta das Conchas. Ele esteve em todas, ela acompanhou-o cinco vezes. Às vezes seguia-o para assaltos à tarde, depois ele voltava a atacar sozinho durante a noite. Por essa altura já ela se prostituía no Lumiar - a zona onde dormiam juntos e onde os operacionais da Divisão de Segurança a Transportes Públicos da PSP, as equipas da CP/Metro, os foram buscar nos últimos dias. Uma rapariga resistiu a dar o telemóvel e foi arrastada pelo chão, de dentro para fora da carruagem.

 

 

Umas vezes com ameaça de faca, outras por esticão. Sempre violentos. Quando atacavam juntos, normalmente ele encostava as vítimas à parede, ela passava revista às roupas. Queriam relógios, telemóveis, leitores de MP3. O Ministério Público passou mandados, a PSP deteve-os e o juiz colocou-os aos dois em prisão preventiva.
As primeiras queixas de vítimas chegaram às equipas CP/Metro da PSP em Maio. Foram recolhidas imagens de videovigilância das estações e carruagens, e lá estavam os dois - o casal de namorados que, momentos antes de atacar, aparecia muitas vezes na imagem a namorar sentado nos bancos. Pela descrição física dos agressores e pela forma de atacarem, sempre na Linha Amarela, não restavam dúvidas de que se tratava da mesma dupla.
A dupla foi identificada, localizada na zona da Alta de Lisboa, e depois de o Ministério Público emitir os dois mandados de detenção acabou detida nos últimos dias. Chamadas as vítimas à PSP, fizeram o reconhecimento positivo dos assaltantes. Estes foram levados ao Tribunal de Instrução Criminal e já recolheram à cadeia.
Enquanto a namorada se estreia numa cadeia feminina, o assaltante, aos 29 anos, já é um veterano: nascido e criado no antigo bairro da Musgueira, cumpriu pena em Leiria por roubos anteriores. A assaltante, que dormia com o namorado em barracões no Lumiar, prostituía-se na zona 1. Ficaram a aguardar julgamento em prisão preventiva 2.
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=3A708F3F-636A-4839-A231-FA26FDA7DB1E
2. Ver http://dn.sapo.pt/2008/10/10/cidades/beijos_namorados_disfarcavam_assalto.html
publicado por Sobreda às 01:55
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Sábado, 27 de Setembro de 2008

Se vai à bola não leve o carro

 

O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a CML, a EMEL e as empresas de transportes públicos da cidade, anunciaram esta semana o reforço das carreiras do Metro e da Carris, a par de um novo modelo no estacionamento da capital, com vista aos jogos nos estádios do Benfica e do Sporting, procedendo à abertura gratuita dos parques do Areeiro, da Biblioteca Nacional em Entrecampos, na Cidade Universitária, na Estrada da Luz e no Pavilhão Carlos Lopes 1.
Recorda-se que, em Janeiro deste ano, o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” havia apresentado uma Recomendação na AML, que seria aprovada por Unanimidade, a propósito da necessidade de implementação de medidas de mobilidade, mais concretamente, o reordenamento do trânsito e dos estacionamentos nas imediações dos estádios de futebol, e onde se apelava à CML para “campanhas de sensibilização do uso dos transportes públicos na deslocação dos espectadores para os estádios como alternativa ao uso do transporte individual” 1.
A medida, que inclui a abertura a título gratuito dos parques nos dias dos jogos, entra já hoje em vigor com o Benfica - Sporting, sendo repetida nos jogos europeus e no Sporting - Porto do próximo fim de semana.
Fica por resolver a segurança das deslocações pendulares e o atravessamento de ambas as claques pelas zonas residenciais, entre os dois estádios de Lisboa, que no último Sporting - Benfica para a Taça de Portugal, em Abril deste ano, redundou no esfaqueamento de um jovem em Telheiras 3.
 
1. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=153&Itemid=36
2. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080926%26page%3D23%26c%3DA
3. Ver www.artelheiras.pt/pages/index2.php?page=noticias&section=violencia
publicado por Sobreda às 03:06
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Domingo, 21 de Setembro de 2008

Mais autocarros e policiamento para noctívagos

Os noctívagos de Lisboa vão ter mais razões para deixar o carro em casa aos fins de semana, com novos autocarros gratuitos a servir o Bairro Alto e a 24 de Julho e aumento da oferta nocturna de transportes.
As alterações, que vigorarão nas noites de sexta-feira, sábados e vésperas de feriados, constam do programa ‘Lisboa à Noite’, que a Câmara Municipal e o Governo apresentam hoje na Estação Fluvial de Belém no âmbito da Semana da Mobilidade 2008.
O ‘Night Bus’ do Bairro Alto funcionará em regime de vaivém entre Marquês de Pombal e a gare marítima de Belém entre as 22h e as 5h, com intervalos de 20 minutos, segundo o projecto a que a Lusa teve acesso.
Quanto ao autocarro da 24 de Julho, circulará entre o Cais do Sodré e Alcântara-Mar, no mesmo horário e com a mesma frequência, ambos com uma decoração exclusiva.
O programa ‘Lisboa à Noite’ prevê também que o ascensor da Glória, que faz o percurso entre os Restauradores e a zona de São Pedro de Alcântara, junto ao Bairro Alto, passe a funcionar até às 4h30.
Na rede da madrugada da Carris haverá ainda reforço de carreiras, que passarão a circular de meia em meia-hora - em vez do intervalo de uma hora actual - , além da inclusão de uma nova carreira entre Belém e a Estação do Oriente.
Já para as horas de ‘fim de festa’, serão criadas quatro novas carreiras – ‘Rede Alvorada’ - que anteciparão a entrada em funcionamento do Metropolitano, entre as 5h e as 6h15 da manhã, uma para cada linha do Metropolitano.
Nos comboios urbanos, a CP vai passar a fazer três comboios com partida de Lisboa às 4h30 da manhã nas linhas de Cascais, Sintra e Azambuja.
Para atravessar o rio, passará a haver duas carreiras também às 4h30 nas linhas de Cacilhas e Barreiro, com partida do Cais do Sodré e do Terreiro do Paço, respectivamente.
A partir de hoje, a PSP vai também estar mais ocupada nas noites de sexta, sábado e vésperas de feriado, com operações na rua entre as 23h e as 5h que visam "aumentar o sentimento de segurança da população".
A polícia vai estar presente para fiscalizar estacionamento, trânsito e a segurança nos transportes públicos das Avenidas 24 de Julho e de Brasília, entre o Cais do Sodré e as Docas de Alcântara.
 
Ver Lusa doc. nº 8787149, 19/09/2008 - 08:20
Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

É preciso investir no aparelho produtivo do sector ferroviário

 

Perante as notíciasde que a CP não consegue corresponder à crescente procura dos serviços ferroviários de longo curso, o Executivo da Direcção Regional de Lisboa do PCP reafirma a sua continuada solidariedade para com os trabalhadores da Sorefame na exigência e luta pela retoma de actividade da empresa, na defesa da capacidade produtiva e dos verdadeiros interesses nacionais. E recoloca ainda o investimento na linha férrea e na capacidade de resposta da CP como elemento determinante no desenvolvimento do distrito e do país.
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publicado por teresa roque às 14:44
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Metro altera trânsito nos Olivais

A partir de hoje e durante cerca de 9 meses, irá proceder-se ao encerramento da lateral sul do viaduto da Rua João Pinto Ribeiro, devido às obras de prolongamento da Linha Vermelha do Metropolitano, entre a Estação Oriente e o Aeroporto da Portela.
Assim, quem se dirija à Estrada de Moscavide ou a Moscavide, deverá seguir o viaduto da Rua João Pinto Ribeiro até à rotunda da Praça D. Manuel I, no Parque das Nações, e aí efectuar a inversão de marcha 1.
Prevê-se que, na sua continuação, este troço da linha vermelha seja posteriormente prolongado até à estação do Lumiar.
 
Ver www.cm-lisboa.pt/?id_item=17170&id_categoria=11
publicado por Sobreda às 00:09
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Protestos contra mau serviço da Carris

Dezenas de utentes da Carris manifestaram, na tarde desta 5ª fª, no Cais do Sodré, a sua revolta contra a falta de condições do actual serviço de transportes, esperando há meses por uma solução, disse o porta-voz do movimento.

“Sem solução à vista”, este protesto estava previsto realizar-se antes da desmobilização das pessoas no período de férias, com o objectivo de “chamar a atenção de todos, especialmente da Câmara de Lisboa e do Governo, para os inúmeros problemas que encontramos nos percursos diários”. “Não estamos em guerra mas, sim, em contestação”, considerando “pacífico” o protesto da tarde de ontem, declarou o porta-voz da Plataforma das Comissões de Utentes da Carris.
Designada por “Rede 7”, a contestação às alterações da rede de autocarros da Carris, que implicou a supressão de oito carreiras, começou logo quando a primeira fase foi implementada, em 2006, agravando-se, depois, com a segunda fase.
Entre as reivindicações dos utentes destacam-se a supressão de carreiras da Carris, os trajectos encurtados e os horários dos circuitos alterados e cortes ao fim da tarde e ao fim-de-semana. Desde então, os cidadãos têm manifestado a sua revolta contra estas medidas, que “prejudicam a mobilidade dos cidadãos, principalmente dos idosos, bem como o próprio ambiente”.
Revoltados com a falta de qualquer tipo de resposta por parte da CML, que “nunca esteve disposta” a receber o movimento depois de diversas solicitações, os utentes manifestam a sua ‘tristeza’ perante a situação, apelando ao seu ‘bom senso’.
A Plataforma das Comissões de Utentes, formada em Janeiro de 2008, é constituída pelas comissões de utentes de várias zonas lisboetas, nomeadamente de Alfama, Estrada de Benfica, Campolide e Olivais.
 
Ver http://diario.iol.pt/sociedade/cml-utentes-protesto-ultimas-noticias-iol-carris/966551-4071.html
publicado por Sobreda às 00:57
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

O troço da derrapagem financeira do Metro

A construção do troço do Metro no Terreiro do Paço teve uma derrapagem financeira superior a 31 milhões de euros, conclui um relatório do Tribunal de Contas (TC), que acusa o Metropolitano de Lisboa de má gestão dos dinheiros públicos.

O relatório ontem divulgado resulta de uma auditoria ao processo de prolongamento da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa até Santa Apolónia, que, embora reconhecendo o impacto negativo provocado pelo desabamento ocorrido em 2000, não deixa de ser arrasador, responsabilizando a empresa pública pela derrapagem de custos e pelo tempo que a obra demorou a concluir.
No balanço da auditoria, o TC imputa culpas ao Metropolitano pelo recurso ao ajuste directo, pelo modelo de financiamento escolhido e pela falta de organização administrativa e financeira da empresa. Segundo o Tribunal, o custo final da obra foi cerca de 78,5 milhões de euros, enquanto a previsão inicial era de cerca de 47,3 milhões.

 

O relatório explica que nos contratos de empreitada, o custo final é superior em 28 milhões de euros ao previsto inicialmente, devido “essencialmente a encargos com prémios pagos”, com “um notório agravamento do dispêndio de dinheiros públicos para o Estado”.
Neste item, o TC frisa que “o que se apresenta como de acentuada gravidade” no pagamento destes prémios não é “qualquer ilegalidade ou irregularidade financeira”, mas a “deficiente gestão dos dinheiros públicos”, uma vez que o Metro pagava os prémios regularmente por “antecipação do prazo de conclusão das obras”.
No entanto, recorda o relatório, as obras demoraram mais “1358 dias” do que o previsto, com o Tribunal a notar que “se está numa presença de uma obra que esteve em estaleiro não menos que doze anos, ainda por cima situada numa zona de extremo movimento e de relevante interesse histórico e turístico”.
Com esta demora, menos se justifica que o Metropolitano tenha recorrido, principalmente, ao ajuste directo para adjudicar empreitadas adicionais, uma figura que visa acelerar o processo de contratação mas que no caso do túnel do Terreiro do Paço “revelou-se ineficaz e inútil”, já que a obra só foi inaugurada em Dezembro de 2007, “doze longos anos após a data da sua adjudicação”.
Nos impactos negativos do atraso, o Tribunal salienta que o Metropolitano deixou de cobrar “cerca de 5,7 milhões de euros” em tarifas. Além disso, optando principalmente pelo ajuste directo, não respeitou os “princípios da transparência, da concorrência e da igualdade” que devem estar sempre presentes quando se gasta dinheiro público.
Mais de 90% do custo da obra foi suportado pelo Metropolitano, que para tal contraiu empréstimos bancários com encargos “que ascenderam a 70 milhões de euros”. No entanto, para o Metropolitano, esta não terá sido a melhor opção, pois “não foi definido qualquer modelo de financiamento para a obra e o recurso ao endividamento bancário” teve “impactos negativos em termos de encargos financeiros”, que ascendem a 70 milhões de euros.
No relatório, os auditores apontam a “falta de transparência” do Metropolitano na informação que disponibilizaram ao Tribunal, que chegou “de forma fragmentada, divergente, sem coerência e a conta-gotas”. O TC diz mesmo que o Metropolitano é “uma empresa na qual o sistema de controlo interno é ineficaz e na qual o departamento de auditoria em nada contribuiu para colmatar esta situação”. “A falta de fiabilidade e de idoneidade da informação financeira disponibilizada pelo Metropolitano de Lisboa ao Tribunal de Contas merece sérias reservas”, refere ainda o relatório do TC.
O Ministério das Obras Públicas, que tutela o Metropolitano de Lisboa, tenta desdramatizar estas denúncias, afirmando que “o comportamento das partes envolvidas neste processo decorreu sempre no respeito pela legalidade que deve caracterizar a actuação dos poderes públicos” 1.
Só quando ‘o rei vai nu’ se vê a magnitude da ‘excelente’ capacidade técnica dos gestores dos nossos dinheiros públicos. Não há Orçamento que aguente. Nem os nossos ‘bolsos’…
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332046&idCanal=59
publicado por Sobreda às 00:03
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Vereadores do PCP oficiaram o Conselho de Administração da CARRIS

 

Vereadores do PCP oficiaram o Conselho de Administração da CARRIS no sentido da resolução dos problemas relativos à existência de novas e/ou de reforço de carreiras de autocarro.
19-05-2008
(ver texto)
 

 

Ofício Nº 0120/GAVERPCP/08

Exmº Senhor
Presidente do Conselho de Administração da CARRIS

Na sequência de contactos, por eleitos da CDU em Lisboa, com a população de diversas áreas da cidade, solicitamos a V. Exª a resolução dos problemas que a seguir descriminamos, relativos à existência de novas e/ou de reforço de carreiras de autocarro:

1. A imperiosa necessidade, nos Bairros da Bela Flor e Cascalheira, de uma carreira que faça o seu percurso no interior destes bairros, tal como já foi solicitado à CARRIS, nomeadamente pelos Vereadores do PCP, em Dezembro de 2007.
Sublinhamos que estes bairros sofreram grandes alterações a partir de 2002, com o realojamento de centenas de novos moradores, que se vêm privados de qualquer transporte público.

2. Em idêntica situação se encontram os moradores dos novos bairros sociais da Ameixoeira/Galinheiras, onde apenas passam duas carreiras da CARRIS – 106 e 108 – na Estrada Militar, a distâncias consideráveis das áreas residenciais, igualmente com centenas de novos moradores.
Neste caso, é sugerido que a CARRIS estude o melhor trajecto no sentido de servir os moradores das seguintes ruas:
Rua Fernando Alves (PER 3), Rua Fernando Gusmão e Rua B (PER 6), Rua Varela Silva (PER 2), Rua António Vilar (PER 4) e Rua Monteiro Belard, esta já no antigo Bairro das Galinheiras, onde também existe uma nova urbanização a custos controlados, para jovens.

3. Na Quinta do Lavrado, apesar da passagem da carreira 30, esta situação cria problemas sérios de mobilidade aos moradores tendo em conta o grande intervalo horário entre os autocarros e o facto de, a partir das 21h30m, deixar de existir esta carreira, isolando esta população do resto da cidade.

4. No Bairro Santos, o fim da carreira 31 até à Baixa (encurtada actualmente a Sete-Rios) exige um primeiro transbordo neste local para ter acesso à carreira 746 (sobre-utilizada e com intervalos de baixa frequência) e, um outro, no Marquês de Pombal.
Por outro lado, o actual percurso desta carreira dentro do bairro não permite aceder ao Centro de Saúde.
Sublinhe-se que este bairro populoso da nova cidade foi perdendo sucessivamente as carreiras que o serviam: 31A, 11 e 11A.

Com os melhores cumprimentos

Lisboa, 19 de Maio de 2008

A Vereadora



Rita Magrinho

 

publicado por teresa roque às 13:44
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Metro fica mais caro

A substituição dos bilhetes simples, ou de ida de volta, pelos cartões 7 Colinas ou Viva Viagem (títulos de transporte sem contacto) vai obrigar os passageiros do Metropolitano de Lisboa (ML) a desembolsarem mais 0,50 cêntimos. Para os recuperar, os clientes terão de se dirigir a um posto de venda e apresentar o cartão em bom estado e o recibo comprovativo da sua compra.
A partir de 2ª fª, o tradicional bilhete magnético simples de uma e de duas zonas, com um preço de 0,75 euros e de 1,05 euros, respectivamente, bem como o de ida e volta, serão substituídos por títulos carregados no cartão 7 Colinas ou Viva Viagens.
Desta forma, segundo o ML, “para adquirir um bilhete simples ou de ida e volta o cliente terá de adquirir também o cartão 7 Colinas ou Viva Viagem, reutilizável durante o prazo de validade de um ano, com um custo de 0,50 cêntimos”.
Para recuperar o custo do cartão, o cliente terá de se dirigir a um posto de venda, no prazo de cinco dias, entregar o cartão (que tem de estar em bom estado de conservação) - que só será aceite no caso de ter sido carregado apenas com bilhetes simples e de ida e volta comprovado com a apresentação do respectivo recibo.
Entre 11 e 17 de Fevereiro o ML oferece o cartão aos seus clientes, inserindo-se esta substituição na unificação da bilhética na região de Lisboa e permitindo a redução do consumo de papel na ordem das oito toneladas 1.
Curiosamente, a companhia usa a expressão ‘cliente’ - “pessoa pobre que está sob protecção de outra mais poderosa e rica, chamada patrono” - e não ‘utente’ - “pessoa que usa ou tem o direito de usar um bem ou serviço público ou privado”, por exemplo, utilizador dos transportes públicos 2. São estes os critérios ‘comerciais’ de serviço público da empresa.
 
1. Ver CManhã 2008-02-07, p. 24
2. Ver Dicionário da Língua Portuguesa da Academia das Ciências de Lisboa. – Edições Verbo, 2001.
publicado por Sobreda às 02:13
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Linha Azul abre hoje com segurança por testar

O Metropolitano de Lisboa inaugura hoje o último troço da Linha Azul, entre a Baixa-Chiado, o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, após sucessivos adiamentos, devido à necessidade de construir um novo túnel. A inauguração das duas estações, marcada para as 12h e abrindo ao público às 15h, estava prevista para o próximo sábado, dia 22, mas foi antecipada três dias.
Mas a abertura vai ser feita sem “testes de segurança como deve ser”, acusa o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais. “Falta fazer testes de segurança como deve ser, envolvendo todos os meios de socorro para se verificar como se devem articular e funcionar uns com os outros em caso de emergência”.
De acordo com o comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, têm sido feitas “visitas técnicas e visitas de trabalho às obras”, mas admitiu que ainda não foi feita uma vistoria pormenorizada, como o conhecimento dos percursos e a localização das saídas de emergência, pelo que sublinha a necessidade de um teste pormenorizado, de modo a que os bombeiros conheçam os percursos mais rápidos e saibam onde se encontram as saídas de emergência.
“Os bombeiros têm de trabalhar com elementos das equipas de segurança do Metro e a realização de um simulacro é essencial para colocar todos esses meios em sintonia”, acrescentou. “Também é necessário saber se na galeria há espaço suficiente para transportar os feridos em macas ou se é preciso arranjar outra solução. Sem estes conhecimentos, os bombeiros vão lá para baixo ouvir as pessoas a gritar e andarem por ali sem saber o que fazer”, explicou.
O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais reafirmou ainda a crítica ao facto dos rádios de serviço dos bombeiros não funcionar na rede do metro, acusando a administração do Metropolitano de ainda não ter instalado repetidores de sinal para resolver o problema. A sua posição é contrariada por fonte do Metropolitano de Lisboa, que afirma que “a vistoria foi feita quinta-feira e não há qualquer parecer negativo” 1.
O orçamento inicial para esta obra foi calculado em 165 milhões de euros (a preços de 1997), mas acabou por custar 299 milhões de euros. Esta obra teve o primeiro reverso nos prazos de conclusão, quando um aluimento de terras ocorrido em Junho de 2000, na ligação entre o Poço da Marinha e o Terreiro do Paço, colocou em questão a segurança da infra-estrutura, e provocou um abatimento de parte da abóbada do túnel, além de fissuras nas paredes. O túnel ficou ameaçado quando água e lodo começaram a entrar para a galeria, pondo em causa a própria estabilidade do Terreiro do Paço, e obrigaram à paragem das obras.
As promessas políticas de inauguração desta obra estiveram agendadas para 2003, 2004, 2005 e 2006, mas o ex-ministro das Obras Públicas chegou mesmo a ter previsto que este troço do Metro estaria operacional no Inverno de 1997. A reposição do Cais das Colunas no Terreiro do Paço está prevista para Novembro de 2008, mais de onze anos depois de o monumento, datado de finais do século XVIII, ter começado a ser removido do local 2.
 
1. Lusa doc. nº 7821611, 18/12/2007 - 07:35 e http://dn.sapo.pt/2007/12/18/cidades/falta_teste_seguranca_metro.html
2. Ver Lusa doc. nº 7819187, 17/12/2007 - 13:51
publicado por Sobreda às 00:38
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Portugueses pagam transportes em duplicado

Os portugueses estão a ser obrigados a pagar duas vezes os custos das infra-estruturas de transportes.
Por um lado, pagam impostos específicos (ISP e ISV) cujas receitas deviam ser utilizadas no pagamento dessas infra-estruturas e, por outro lado, quando utilizam os transportes, quer individuais quer colectivos, têm de pagar preços ou portagens que incorporam também os custos dos investimento dessas infra-estruturas, já que uma parte crescente está a ser financiada com receitas próprias das empresas, obtidas precisamente com base nos preços e portagens que cobram 1.
O Governo comunicou entretanto o aumento médio máximo para os preços dos transportes públicos de passageiros no próximo ano. O valor indicado aos operadores aponta para uma subida média das tarifas em 3,91%. Nos passes intermodais o aumento não pode ultrapassar os 4%, o que no caso do L123, o mais usado na Grande Lisboa, dá um agravamento de cerca de dois euros por mês. As empresas têm agora de fazer as contas e publicar o novo tarifário até dia 21 deste mês.
Só que para a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários de Passageiros, este aumento é insuficiente para repor o efeito da subida dos custos nas empresas de transportes. Por isso operadores dizem que não chega e admitem nova subida a meio do ano 2.
 
1. Ver texto completo de Eugénio Rosa IN http://resistir.info/e_rosa/portugueses_pagam_duas_vezes.html
2. Ver http://dn.sapo.pt/2007/12/12/economia/transportes_publicos_sobem_39_2008.html
publicado por Sobreda às 00:25
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Hoje (não) há aumentos

A secretária de Estado dos Transportes afirmou na 2ª fª que o aumento do preço dos bilhetes e passes dos transportes públicos será “seguramente superior ao valor da inflação” , anunciou a Secretária de Estado dos Transportes 1.
Estas tarifas dos transportes públicos de passageiros vão aumentar acima da inflação em 2008 para compensar as transportadoras do aumento de custos com gasóleo e do facto de este ano a inflação ter ficado acima do esperado. Apesar de não ter revelado o valor do aumento, garantiu que será seguramente “abaixo de 4%”, porque “um aumento acima de 4% é excessivo”, justificou.
De acordo com a responsável da tutela, a subida vai reflectir o aumento do preço do gasóleo (cerca 19% desde Janeiro), que pesa cerca de 30% nos custos dos transportadores, tendo em conta que, em Junho, não houve aumento intercalar. “Nessa altura, a aplicação da fórmula [para a revisão intercalar de preços] não deu, por muito pouco, lugar a actualização”, afirmou, reconhecendo que, na segunda metade do ano, os preços dos combustíveis se agravaram.
O aumento vai ainda ter em conta que a inflação deste ano vai ficar acima (2,3%) do estimado (2,1%) quando se calcularam as tarifas de 2007. Agora, neste cálculo das tarifas de 2008 será ainda tida em conta uma previsão do comportamento dos preços do petróleo e combustíveis, de modo a que não se torne necessário proceder a nenhuma revisão intercalar, porque “as pessoas precisam de saber com o que podem contar nos seus orçamentos”, justificou 2.
As famílias também não se importavam mesmo nada de auferir aumentos de cerca de 4%, para equilibrar os seus orçamentos, mas o Governo nem sequer prevê que os aumentos de salários acompanhem a inflação.
 
1. Ver Lusa doc. nº 7770099, 03/12/2007 - 18:12
2. Ver http://jn.sapo.pt/2007/12/04/economia_e_trabalho/tarifas_sobem_acima_inflacao_2008.html
publicado por Sobreda às 01:18
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Carris fecha quiosques

Os emblemáticos quiosques amarelos de venda de bilhetes da Carris instalados em locais como Sete Rios, Santa Justa, Praça do Chile, Areeiro e Lumiar encerraram definitivamente, no âmbito da reestruturação da rede de autocarros e postos de venda, que a empresa tem levado a cabo desde 2003.
Não bastava, no âmbito da reestruturação da sua rede, ter já a Carris suprimido horários e percursos de algumas carreiras em algumas zonas, o que tem levantado frequentes queixas de grupos de moradores, para agora vir fechar os balcões de informações e venda de bilhetes.
É que, segundo a empresa, os quiosques com as suas ‘janelinhas’ eram espaços ‘exíguos’, com más condições de trabalho e fraco atendimento aos clientes, que em dias de chuva nem sequer tinham onde se abrigar. Segundo a empresa, em alternativa, os utentes poderão dirigir-se a outros locais nas imediações, que a empresa não especifica, trocando as ‘voltas’ aos utentes, que deixam de saber onde se dirigir.
A Carris espera apostar em parcerias, como com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para a abertura de novas lojas para venda de bilhetes e prestação de informações aos utilizadores, prevendo abrir outros tantos na Baixa de Lisboa, durante o primeiro trimestre do próximo ano com horários mais alargados.
Prevê assim, para 2008, a abertura de três novos espaços - designadas ‘loja de mobilidade’ -, situadas em zonas de grande fluxo de pessoas que, para além dos serviços de pós-venda terá, possivelmente, zonas de cafetaria e de leitura, pretendendo-se “criar um espaço aprazível para o cliente”.
A Carris apostará, também, na renovação da rede de veículos com 20 autocarros médios e outros tantos articulados com ‘piso rebaixado’ e rampa de acesso para utentes portadores de deficiência. Até ao momento, do total de 790 veículos já foram renovados 408.
 
Ver http://jn.sapo.pt/2007/12/01/pais/carris_fecha_quiosques_e_renova_frot.html
publicado por Sobreda às 02:23
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Eléctrico nº 24

Na última Assembleia Municipal de Lisboa foi aprovada uma recomendação para a reposição de carreiras de eléctrico, nomeadamente a nº 24, que fazia a ligação entre o Cais do Sodré e Campolide, passando pelas zonas do Carmo, Príncipe Real, Rato e Amoreiras.
A recomendação, elaborada pelo grupo municipal de “Os Verdes”, partiu de uma petição lançada on-line pelo Movimento Fórum Cidadania Lisboa, no dia 1 de Outubro deste ano.
“O eléctrico 24 é importantíssimo não só turisticamente, mas para a mobilidade dos cidadãos”, explicou Paulo Ferrero, responsável pela petição no Fórum, acrescentando que “ainda há carril, por isso faz todo o sentido reactivar a carreira”.
A linha do eléctrico foi interrompida temporariamente há mais de dez anos, quando começaram as obras de construção do parque de estacionamento subterrâneo em Campolide. Agora que as obras terminaram, “foi pedido à Câmara Municipal que interceda junto da Carris para que a circulação do eléctrico seja finalmente reposta”.
O responsável pela petição afirma que a linha em questão “é uma espinha dorsal de Lisboa, facto entretanto agravado seja pela abertura de um interface no Cais do Sodré, seja pela crescente atractividade do Chiado e do Bairro Alto”.

Na Recomendação apresentada pelo PEV e aprovada na AML, pode ler-se que existe já “um protocolo entre a Câmara Municipal e a Carris para activar a antiga carreira de eléctrico nº 24”. Além disso, Sofia Vilarigues esclarece que, “segundo fonte da própria Carris”, a carreira seria activada após a conclusão das obras no passadiço do Elevador de Santa Justa.
Os deputados municipais de “Os Verdes” pediam ainda que a reactivação da carreira nº 24 preveja um horário alargado, de forma a dar uma melhor resposta às necessidades de transporte nas freguesias abrangidas por este eléctrico.
 
Ver Metro 2007-11-23, p. 6
publicado por Sobreda às 03:01
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

Novo cartão 7 Colinas Zapping

O novo cartão ‘7 Colinas Zapping’ entra em vigor na próxima 2ª fª, permitindo a utilização do mesmo título de transporte na Carris e no Metro, em Lisboa, segundo divulgaram as empresas transportadoras. Os utentes dos títulos ‘7 Colinas’ (que actualmente só permitem o acesso aos veículos da Carris) podem “efectuar a troca do título de transporte, de forma gratuita, sendo transferidos para o novo cartão os créditos existentes”.

Com o novo cartão, o Metro cobra 70 cêntimos para uma viagem de uma zona, onde o utilizador pode viajar durante uma hora, e um euro para duas zonas. No caso da Carris o custo é de 75 cêntimos para uma zona, também com o período de validade de uma hora, e de um 1,5€ para duas zonas durante duas horas.

A título promocional, as empresas vão oferecer o novo bilhete nos stands de divulgação nos centros comerciais (Colombo, Vasco da Gama, Saldanha Residence e Amoreiras), durante os próximos 15 dias.

 

Ver Lusa doc. nº 7669695, 5/11/2007 - 15:41

publicado por Sobreda às 02:07
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Domingo, 14 de Outubro de 2007

2ª fase da Rede 7

O parecer dos serviços da CML às alterações nas carreiras da Carris, impostas pela 2ª fase da Rede 7, é positivo, enquanto em 2006, o parecer da 1ª fase, havia sido negativo.

As alterações nas carreiras da Carris, impostas pela 2ª fase da Rede 7, que implicam alterações em dez carreiras de Lisboa, eliminando uma, encurtando quatro, prolongando duas e alterando o trajecto de três, têm implementação prevista para Dezembro, em simultâneo com a abertura das novas estações do Metropolitano de Lisboa (Terreiro do Paço e Santa Apolónia).

Foram apresentadas em reunião de CML a 26 de Setembro, tendo a Carris pedido um parecer à CML - algo que, para alterações deste âmbito, é sempre necessário, embora não vinculativo. O documento vai voltar a ser apresentado na reunião de CML na 2ª fª, pelo vice-presidente, que deixa assim a votos a conclusão dos serviços e respectiva análise técnica.

Na nota do parecer, após serem explicadas, uma a uma, as alterações enunciadas, considera-se que “a implementação destas alterações se traduzem” na “transferência de passageiros de algumas das carreiras da Carris para a Linha Azul do Metropolitano”, esperando-se uma “melhoria para o sistema de transportes da cidade”. Isto porque “a nova afectação dos recursos poupados noutras carreiras se traduz num reforço da frequência onde tal é necessário”.

Recorde-se todavia que, quando foi implementada a primeira fase da Rede 7, o parecer da CML foi negativo, tendo esta sido implementada na mesma, mas com posteriores ajustes da empresa, após persistentes protestos dos utentes.

À semelhança do ano passado, a nova remodelação - embora menor e ajustada ao metro - já foi contestada, desta feita pelo PCP e pelas Juntas de Santo Estêvão, S. Miguel, Sé e São Vicente de Fora, que criticam sobretudo as perdas de carreiras em Alfama.

 

Ver Destak 2007-10-12, p. 2

Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Aniversário sobre Carris

A Carris comemora 135 anos com o reinício do funcionamento do segundo ascensor mais antigo de Lisboa (o da Glória, que recomeça hoje o transporte de passageiros, após uma paragem de mais de um ano devido às obras a decorrer no túnel do Rossio) e o reconhecimento de ter funcionários com 150 mil horas sem acidentes.

A empresa assegura que “a sua sustentabilidade” passa pelos seus funcionários, 5 dos quais (três condutores e dois guarda-freios) serão nesse dia agraciados publicamente pelo facto de terem cumprido “36.000 horas no caso de condutores e 21.000 para os guarda-freios, sem qualquer acidente”.

As comemorações serão ainda estendidas a outras áreas de actuação da empresa transportadora, que irá agraciar outros funcionários com os prémios “Inovação Carris”, que contempla “a novidade, efeito prático, economia e produtividade”, explicou o director de operações.

O elevador da Glória foi inaugurado a 24 de Outubro de 1885, estando classificado de Monumento Nacional desde Fevereiro de 2002. Foi o segundo ascensor a entrar em funcionamento na capital. Porém, tem estado parado desde 16 de Abril de 2006, “para colocar materiais de construção para a reparação da infra-estrutura e acesso directo ao local”, acompanhando as obras a decorrer na linha da CP que, no subsolo da Calçada da Glória, faz a ligação do túnel do Rossio a Campolide.

Funciona com duas carruagens, em movimento inverso, mas sincronizado, enquanto uma sobe a outra desce, “ligados por um cabo entre si”, mas a motorização é da própria unidade. As duas cabines, que percorrem o total dos 276 metros da calçada a uma velocidade média de sete quilómetros/hora, comporta no máximo 84 passageiros de cada vez nas 36 toneladas de peso dos dois ascensores, “transporta cerca de 1,2 milhões de passageiros anuais” e representa “mais de 400 mil euros em receitas”, sendo “um dos elevadores que mais utilizadores transporta, sobretudo turistas e jovens”.

Na cidade de Lisboa existem “três ascensores de plano inclinado”, por ordem de entrada em funcionamento, “Lavra, Glória e Bica, e um vertical, o de Santa Justa ou do Carmo”, sendo “uma referência para o turismo que visita Lisboa”. O total de utentes que a Carris transporta nos seus três ascensores mais o elevador vertical do Carmo, “é superior a três milhões de passageiros anuais” 1.

Seria importante que durante as comemorações fosse anunciado o reforço da circulação nocturna e dos intervalos de tempo de passagem, designadamente na ‘longínqua’ coroa norte de Lisboa.

 

1. Ver Lusa doc. nº 7462900, 2007-09-17 - 10:08

publicado por Sobreda às 00:16
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Experiência amarela

O encerramento do troço Cidade Universitária-Rato, da Linha Amarela do Metro de Lisboa, devido a obras - entre as 22h50 e a 1 hora da madrugada - que começou a vigorar há uma semana e que se deve prolongar por um período de seis meses não deverá afectar, para já, os estudantes das Faculdades ali localizadas. Os problemas começarão em Setembro, com o (re)início das aulas, lembrou um membro da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências.

“Há muitas pessoas que utilizam a Linha Amarela, mas agora não deverá haver muitos problemas. Quando o ano lectivo recomeçar as aulas terminam às 20 horas, e há muitos alunos que ficam a trabalhar nos laboratórios e que utilizam a Linha Amarela, que serão afectados”, sublinhou.

Esta semana, o PCP tem realizado jornadas de contactos com os utentes do Metro da Cidade Universitária, para alertar para a falta de alternativas 1.

Por seu turno, o Metro garante que o Verão será um período de experiência para eventuais acertos nos alternativos. Para minimizar o encerramento, será disponibilizada uma carreira especial, ML 01, que fará o percurso Campo Grande/Rato/Campo Grande. Nos percursos e horários desta carreira serão aceites todos os títulos válidos para o Metropolitano de Lisboa.

Refere ainda que a zona é servida por autocarros da Carris e que os alternativos fornecidos pelo Metro passam no final da Alameda da Universidade, na zona do Jardim do Campo Grande 2. O problema surgirá com o reinício dos exames e das aulas os jovens estudantes terem de fazer todo o percurso, com muito pouca segurança em horário já nocturno, pelos acessos semi-abandonados da Cidade Universitária.

 

1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/87276.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/77911.html

2. Ver http://jn.sapo.pt/2007/07/31/pais/fecho_linha_amarela_preocupa_estudan.html

publicado por Sobreda às 01:39
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